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ESPAÇOS

ESPAÇOS CONFINADOS
CONFINADOS
Paula
PaulaScardino
Scardino
Cel:
Cel:(11)
(11)9945-2712
9945-2712

email:
email:paula@zell.com.br
paula@zell.com.br
ABNT
Associação Brasileira de Normas Técnicas

Norma Brasileira
ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO

Os requerimentos desta norma são destinados à


proteção local e dos trabalhadores contra os riscos de
entrada em espaços confinados.
ESPAÇO CONFINADO:
É qualquer área não projetada para ocupação contínua,
à qual tem meios limitados de entrada e saída, e na qual
a ventilação existente é insuficiente para remover
contaminantes perigosos e/ou deficiência/
enriquecimento de oxigênio que podem existir ou se
desenvolverem.
Aprisionamento:
Condição de retenção do trabalhador no interior do
espaço confinado que impeça sua saída do local
pelos meios normais de escape ou que proporcione
lesões ou a morte do trabalhador.
Atmosfera de risco:
Condição em que a atmosfera, em um espaço
confinado, possa oferecer riscos ao local e expor os
trabalhadores ao perigo de morte, incapacitação,
restrição da habilidade para auto–resgate, lesão ou
doença aguda causada por uma ou mais das seguintes
causas:
Atmosfera de risco:
Gás/Vapor ou névoa inflamável em concentrações
superiores a 10% do seu Limite Inferior de Explosividade
LIE ou Lower Explosive Limit LEL;
Poeira combustível viável em uma concentração que se
encontre ou exceda o Limite Inferior de Explosividade
LIE ou Lower Explosive Limit LEL);

NOTA: Esta concentração pode ser estimada pela observação da


condição na qual a poeira obscureça a visão numa distância de
1,5m ou menos.
Curva de Explosividade
% Vol
MISTURA RICA
LSE

MISTURA EXPLOSIVA

100
MISTURA POBRE LIE
0

∆ t
Gás Ponto de Ponto de LIE LSE Densidade
ignição (oC) flash (oC)

Acetona 535 -19 2,15 13 2,02


Amônia 630 Gás 15,0 28 0,53
CO 605 Gás 12,5 74 0,97
Etanol 425 12 3,3 19 1,59
Etano 515 Gás 3,0 15,5 1,04
Etileno 425 Gás 2,7 34 0,97
Tolueno 535 6 1,2 7 3,18
Butano 365 Gás 1,5 8,5 2,05
Propano 470 Gás 2,0 9,5 1,56
Hexano 233 -21 1,2 7,4 2,79
Benzeno 555 -11 1,2 8 2,70
Metano 537 Gás 5,0 15 0,55
Lei de Le Chatelier
Quando na atmosfera se encontrar a presença de mais de um
gás inflamável.
LIE = P1 + P2 + P3 (% Vol)
P1 + P2 + P3
LIE1 LIE2 LIE3

LSE = P1 + P2 + P3 (% Vol) Sendo:


P1 + P2 + P3 Pn a fração
LSE1 LSE2 LSE3 de uma mistura
Exemplo:
Caso você obtenha de uma análise por
cromatografia os valores de:
1) Benzeno 60% , LIE = 1,2
2) Propano 20% , LIE = 2,0
3) Butano 20% , LIE = 1,5
Então, aplicando-se a fórmula, teremos o novo LIE
na atmosfera acima:
LIE = 60 + 20 + 20 = 1,36
60/1,2 + 20/2,0 + 20/1,5
Curva de Correlação
Exemplo de leitura com instrumento
calibrado com gás metano em
atmosfera com a presença de benzeno:

300
250
200
Metano
150
100 Benzeno

50
0
10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Medição em diferentes níveis de altura

Devido à densidade dos gases.

