Consultoria Claas Maia

• TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS
• REUSO DE EFLUENTE LÍQUIDO TRATADO
• USO DE ÁGUAS PLUVIAIS
09 e 10 de maio de 2008
ABQ
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Porquê tratar efluentes líquidos?
INTRODUÇÃO
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Visto pelo lado de fora, o planeta
deveria se chamar água.
Com algumas "ilhas" de terra firme,
cerca de 2/3 de sua superfície são
dominados pelos vastos oceanos.

INTRODUÇÃO
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• Os pólos e suas vizinhanças estão cobertos
pelas águas sólidas das gigantescas geleiras.
• A pequena quantidade de água restante
divide-se entre a atmosfera, o subsolo, os rios
e os lagos.
• Estimam-se em cerca de 1,35 milhões de
quilômetros cúbicos o volume total de água na
Terra.
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Onde está a água no planeta?
• Oceanos - 97,50%
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Águas Subterrâneas - 0,514%
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Rios e Lagos - 0,006%
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Sangra o rio, chora a natureza
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Geleiras - 1,979%
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Atmosfera - 0,001%
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1ª Parte
Caracterização de Efluentes
Industriais e Sanitários
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Caracterização de Efluentes
Industriais e Sanitários
• Importante na etapa de projeto do sistema
tratamento.
• Na operação e controle do sistema.
Dados importantes:
– Volume gerado (vazão);
– Características físico-químicas e biológicas.
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Caracterização de Efluentes
Industriais e Sanitários

• Vazão (m³/h, L/s)
• É a medida do volume gerado
pela empresa em um
determinado tempo. Depende
do tipo de atividade, do porte
e nível tecnológico
empregado.

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MEDIDORES DE VAZÃO

• Para conhecermos a vazão em uma ETE, há
necessidade de utilizarmos determinados
procedimentos de medida.
• Os medidores de vazão, dependendo das
características da estação, podem estar
localizados como primeira etapa do
tratamento, como etapa intermediária ou
como etapa final.
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MEDIDORES DE VAZÃO

OBJETIVOS:
• Determinar vazões de pico;
• Vazão de efluente a ser tratada;
• Vazão de efluente tratado;
• Vazão dos equipamentos utilizados.
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MEDIDORES DE VAZÃO

Tipos mais utilizados:
• Vertedores (triangular de Thompson
e retangular)
• Calha Parshall
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MEDIDORES DE VAZÃO

VERTEDORES TRIANGULARES
• Indicado para vazões até 30 l/s.
Pode ser construído de madeira,
concreto, fibra.
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VERTEDORES TRIANGULARES
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VERTEDORES TRIANGULARES

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Vertedor retangular
• Indicados para vazões entre 300-
1000 l/s. Pode ser de madeira,
concreto ou fibra. Não é um tipo
muito utilizado.
• As dimensões de comprimento,
localização da régua, localização da
chicana são as mesmas do vertedor
triangular.
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Vertedor retangular
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• Indicada para grandes vazões 300 - 400
l/s e para efluentes com grande quantidade
de sólidos em suspensão. Depois dos
vertedores triangulares é o segundo tipo
mais utilizado.
• Pode ser construída em concreto, fibra de
vidro ou aço inox ; é possível comprarmos
calhas, já dimensionadas, de terceiros.
CALHA PARSHALL
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CALHA PARSHALL
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Medição de vazão
• NBR 13403/95 - Medição de vazão em
efluentes líquidos e corpos receptores -
Escoamento livre - Procedimento.
• Agencia Estadual do Meio Ambiente e
Recursos Hídricos - CPRH 2.004
• Medição De Vazão de Efluentes
Líquidos – Escoamento Livre


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Medidor de Vazão Ultra-sônico
para Canais Abertos
• Utilizado na medição de vazão em canais
abertos como calhas do tipo Parshall ou
vertedouros;
• Não possui qualquer parte mecânica em contato
com o processo;
• Funcionamento é baseado na emissão de
pulsos de ultra-som por um sensor instalado
acima do canal e que são refletidos pelo líquido
que está sendo monitorando.
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Medidor de Vazão Ultra-sônico
para Canais Abertos


• A vazão é calculada com base na altura
do nível do líquido em um ponto
específico do canal;
• Esta altura medida pelo instrumento será
utilizado para o cálculo da vazão por meio
de fórmulas matemáticas.

