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Brenda Costa de Lima

Sistemas
Operacionai
s
ÍNDICE
• Introdução de sistemas operacionais
• A espinha dorsal do sistema operacional
• História
• O que um sistema operacional faz?
• Funcionamento (Gerenciamento de processos;
Gerenciamento de memória; Sistema de
arquivos)
• Quais são os tipos de sistemas operacionais?
• Interface de uso
• Bibliografia
Introdução de sistemas
operacionais
• Recentemente começaram a surgir sistemas
operacionais para pequenos computadores. Se você
gosta de investigar os dispositivos eletrônicos, vai
descobrir que existem sistemas operacionais em
dispositivos que usamos todos os dias, de celulares
a pontos de acesso sem fios. Os computadores
utilizados nestes pequenos dispositivos se tornaram
tão poderosos que hoje eles podem até rodar um
sistema operacional e aplicativos. Um computador
de um celular moderno é mais poderoso do que um
computador de mesa há 20 anos. Esta evolução é
coerente e faz parte de um processo de
desenvolvimento natural.
A espinha dorsal do sistema
operacional
O sistema operacional cria a possibilidade de:

• realizar uma variedade de tarefas;


• interagir com os usuários de forma complexa;
• acompanhar as necessidades que mudam com o tempo.

Todos os computadores de mesa têm sistemas


operacionais. Os mais comuns são os da família Windows,
da Microsoft, o OS X, sistema operacional do Macintosh
desenvolvido pela Apple, o Linux, sistema operacional
desenvolvido por Linus Torvalds e pela comunidade de
desenvolvedores de software open source, e a família UNIX
de sistemas operacionais (que foram desenvolvidos por
uma série de pessoas, empresas e colaboradores).
História
• Um dos primeiros sistemas operacionais de propósito geral foi o
CTSS, desenvolvido no MIT. Após o CTSS, o MIT, os laboratórios
Bell da AT&T e a General Eletric desenvolveram o Multics, cujo
objetivo era suportar centenas de usuários. Os sistemas
operacionais eram geralmente programandos em assembly, até
mesmo o Unix em seu início. Então, Dennis Ritchie (também da
Bell) criou a linguagem C a partir da linguagem B, que havia sido
criada por Thompson. Finalmente, Thompson e Ritchie
reescreveram o Unix em C. O Unix criou um ecossistema de
versões, onde destacam-se: System V e derivados (HP-UX, AIX);
família BSC (FreeBSD, NetBSD, OpenBSD, etc.), Linux e até o Mac
OS X (que deriva do Mach e FreeBSD). No começo da década de
1990, um estudante de computação finlandês postou um
comentário numa lista de discussão da Usenet
dizendo que estava desenvolvendo um kernel de sistema
operacional e perguntou se alguém gostaria de auxiliá-lo na
tarefa. Este estudante chamava-se Linus Torvalds e o primeiro
passo em direção
ao tão conhecido Linux foi dado naquele momento.
O que um sistema operacional faz?
No nível mais simples, o sistema operacional realiza duas tarefas:

• Gerencia os recursos de hardware e software do sistema. Em um


computador de mesa, esses recursos incluem o processador, a
memória, o espaço em disco etc. Em um telefone celular, o
sistema operacional gerencia o teclado, a tela, a agenda, a bateria
e a conexão de rede;
• Proporciona uma maneira estável e consistente para lidar com o
hardware, sem ter de conhecer todos os detalhes do hardware.

Mesmo que um computador seja único, um sistema operacional


assegura que os aplicativos continuem funcionando após as
atualizações de hardware. Isso acontece porque é o sistema
operacional, e não o aplicativo, que gerencia o hardware e a
distribuição dos seus recursos. Um dos desafios do desenvolvedor
de sistemas operacionais é criar um sistema flexível o suficiente
para reconhecer hardwares de milhares de fabricantes diferentes.
Funcionamento
Um sistema operacional possui as
seguintes funções:
• gerenciamento de processos;
• gerenciamento de memória;
• sistema de arquivos;
• entrada e saída de dados.
• Gerenciamento de processos

