Você está na página 1de 117
Farmacologia e correlações clínicas em ODONTOLOGIA Luciano Augusto de Jesus C.D., esp. em Cirurgia, Radiologia e
Farmacologia e correlações
clínicas
em ODONTOLOGIA
Luciano Augusto de Jesus
C.D., esp. em Cirurgia, Radiologia e Farmacologia clínica
Especializando em patologia bucal
Uso racional dos fármacos em ODONTOLOGIA
Uso racional dos fármacos
em ODONTOLOGIA
“Os medicamentos salvam vidas e melhoram a condição de saúde das pessoas, mas não devem ser
“Os medicamentos salvam vidas e melhoram
a condição de saúde das pessoas, mas não devem
ser tratados como mercadorias e usados indiscriminadamente.”
O que são Medicamentos essenciais? satisfazem às necessidades de saúde da maioria da população, a um
O que são Medicamentos essenciais?
satisfazem às necessidades de saúde da
maioria da população, a um preço que
eles e a comunidade possam pagar
deveriam estar disponíveis em todos os
momentos, em quantidades adequadas e
em formas farmacêuticas apropriadas.
• 1º passo – definição da indicação (diagnóstico) • 2º passo – especificação do objetivo terapêutico
• 1º passo – definição da indicação (diagnóstico)
• 2º passo – especificação do objetivo terapêutico
• 3º passo – levantamento dos medicamentos
eficazes
• 4º passo – eficácia, segurança, aplicabilidade e
custo
Farmacologia da dor A dor é subtratada • Pouca valorização da queixa do paciente • Desconhecimento
Farmacologia da dor
Farmacologia da dor
A dor é subtratada
A dor é subtratada

Pouca valorização da queixa do paciente

Desconhecimento da fisiopatologia e da farmacologia da dor

Muito medo dos efeitos adversos

Conceito de dor “ experiência sensorial e emocional desagradável, ” ... ... relacionada com lesão tecidual

Conceito de dor

experiência

sensorial e emocional desagradável,

...

...

relacionada com lesão tecidual real ou potencial

DETECÇÃO DA DOR (estímulo mecânico, químico ou térmico)

DETECÇÃO DA DOR (estímulo mecânico, químico ou térmico)

Bloquear A VAS Via descendente inibitória Vias aferentes sensitivas
Bloquear
A VAS
Via descendente inibitória
Vias aferentes sensitivas
Bloquear A VAS Via descendente inibitória Vias aferentes sensitivas Potencializar VDI Mecanismo da dor Impedindo a
Potencializar VDI
Potencializar
VDI
Mecanismo da dor
Mecanismo
da dor
Impedindo a sensibilização do nociceptor
Impedindo
a sensibilização
do nociceptor
MODULAÇÃO FARMACOLÓGICA DA DOR PROPAGAÇÃO INICIAÇÃO PGE 2 PERCEPÇÃO AAS OPIÓI AINE DES Mediadores inflamatórios

MODULAÇÃO FARMACOLÓGICA DA DOR

PROPAGAÇÃO INICIAÇÃO PGE 2 PERCEPÇÃO AAS OPIÓI AINE DES
PROPAGAÇÃO
INICIAÇÃO
PGE 2
PERCEPÇÃO
AAS
OPIÓI
AINE
DES
Mediadores inflamatórios
Mediadores
inflamatórios

Analgesia Multimodal

Analgesia Multimodal Dor e analgesia pós-operatória

Dor e analgesia pós-operatória

Estratégias para analgesia pós-operatória

Analgesia Multimodal A I N E S Opióides Procedimentos Pequenos e Médios Anestésico local Adjuvantes Potenciação
Analgesia Multimodal
A I N E S
Opióides
Procedimentos
Pequenos e Médios
Anestésico local
Adjuvantes
Potenciação da dor

doses de cada analgésico Efeito sinérgico / somático (antinocicepção) Intensidade de efeito colateral de cada fármaco

Analgesia Multimodal (Multiponto) Fármaco Mecanismo de ação Anestésicos locais Bloqueio dos canais de sódio AINEs Bloqueio

Analgesia Multimodal (Multiponto)

Fármaco

Mecanismo de ação

Anestésicos locais

Bloqueio dos canais de sódio

AINEs

Bloqueio da COX do AA não permitindo a formação de PGE

Opióides

Aumento o influxo de potássio,

hiperpolarizando a célula nervosa

Corticosteróides

Bloqueio da vasocortina (inchaço) e lipocortina (fosfolipase A2)

FARMACOLOGIA CLÍNICA DA DOR

ANESTÉSICOS LOCAIS

• Bloqueio reversível da condução nervosa AL AL AL AL AL AL
• Bloqueio reversível da condução nervosa
AL
AL
AL
AL
AL
AL
Classificação • Curto efeito: procaína • Duração intermediária: lidocaína, mepivacaína e prilocaína • Longa duração: tetracaína,

Classificação

Classificação • Curto efeito: procaína • Duração intermediária: lidocaína, mepivacaína e prilocaína • Longa duração: tetracaína,
Classificação • Curto efeito: procaína • Duração intermediária: lidocaína, mepivacaína e prilocaína • Longa duração: tetracaína,

Curto efeito: procaína

Classificação • Curto efeito: procaína • Duração intermediária: lidocaína, mepivacaína e prilocaína • Longa duração: tetracaína,

Duração intermediária: lidocaína,

mepivacaína e prilocaína
mepivacaína e prilocaína
• Longa duração: tetracaína, ropivacaína, bupívacaína e etidocaína
• Longa duração: tetracaína, ropivacaína,
bupívacaína e etidocaína