CH4 = 0,55
CO = 0,97
Ar = 1,00
H2S = 1,20
Gasolina =3a4
Atmosfera de Risco
∗Concentração de oxigênio atmosférico abaixo de 19,5 % ou
acima de 23 %;
∗A concentração atmosférica de qualquer substância cujo
Limite de Tolerância seja publicado na NR-15 ou em norma
mais restritiva (ACGIH) e que possa resultar na exposição do
trabalhador acima desse Limite de Tolerância; (Comparar
LT’s da NR-15 e ACGIH e adotar o mais restritivo)
∗Qualquer outra condição atmosférica Imediatamente
Perigosa à Vida ou à Saúde - IPVS ou IDLH – Immediately
Dangerous to Health and Life);
Auto-Resgate

Capacidade, desenvolvida pelo trabalhador através de


treinamento, que possibilita seu escape com segurança,
de ambiente confinado em que entrou em IPVS.
Avaliação de Local
É o processo de análise onde os riscos aos quais os
trabalhadores possam estar expostos num espaço
confinado são identificados e quantificados. A
avaliação inclui a especificação dos testes que
devem ser realizados e os critérios que devem ser
utilizados.
NOTA: Os testes permitem aos empregadores planejar e
implementar medidas de controle adequadas para proteção dos
trabalhadores autorizados e para determinar se as condições de
entrada são aceitáveis no presente imediato, antes e durante a
entrada.
Condição de Entrada

Condições ambientais que devem permitir adentrar em


um espaço confinado que não apresenta riscos
atmosféricos, físicos, químicos, biológicos e/ou
mecânicos e onde critérios técnicos de proteção
permitam a entrada e execução dos trabalhos em seu
interior.
Condição Imediatamente
Perigosa à Vida ou à Saúde
(IPVS):
É qualquer condição que cause uma ameaça imediata à
vida ou que pode causar efeitos adversos irreversíveis à
saúde ou que interfira com a habilidade dos indivíduos
para escapar de um espaço confinado sem ajuda.
Condição Imediatamente Perigosa
à Vida ou à Saúde (IPVS):
NOTA: Algumas substâncias podem produzir efeitos
transientes imediatos que apesar de severos, possam
passar sem atenção médica, mas são seguidos de
repentina possibilidade de colapso fatal após 12 – 72
horas de exposição. A vítima “sente-se normal” da
recuperação dos efeitos transientes até o colapso. Tais
substâncias em concentrações perigosas são
consideradas como sendo “imediatamente” perigosas à
vida ou à saúde.
Condição Proibitiva de
Entrada:
É qualquer condição de risco que não permita a
entrada em um espaço confinado durante o período
para a qual a entrada é autorizada.
Emergência:
É qualquer interferência (incluindo qualquer falha nos
equipamentos de controle e monitoramento de riscos)
ou evento interno ou externo, no espaço confinado,
que possa causar perigo aos trabalhadores.

Observar: CALIBRAÇÃO e VERIFICAÇÃO DE


INSTRUMENTOS - Imprescindível
..... Erros Comuns:
•Utilizar apenas explosímetro em áreas inflamáveis
onde possam ocorrer vazamentos que provoquem
atmosfera saturada..... Deve-se utilizar oxi-
explosímetro.
•Fazer medição de gases tóxicos (por ex. CO -
monóxido de carbono) com explosímetro, com alegação
de que o CO é inflamável. Antes de haver o risco de
inflamabilidade, o risco é de gás tóxico.
..... Erros Comuns:
•Tentar fazer a medição de, por exemplo CO, com a
utilização de oxímetro, com alegação de que o CO
desloca o oxigênio.
•Não saber se o equipamento está funcionando
corretamente efetuando o teste de verificação com
gás. Não confundir com calibração.
Circuito Intrinsicamente Seguro:
Um circuito ou parte dele é intrinsicamente seguro
quando não é capaz de liberar energia elétrica (faísca)
ou térmica suficiente para, em condições normais (isto
é, abrindo ou fechando o circuito) ou anormais (por
exemplo, curto-circuito ou falta à terra), causar a
ignição de uma dada atmosfera explosiva, conforme
expresso no certificado de conformidade do
equipamento.
Engolfamento/
Envolvimento:
Condição em que uma substância sólida ou líquida,
finamente dividida e flutuante na atmosfera, possa
envolver uma pessoa e no processo de inalação,
possa causar a morte por asfixia.
Entrada:

Ação pela qual as pessoas ingressam através de uma


abertura para o interior de um espaço confinado. Essa
ação passa a ser considerada como tendo ocorrido
logo que alguma parte do corpo do trabalhador rompa
o plano de uma abertura no espaço confinado.
Inertização:

É um procedimento de segurança num espaço


confinado que visa evitar uma atmosfera
potencialmente explosiva através do deslocamento da
mesma por um fluído inerte. Este procedimento
produz uma atmosfera IPVS deficiente de oxigênio.
Permissão de Entrada:

É uma autorização escrita que é fornecida pelo


empregador, ou seu representante legal, para permitir
e controlar a entrada em um espaço confinado.
Permissão para
trabalho a quente:
É uma autorização escrita do empregador, ou seu
representante legal, para permitir operações capazes
de fornecer uma fonte de ignição
Supervisor de Entrada:

É a pessoa com capacitação e responsabilidade pela


determinação se as condições de entrada são
aceitáveis e estão presentes numa Permissão de
Entrada, como determina esta norma.
Trabalhador autorizado:
É o profissional com capacitação que recebe
autorização do empregador, ou seu representante legal,
para entrar em um espaço confinado permitido.
Isolamento:
É a separação física de uma área ou espaço
considerado próprio e permitido ao adentramento, de
uma área ou espaço considerado impróprio (perigoso) e
não preparado ao adentramento.
Espaço Confinado
não permitido:

É um espaço confinado cuja condição atmosférica ou


operacional, tem o potencial de conter qualquer risco
capaz de causar morte ou séria lesão física e deve
estar proibido para a entrada dos trabalhadores.
Espaço Confinado
representativo:

É um simulador de um espaço confinado em tamanho


de abertura, configuração e meios de acesso para o
treinamento do trabalhador que não apresente riscos.
Programa para entrada
em espaço confinado:

É um programa geral do empregador ou seu


representante legal, elaborado para controlar e para
proteger os trabalhadores de riscos em espaços
confinados e para regulamentação da entrada dos
trabalhadores neste espaços.
Abertura de Linha:
É o alívio intencional de um tubo, linha ou duto que é ou
tenha sido transportador de substâncias tóxicas,
corrosivas ou inflamáveis, um gás inerte ou qualquer
fluído num volume, pressão ou temperatura capaz de
causar lesão.
Procedimento de
permissão:
É o documento escrito do empregador para a
preparação e emissão da permissão de entrada.
Assegura também, a continuidade do serviço no espaço
confinado permitido, após o término da entrada.
Equipe de resgate:

É o pessoal capacitado e regularmente treinado para


retirar os trabalhadores dos espaços confinados em
situação de emergência.
Equipamentos de
Resgate:

São os materiais necessários para a equipe de


resgate utilizar nas operações de salvamento em
espaços confinados.
Vigia:

É o trabalhador que se posiciona fora do espaço


confinado e monitora os trabalhadores autorizados
realizando todos os deveres definidos no programa
para entrada em espaços confinados.
Requerimentos Gerais:
Todo espaço confinado deve ser adequadamente
sinalizado, identificado e isolado para evitar que
pessoas não autorizadas adentrem a estes locais.

