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O que vamos apresentar?
1. Modalidades de isenções em IVA; 2. Isenções nas Operações Internas ( Art.9º): 2.1 Os vários tipos de isenções; 2.2 Conceito de organismos sem finalidade lucrativa (Art.10º); 2.3 Sujeição a imposto em caso de distorções da concorrência (Art.11º); 2.4 Renuncia á isenção (Art.12º); 3. Isenções nas Importações ( Art.13º); 4. Isenções na exportação, operações assimiladas a exportações e transportes internacionais (Art.14º); 5. Regimes especiais: 6.1 Regime de isenção (Art.53º); 6.2 Regime dos pequenos retalhistas ( Art. 60º);
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do CIVA Art. 14. Incompletas O sujeito passivo não liquida IVA nem deduz.13º. Art. mas tem o direito a deduzir – lo.º 9. e 53 º do CIVA 3 .Isenções Completas O sujeito Passivo não liquida IVA.

Isenção incompleta: 4 . sujeito a IVA á taxa normal de 20%.Exemplo: Considerando a transmissão de um bem. efectuada por um retalhista. com uma margem de comercialização de 30%.Operação tributada: B. nas situações A. B e C. A.

sendo a margem de lucro calculada a partir do valor que inclui imposto. Na situação C o sujeito passivo não liquida imposto na venda.C. mas tem o direito a deduzir o IVA da aquisição. 5 .Isenção completa: Na situação B não há liquidação de IVA na venda nem dedução de imposto na aquisição. não agravando o custo do bem.

Isenções Incompletas São taxativas Automáticas Art.º 9º Renúncia á Isenção Organismos Sem Finalidade lucrativa 6 .

nº16. 7 . nº2. nº 22. nº12.Os diversos tipos de Isenção Actividades Saúde Educação e Formação Profissional Segurança Social e solidariedade Social Cultura Art. nº35. nº27. nº3.º 9 nº 1. nº34. nº15. nº 17. nº26. nº4. nº 18. nº28. nº 11 n º6. nº 21. nº 24. nº32. nº 11. nº 29: nº 30. nº 19. nº 33. nº 36 nº 8. nº 37 Técnicas nº 20. nº 9. nº13. nº 23. nº 31. nº25. nº14. nº5 nº 7.

12. 13.Como não existe liquidação nem dedução do IVA. nº 5.35. as facturas emitidas terão de indicar a isenção da operação ( Art. . .são aplicadas se 8 .forem efectuadas por organismos sem actividades lucrativas.9º .Os n.14.º 8.º 36. alínea e).do art.

9 .  Protecção dos interesses culturais e outros.  Podem ser considerados sujeitos mistos.Conceito de organismos sem finalidade lucrativa ( Art.  Sem fins Lucrativos. 10º)  Associações previstas no Código Civil.

Sujeição a imposto em caso de distorções da concorrência (Art. 10 .9º.11º) Caso haja distorções de concorrência o Ministro das Finanças poderá determinar a sujeição a imposto de algumas actividades nomeadamente os nºs 33 e 34 do art.

estando abrangido pelo regime de tributação normal. 11 . A opção por este regime é exercida na declaração de inicio da actividade ou de alteração produzindo efeito a partir da data de entrega desta.Renúncia á isenção (Art. mas também é obrigado a liquidar o imposto nas suas operações. Obrigando a sua permanência durante cinco anos. optando pela aplicação do imposto ás suas actividades.12º) Como as isenções podem ser penalizantes em alguns casos é possível renunciar á isenção. O sujeito passivo pode deduzir o imposto suportado nas suas aquisições.

Silvícola ou pecuária Cooperativas não Locação ou Agrícolas Transmissão que prestem de Serviços Prédios aos Seus Urbanos agricultores 12 .12 º Nº1 Alínea A) Nº1 alínea C) Nº4 e 5 Prestação Fornecimento de De Prestações Serviço Serviços de De com Cantina Saúde objectivo de Aos seus Formação Empregados Nº1 alínea b Profissional Actividade agrícola.Art.

é tributado á taxa deste. Entra no país de destino e.Isenções na Importação (Art. 13 .13º) Princípio do país de destino Sai do país de origem á taxa zero.

operações assimiladas a exportações e transportes internacionais (Art.Isenções nas exportações.14º)  Os bens saem do país exportador sem carga fiscal e são tributados á entrada do país importador. Isenção completa O sujeito passivo não liquida IVA nas operações O sujeito passivo tem direito a deduzir o imposto pago 14 .