• www.nivetec.com.br
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Medidor de Vazão Ultra-sônico
para Canais Abertos
• Possibilidade de monitoramento por módulo
microprocessado com indicador e totalizador
de vazão.


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Medidor de Vazão Ultra-sônico
para Canais Abertos


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Medidor de Vazão Ultra-sônico
para Canais Abertos


• Aplicações :
- Uso em calhas Parshall e vertedouros;
- Efluentes e esgotos (Estações de
tratamento de efluentes);
- Água bruta (Estações de tratamento de
água);
- Sistemas de irrigação.


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Medidor de Vazão Ultra-sônico
• Desenvolvido para a medição de vazão de
líquidos limpos em tubulações fechadas
sem contato físico entre o medidor e o
meio medido;
• Dispensa seccionamento ou furação na
tubulação.

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Medidor de Vazão Ultra-sônico
• Medição é baseada no princípio de tempo
de trânsito : dois transdutores que são
acoplados na parede externa do tubo
emitem e recebem pulsos de ultra-som;
• O tempo de trajeto destes pulsos são
analisados por um circuito eletrônico
microprocessado que efetuará o cálculo
da vazão instantânea.

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Medidor de Vazão Ultra-sônico
•www.nivetec.com.br
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Medidor de Vazão Ultra-sônico
• Aplicações :
- Sistemas de osmose reversa, filtração e
produção de água pura;
- Líquidos que não possam sofrer qualquer tipo
de contato com o meio;
- Tubulações que não possam sofrer qualquer
tipo de serviço;
- Água, produtos químicos agressivos, produtos
farmacêuticos, etc.
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• Medição de vazão de líquidos em tubulações
fechadas;
• A instalação é realizada por inserção e pode ser
efetuada diretamente na tubulação através de uma
luva ou por meio de acessórios como abraçadeiras;
• A medição da vazão é baseada no princípio de
indução eletromagnética (Lei de Faraday), que
determina a velocidade de escoamento do fluído no
interior do tubo;
• Conhecendo-se a secção transversal e a velocidade, a
vazão é determinada por um circuito eletrônico
microprocessado.

• www.nivetec.com.br
Medidor de Vazão Eletromagnéticos
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Medidor de Vazão Eletromagnéticos
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Medidor de Vazão Eletromagnéticos
Aplicações :

• Macromedição;
• Distribuição de água;
• Água (tratada e bruta), efluentes, entre outros;


• www.nivetec.com.br
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Amostragem e conservação de amostras
• Atualmente, os técnicos dos laboratórios
de análises contam com aparelhos de
alta tecnologia e precisão para executar
seu trabalho.
• No entanto, de nada adiantará essa
precisão se as amostras a serem
analisadas não forem representativas
das condições reais e/ou não forem
devidamente conservadas.

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Coleta e preservação de amostras
• NBR – 9897 Planejamento de
amostragem de efluentes líquidos e
corpos receptores – procedimento
• NBR – 9898 Preservação e técnicas de
amostragem de efluentes líquidos e
corpos receptores – procedimento

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Coleta de amostras
Para o controle de uma estação de
tratamento de efluentes são necessários
dois tipos de coleta de amostras:
• Coleta (ou amostragem) simples.
• Coleta (ou amostragem) composta.