Parâmetros Clínicos

Agente Início de efeito Penetração Duração de tecidual efeito Prilocaína Rápido Marcada Intermediária Lidocaína Rápido Marcada
Agente
Início de efeito
Penetração
Duração de
tecidual
efeito
Prilocaína
Rápido
Marcada
Intermediária
Lidocaína
Rápido
Marcada
Intermediária
Bupivacaína
Moderado
Moderada
Longa
Mepivacaína
Rápido
Moderada
Intermediária
Tetracaína
Muito lento
Pobre
Longa
Em concentrações eqüipotentes, todos os anestésicos locais tem a mesma eficácia. • Os tipo éster e
Em concentrações eqüipotentes,
todos os anestésicos locais
tem a mesma eficácia.
Os tipo éster e amida diferem
quanto a estabilidade em
solução, forma de eliminação e
potencial alergênico.
Por suas características mais favoráveis, preferem-se anestésicos locais do tipo amida, sendo que a escolha baseia-se:
Por suas características mais favoráveis,
preferem-se anestésicos locais do tipo amida,
sendo que a escolha baseia-se:
início e duração de efeito
características do inerentes ao procedimento
cirúrgico
condições do paciente

Uso de vasoconstritores associados aos

anestésicos locais

• Adrenalina, noradrenalina, fenilefrina e levonordefrina (estimulação alfa-adrenérgica) Melhor perfil de eficácia e segurança • Felipressina
• Adrenalina, noradrenalina, fenilefrina e
levonordefrina (estimulação alfa-adrenérgica)
Melhor perfil de eficácia e segurança
• Felipressina
Mais arritmia e mais aumento de PA
Pacientes com CI aos adrenérgicos
• Vasoconstrição local
• Sem ação antidiurética
• Sem ação vasoconstritora coronariana
• Os benefícios da associação são indubitáveis.
• Os benefícios da associação são indubitáveis.

Os benefícios da associação são indubitáveis.

• Os benefícios da associação são indubitáveis.
Contra-indicações ao uso de vasoconstrictores adrenérgicos (fundamentos farmacológicos –ANVISA)
Contra-indicações ao uso de vasoconstrictores
adrenérgicos (fundamentos farmacológicos –ANVISA)
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS

EFEITOS ADVERSOS

EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
dos vasoconstrictores

dos vasoconstrictores

EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
 Taquicardia
  • Taquicardia

 
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
 Hipertensão
  • Hipertensão

 
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
 Tremores
  • Tremores

 
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
 Palpitações
  • Palpitações

 
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
 Cefaléia
  • Cefaléia

 
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
 Arritmias
  • Arritmias

EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias
EFEITOS ADVERSOS dos vasoconstrictores  Taquicardia  Hipertensão  Tremores  Palpitações  Cefaléia  Arritmias

Doses máximas recomendadas de Anestésico

Local

Soluções (sem vaso) Dose máxima (mg/Kg) Dose máxima (mg) Lidocaína 4,5 300 (8tub-2%) Mepivacaína 4,4 -
Soluções (sem vaso)
Dose máxima (mg/Kg)
Dose máxima (mg)
Lidocaína
4,5
300 (8tub-2%)
Mepivacaína
4,4 - 4,5
300 (5,5tub-3%)
Bupivacaína
2,5-3,0
200 (5,5tub-3%)
Soluções (com vaso)
Prilocaína + felipressina
8,0
400 (7tub-3%)
Lidocaína + adrenalina
7,0
500 (13tub-2%)
1:200.000
Mepicaína +
7,0
500 (13tub-2%)
levonordefrina 1:20.000
Ações no sistema nervoso central depressão do SNC Ações no sistema cardiovascular  débito cardíaco vasodilatação

Ações no sistema nervoso central

depressão do SNC

Ações no sistema cardiovascular

  • débito cardíaco

Ações no sistema nervoso central depressão do SNC Ações no sistema cardiovascular  débito cardíaco vasodilatação

vasodilatação periférica

Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação

Progressão da intoxicação

por anestésicos locais

por anestésicos locais

Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais
Progressão da intoxicação por anestésicos locais

Discurso acelerado Fala arrastada

Desorientação

Náuseas e vômitos

Diplopia

Parestesias

Sonolência Queda do tônus muscular Queda da FR

Queda da PA

Convulsão

Arritmias

Parada cardíaca

Prevenindo complicações ...

Boa anamnese Seleção do anestésico Medicação prévia (ansiolíticos) Vasoconstrictor Evitar injeção IV Observar o paciente
Boa anamnese
Seleção do anestésico
Medicação prévia (ansiolíticos)
Vasoconstrictor
Evitar injeção IV
Observar o paciente

Comentando sobre os

comercializados
comercializados

principais anestésicos locais

Lidocaína 2% sem vasoconstrictor

Lidocaína 2% sem vasoconstrictor POUCAS INDICAÇÕES EM ODONTOLOGIA • Anestesia pulpar (5 a 10 minutos) •

POUCAS INDICAÇÕES

EM ODONTOLOGIA

Anestesia pulpar (5 a 10 minutos)

níveis sanguíneos (toxicidade e

sangramento)

Lidocaína 2% com adrenalina 1:50.000

•  fluxo sanguíneo para a região infiltrada • ( nível sanguíneo e  sangramento) •
 fluxo sanguíneo para a região infiltrada
( nível sanguíneo e  sangramento)
1 hora de anestesia pulpar
3 a 5 horas (tecidos moles)
Diluição da adrenalina (0,02 mg/ml – 0,036 mg por
tubete)
Cardiopatas ou hipertireóideos com 45 Kg (0,04 mg por
consulta)
INDICAÇÃO PARA
FINS DE HEMOSTASIA

Lidocaína 2% com adrenalina 1:100.000)

•  fluxo sanguíneo para a região infiltrada • 1 hora de anestesia pulpar • 3
•  fluxo sanguíneo para a região infiltrada
• 1 hora de anestesia pulpar
• 3 a 5 horas (tecidos moles)
Diluição da adrenalina
(0,01 mg/ml )
(0,018 mg por tubete)

Lidocaína 2% com noradrenalina

1:50.000)

•  fluxo sanguíneo para a região infiltrada • 1 hora de anestesia pulpar • 3
•  fluxo sanguíneo para a região infiltrada
• 1 hora de anestesia pulpar
3 a 5 horas (tecidos moles)

Não é recomendado para obter hemostasia

(isquemia duradoura e excessiva)