São dispensados das obrigações com excepção da emissão da factura e da entrega das declarações.Regime especial de isenção (Art.59º) Não atinjam volume de negócios superior a 10 000€. Não exerçam actividades do Anexo E do CIVA. (Art. Características Isenção incompleta ( não liquida nem deduz).53º): Condições Não possuam nem sejam obrigados a possuir contabilidade organizada para efeito de IRS e IRC. 15 . (Art.54 nº3) Não pratiquem importações ou È de aplicação automática. exportações.

º de meses 5000 ----------------------------.Exemplo: Suponha que um prestador de serviços que desenvolve uma actividade sujeita a IVA e não isenta (ex: um engenheiro Civil) mencionou na sua declaração de início de actividade um volume de negócios de 5. mas sim. para um volume de negócios anual.5 X ------------------------------. da seguinte maneira: Volume de negócios n. no regime normal trimestral de IVA. 16 .12 X = 5000 x 12 = 12.000 5 Sendo o volume de negócios anual de 12000 este sujeito passivo não poderá ficar enquadrado no regime de isenção.000 Euros relativo ao período de 1/ 8/ 08 a 31/12/ 08. deverão os serviços fazer a sua conversão. Como o volume de negócios declarado é referente apenas aos cinco meses.

17 .Regime especial dos pequenos retalhistas (Art.60º) Condições Sejam pessoas singulares. Pagamento do IVA é efectuado trimestralmente. (nº9) IVA não pode ser deduzido pelos adquirentes. ( nº1) Não exerçam actividades do Anexo E do CIVA. (nº8) Volume de compras destinada a venda superior ou igual 90%. (nº1) Não pratiquem importações ou exportações ou prestações de serviços não isentas de valor anual superiores a 250€. Não possuam nem sejam obrigados a possuir contabilidade organizada para efeito de IRS.(nº1) Dedução total do imposto suportado nas aquisições de bens de investimento e outros bens para a empresa. (nº2) Transmissão de bens do activo imobilizado são excluídas do regime especial. ficando sujeitas a imposto. ( nº6) Volume de compras no ano anterior inferior a 50 000€. (nº1) Características Direito a dedução de 25% das aquisições de bens destinados a venda sem transformação.

C) Uma prestação de serviços isenta com direito á dedução. no valor global de 40. 18 . Para efeitos de IVA estamos perante: A) Uma transmissão de bens.000 Euros.Casos Práticos 1 – Um médico cardiologista no exercício da sua profissão liberal prestou serviços a uma clínica privada. D) Uma prestação de serviços isenta sem direito á dedução. B) Uma operação fora de campo de aplicação do IVA.

ela torna-se obrigatório por 5 anos. O procedimento a adoptar é: A) Deixar de liquidar IVA nas prestações de serviços e não deduzir o IVA relativo ás aquisições. Em 3 de Janeiro de 2003 renunciou á isenção de que beneficiava.2 – Uma empresa de contabilidade funciona igualmente como um escola que se dedica á formação profissional. D) Nenhuma das respostas anteriores é verdadeira. C) Manter – se no regime normal de tributação. 19 . B) Apresentar a respectiva declaração de alterações e passar ao regime de isenção. uma vez feita a opção. No entanto. em 2006 não lhe interessa continuar no regime normal de tributação. pois que.

(Art. pelo que estamos perante uma prestação de serviços.º4 n.Opção correcta: C) As prestações de serviços ligadas á formação profissional. passados os 5 anos.º 4. ( Art. estão isentas de IVA. Exercida a renúncia estão obrigados a permanecer no regime de tributação por um período mínimo de 5 anos. O legislador procura assim assegurar uma certa estabilidade quanto ao estatuto IVA dos sujeitos passivos.a). Atendendo a que estamos perante uma prestação de serviços fora do âmbito de um qualquer contrato de trabalho. 12º n. Só podendo renunciar á isenção em 2008.º 2 n. 9º. Esta isenção não permite a dedução pelo médico do IVA suportado nas respectivas aquisições de bens e serviços.º 1 b). ( Art.1.Opção correcta: D) Não estamos perante uma transacção comercial. isenta de IVA. A operação está contudo. quando realizadas por organismos com reconhecimento para o efeito. (Art. esta operação preenche o requisito da incidência real para efeitos de IVA. n.º 11.º1). 2. (art.º 1 a). .º2 e 4) Por outro lado. No entanto os organismos que entendem ser – lhes mais benéfico optar pelo regime de tributação podem fazê – lo através da renuncia expressa ao regime de isenção.º 9 n. preenche igualmente o requisito da incidência pessoal porquanto o médico exerce a sua profissão de modo independente e com carácter de Habitualidade.1. importação ou aquisição intracomunitária.

Trabalho realizado por:  Carlos Frederico nº 2008792  Sara Marantes nº 2008333  Sofia Diogo nº 2008331  Tiago Almeida nº 2008338 Turma: TCFD 43 21 .