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Coleta de amostras
Coleta simples
• A coleta simples restringe-se a recolher um
determinado volume de amostra
instantaneamente. Esse tipo de coleta dá
origem ao que é denominado de amostra
simples. O volume de amostra vai depender
das análises a que ela se destina.
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Coleta de amostras
A coleta composta
• É realizada recolhendo-se, em intervalos programados
ao longo de um dado período, uma determinada
porção da amostra.
• O volume de cada porção única é variável de acordo
com o tempo total em que se queira efetuar
amostragem e com o volume final de amostra a ser
obtido.
• As porções únicas coletadas devem ser conservadas
a baixa temperatura (em torno de 4ºC a 5ºC),
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Coleta de amostras
A coleta composta
• Devem ser misturadas no final do período de
amostragem
• O intervalo entre uma coleta e outra deve ser o menor
possível, sendo o ideal entre 10 e 15 minutos.
• O período de tempo para a coleta composta deve ser
igual ao período de funcionamento da estação durante
um dia de trabalho.
• Esse tipo de coleta pode ser realizado por
amostradores automáticos ou manualmente.
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Coleta de amostras
Coletor automático
• Utiliza sistema à
vácuo
• Pode ser ligado ao medidor de
vazão de efluentes.
• Coleta por tempo ou proporcional à
vazão.
• Controlado por microprocessador e
alimentado por bateria interna.
• Totalmente programável: início/
término de coletas, intervalo entre
as coletas e quantidade a ser
coletada.
• Opção: Composto (recipiente único
para armazenamento) ou
seqüencial, com 24 frascos de 500
ml.



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Preservação de amostras


• No controle diário das estações,
principalmente quando se trabalha com
amostra simples, a conservação não
representa um grande problema, pois as
análises são realizadas imediatamente após a
coleta.
• Quando isso não for possível, a amostra deve
ser dividida e cada porção conservada para a
análise específica a que se destina.
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Preservação de amostras
Standard Methods

Parâmetro Frasco
Volume mínimo
de amostra (mL)
Preservação
Tempo Máximo
de Estocagem
Oxigênio
Dissolvido
Frasco de DBO5 300 mL
Analisar
imediatamente
-
DQO

Plástico ou vidro 300 mL
Adicionar H
2
SO
4

até pH < 2
07d
DBO5 Plástico ou vidro 2000 mL Refrigerar a 4ºC 24 h
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Padrão de emissão de poluentes
• Conteúdo máximo, expresso em
concentração (massa/volume) e/ou em taxa
de emissão (massa/tempo) de uma
substância sólida, líquido ou gasosa, nos
efluentes de uma fonte de emissão.

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Principais análises utilizadas no monitoramento
físico-químico de efluentes líquidos
• pH,
• Temperatura,
• DBO5,
• DQO,
• Oxigênio dissolvido,
• Nitrogênio,
• Fósforo,
• Metais
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pH = potencial hidrogênio iônico


• Def. clássica: logaritmo decimal do
inverso da concentração de íons livre
• Nos indica o estado de acidez ou
alcalinidade da amostra; quantificando na
escala de 0 até 14, tendo o 7 como neutro


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pH = potencial hidrogênio iônico

• Os organismos aquáticos estão geralmente
adaptados às condições de neutralidade e,
em conseqüência, alterações bruscas do
pH de uma água podem acarretar o
desaparecimento dos seres nela presentes.
• Valores fora das faixas recomendadas
podem alterar o sabor da água e contribuir
para corrosão dos sistemas de distribuição
de água, ocorrendo com isso, uma possível
extração do ferro, cobre, chumbo, zinco e
cádmio, e dificultar a descontaminação das
águas.
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pH = potencial hidrogênio iônico
• O pH, a temperatura e o oxigênio
dissolvido estão intimamente ligados a
toxicidade, por exemplo, da amônia
(quanto maior o pH, maior é a %
tóxica da amônia).

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Oxigênio dissolvido (mg/l)

• Importante no controle dos sistemas de tratamento
biológico e para verificar e manter as condições
aeróbias em um curso de água. Depende da
temperatura. Coeficiente de saturação 20Cº = 9,2
mg O2/l.
• Teor OD = função inversa da temperatura,
salinidade e altitude; direta da pressão
atmosférica


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DBO5 (mgO2/l): DEMANDA BIOLÓGICA DE
OXIGÊNIO:
• Mede a quantidade de matéria orgânica
presente em um efluente. A análise mede
a quantidade de oxigênio dissolvido
utilizado pelos microrganismos para
estabilizar a matéria orgânica
biodegradável.