Evitar injeções no palato

Atenção
Atenção

Lidocaína 2% com fenilefrina 1:25.000

•
Lidocaína 2% com fenilefrina 1:25.000 • • Hemostasia • 1 hora de anestesia pulpar 3 a

Hemostasia

• Hemostasia • 1 hora de anestesia pulpar

1 hora de anestesia pulpar

3 a 5 horas (tecidos moles)
3 a 5 horas (tecidos moles)

Mepivacaína sem vasoconstrictor

• Propriedade vasodilatadora discreta • 20 a 40 minutos (anestesia pulpar) 2 a 3 horas (tecido
Propriedade vasodilatadora
discreta
20 a 40 minutos (anestesia
pulpar)
2 a 3 horas (tecido mole)
•
Mepivacaína sem vasoconstrictor • Propriedade vasodilatadora discreta • 20 a 40 minutos (anestesia pulpar) 2 a
CI do vasoconstrictor adrenérgico
CI do vasoconstrictor adrenérgico
Odontopediatria e Geriatria
Odontopediatria e Geriatria
Quando não se quer anestesia pulpar prolongada
Quando não se quer anestesia pulpar prolongada

Mepivacaína a 2% com vasoconstrictor

• Profundidade e duração semelhante à Lidocaína- adrenalina • Anestesia pulpar – 1 hora • Anestesia
Profundidade e duração
semelhante à Lidocaína-
adrenalina
Anestesia pulpar – 1 hora
Anestesia tecido mole – 3
a 5 horas
Mepivacaína a 2% com vasoconstrictor • Profundidade e duração semelhante à Lidocaína- adrenalina • Anestesia pulpar
Vasoconstrictores associados Levonordefrina (1:20.000) Noradrenalina (1:100.000) Adrenalina (1:100.000)
Vasoconstrictores associados
Levonordefrina (1:20.000)
Noradrenalina (1:100.000)
Adrenalina (1:100.000)

Prilocaína com felipressina 1:30.000

• Sem efeitos no miocárdio, nas artérias coronárias ou rede vascular • Anestesia pulpar: 60 a
Sem efeitos no miocárdio, nas artérias coronárias ou rede
vascular
Anestesia pulpar: 60 a 90 minutos
Anestesia tecido mole: 3 a 8 horas
Não é indicada para hemostasia
Rápido metabolismo
Prilocaína com felipressina 1:30.000 • Sem efeitos no miocárdio, nas artérias coronárias ou rede vascular •

Contra-indicação relativa

Metemoglobinemia

Hemoglobinopatias

ICC ou Insuficiência respiratória

Uso de Paracetamol

Articaína 4% com adrenalina 1:100.000 • 75 minutos de anestesia pulpar • Maior difusão pelos tecidos
Articaína 4% com adrenalina 1:100.000
• 75 minutos de anestesia pulpar
• Maior difusão pelos tecidos moles ()
• Metemoglobinemia
Contra-indicação relativa
Metemoglobinemia
Hemoglobinopatias
ICC ou Insuficiência respiratória
Uso de Paracetamol

Bupivacaína 0,5% com adrenalina

1:200.000

• Procedimentos prolongados (Anestesia pulpar > 90 minutos) • Analgesia pós-operatória • Evitar em pacientes especiais
Procedimentos
prolongados (Anestesia
pulpar > 90 minutos)
Analgesia pós-operatória
Evitar em pacientes
especiais e crianças

FARMACOLOGIA CLÍNICA DA DOR

ANALGÉSICOS OPIÓIDES

FARMACOLOGIA CLÍNICA DA DOR – ANALGÉSICOS OPIÓIDES • Minimizam o sofrimento que acompanha a dor. sensorial
FARMACOLOGIA CLÍNICA DA DOR – ANALGÉSICOS OPIÓIDES • Minimizam o sofrimento que acompanha a dor. sensorial

Minimizam o sofrimento que acompanha a dor.

FARMACOLOGIA CLÍNICA DA DOR – ANALGÉSICOS OPIÓIDES • Minimizam o sofrimento que acompanha a dor. sensorial

sensorial e emocional desagradável,

...

“ experiência
experiência

relacionada com lesão tecidual real ou potencial

analgésico protótipo para dores agudas intensas. É o padrão-ouro com o qual outros analgésicos são testados.
analgésico protótipo para dores agudas intensas. É o padrão-ouro com o qual outros analgésicos são testados.
analgésico protótipo para dores agudas intensas. É o padrão-ouro com o qual outros analgésicos são testados.

analgésico protótipo para dores agudas intensas.

É o padrão-ouro com o qual outros analgésicos são testados.

Para manejo de dor intensa, os fármacos de referência: morfina e meperidina. (fundamentos farmacológicos – ANVISA)
Para manejo de dor intensa,
os fármacos de referência:
morfina e meperidina.
(fundamentos farmacológicos – ANVISA)
(fundamentos farmacológicos – ANVISA)

Prurido

Retenção urinária

Depressão respiratória

Náuseas e vômitos

Sedação

Miose

TRATAMENTO

  • - Náuseas e vômitos: Ondasentrona 4 mg, 8 / 8 h

  • - Retenção urinária: Sondagem vesical de alívio, naloxona

  • - Sedação ou euforia, constipação: Naloxona.

