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a força de um ideal

“Por uma Igreja Missionária”


“Por uma Igreja Missionária”

 Este capítulo reflecte todo o projecto que


Daniel Comboni idealizava para a
regeneração de África.

 Comboni queria envolver todos os Bispos


na actividade missionária de África.
“Por uma Igreja Missionária”

 Lutou com todas as suas forças para conseguir


levar o “Postulatum” a discussão no Concílio
Vaticano I. Infelizmente, esta discussão foi
interrompida com a invasão dos exércitos italianos
na cidade de Roma.

 Esta ideia de Comboni chegou a ser doutrina


comum um século depois, com o Concílio
Vaticano II. A realização do compromisso
missionário dos Bispos, foi assim retardada, cerca
de 100 anos…
“Por uma Igreja Missionária”

 Embora o Seminário de Verona, que tinha


como finalidade preparar missionários para
a evangelização da África Central tenha
fechado as portas por essas alturas,
Comboni deita mãos á obra e ergue o
Instituto das Missões da Nigrícia.
“Por uma Igreja Missionária”

 Comboni deixa uma mensagem muito marcante,


sobretudo aos aspirantes que virão a trabalhar em
África, principalmente na parte central do país.
Uma mensagem ao desapego.

 Uma mensagem ao interesse vivo pelas almas,


pela caridade. A única coisa que poderá esperar,
é a recompensa que vem de Deus, o sustento
abundante para o seu coração, pois será o único
conforto que terá nos momentos de trevas e de
desânimo.
“Por uma Igreja Missionária”

 Ressalta também as virtudes que devem animar o


candidato ao apostolado missionário: zelo sincero,
amor puro, temor de Deus e domínio das próprias
paixões.

 Deve predominar também o fervor pelas coisas


espirituais, o empenho de vida interior e um
desejo forte de perfeição.
“Por uma Igreja Missionária”

 Comboni insiste no espírito de sacrifício, pois este


é a demonstração concreta da fé.

 Este capítulo fecha com chave de ouro, com a


fundação das Mães da Nigrícia, com o objectivo
de ajudarem os missionários no apostolado entre
os negros. Comboni antevê já nesta altura a
importância da mulher para o seu projecto.
a força de um ideal

“Abuna Bitana ”
“Abuna Bitana ”

 Comboni é nomeado pró-vigário-apostólico, como


reconhecimento das suas actuações apostólicas,
e após uma viagem por diversas cidades, de Itália
e Áustria, regressa com mais 10 elementos para
se juntarem á sua Missão.

 Parte para o Sudão, onde pronuncia uma homilia


marcada pelos seus grandes objectivos
apostólicos: tornar o povo Africano num povo
cristão, num povo livre dos esclavagistas,
construir casas, escolas, hospitais e igrejas.
“Abuna Bitana ”

 Numa das suas viagens, sofre um acidente de


camelo, pondo em risco a sua vida. Ficou com um
braço partido, sendo curado por um endireita
turco.

 No Sudão, Comboni viveu de perto a realidade da


escravatura, situação que lhe causava bastante
sofrimento e revolta e ao mesmo tempo um forte
empenho em acabar com aquela prática que
submetia seres humanos a uma condição muito
mais baixa que os próprios animais.
“Abuna Bitana ”

 Comboni lutou contra o tráfico de negros, e


em pouco tempo obteve os primeiros
resultados. “Abuna Bitana”, título deste
capítulo, é o epíteto que os negros
carinhosamente utilizavam para se
referirem a Comboni e que quer dizer
“nosso pai”.
“Abuna Bitana ”

 Já com o seu braço totalmente curado, e quando


tudo parecia estar a correr bem, Daniel Comboni é
forçado a fechar provisoriamente a nova Missão
que tão pouco tempo antes tinha aberto, fruto da
doença que atingiu todos os missionários.
 Como se não bastasse, e porque as suas vidas
encontravam-se agora ameaçadas pelos soldados
muçulmanos, tiveram que empreender uma
dolorosa viagem, uma vez que todos os
elementos da Missão se encontravam fortemente
doentes.
“Abuna Bitana ”

 Neste capítulo Comboni volta a realçar novamente


o trabalho das mulheres missionárias na
educação religiosa daquelas terras, e da sua
valente coragem em passar por certas tormentas.

 Este capítulo acaba com a narração de uma


atrocidade. A história de coragem e força de uma
jovem cristã que jamais renegou a Deus em
momentos de brutal sofrimento.
A força

de um
Daniel Comboni
ideal