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DBO5
• Lançada em pequenas quantidades é assimilada;
• O excesso causa sérios danos aos ecossistemas
aquáticos;
• É consumida pelas bactérias que terão condições de
multiplicar-se consumindo uma grande quantidade de
oxigênio do meio aquático pelo processo da respiração;
• O consumo de oxigênio passa a ser maior do que a
concentração disponível no meio podendo ocorrer à
morte dos organismos aeróbios (que necessitam de
oxigênio para sobreviver).
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DQO
• A DQO (mg O2/l): Demanda Química de
Oxigênio - é a quantidade de oxigênio
quimicamente utilizada para oxidação da
matéria orgânica e inorgânica de uma
amostra.
• Associada a DBO5 possibilita conhecermos o
fator de biodegradabilidade do efluente que
estamos tratando. Quanto mais simplificado
for o mecanismo bioquímico da degradação
dos compostos presentes no efluente mais
biodegradável será este efluente
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DQO x DBO

• Possibilita conhecermos o fator de
biodegradabilidade do efluente que estamos
tratando.
• A biodegradabilidade é a capacidade de ser
degradado biologicamente e depende diretamente
das substâncias dissolvidas num determinado
efluente. Quanto mais simplificado for o
mecanismo bioquímico da degradação dos
compostos presentes no efluente mais
biodegradável será este efluente
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Temperatura

• É um parâmetro muito importante pois a quantidade de
oxigênio dissolvido é inversamente proporcional à temperatura;
importante para o desenvolvimento microbiológico.
• 0 C ---> 14 mgO2/l ; 20 C ---> 9,2 mgO2/l ; 35 C --->
< 7 mgO2/l .
• Interfere em outras variáveis: pH, salinidade, alcalinidade,
toxicidade de elementos/substâncias, na retenção de gases, etc.
• 5 graus de elevação = aumenta em 50% os efeitos tóxicos; tb
reduz a sobrevivência de organismos
• 5 graus a menos produz retardamento e inativação dos peixes


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Cor

• A cor é causada, principalmente, por
sólidos dissolvidos ; é de difícil remoção e
pode indicar as condições de um corpo
receptor.


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Turbidez ( turvação)

• Atribuída, principalmente, às partículas sólidas em
suspensão , que diminuem a claridade e reduzem a
transmissão da luz no meio; a água turva é aquela
que não apresenta transparência e cristalinidade.
• Turbidez não caracteriza poluição
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Sólidos(mg/l)
• Podem ser de origem orgânica ou inorgânica,
dissolvidos ( fixos ou voláteis) , em suspensão
(fixos ou voláteis) ou decantáveis.
Sólidos totais – ST
• Quantidade total de matéria que não seja
água.
Sólidos suspensos - SS (mg/l)
• São todos os sólidos presentes na água,
exceto os solúveis e os em fino estado
coloidal (< 1 m). Em laboratório são retidos
por filtração.

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Sólidos sedimentáveis - SP (mg/l)
• Os sólidos sedimentáveis constituem
a parte mais grosseira dos SS. É o
volume de sólidos que se deposita no
fundo de um cone de Imhoff, após um
determinado tempo de repouso do
líquido ( normalmente 45 min).

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Óleos e graxas ( mg/l)

• São considerados óleos e graxas os ácidos graxos, as graxas
naturais e minerais, as ceras, os óleos vegetais e minerais.
Modificam a tensão superficial das águas dificultando as
trocas gasosas, sobretudo do oxigênio, causando, portanto,
alterações no ecossistema aquático e nas características
físicas, químicas e biológicas das águas.
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Nitrogênio e fósforo ( mg/l N e mg/l P )
• São nutrientes importantes para o bom
funcionamento dos processos biológicos; a falta
ou o excesso, levam ao desequilíbrio.
• Excesso causa eutrofização dos corpos d’água.
• Amônia é tóxica para microrganismos.