Se o empregador, ou seu representante legal, decidir


que os trabalhadores contratados e sub-contratados
não devem entrar no espaço confinado, o mesmo
deverá tomar todas as medidas efetivas para evitar
que os trabalhadores entrem no espaço confinado
Requerimentos Gerais:
Se o empregador, ou seu representante legal, decidir
que os trabalhadores podem entrar no espaço
confinado, o empregador deverá desenvolver e
implantar um programa escrito de espaços confinados
com permissão de entrada. O programa escrito deverá
estar disponível para o conhecimento dos
trabalhadores, seus representantes autorizados e
órgãos fiscalizadores.
Requerimentos Gerais:

O empregador deve coletar dados de monitoramento e


inspeção que darão suporte na identificação de
espaços confinados
Requerimentos Gerais:
Antes de um trabalhador entrar num espaço confinado,
a atmosfera interna deverá ser testada por trabalhador
autorizado e treinado, com um instrumento de leitura
direta, intrinsicamente seguro, protegido contra
emissões eletromagnéticas ou interferências de
radiofrequências, calibrado e testado antes da
utilização para as seguintes condições:

•Concentração de oxigênio
•Gases e vapores inflamáveis
•Contaminantes do ar potencialmente tóxicos
Requerimentos Gerais:

O registro de dados deve ser documentado pelo


empregador e estar disponível para os trabalhadores
que entrem no espaço confinado.
Requerimentos Gerais:
As seguintes condições se aplicam a espaços
confinados:

Quaisquer condições que os tornem inseguros no


momento anterior à remoção de um vêdo, tampa ou
tampão de entrada, deverão ser eliminados antes do
vêdo ser removido.
Nota: A palavra vêdo, tampa ou tampão, significa
vedação para qualquer abertura, horizontal, vertical ou
inclinada.
Requerimentos Gerais:

Em casos de trabalho em atmosfera IPVS ou


potencialmente capaz de atingir níveis de atmosfera
IPVS, os trabalhadores deverão estar treinados e
utilizar EPI’s (equipamentos de proteção individual) que
garantam sua saúde e integridade física.
Requerimentos Gerais:
Se uma atmosfera perigosa for detectada durante a
entrada:
O espaço deverá ser analisado para determinar como a
atmosfera perigosa se desenvolveu.
O empregador, ou seu representante legal, deverá
verificar se o espaço confinado está seguro para
entrada e que as medidas que antecedem a entrada
tenham sido tomadas através de permissão de entrada
por escrito.
Riscos Atmosféricos

