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Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Centro de Ciencias Agrárias, Ambientais e Biológicas

MOLIBDêNIO ( MO )
Washington Luiz C. Duete1
Aglair Cardoso Alves2
Fabio Nascimento de Jesus2
Solange Conceição Silva2

1- Professor titular da disciplina pelo CCAAB da UFRB.


2-Aluno regular da disciplina graduando em Engenharia Agronômica.
Introdução
 “ O que é”

 O nome
molibdênio vem do
grego molybdaina, que
significa chumbo foi
descoberto por
Scheele em 1778.

 É um metal
pesado, do segundo
grupo de transição e
em solução, ocorre
como oxo–ânion
2
MoO4 .-


Introdução
Introdução

In te m p e ris  F o n te s d e M o
m o  O molibdênio em rochas

ü Sulfeto
molibdenita MoS .
2
ü Oxidos
Il semannita Mo O .8H O
3 8 2
Rocha básica ü Molibdatos
Wulfenita PbMoO4,
Powellita
CaMoO , Ferrimolibdit
4
Fe (MoO )3.8H O).
2 4 2
Molibdênio no solo

Formas , transformações e teores


Origem e classificação nos solos Teor médio de Mo
Total Solúvel
ROCHAS BÁSICAS

Litossolo substrato basalto; 2,00 0,11


Terra rocha estruturada; 1,74 0,11
Latossolo Rocho eutrófico; 2,55 0,09
Latossolo Rocho distrófico 0,85 0,10
2. Materiais aluviais e coluviais hidromorfico. 0,91 0,13
3. SEDMENTOS MODERNOS
Latossolo Vermelho-escuro horto; 3,73 0,10
Latosolo Vermelho-amarelo; 2,42 0,05
Latossolo Vermelho-húmico; 1,62 0,08
Podzílico Vermelho -marelo horto. 0,79 0,08
4. ARENITO BAURU
Podzolizados, de lins e Marilia var. Lins 0,31 0,03
Podzolizados de lis e Marilia var Marilia 0,47 0,04
5 SEDMENTOS MODERNOS ARENOSOS
Latossolo Vermelho-Amrelo fase arenosa 0,72 0,05
Latossolo Vermelho-Escuro fase arenosa. 0,14 0,02
Regossolo. 0,11 0,01
Molibdênio no solo

Molibdênio
Cloro

Nitrogênio
Enxofre
Boro
Molibdênio no solo
• Reação de Mo no solo.

ü Concentração < 10 micrometro por


litro;

ü Com o aumento do pH eleva-se a


disponibilidade de Mo.
ü

ü
Molibdênio X Fisiologia Vegetal

• Absorção, Transporte e
Redistribuição.
üAbsorção do oxianion
 p H > 


üTransporte  o   
  H mo  e
(  o  H 
a m i noá cid
os e pól i os
üFloema predominância
do oxianion, devido o pH.

MoO4-2
MoO4-2 -2
MoO4-2 MoO4 MoO4-2
MoO4-2 MoO4-2MoO4-2
Molibdênio X Fisiologia Vegetal

• Função na Planta

Ø Componente de no mínimo 5 enzimas :


§ N i tro ge n a s e  r ed ut a s ed o
n i tr a to , ox ida s e da
x a nt i n a , ox ida s e do
a l de í d o e ox idade s e
d o sul fa to (N  H  L 
     

Ø Relaciona-se com o metabolismo do N.


§ Necessário para fixação de N2 pelas
Azobacter, capaz de produzir cerca
de 7kg de N por hectare
(MALAVOLTA, 2006).
Molibdênio X Fisiologia Vegetal

• Sintomas de Deficiência

ü Clorose entre as nervuras  a s
n e rvur a s p e rm a n ece m
v e r de  c l a r a  da n d o a s
f ol ha s um a a p a rên cia
mosqueada
ü
ü s m a r ge ns da s F ol ha s
t e n de m a tor ce r ou
e nrol a r ,
ü
Molibdênio X Fisiologia Vegetal

• Sintomas de Toxidez

üTóxicos as sementes em
germinação.

ü Prejudica a absorção e
translocação de Ferro
Molibdênio X Fisiologia Vegetal

Folhas de arroz com Folhas de Cana com


deficiência de Mo. deficiência de Mo.
Molibdênio X Fisiologia Vegetal

Folhas de café com Deficiência de Mo em


deficiência de Mo.
folhas de citrus.
Conclusão

• É o micronutriente necessários em
quantidades mínimas pelas plantas,
nem por isso menos importante.

• Esta relacionado ao metabolismo de
Nitrogênio, contribuindo para
assimilação de nitratos e a fixação
do Nitrogênio atmosférico.

• Predominantes em solos alcalinos,
tendo sua maior disponibilidade
com elevação do pH.
Referencias Bibliográficas

 MALAVOLTA, E. Manual de Nutrição


Mineral de plantas. Ceres.São
Paulo2006.

 MALAVOLTA, E. ABC da Análise de Solos
e Folhas. São Paulo: Agronômica Ceres,
1992.

 BONATO, C. M. et AL. Nutrição Mineral
De Plantas. UEM (- Universidade
Estadual de Maringá )Maringá (PR), 1998

Referencias Bibliográficas

 E P S T E ÍN , E m a n u e l; B LO O M , A rn o ld . N u triçã o
M in e ra l d e P la n ta s : P rin cíp io s e
P e rsp e ctiv a s. 2ed . Califórnia:
U n ive rsid a d e d a C a lifó rn ia . 2 0 0 4 .

 G O M E S , P. A d u b o s e A d u b a çõ e s . 1 1
e d . N o b e l, 1 9 8 4
 M A LA V O LTA , E .; K LIE M A N N , H . J. D e so rd e n s
n u tricio n a is n o ce rra d o . Pira cica b a : Po ta fo s,
1985

 MALAVOLTA, E.; VITTI, G. C.; OLIVEIRA, S. A.
Avaliação do estado nutricional de
plantas : princípios e aplicações.
Boas férias e Feliz Natal!!

A todos
Obrigado Tchau !!

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