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• É a concentração de sais da água.
• Se um efluente possuir alta
salinidade e conferir esta
característica ao manancial em que
foi lançado, haverá uma tendência
de que a água do interior das
células saia, numa tentativa de
diluir a concentração de sal do
meio, o que ocasionará a morte
dos organismos por murchamento.
Salinidade
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Tensoativos
• São os detergentes e sabões, tem a
capacidade de reduzir a tensão
superficial da água.

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Tensoativos
• Causam a formação de espuma nas águas.
• Por modificarem a tensão superficial dos
líquidos, influenciam nas trocas gasosas.
• Causam gosto e odor nas águas.
• Alguns tipos apresentam baixa degradação
biológica, sendo tóxicos para os peixes de
águas interiores.
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• Os efeitos tóxicos dos metais para o homem
e para os ambientes aquáticos são bastante
conhecidos, principalmente no que se refere
aos metais pesados.
• Encontrados em alguns tipos de efluentes
industriais, os metais pesados como Chumbo,
Mercúrio e Cádmio são extremamente
prejudiciais à saúde humana, fauna e flora
em geral.
METAIS
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METAIS
• Por seu poder cumulativo, não são
eliminados do organismo uma vez
ingeridos.
• Provocam males variados como
degeneração do sistema nervoso central
(Mercúrio e Chumbo), pressão alta, dores
nos ossos e doenças renais (Cádmio).
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Metais - Cromo
• O cromo pode existir sob diferentes
formas de oxidação. O cromo
trivalente é o mais estável. É o que
existe no sistema biológico.A
transformação do cromo inorgânico
numa forma biologicamente ativa é
indispensável para suas as biológicas.
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Metais - Cromo
• O cromo é um elemento essencial para os
animais e o homem. Um aporte insuficiente
de cromo faz aparecer sinais e sintomas
semelhantes aos da diabete e das doenças
cardiovasculares
• É de 50 a 200 mcg por dia para adultos
(National Research Council).
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Metais - Cromo
• Nos ecossistemas aquáticos o cromo
hexavalente exerce um efeito tóxico crônico
e cumulativo aos peixes. Os sais de cromo,
tanto trivalente como hexavalente,
influenciam negativamente no processo de
reprodução. Também são sensíveis
crustáceos e algas.
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• Salinidade: água do mar ---> 45 g/l
água de rio------> 0,5 g/l
• DBO5 de um rio : 0 - 2 mg O2/l
• DBO5 do sangue: 162000 mg O2/l
• DQO do efluente bruto de um curtume: 7250
mg O2/l
• DQO de um esgoto doméstico: 250 a 1000
mg O2/l
PARÂMETROS COMPARATIVOS
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PARÂMETROS COMPARATIVOS
Características do efluente homogeneizado sem reciclagem de banhos
Parâmetros Concentrações
PH 8,6
Sólidos sedimentáveis 90,0 ml/l
DQO 7.250 mg O2/l
DBO5 2.350 mg O2/l
Cromo total 94,0 mg/l
Sulfeto 26,0 mg/l
Fonte: CLAAS e MAIA, 1994:62.
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PARÂMETROS COMPARATIVOS
Características do efluente homogeneizado com reciclagem de banhos
Fonte: CLAAS e MAIA, 1994:62.
Parâmetros Concentrações
PH 7,5
Sólidos sedimentáveis 21,0 ml/l
DQO 4.000 mg O2/l
DBO5 1.800 mg O2/l
Cromo total 15,0 mg/l
Sulfeto 10,0 mg/l
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PARÂMETROS COMPARATIVOS
Características do efluente de empresas que processam couros a partir de wet blue
Fonte: CLAAS e MAIA, 1994:62.
Parâmetros Concentrações
PH 5.0
Sólidos sedimentáveis 20,3 ml/l
DQO 3.500 mg O2/l
DBO5 1.200 mg O2/l
Cromo total 43,0 mg/l
Sulfeto Ausente
Sólidos suspensos 895 mg/l
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Características típicas de esgotos sanitários
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Características típicas de efluentes industriais
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