• O sistema operacional multitarefa é preparado para


dar ao usuário a ilusão que o número de processos
em execução simultânea no computador é maior que
o número de processadores instalados. Cada
processo recebe uma fatia do tempo e a alternância
entre vários processos é tão rápida que o usuário
pensa que sua execução é simultânea.
• O sistema operacional, normalmente, deve
possibilitar o multiprocessamento (SMP ou NUMA).
Neste caso, processos diferentes e threads podem ser
executados em diferentes processadores. Para essa
tarefa, ele deve ser reentrante e interrompível, o
que significa que pode ser interrompido no meio da
execução de uma tarefa.
• Gerenciamento de memória
O sistema operacional tem acesso completo à memória do
sistema e deve permitir que os processos dos usuários
tenham acesso seguro à memória quando o requisitam.
Vários sistemas operacionais usam memória virtual, que
possui 3 funções básicas:
• assegurar que cada processo tenha seu próprio espaço de
endereçamento, começando em zero, para evitar ou
resolver o problema de relocação (Tanenbaum, 1999);
• prover proteção da memória para impedir que um
processo utilize um endereço de memória que não lhe
pertença;
• possibilitar que uma aplicação utilize mais memória do
que a fisicamente existente.
• Sistema de arquivos
A memória principal do computador é volátil, e
seu tamanho é limitado pelo custo do hardware.
Assim, os usuários necessitam de algum método
para armazenar e recuperar informações de
modo permanente.
Um arquivo é um conjunto de bytes,
normalmente armazenado em um dispositivo
periférico não volátil (p.ex., disco), que pode ser
lido e gravado por um ou mais processos.
O sistema de arquivos é a estrutura que
permite o gerenciamento de arquivos—criação,
destruição, leitura, gravação, controle de acesso,
etc.
Quais são os tipos de sistemas
operacionais?
• Existem 4 tipos
básicos de
sistemas
operacionais. Eles
são divididos em grupos
relacionados com o tipo de
computador que controlam e o tipo
de aplicativos que suportam. Estas
são as categorias mais abrangentes:
• Sistema operacional de tempo real
• É utilizado para controlar máquinas,
instrumentos científicos e sistemas
industriais. Geralmente um RTOS não tem
uma interface para o usuário muito simples e
não é destinado para o usuário final, desde
que o sistema é entregue como uma "caixa
selada". A função do RTOS é gerenciar os
recursos do computador para que uma
operação específica seja sempre executada
durante um mesmo período de tempo.
• Monousuário monotarefa; Monousuário
multitarefa
• Monotarefa: O sistema operacional foi criado para
que um único usuário possa fazer uma coisa por vez.
O Palm OS dos computadores Palm é um bom
exemplo de um moderno sistema operacional
monousuário e monotarefa.
• Multitarefa: Este tipo de sistema operacional é o
mais utilizado em computadores de mesa e laptops.
As plataformas Microsoft Windows e Apple MacOS são
exemplos de sistemas operacionais que permitem
que um único usuário utilize diversos programas ao
mesmo tempo. Por exemplo, é perfeitamente possível
para um usuário de Windows escrever uma nota em
um processador de texto ao mesmo tempo em que
faz download de um arquivo da Internet e imprime
um e-mail.
• Multiusuário

• Um sistema operacional multiusuário


permite que diversos usuários utilizem
simultaneamente os recursos do computador. O sistema
operacional deve se certificar de que as solicitações de
vários usuários estejam balanceadas. Cada um dos
programas utilizados deve dispor de recursos suficientes
e separados, de forma que o problema de um usuário
não afete toda a comunidade de usuários. Unix, VMS e
sistemas operacionais mainframe como o MVS são
exemplos de sistemas operacionais multiusuário.
Interface de uso
• GUI (Graphical user interface)

• Nesse tipo de interface, o usuário tem a disposição um


ambiente de trabalho composto por menus, ícones,
janelas e outros itens disponíveis. O usuário interage
com esse tipo de interface usando o mouse, podendo
também usar o teclado e teclas de atalho. É possível
fazer todo tipo de tarefa usando interface gráfica, como
edição de vídeos e imagens, sendo somente alguns
tipos muito específicos de tarefas que se saem melhor
em linha de comando. Acrescentar facilidade de uso e
agilidade é o objetivo da GUI, tendo a desvantagem de
consumir muito mais memória que interfaces de linha
de comando. Em sistemas unix-likes, existe a
possibilidade de escolher o gerenciador de janelas a
utilizar, aumentando em muito a liberdade de escolha
do ambiente.
• CUI (Command-line user interface)

• Além da interface gráfica, existe a interface de linha de


comando, que funciona basicamente com a digitação de
comandos, sendo nesse relativamente pouco interativa.
Os comandos digitados são interpretados por um
interpretador de comandos, conhecidos também por
shells, bastante comuns em sistemas unix-likes. Um
exemplo de interpretador de comandos seria o Bash.
Usada geralmente por usuários avançados e em
atividades específicas, como gerenciamento remoto,
utiliza poucos recursos de hardware em comparação a
interface gráfica. Nesse tipo de ambiente, raramente se
usa o mouse, embora seja possível através do uso da
biblioteca ncurses no desenvolvimento dos softwares.
Bibliografia
• Introdução de sistemas operacionais
http://informatica.hsw.uol.com.br
• A espinha dorsal do Sistema Operacional
http://informatica.hsw.uol.com.br/
• História
http://pt.wikipedia.org
• O que um sistema operacional faz?
http://informatica.hsw.uol.com.br
• Funcionamento
http://pt.wikipedia.org
• Quais são os tipos de sistemas operacionais?
http://informatica.hsw.uol.com.br
• Interface de Uso
http://pt.wikipedia.org