FARMACOLOGIA CLÍNICA DA INFLAMAÇÃO

ANTINFLAMATÓRIOS NÃO-ESTERÓIDES

• Bloqueio da cicloxigenase do ácido araquidônico
• Bloqueio da cicloxigenase do ácido araquidônico
Inibidores seletivos de COX-2 apresentam eficácia analgésica e antinflamatória similar à dos demais AINE. Não há
Inibidores seletivos de COX-2
apresentam eficácia analgésica
e antinflamatória
similar à dos demais AINE.
Não há diferença de eficácia entre
AINE.
Inibidores seletivos
de COX-2 causam
menos
complicações
Não há evidência de que AINE
gastrintestinais
sejam mais eficazes que
associadas.
paracetamol em síndromes
dolorosas agudas músculo-
esqueléticas.
RISCO DE HEMORRAGIA GÁSTRICA Piroxicam Meloxicam Diclofenaco Naproxeno Ibuprofeno Nimesulida
RISCO DE
HEMORRAGIA GÁSTRICA
Piroxicam
Meloxicam
Diclofenaco
Naproxeno
Ibuprofeno
Nimesulida

Hipertensão arterial

PRECAUÇÕES COM O USO DE AINE
PRECAUÇÕES
COM O USO DE AINE

Inchaço periférico

Insuficiência cardíaca

Broncoespasmo

Insuficiência renal

Doença diverticular

Gastrite úlcera gástrica

FARMACOLOGIA CLÍNICA DA INFLAMAÇÃO – CORTICOSTERÓIDES • Induz a formação de lipocortina e vasocortina (que inibem
FARMACOLOGIA CLÍNICA DA INFLAMAÇÃO –
CORTICOSTERÓIDES
Induz a formação de lipocortina e vasocortina (que
inibem a liberação de substâncias vasoativas e fatores
quimiotáticos)
São hormônios sintéticos, que imitam
as ações do CORTISOL endógeno,
secretado pela zona cortical
da glândula adrenal.

Mecanismo de Ação dos Glicocorticóides

GLICOCORTICÓIDES

Receptores intracelulares Complexo Esteróide-receptor DNA nuclear mRNA Vaso proteínas cortina Lipo cortina
Receptores intracelulares
Complexo
Esteróide-receptor
DNA nuclear
mRNA
Vaso
proteínas
cortina
Lipo
cortina
Inchaço Fosfolipase A2
Inchaço
Fosfolipase
A2
• •  Vasodilatação  Permeabilidade vascular •  Hipersensibilização de nociceptor •  Resposta imune
 Vasodilatação
 Permeabilidade vascular
 Hipersensibilização de nociceptor
 Resposta imune
 Ação de linfócitos T e fibroblastos
 Adesão de leucócitos
Inibição de IgE
Inibição de proliferação celular
Fármaco Classificação Potência Mineralocorticóide (Ação) Hidrocortisona Ação curta 1 1 Prednisona Ação intermediária 4 0,3 Prednisolona
Fármaco
Classificação
Potência
Mineralocorticóide
(Ação)
Hidrocortisona
Ação curta
1
1
Prednisona
Ação intermediária
4
0,3
Prednisolona
Ação intermediária
5
0,8
Betametasona
Ação longa
30
0
Dexametasona
Ação longa
30
0
indicações
indicações
indicações
indicações

ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO

AGENTE DOSE (mg) VIA Prednisona 20 – dia VO Prednisolona 20 – dia VO Betametasona 1-3
AGENTE
DOSE (mg)
VIA
Prednisona
20 – dia
VO
Prednisolona
20 – dia
VO
Betametasona
1-3 gotas
Intracanal
0,75-1,5
Intra-articular
4 - dia
8-12 – dia
IM
Dexametasona
VO
↓ ADRENAL Hiperglicemia Perda de cálcio Retenção de água e sódio Eosinopenia / Neutrofilia Linfopenia Irritação
↓ ADRENAL
Hiperglicemia
Perda de cálcio
Retenção de água e sódio
Eosinopenia / Neutrofilia
Linfopenia
Irritação gástrica
Insuficiência adrenal aguda
No uso a curto prazo, os corticosteróides são, Praticamente, isentos de efeitos adversos, mesmo na dosagem
No uso a curto prazo, os corticosteróides são,
Praticamente, isentos de efeitos adversos,
mesmo na dosagem mais elevada.
(Lüllmann, Heinz, 2008)
FARMACOLOGIA CLÍNICA DA INFECÇÃO – ANTIMICROBIANOS • inibem o crescimento de microorganismos • indicados, portanto, apenas
FARMACOLOGIA CLÍNICA DA INFECÇÃO –
ANTIMICROBIANOS
inibem o crescimento de microorganismos
indicados, portanto, apenas para o tratamento de infecções
microbianas sensíveis.
Antibióticos
Antibióticos
Antibióticos
Antibióticos
 
 
Antibióticos
 
Antibióticos

Antibióticos

Antibióticos
Antibióticos
Antibióticos
 
• Ajudam as defesas do hospedeiro • Encurtam o curso das infecções • Intervenção cirúrgica precoce
Ajudam as defesas do hospedeiro
Encurtam o curso das infecções
Intervenção cirúrgica precoce
 morbidade / mortalidade
Antibióticos • Ajudam as defesas do hospedeiro • Encurtam o curso das infecções • Intervenção cirúrgica
MICROBIOLOGIA DA INFECÇÃO O USO INDISCRIMINADO DE ANTIBIÓTICOS DE AMPLO ESPECTRO É UM FATOR IMPORTANTE NO
MICROBIOLOGIA
DA INFECÇÃO
O USO INDISCRIMINADO DE ANTIBIÓTICOS DE
AMPLO ESPECTRO É UM FATOR IMPORTANTE
NO AUMENTO DA INCIDÊNCIA DE RESISTÊNCIA
AOS ANTIMICROBIANOS.
ODONTOGÊNICA
Classe do Fármaco Penicilinase - suscetíveis Penicilinase – resistentes Penicilinase-susceptíveis com Fármacos Específicos Penicilina G, Penicilina
Classe do Fármaco
Penicilinase - suscetíveis
Penicilinase – resistentes
Penicilinase-susceptíveis com
Fármacos Específicos
Penicilina G, Penicilina V
Meticilina, Oxacilina, Cloxacilina
Ampicilina, Amoxicilina
atividade contra bacilos Gram -
Penicilinas com inibidores de beta-
Amoxiclina + Clavulonato e
lactamases
Ampicilina + sulbactam

