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Segurança

Rodoviária
Circulação rodoviária

Actualmente a condução é uma


actividade banal. Porém, a circulação
rodoviário é um sistema complexo, em
que tornar-se condutor é aprender a
viver neste sistema de modo a ser
capaz de conduzir um veiculo sem por
em perigo a própria segurança e a dos
utentes da via.
Três factores ou elementos
• A via – É o cenário onde o transito se
desenrola.
• O homem – É o protagonista que actua
na via desempenhando,
fundamentalmente, dois papeis: como
condutor e como peão, sendo o
elemento principal do sistema, pois é
do seu comportamento que depende,
a segurança rodoviária.
• O veiculo – É o elo de ligação entre o
condutor e a via.
O acidente
• Atribui-se normalmente ao acidente
uma causa única, a velocidade ou o
álcool. No entanto, o acidente é
consequência de uma acumulação
de pequenos elementos ou factores
(pavimento escorregadio, pneus
gastos, excesso de velocidade,
condutor sonolento entre outros),
constituindo porém, uma destas
causas principais de acidentes.
As causas principais dos
acidentes são:

• Velocidade
• Álcool
• Fadiga
• Estado físico do condutor
• Manobras perigosas
  FERIDOS GRAVES MORTOS

Tabela de  
Aveiro
2007
103
2008
68
2009
53
2007
19
2008
26
2009
22

feridos e Beja
Braga
37
75
15
85
42
77
6
22
9
17
12
13
mortos em Bragança 19 25 17 4 6 2
C. Branco 28 21 33 6 8 2
Portugal de Coimbra 25 35 46 9 15 16

2007/2009 Évora
Faro
26
84
13
48
25
71
8
23
9
10
10
16
Guarda 27 16 15 5 4 2
Leiria 63 62 47 27 17 23
Lisboa 174 165 129 36 35 23
Portalegre 25 14 27 9 3 1
Porto 122 127 84 38 38 22
Santarém 91 69 71 27 24 23
Setúbal 83 52 65 29 23 25
V. Castelo 24 11 17 12 11 14
Vila Real 36 16 14 3 3 8
Viseu 42 46 37 15 8 7
Total 1084 888 870 298 266 241

  2007 2008 2009


Feridos Leves 14638 14266 14116
sinalização
Podes passar ! Com cuidado!

Semáforo
s:

Parar imediatamente!
Sinais de perigo

A1a – Curva à A2a – Lomba


direita
A1c – Curva à
direita e
contracurva

A1b – Curva à A2b - Depressão


esquerda
A1d – Curva à
esquerda e
contracurva

A3a – Descida perigosa A2c – Lomba ou depressão


Sinais de cedência de
passagem
Sinais de proibição
Sinais de obrigação
Plano de prevenção
rodoviária
• Pretende-se com o presente Plano
Nacional de Prevenção Rodoviária
(PNPR) criar as necessárias
condições para uma actuação
consistente e tecnicamente
fundamentada no sentido de uma
substancial melhoria da situação do
País em termos de segurança
rodoviária, visando concretamente
uma redução de 50% do número de
mortos e feridos graves até ao ano
• É uma tarefa difícil mas entende-se que
é indispensável para que os nossos
níveis de sinistralidade reduzem.
• Sublinhe-se ainda que, para tal venha
a tornar-se realidade, e dada a
estrutura da sinistralidade rodoviária
nacional, a redução das vítimas
mortais e dos feridos graves deve ser
na ordem dos 60% nos seguintes
casos:
• - peões
• - utentes de veículos de duas rodas a
motor
Objectivos prioritários

• Tendo-se procedido à identificação


das medidas, cuja implementação é
considerada indispensável para
obter a redução da sinistralidade é
de salientar como objectivos
prioritários no Plano Nacional de
Prevenção Rodoviária, os seguintes:

1 – Velocidades praticadas mais seguras
2 – Maior segurança para os peões

3 – Maior segurança para os utentes de veículos

de 2 rodas
4 – Combate à condução sob a influência do
álcool e de drogas
5 – Combate à fadiga na condução

