Você está na página 1de 19

 Caracterização do IVA

 Taxas de IVA
 Isenções
 Obrigações
 Deduções
 Faturação
 Tabelas de IVA
 O IVA é:
 Um imposto geral sobre o consumo
 Um imposto plurifásico (pagamentos
fracionados)
 Não associado
 Um imposto de matriz comunitária






Fonte: http://www.pwc.pt

IVA – Autoliquidação

Artigo 2.º n.º 1 alínea i) do CIVA
Artigo 2.º n.º 1 alínea j) do CIVA
Artigo 6.º do CIVA
Artigo 2.º n.º 1 alínea l) do CIVA
Decreto‐Lei n.º 21/2007, de 29 de Janeiro
Decreto‐Lei n.º 362/99, de 16 de
Setembro

IVA ‐ não confere direito a dedução




Artigo 60.º CIVA
Artigo 72.º n.º 4 do CIVA

IVA – Regime de isenção

Artigo 53.ºdo CIVA

Regime particular do tabaco

Decreto-Lei n.º 346/85, de 23 de Agosto

Regime da margem de lucro
- Agências de Viagens

Decreto‐Lei n.º 221/85, de 3 de Julho

Regime da margem de lucro
- Bens em segunda mão

Decreto‐Lei n.º 199/96, de 18 de Outubro

Regime da margem de lucro
- Objetos de arte

Decreto‐Lei n.º 199/96, de 18 de Outubro

Regime da margem de lucro
- Objetos de coleção e antiguidades

Decreto‐Lei n.º 199/96, de 18 de Outubro

Isento Artigo 14.º do RITI

Artigo 14.º do RITI

Não sujeito; não tributado (ou similar)


Para efeitos de IVA, os sujeitos passivos
devem cumprir com as seguintes
obrigações declarativas:

1) Declaração periódica a ser entregue
nos seguintes prazos:

• Até ao 10º dia do 2º mês seguinte
àquele a que respeitam as operações,
no caso dos sujeitos passivos
enquadrados no regime mensal;


 • Até ao 15º dia do 2º mês seguinte ao
trimestre civil a que respeitam as
operações, no caso de sujeitos passivos
enquadrados no regime trimestral.
 2) Declaração recapitulativa a ser
entregue nos seguintes prazos:
 • Até ao dia 20 do mês seguinte ao das
operações, no caso de sujeitos passivos
enquadrados no regime mensal do IVA;

 Até ao dia 20 do mês seguinte ao
trimestre a que respeitem as operações,
no caso de sujeitos passivos
enquadrados no regime trimestral do
IVA quando o valor das transmissões
intracomunitárias durante o trimestre em
curso ou em qualquer dos quatro
trimestres civis anteriores seja inferior a
€50.000.



 Até ao dia 20 do mês seguinte ao das
operações no caso de sujeitos passivos
enquadrados no regime trimestral do
IVA quando o valor das transmissões
intracomunitárias durante o trimestre em
curso ou em qualquer dos quatro
trimestres civis anteriores seja superior a
€50.000.
 Só confere direito a dedução o imposto
mencionado em faturas / faturas
simplificadas passadas na forma legal
ou em documentos emitidos Autoridade
Tributária e Aduaneira relativamente a
importações.
 As entidades que exercem, em
simultâneo, atividades que conferem o
direito à dedução e atividades que não
conferem esse direito (designados
“sujeitos passivos mistos”) devem utilizar
o método da afetação real e/ou o
método de pro rata para apurar a parte
do imposto que é dedutível.


As deduções de imposto relativas a bens
de investimento móveis e imóveis
encontram-se sujeitas a um período de
regularização, de 5 e 20 anos
respetivamente.

Se, durante aquele período, os bens forem
afetos temporária ou definitivamente a
operações isentas, terá de ser regularizado
a favor do Estado 1/5 ou 1/20 do IVA
deduzido, por cada ano do período de
regularização ainda não decorrido.


Não é dedutível o IVA relativo a despesas
respeitantes a:

Viaturas de turismo, barcos de recreio,
helicópteros, aviões, motos e motociclos;

Combustíveis das viaturas automóveis, com
exceção do gasóleo, gases de petróleo
liquefeitos (GPL), gás natural e
biocombustíveis, cujo imposto é dedutível
na proporção de 50 %;

Transportes, refeições e alojamento;

Tabaco, entretenimento e luxo.

 No caso das despesas de transportes,
refeições e alojamento destinadas à
organização de congressos, feiras,
exposições, seminários, conferências e
similares, o respetivo IVA é dedutível em
50%. Caso estas despesas se refiram à
participação nos mencionados eventos,
a dedução permitida será na proporção
de 25%.

Os sujeitos passivos devem emitir uma
Fatura (ou “Fatura-Recibo”) por cada
transmissão de bens ou prestação de
serviços ou, em determinadas
circunstâncias, uma Fatura Simplificada.

Quando o valor tributável de uma
operação ou o imposto correspondente
sejam alterados por qualquer motivo,
incluindo inexatidão, deve ser emitido
documento retificativo de fatura (“Nota de
Débito” ou “Nota de Crédito”.

 http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/i
nformacao_fiscal/codigos_tributarios/civ
a_rep/c_iva_listas.htm
 http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/i
nformacao_fiscal/codigos_tributarios/civ
a_rep/c_iva_listas.htm
 http://www.pwc.pt/pt/guia-
fiscal/2013/iva/de
 ducoes.jhtml