Infecções endodônticas

PRIMEIRA ESCOLHA • PENICILINA V ou • AMOXICILINA AGENTES ALTERNATIVOS • CEFALEXINA • ERITROMICINA • AZITROMICINA
PRIMEIRA ESCOLHA
PENICILINA V ou
AMOXICILINA
AGENTES ALTERNATIVOS
CEFALEXINA
ERITROMICINA
AZITROMICINA
CLINDAMICINA

GNA

PRIMEIRA ESCOLHA • METRONIDAZOL
PRIMEIRA ESCOLHA
METRONIDAZOL

Periodontites agressivas

PRIMEIRA ESCOLHA • METRONIDAZOL + AMOXICILINA (?) • DOXICICLINA
PRIMEIRA ESCOLHA
METRONIDAZOL +
AMOXICILINA (?)
DOXICICLINA
Periodontites agressivas PRIMEIRA ESCOLHA • METRONIDAZOL + AMOXICILINA (?) • DOXICICLINA
Periodontites agressivas PRIMEIRA ESCOLHA • METRONIDAZOL + AMOXICILINA (?) • DOXICICLINA

Pericoronarite

PRIMEIRA ESCOLHA • PENICILINA V ou AMOXICILINA AGENTES ALTERNATIVOS • CLINDAMICINA
PRIMEIRA ESCOLHA
PENICILINA V ou
AMOXICILINA
AGENTES ALTERNATIVOS
CLINDAMICINA
Pericoronarite PRIMEIRA ESCOLHA • PENICILINA V ou AMOXICILINA AGENTES ALTERNATIVOS • CLINDAMICINA
Pericoronarite PRIMEIRA ESCOLHA • PENICILINA V ou AMOXICILINA AGENTES ALTERNATIVOS • CLINDAMICINA

Abscesso periodontal

PRIMEIRA ESCOLHA • PENICILINA V ou AMOXICILINA AGENTES ALTERNATIVOS • CEFALEXINA • MACROLÍDEOS • CLINDAMICINA
PRIMEIRA ESCOLHA
PENICILINA V ou
AMOXICILINA
AGENTES ALTERNATIVOS
CEFALEXINA
MACROLÍDEOS
CLINDAMICINA

Infecção de espaço fascial

PRIMEIRA ESCOLHA • PENICILINA G ou AMOXICILINA AGENTES ALTERNATIVOS • CEFALEXINA • CLINDAMICINA
PRIMEIRA ESCOLHA
PENICILINA G ou
AMOXICILINA
AGENTES ALTERNATIVOS
CEFALEXINA
CLINDAMICINA
Infecção de espaço fascial PRIMEIRA ESCOLHA • PENICILINA G ou AMOXICILINA AGENTES ALTERNATIVOS • CEFALEXINA •
+ importante
+ importante

Remoção da causa

Opções em caso de alergia conforme a gravidade da infecção
Opções em caso de alergia
conforme a gravidade
da infecção

Clindamicina

 

CefalexinaCefadroxil-

Cefaclor

 

Eritromicina ou Claritromicina

É recomendada: • Valvas cardíacas protéticas • EB prévia • Má formações cardíacas • Doença reumática
É recomendada:
Valvas cardíacas protéticas
EB prévia
Má formações cardíacas
Doença reumática
Procedimentos de risco: • • • Extrações dentárias Procedimentos periodontais Implantes e reimplantes
Procedimentos de risco:
Extrações dentárias
Procedimentos periodontais
Implantes e reimplantes
É recomendada: • Valvas cardíacas protéticas • EB prévia • Má formações cardíacas • Doença reumática
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
PROTOCOLO PADRÃO

PROTOCOLO PADRÃO

 
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
Amoxicilina

Amoxicilina

 
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
Adultos 2,0 g

Adultos 2,0 g

 
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
Crianças 50 mg/Kg

Crianças 50 mg/Kg

PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
VO 1 hora antes

VO 1 hora antes

PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
Clindamicina Cefalexina ou Cefadroxil

Clindamicina

Cefalexina ou Cefadroxil

PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
Adultos 600 mg Adultos 2,0 g
Adultos 600 mg Adultos 2,0 g

Adultos 600 mg

Adultos 2,0 g

Crianças 20 mg/Kg Crianças 50 mg/Kg
Crianças 20 mg/Kg Crianças 50 mg/Kg

Crianças 20 mg/Kg

Crianças 50 mg/Kg

VO 1 hora antes VO 1 hora antes

VO 1 hora antes

VO 1 hora antes

PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
 
Azitromicina ou Claritromicina

Azitromicina ou Claritromicina

 
PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
Adultos 500 mg

Adultos 500 mg

PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
Crianças 15 mg/Kg

Crianças 15 mg/Kg

VO 1 hora antes

VO 1 hora antes

PROTOCOLO PADRÃO Amoxicilina Adultos 2,0 g Crianças 50 mg/Kg VO 1 hora antes Clindamicina Cefalexina ou
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria

Fármacos mais usados em Odontogeriatria

Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Fármacos mais usados em Odontogeriatria
Princípios na função renal deficiente (DCE) em urina de 24 horas = ou > 100 mL/min
Princípios na função renal deficiente
(DCE) em urina de 24 horas
= ou > 100 mL/min (não é necessário o ajuste)
Dose IR = Dose N x DCE 100 DCE de 10  500 x 0,1 =
Dose IR = Dose N x DCE
100
DCE de 10  500
x
0,1 = 50

Insuficiência renal grave (DCE 10 mL/min)

Evitar: AAS, fenilbutazona, propoxifeno, hidrato de cloral

tetraciclina, bloqueadores neuromusculares

ANESTÉSICOS LOCAIS E VASOCONSTRITORES • Preferência para amidas • Reduzir a dose • Evitar injeções IV
ANESTÉSICOS LOCAIS E
VASOCONSTRITORES
• Preferência para amidas
• Reduzir a dose
• Evitar injeções IV
• Fazer injeções lentas
ANESTÉSICOS LOCAIS E VASOCONSTRITORES • Preferência para amidas • Reduzir a dose • Evitar injeções IV
ANESTÉSICOS LOCAIS E VASOCONSTRITORES • Preferência para amidas • Reduzir a dose • Evitar injeções IV
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS • Paracetamol (dores leves a moderadas) • 3 a 4 g / dia
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS
• Paracetamol (dores leves a moderadas)
• 3 a 4 g / dia
• AINE (dentes inclusos)
• Inibidores COX2 – história de distúrbios GI
• Risco cardiovascular
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes

Risco de prejuízo renal é maior em pacientes

Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
com doença renal prévia,
com doença renal prévia,

com doença renal prévia,

Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
 
hipertensão arterial, desidratação,

hipertensão arterial, desidratação,

Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
uso de diuréticos ou inibidores da ECA.

uso de diuréticos ou inibidores da ECA.

Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
 
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
Risco de prejuízo renal é maior em pacientes com doença renal prévia, hipertensão arterial, desidratação, uso
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS • Pacientes com ICC e HA, o uso de AINE pode piorar o
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS
• Pacientes com ICC e HA, o uso de AINE
pode piorar o quadro clínico
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS • Pacientes com ICC e HA, o uso de AINE pode piorar o

Prescrever em situações de comprovada eficácia, na menor dose e

ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS • Pacientes com ICC e HA, o uso de AINE pode piorar o

no menor tempo possível

Para pacientes geriátricos

IBUPROFENO

ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS • Não são recomendados: • Cetorolaco • Piroxicam • Indometacina • Fenilbutazona Inibidores
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS
• Não são recomendados:
• Cetorolaco
• Piroxicam
• Indometacina
• Fenilbutazona
Inibidores de COX2 = nefrotoxicidade (?) e efeito protrombótico
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS • Codeína com paracetamol (dores moderadas a intensas) • Sedação • Constipação •
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS
• Codeína com paracetamol (dores moderadas a
intensas)
• Sedação
• Constipação
• Retenção urinária
IR
• 75% da dose usual (DCE entre 10 e 50 mL/min)
• 50% (DCE inferior a 10 mL/min)
Morfina é o agente padrão para dores intensas
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS Evitar meperidina e propoxifeno Maior toxicidade pelo decréscimo renal Pouca eficácia e efeitos
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS
Evitar meperidina e propoxifeno
Maior toxicidade pelo decréscimo renal
Pouca eficácia e efeitos adversos centrais
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS Opióides reduzem o trânsito esofágico e a pressão do esfíncter esofágico inferior
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS
Opióides reduzem o trânsito esofágico e a
pressão do esfíncter esofágico inferior
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS Opióides prolongam o tempo de esvaziamento gástrico, sensação de plenitude e náuseas RETARDO
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS
Opióides prolongam o tempo de esvaziamento
gástrico, sensação de plenitude e náuseas
RETARDO NO INÍCIO
DO EFEITO DOS FÁRMACOS
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS Corticosteróides são úteis no tratamento de processos inflamatórios nos pacientes que não toleram
ANALGÉSICOS E ANTINFLAMATÓRIOS
Corticosteróides são úteis no tratamento de
processos inflamatórios nos pacientes que
não toleram AINEs
SEDATIVOS Prolongamento da MV de benzodiazepínicos Recomendados • Lorazepam • Oxazepam • Temazepam
SEDATIVOS
Prolongamento da MV de benzodiazepínicos
Recomendados
• Lorazepam
• Oxazepam
• Temazepam
ANTIBIÓTICOS Penicilinas Cefalosporinas Macrolídeos Clindamicina Tetraciclinas
ANTIBIÓTICOS
Penicilinas
Cefalosporinas
Macrolídeos
Clindamicina
Tetraciclinas
ANTIBIÓTICOS Penicilinas Cefalosporinas Macrolídeos Clindamicina Tetraciclinas Dose de 50% em DCE de 50 mL/min Ácido clavulânico

Dose de 50% em DCE de 50 mL/min

Ácido clavulânico Aciclovir Cefalotina Eritromicina Metronidazol Cefaclor Cefazolina Cefoxitina Ciprofloxacino Ofloxacino Claritromicina

Categoria de risco para a indução de defeitos congênitos A - Não há risco em mulheres
Categoria de risco para a indução de defeitos congênitos
A - Não há risco em mulheres
B - Não há estudos adequados em mulheres. Em animais não
houve riscos.
C
- Não há estudos adequados em mulheres. Benefício X
Risco.
D
- há evidências de riscos em fetos humanos. Benefício X
Risco.
X
- Não usar em hipótese nenhuma.
Anestésicos locais e vasoconstritores são seguros pois são dados em doses baixas não interferindo na hemodinâmica
Anestésicos locais e vasoconstritores são seguros
pois são dados em doses baixas não
interferindo na hemodinâmica placentária.
PRILOCAÍNA – uso limitado próximo ao parto, pois dificulta a
avaliação do recém-nascido (escores de Apgar).
Risco de metemoglobinemia.
A adrenalina no leite materno
é destruída no trato GI.
ANALGÉSICOS Opióides e não opióides – classe B AAS e paracetamol – OK (doses convencionais) AAS
ANALGÉSICOS
Opióides e não opióides – classe B
AAS e paracetamol – OK (doses convencionais)
AAS – não usar perto do parto
prolongamento do trabalho de parto
aumento de sangramento
aumento do índice de prematuridade
redução plaquetária do RN
ANALGÉSICOS AAS na lactente só afeta o RN em ingestão excessiva materna (mais de 8 g/dia).
ANALGÉSICOS
AAS na lactente só afeta o RN em ingestão
excessiva materna (mais de 8 g/dia).
Paracetamol
Codeína
Morfina
  • ANALGÉSICOS

ANALGÉSICOS AAS e AINEs – Evitar no primeiro trimestre. (Fechamento prematuro do ducto arterioso) Supre
  • AAS e AINEs Evitar no primeiro trimestre.

(Fechamento prematuro do ducto arterioso)
(Fechamento prematuro do ducto arterioso)

Supre a aorta de sangue arterial

  • ANALGÉSICOS

ANALGÉSICOS Não administrar opióides ao termo da gestação – depressão do SNC do RN.
  • Não administrar opióides ao termo da gestação

ANALGÉSICOS Não administrar opióides ao termo da gestação – depressão do SNC do RN.
ANALGÉSICOS Não administrar opióides ao termo da gestação – depressão do SNC do RN.

depressão do SNC do RN.