6 - Mais e melhor utilização de equipamentos e

dispositivos de segurança
7 – Menor sinistralidade envolvendo pesados

8 – Infra-estruturas rodoviárias mais seguras

9 – Melhor socorro às vítimas de acidente


Dentro  Auto -  Vias  Restantes vias
das  Estradas reservadas a 

Velocidade
Localid automóveis 
Ciclomotores e  ades -
40 -e motociclos 45
Motociclos
quadriciclos
De cilindrada superior a 50 120 100 90
50cm³ e sem carro lateral
Com carro lateral ou com 50 100 80 70
De cilindrada não superior a 40
reboque - - 60
Triciclos 50 100 90 80
Automóveis ligeiros de 
passageiros e mistos
50 cm3
Limites de velocidade Sem reboque
Com reboque
50
50
120
100
100
80
90
70
Limites Gerais Máximos de  Automóveis ligeiros de 
mercadorias:
Velocidade Instantânea Sem reboque
Com reboque
50
50
110
90
90
80
80
70
Automóveis pesados de 
passageiros:
Sem reboque 50 100 90 80
Com reboque 50 90 90 70
Automóveis pesados de
mercadorias:
Sem reboque ou com 50 90 80 80
semi-reboque
Com reboque 40 80 70 70
Tractores agrícolas ou  30 - - 40
florestais
Máquinas agrícolas,  20 - - 20
motocultivadoras e
tractocarros
Máquinas industriais
Sem matrícula 30 - - 30
Com matrícula 40 80 70 70
• Embora não se justifique uma revisão
dos limites de velocidade, considera-
se que é necessário prevenir o
excesso de velocidade e/ou a
velocidade excessiva, sobretudo
dentro das localidades, pois está
associado a um significativo número
de acidentes graves envolvendo
sobretudo peões.
• Assim, para além da implementação de
um sistema automático integrado de
detecção, controlo e processamento
de excessos de velocidade, propõe-
se:
Contra-ordenação grave:

• O excesso de velocidade verificado


dentro das localidades superior a
20 km/h sobre os limites
legalmente impostos, quando
praticado pelo condutor de
motociclo ou de automóvel ligeiro,
ou superior a 10 km/h, quando
praticado por condutor de outro
veículo a motor;

Contra-ordenação muito grave:

• O excesso de velocidade verificado


dentro das localidades superior a 40
km/h sobre os limites legalmente
impostos, quando praticado pelo
condutor de motociclo ou de
automóvel ligeiro, ou superior a 20
km/h, quando praticado por condutor
de outro veículo a motor;

• No que se refere à reincidência a coima
aplicável deixa de poder ser pelo
Conduzir e falar ao
telemóvel

• A utilização do telemóvel deverá ser


considerada como contra-
ordenação grave, sempre que
obrigue o seu manuseamento, por
implicar uma limitação física no
controlo do veículo e um desvio da
atenção do tráfego rodoviário e dos
peões.
Sistemas de retenção
• As crianças têm necessidade de uma
protecção especial no automóvel. A
utilização sistemática e correcta de
sistemas de retenção apresenta um
elevado potencial na diminuição da
mortalidade e morbilidade nas crianças e
jovens, resultantes de acidentes
rodoviários.
• Assim, deverá ser implementada a
obrigatoriedade do uso de sistema de
retenção adequado e devidamente
instalado para transporte de crianças até
aos 12 anos ou até a criança atingir
150cm, consoante o facto que ocorrer
primeiro, independentemente do lugar em
que a criança é transportada.
Algumas regras de quando
ando a pé
• Quero atravessar a
rua.

• Quando á
passadeiras,
atravesso nelas.

• Olho para um lado e


para o outro e
escuto.

• Não vindo nenhum


veículo, atravesso
• Só atravesso
a rua se o
sinal
estiver
verde para
os peões.

• Ao caminhar
pela estrada,
faço-o pela
esquerda, de
frente para o
trânsito
nunca de
costas
porque não
consigo ver
os carros que
vem em
Q u a n d o se via ja co m u m a
cria n ça
• A criança vai
sempre no banco
de trás na sua e
cadeirinha e com
cinto de
segurança.
• Viaja sentado e não
põe a cabeça ou
os braços fora da
janela.

Alguns concelhos úteis
• Se conduzir não beba não ponha em
risco a vida de outras pessoas.
• Tenha cuidado com a velocidade para
não provocar nenhum acidente.
• Quando chove reduza a velocidade.
• Curso Técnico de Informática –
instalação e Gestão de Redes

• CLC – segurança rodoviária



• Trabalho elaborado por : Vânia Filipe