Ventilação deficiente propicia além da deficiência


de oxigênio, o acúlumo de gases nocivos como
principalmente o H2S (GÁS SULFÍDRICO) e o
CO (MONÓXIDO DE CARBONO), que são
responsáveis por 60% das vítimas dos acidentes
em espaços confinados.
OS EFEITOS DA DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO: COMO SABEMOS, O
MÍNIMO PERMISSÍVEL PARA A RESPIRAÇÃO SEGURA GIRA EM
TORNO DE 19,5% DE O2. TEORES ABAIXO DESTE PODEM
CAUSAR PROBLEMAS DE DESCOORDENAÇÃO (15 A 19%),
RESPIRAÇÃO DIFÍCIL (12 A 14%), RESPIRAÇÃO BEM FRACA (10
A 12%), FALHAS MENTAIS, INCONSCIÊNCIA, NÁUSEAS E
VÔMITOS (8 A 10%), MORTE APÓS 8 MINUTOS (6 A 8%) E COMA
EM 40 SEGUNDOS (4 A 6%). CONVÉM SALIENTARMOS QUE A
PRESENÇA DE GASES CONSIDERADOS INERTES OU MESMO DE
INFLAMÁVEIS, CONSIDERADOS COMO ASFIXIANTES SIMPLES,
DESLOCAM O OXIGÊNIO E POR CONSEGUINTE TORNAM O
AMBIENTE IMPRÓPRIO E MUITO PERIGOSO PARA A
RESPIRAÇÃO. LOGO, ANTES DE ENTRARMOS NO INTERIOR DE
ESPAÇOS CONFINADOS DEVEMOS MONITORÁ-LO E
GARANTIRMOS A PRESENÇA DE OXIGÊNIO EM
CONCENTRAÇÕES NA FAIXA DE 19,5 E 22%.
OS EFEITOS DO MONÓXIDO DE CARBONO: POR NÃO
POSSUIR ODOR E COR ESTE NOCIVO GÁS PODE
PERMANECER POR MUITO TEMPO EM AMBIENTES
CONFINADOS SEM QUE O SER HUMANO TOME
PROVIDÊNCIAS DE VENTILAR OU EXAURIR O LOCAL E
CONSEQUENTEMENTE, EM CASO DE ENTRADA NESTES
LOCAIS, PODEREMOS TER CONSEQUÊNCIAS DANOSAS AO
HOMEM. EM CONCENTRAÇÕES SUPERIORES AO SEU
LIMITE DE TOLERÂNCIA (CONCENTRAÇÃO ACIMA DA
QUAL PODERÃO OCORRER DANOS À SAÚDE DO
TRABALHADOR), QUE É DE 39 PPM:
O EXPOSTO PODERÁ SENTIR DESDE UMA SIMPLES DOR
DE CABEÇA (200 PPM);
PALPITAÇÃO (1000 A 2000 PPM);
INCONSCIÊNCIA (2000 A 2500 PPM);
MORTE (4000 PPM).
OS EFEITOS DO H2S: ESTE É UM DOS PIORES AGENTES
AMBIENTAIS AGRESSIVOS AO SER HUMANO, JUSTAMENTE
PELO FATO DE QUE EM CONCENTRAÇÕES MÉDIAS E ACIMA,
O NOSSO SISTEMA OLFATIVO NÃO CONSEGUE DETECTAR A
SUA PRESENÇA. EM CONCENTRAÇÕES SUPERIORES A 8,0
PPM (PARTES DO GÁS POR MILHÕES DE PARTES DE AR) -
QUE É O SEU LIMITE DE TOLERÂNCIA, O GÁS SULFÍDRICO
CAUSA:
IRRITAÇÕES (50 - 100 PPM);
PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS (100 - 200 PPM);
INCONSCIÊNCIA (500 A 700 PPM);
MORTE (ACIMA DE 700 PPM).
PROCESSOS DE LIMPEZA PODEM CRIAR ATMOSFERAS
PERIGOSAS EM ESPAÇOS CONFINADOS:
SEMPRE DURANTE OS TRABALHOS DE DRENAGEM, LIMPEZA,
LAVAGEM E PURGA DE UM TANQUE, GASES NOCIVOS
APARECEM TORNANDO O AMBIENTE INSUSTENTÁVEL DA VIDA
E DA SAÚDE. OS TEORES DE OXIGÊNIO, NORMALMENTE
DIMINUEM PELO DESLOCAMENTO DESTE, PELOS GASES
ORIUNDOS DAS ATIVIDADES DE LIMPEZA. OS GASES
COMBUSTÍVEIS SÃO LIBERADOS DAS SUPERFÍCIES SOB AS
ENCRUSTAÇÕES ORGÂNICAS, SÃO LIBERADOS DOS PONTOS
BAIXOS OU ALTOS, DAS FLANGES E DEMAIS CONEXÕES OU
VÁLVULAS. DA MESMA FORMA OS GASES TÓXICOS PELA AÇÃO
DE SOLVENTES OU PRODUZIDOS PELA REAÇÃO QUÍMICA
ENTRE ESTES E OUTROS MATERIAIS UTILIZADOS NA LIMPEZA.
ATIVIDADES AGRAVANTES:
OS TRABALHOS DE SOLDA, CORTES A QUENTE, TRATAMENTO
TÉRMICO, FUNCIONAMENTO DE MOTORES A COMBUSTÃO NO
INTERIOR DE ESPAÇOS CONFINADOS, PODE CRIAR
ATMOSFERAS DE ALTO RISCO OU PERIGOSAS. A DEFICIÊNCIA
DE OXIGÊNIO É CAUSADA PELO SEU CONSUMO, NAS
REAÇÕES DE COMBUSTÃO OU NOS PROCESSOS DE
OXIDAÇÃO, OU AINDA DESLOCADO PELOS PRODUTOS DE
COMBUSTÃO. OS GASES TÓXICOS, COMO O CO, SÃO
PRODUZIDOS PELA INCOMPLETA COMBUSTÃO. OUTROS
GASES PODEM SER PRODUZIDOS PELO MATERIAL AQUECIDO;
CÁDMIO, POR EXEMPLO, VAPORES DE MERCÚRIO, CHUMBO E
OUTROS METAIS PESADOS.
REINÍCIO DOS TRABALHOS:

O REINÍCIO DOS TRABALHOS, APÓS UMA PARALISAÇÃO, EM


FUNÇÃO DE ANORMALIDADES QUE COLOQUEM EM RISCO A
SEGURANÇA DO TRABALHO, DEVERÁ SER PRECEDIDO DE
UMA REAVALIAÇÃO GERAL POR TODOS OS ENVOLVIDOS, DAS
CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE FORMA A GARANTIR A
SEGURANÇA DAS ATIVIDADES E DOS SEUS EXECUTANTES.
Para Permitir Entrada em
Espaços Confinados
IDENTIFICAR OS RISCOS
CONTROLAR OS RISCOS
SISTEMA DE PERMISSÃO
INFORMAÇÕES
PREVENÇÃO COMPLEMENTAR
EQUIPAMENTO
RESGATE
PROTEÇÃO CONTRA RISCOS EXTERNOS
CONHEÇA EM DETALHES O SEU APARELHO DE
MONITORAMENTO OU TESTES:
GARANTA QUE SEU APARELHO ESTEJA FUNCIONANDO
CORRETAMENTE;
SIGA AS RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE;
ZERE O SEU INSTRUMENTO EM ATMOSFERA DE AR
FRESCO E ISENTO DE GASES OU VAPORES;
ANTES DE ABRIR A BOCA DE VISITA TOTALMENTE, PARA
MONITORAR O INTERIOR DE UM ESPAÇO CONFINADO,
FAÇA A VENTILAÇÃO ATRAVÉS DE UMA PEQUENA
ABERTURA, COM A AJUDA DA EXTENSÃO QUE
ACOMPANHA O APARELHO. ISTO PODE SER A DIFERENÇA
ENTRE A VIDA E A MORTE.
MONITORE O INTERIOR DO ESPAÇO CONFINADO EM TODOS
OS NÍVEIS DE ALTURA E COMPRIMENTO. LEMBRE-SE QUE EM
CASO DE EXAUSTÃO DE GASES MAIS LEVES QUE O AR,
DEVEMOS INSTALAR O EXAUSTOR NO TOPO DO TANQUE OU
AMBIENTE CONFINADO E NO CASO DE GASES MAIS PESADOS
QUE O AR, DEVEMOS INSTALAR O EXAUSTOR NA BASE DO
TANQUE. NO CASO DE VENTILAÇÃO, DEVEMOS, QUANDO
LIDARMOS COM GASES MAIS LEVES QUE O AR, INJETAR O AR
DA BASE PARA O TOPO E VICE-VERSA, QUANDO LIDARMOS
COM GASES MAIS PESADOS QUE O AR.
O QUE É MUITO IMPORTANTE PARA QUE O TRABALHADOR
SAIBA É QUE UM AMBIENTE CONFINADO MUDA SUAS
CONDIÇÕES, COM A SEQUÊNCIA DOS TRABALHOS,
PORTANTO MONITORAMENTO, ACOMPANHAMENTO E
OBSERVAÇÕES PERIÓDICAS SÃO IMPRESCINDÍVEIS.
Treinamento do Pessoal

RECONHECIMENTO DOS RISCOS


PREPARAÇÃO DO TRABALHO
COMUNICAÇÃO
EPI/EPC
ABANDONO DO LOCAL