TRANQUILIZANTES Evitar bzd (Categoria D) no primeiro e segundo trimestre. ?
TRANQUILIZANTES
Evitar bzd (Categoria D) no primeiro e segundo
trimestre.
?
ANTIINFLAMATÓRIOS Fechamento precoce do DA, hipertensão pulmonar no RN, prolongar a gestação e o trabalho de
ANTIINFLAMATÓRIOS
Fechamento precoce do DA, hipertensão
pulmonar no RN, prolongar a gestação e o
trabalho de parto.
ANTIINFLAMATÓRIOS Fechamento precoce do DA, hipertensão pulmonar no RN, prolongar a gestação e o trabalho de

Usar nas menores doses e retirar 8 semanas arto

ANTIINFLAMATÓRIOS Fechamento precoce do DA, hipertensão pulmonar no RN, prolongar a gestação e o trabalho de
Prednisona e prednisolona atravessam a BP com maior dificuldade. Antiinflamatórios não estão contra-indicados na lactação, pois
Prednisona e prednisolona atravessam a BP com
maior dificuldade.
Antiinflamatórios não estão contra-indicados na
lactação, pois encontram-se em quantidades
insignificante no leite, principalmente o
IBUPROFENO.
  • ANTIMICROBIANOS

ANTIMICROBIANOS Penicilinas e cefalosporinas – Risco B. Eritromicina – Risco B. Azitromicina e claritromicina não
  • Penicilinas e cefalosporinas Risco B.

ANTIMICROBIANOS Penicilinas e cefalosporinas – Risco B. Eritromicina – Risco B. Azitromicina e claritromicina não
Eritromicina – Risco B.
Eritromicina – Risco B.
Azitromicina e claritromicina não estão liberadas. Clindamicina – B.
Azitromicina e claritromicina não estão liberadas.
Clindamicina – B.
ANTIMICROBIANOS Tetraciclinas coloração dos dentes e formação óssea. Necrose gordurosa no fígado da gestante, pancreatite e
ANTIMICROBIANOS
Tetraciclinas
coloração dos dentes e formação óssea.
Necrose gordurosa no fígado da gestante, pancreatite e dano
renal.
  • ANTIMICROBIANOS

ANTIMICROBIANOS Metronidazol – B, porém pode ter causado teratogenicidade em animais (?). Fluoroquinolonas– B, artralgia
  • Metronidazol B, porém pode ter causado

teratogenicidade em animais (?).
teratogenicidade em animais (?).
Fluoroquinolonas– B, artralgia e edema articular em crianças.
Fluoroquinolonas– B, artralgia e edema articular em
crianças.
ANTIMICROBIANOS Aciclovir não demonstrou toxicidade fetal. Nistatina não tem absorção sistêmica.
ANTIMICROBIANOS
Aciclovir não demonstrou toxicidade fetal.
Nistatina não tem absorção sistêmica.
  • ANTIMICROBIANOS

ANTIMICROBIANOS Penicilinas, cefalosporinas e eritromicina – pouca ou nenhuma quantidade no leite. Metronidazol é liberado
ANTIMICROBIANOS Penicilinas, cefalosporinas e eritromicina – pouca ou nenhuma quantidade no leite. Metronidazol é liberado
Penicilinas, cefalosporinas e eritromicina – pouca ou
Penicilinas, cefalosporinas e eritromicina – pouca ou
ANTIMICROBIANOS Penicilinas, cefalosporinas e eritromicina – pouca ou nenhuma quantidade no leite. Metronidazol é liberado

nenhuma quantidade no leite.

Metronidazol é liberado durante a lactação.
Metronidazol é liberado durante a lactação.
Tetraciclinas são pouco absorvidas pelas crianças, porém em altas doses e tempo prolongado pode afetar dentes
Tetraciclinas são pouco absorvidas pelas crianças,
porém em altas doses e tempo prolongado pode
afetar dentes e ossos.
Mudanças no desenvolvimento da criança influencia na resposta aos fármacos. É necessário ajuste de doses. Calcular
Mudanças no desenvolvimento da criança
influencia na resposta aos fármacos.
É necessário ajuste de doses.
Calcular a posologia baseada no peso.
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e

Preparações líquidas com menor volume e

• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
sabor agradável

sabor agradável

• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Xaropes: risco de cárie

Xaropes: risco de cárie

• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Elixir: álcool

Elixir: álcool

• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Dar preferência por VO

Dar preferência por VO

• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Escolher fármacos com menor n de tomadas

Escolher fármacos com menor n o de tomadas

• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:
• Preparações líquidas com menor volume e sabor agradável • Xaropes: risco de cárie • Elixir:

ANESTÉSICOS LOCAIS

• Cuidado com a dosagem (considerar anestésico tópico) • Anestesia prolongada – traumas na língua e
• Cuidado com a dosagem (considerar anestésico
tópico)
• Anestesia prolongada – traumas na língua e
lábios
• Crianças com diabete ou cardiopatia – uso da
adrenalina (?)

