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Auto-avaliação das be

INTEGRAÇÃO NO CONTEXTO
DA ESCOLA
Patrícia Palácios Castanheira
índice
1.A Biblioteca Escolar (BE) na escola
2.O papel da BE
3.A auto-avaliação das BE
4.Conclusão
1. a be na escola
1. A be NA ESCOLA
(CONTinuação)

V I V ê N C I A
S O B R E
DA BE
2. O PAPEL DA be
3. A auto-avaliação das
be
objectivo
Facultar um instrumento pedagógico e de
melhoria contínua que permita aos órgãos
directivos e aos coordenadores avaliar o
trabalho da biblioteca escolar e avaliar o
impacto desse trabalho no funcionamento
global da escola e nas aprendizagens dos
alunos e identificar as áreas de sucesso e
aquelas que, por apresentarem resultados
menores, requerem maior investimento,
determinando, nalguns casos, uma inflexão
das práticas.
Ênfase
Mais valias

 Permite dotar as escolas de um quadro de


referência e de um instrumento que lhes
permite a melhoria contínua da
qualidade, a busca de uma perspectiva
de inovação.
 Induz a transformação das BE em
organizações capazes de aprender e de
crescer através da recolha sistemática
de evidências, permitindo uma auto-
avaliação sistemática.
 Faculta informações de qualidade capazes
de apoiar a tomada de decisão.
O processo
1. Diagnóstico da situação da BE (pontos fortes e
pontos fracos) nos seguintes domínios:
B. Apoio ao desenvolvimento curricular;
C. Leitura e Literacias;
D. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de
Abertura à Comunidade;
E. Gestão da Biblioteca Escolar.

2. Elaboração de um plano de
acção/desenvolvimento da BE (para 4 anos).
3.
4. Elaboração do PAA da BE (para 1 ano) e
selecção do domínio da BE a ser avaliado
nesse ano.
Implementação do processo
Envolvimento da escola
• O processo de auto-avaliação deve
enquadrar-se no contexto da escola e ter
em conta as diferentes estruturas com as
quais é necessário interagir.

• Essas estruturas com os quais é preciso


interagir têm interesses e níveis de
intervenção diversos:
– o director que deve envolver-se desde o
primeiro momento, ser líder coadjuvante no
processo e aglutinar vontades e acções, de
acordo com o poder que a sua posição lhe
confere;
Envolvimento da escola
(continuação)

• O professor bibliotecário desempenha um papel


importante - a sua capacidade de comunicar e
de gerir o processo de auto-avaliação são
fundamentais para uma maior integração e
valoração das práticas da biblioteca, junto da
comunidade que serve.

• A escolha do domínio a avaliar deve:
– partir do professor bibliotecário/ equipa;
– resultar de uma decisão fundamentada, por forma a
poder ser validamente justificada junto dos órgãos
executivos e de decisão pedagógica;
– ser discutida com o órgão directivo;
– ser determinada pelas prioridades e restantes
Relação com o processo de
planeamento
• O modelo de auto-avaliação está
directamente ligado ao processo de
planeamento da BE.

• O planeamento da BE deve corresponder aos


timings, objectivos e estratégias definidas
pela escola.

• As decisões a tomar devem:


– Basear-se nas evidências e informação
recolhidas;
– Sempre ter em conta o
ambiente interno e externo da biblioteca
Relação com o processo de
planeamento (continuação)

O p o rtu n id a d e s e
a m e a ça s
Prio rid a d e s d a
e sco la
A d e q u a çã o a o s
o b je ctivo s e
e stra té g ia s d e
e n sin o / a p re n d iza g e
Cmo n d içõ e s
e stru tu ra is
Integração dos resultados
na auto-avaliação da escola
• A BE é um recurso imprescindível na medida
em que potencia o cumprimento dos
objectivos de ensino/ aprendizagem da
escola.

• A avaliação da BE deve: ser participada a


nível da escola; ser conhecida; ser
divulgada.

• Logo: os resultados obtidos na avaliação da


BE, têm de ser integrados na auto-
avaliação da escola.
4. Conclusão
• A auto-avaliação da BE:
– Não é uma ameaça mas uma sim uma
oportunidade;
– É um instrumento de regulação e de melhoria
contínua;
– Alia a prática à análise reflexiva;
– Constitui um processo de auto-
responsabilização – Direcção Escola/
Professores/ BE.