ANESTÉSICOS LOCAIS

• História médica e desenvolvimento neurológico • Duração do procedimento • Necessidade de controle de sangramento
• História médica e desenvolvimento neurológico
• Duração do procedimento
• Necessidade de controle de sangramento
• Prescrição de outros fármacos sedativos
• Bupivacaína - contra-indicada em crianças com problemas neurológicos • Prilocaína – contra-indicada em pacientes com
• Bupivacaína - contra-indicada em crianças com
problemas neurológicos
• Prilocaína – contra-indicada em pacientes com
metemoglobinemia, anemia falciforme, uso de
paracetamol
ANESTÉSICOS LOCAIS • Ocorrem nos primeiros 5 a 10 minutos após a injeção. • Sinais de
ANESTÉSICOS LOCAIS
• Ocorrem nos primeiros 5 a 10 minutos após a injeção.
• Sinais de toxicidade: ansiedade, confusão e tontura.
• Observação rigorosa da criança no pós-operatório e
ingestão líquida e pastosa.
• Uso concomitante com depressores do SNC pode
potencializar a depressão.
• A dose não necessita ser alterada no uso de óxido
nitroso.
ANALGÉSICOS E ANTIINFLAMATÓRIOS • REGRAS • Prevenir é melhor que tratar • Não usar na prescrição:
ANALGÉSICOS E
ANTIINFLAMATÓRIOS
• REGRAS
• Prevenir é melhor que tratar
• Não usar na prescrição: “se necessário”
• Usar a VO em dores leves a moderadas
• Usar doses plenas para não subtratar
ANALGÉSICOS E ANTIINFLAMATÓRIOS • REGRAS • Prevenir é melhor que tratar • Não usar na prescrição:
O controle da dor deve ter caráter preventivo e antecipatório.
O controle da dor deve ter caráter preventivo e
antecipatório.
ANALGÉSICOS E ANTIINFLAMATÓRIOS • REGRAS • Prevenir é melhor que tratar • Não usar na prescrição:

ANTIINFLAMATÓRIOS

• Está geralmente associada a processo infeccioso ou reumatológico. • Em traumas: • Medidas não farmacológicas
Está geralmente associada a processo infeccioso ou
reumatológico.
Em traumas:
Medidas não farmacológicas
Analgésicos
• Paracetamol
• Dipirona
AAS
• Ibuprofeno
• Morfina
• Fentanila
• Codeína

AGENTES ANSIOLÍTICOS E

SEDATIVOS

Depende do procedimento,

idade e grau de ansiedade

da criança.

Objetivos da sedação: Qualidade no atendimento Bem-estar e segurança Resposta psicológica favorável Estado psicológico favorável Qual
Objetivos da sedação:
Qualidade no atendimento
Bem-estar e segurança
Resposta psicológica favorável
Estado psicológico favorável
Qual agente sedativo usar?

AGENTES ANSIOLÍTICOS E

SEDATIVOS

• BENZODIAZEPÍNICOS
• BENZODIAZEPÍNICOS
AGENTES ANSIOLÍTICOS E SEDATIVOS • BENZODIAZEPÍNICOS • Eficazes e seguros • Midazolam • Evitar associação com
• Eficazes e seguros • Midazolam • Evitar associação com opióides
• Eficazes e seguros
• Midazolam
• Evitar associação com opióides

O flumazenil reverte os efeitos sedativos

AGENTES ANSIOLÍTICOS E

SEDATIVOS

CI = doença pulmonar, infecção respiratória aguda e primeiro trimestre de gravidez em adolescentes

• ÓXIDO NITROSO • AG gasoso • Analgesia e sedação • Deprime o SNC sem interferir
• ÓXIDO NITROSO
• AG gasoso
• Analgesia e sedação
• Deprime o SNC sem interferir com a
respiração e o reflexo da tosse
• Respiração espontânea
• Proteção dos reflexos das VA

ANTIMICROBIANOS

• Penicilinas – primeira escolha • Fenoximetilpenicilina • Amoxicilina e ampicilina • Associação com betalactamases quando
• Penicilinas – primeira escolha
• Fenoximetilpenicilina
• Amoxicilina e ampicilina
• Associação com betalactamases quando há suspeita
de resistência bacteriana
• Cefalosporinas – pacientes alérgicos, mas que não
tenham tido manifestações imediatas (anafilaxia,
choque, urticária, angioedema e edema de glote)
• Cefalexina
• Cefadroxila

ANTIMICROBIANOS

• Macrolídeos • Eritromicina PACIENTES ALÉRGICOS • Aziromicina PENICILINA • Claritromicina • Clindamicina • Metronidazol –
• Macrolídeos
• Eritromicina
PACIENTES ALÉRGICOS
• Aziromicina
PENICILINA
• Claritromicina
• Clindamicina
• Metronidazol – periodontites e gengivites
• Nistatina e miconazol – candidíase
• Aciclovir e penciclovir – herpes labial
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação

Fármacos que afetam a coagulação

Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
sanguínea

sanguínea

Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
Fármacos que afetam a coagulação sanguínea
• Aspirina
• Aspirina
• Aspirina • INIBIDORES DE PLAQUETAS • TRATAMENTO DO SANGRAMENTO • Vitamina K • Ácido tranexâmico

INIBIDORES DE PLAQUETAS

• Aspirina • INIBIDORES DE PLAQUETAS • TRATAMENTO DO SANGRAMENTO • Vitamina K • Ácido tranexâmico

TRATAMENTO DO SANGRAMENTO

Vitamina K

Ácido tranexâmico

ANTICOAGULANTES

PROFILAXIA DO IAM E AVC

Varfarina

Heparina

• TRATAMENTO DO SANGRAMENTO • Vitamina K • HIPOPROTROMBINEMIA • ANTAGONIZAR A VARFARINA • Ácido tranexâmico
• TRATAMENTO DO SANGRAMENTO
• Vitamina K
• HIPOPROTROMBINEMIA
• ANTAGONIZAR A VARFARINA
• Ácido tranexâmico
• MANTER O COÁGULO ESTÁVEL
• Aspirina • Vitamina K • Ácido tranexâmico • ANTICOAGULANTES Angina instável • Varfarina • Heparina
• Aspirina
• Vitamina K
• Ácido tranexâmico
• ANTICOAGULANTES
Angina instável
• Varfarina
• Heparina
• Aspirina • Vitamina K • Ácido tranexâmico • ANTICOAGULANTES Angina instável • Varfarina • Heparina

INIBIDORES DE PLAQUETAS

• Aspirina • Vitamina K • Ácido tranexâmico • ANTICOAGULANTES Angina instável • Varfarina • Heparina

TRATAMENTO DO SANGRAMENTO

Prevenção da trombose venosa profunda

Prevenção da coagulação na circulação extracorpórea (durante hemodiálise)