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- FUMOS METALICOS - PREVENÇÕES CAUSAS E
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- FUMOS METALICOS -

- FUMOS METALICOS -

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PREVENÇÕES

PREVENÇÕES

CAUSAS E

CAUSAS

E

- FUMOS METALICOS - PREVENÇÕES CAUSAS E
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- FUMOS METALICOS - PREVENÇÕES CAUSAS E
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- FUMOS METALICOS - PREVENÇÕES CAUSAS E
- FUMOS METALICOS - PREVENÇÕES CAUSAS E
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- FUMOS METALICOS - PREVENÇÕES CAUSAS E
- FUMOS METALICOS - PREVENÇÕES CAUSAS E
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

 
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
Controle

Controle

de

riscos ocupacionais se

faz

ou

se aplica para neutralizar a

agressividade dos riscos, peculiares ou inerentes ás atividades humanas, com o intuito

agressividade dos riscos, peculiares ou inerentes ás atividades humanas, com o intuito

agressividade dos riscos, peculiares ou inerentes ás atividades humanas, com o intuito
agressividade dos riscos, peculiares ou inerentes ás atividades humanas, com o intuito
agressividade dos riscos, peculiares ou inerentes ás atividades humanas, com o intuito
agressividade dos riscos, peculiares ou inerentes ás atividades humanas, com o intuito
agressividade dos riscos, peculiares ou inerentes ás atividades humanas, com o intuito

de prevenir acidentes ou doenças ocupacionais. O objetivo principal do controle dos

riscos é evitar que estes riscos causem danos para as pessoas e prejuízos para a

empresa.

Com base nisto pretendemos através deste trabalho, passar a gravidade dos
Com base nisto pretendemos através deste trabalho, passar a gravidade dos
Com base nisto pretendemos através deste trabalho, passar a gravidade dos
Com base nisto pretendemos através deste trabalho, passar a gravidade dos
Com base nisto pretendemos através deste trabalho, passar a gravidade dos

Com base nisto pretendemos através deste trabalho, passar a gravidade dos

riscos apresentados pelos fumos metálicos dos mais diversos materiais, assim como as

atuações no organismo humano e as maneiras de neutralização da agressividade

oferecida.

Queremos ressaltar também, a vital importância na utilização dos
Queremos ressaltar também, a vital importância na utilização dos
Queremos ressaltar também, a vital importância na utilização dos

Queremos ressaltar também, a vital importância na utilização dos

equipamentos adequados, para evitar conseqüências talvez irreversíveis.

INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
INTRODUÇÃO Controle de riscos ocupacionais se faz ou se aplica para neutralizar a agressividade dos riscos,
1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ? metais. Fumos são partículas formadas em processos de
1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ? metais. Fumos são partículas formadas em processos de

1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ?

1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ? metais. Fumos são partículas formadas em processos de
metais.
metais.

Fumos são partículas formadas em processos de combustão ou fusão de

1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ? metais. Fumos são partículas formadas em processos de

* Fusão = Fundir. Passagem de um corpo do estado sólido ao líquido.

1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ? metais. Fumos são partículas formadas em processos de
1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ? metais. Fumos são partículas formadas em processos de
1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ? metais. Fumos são partículas formadas em processos de

Combustão = Queimar. Estado de um corpo que arde produzindo luz e calor.

1 – O QUE SÃO FUMOS METÁLICOS ? metais. Fumos são partículas formadas em processos de

2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS).

2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o

As fontes dos fumos metálicos são o metal base, o revestimento metálico da peça de trabalho, o eletrodo e os agentes fundentes associados com o sistema de soldagem, em particular, (soldas mig e tig, eletrodo, plasma). Os fumos são agentes provenientes das operações de solda (elétrica). E são exalados devido ao aquecimento dos metais em fusão e da queima do eletrodo e de seu revestimento protetor.

2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o

Estes fumos se inalados ao longo do tempo poderão causar doença pulmonar obstrutiva, febre de fumos metálicos, intoxicação especifica de acordo com o tipo de metal manipulado.

2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
2 – ONDE ENCONTRAMOS FUMOS METÁLICOS ? (FONTES GERADORAS). As fontes dos fumos metálicos são o
3 – QUAIS OS RISCOS OFERECIDOS PELOS FUMOS METÁLICOS ? Pelos riscos que envolvem os soldadores,
3 – QUAIS OS RISCOS OFERECIDOS PELOS FUMOS
METÁLICOS ?
Pelos riscos que envolvem os soldadores, o controle ambiental dos locais
de
solda
é
de
suma
importância.
Para
algumas
exposições
(de
agentes
cancerígenos, por exemplo), não deveria ser excedido o limite de tolerância mesmo
quando
este
limite
seja
zero.
Não é política correta, nem eticamente compreensível, manter os trabalhadores em
ambientes
com concentrações perigosas de agentes cancerígenos e ficar
passivamente procurando sinais precoces da doença.
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA

3.1 – FUMOS DE SOLDA

3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
 Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita), deve-se pensar em risco

Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita), deve-se pensar em risco

de fluorose ocupacional.
de fluorose ocupacional.

de fluorose ocupacional.

3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
Fluorose – doença grave e incapacitante que leva a uma calcificação dos

Fluorose – doença grave e incapacitante que leva a uma calcificação dos

3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
ligamentos.

ligamentos.

-

-

3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
Monitoramento – fluoreto urinário no periódico (pré e pós o 4°. Dia de

Monitoramento – fluoreto urinário no periódico (pré e pós o 4°. Dia de

jornada a semana).

jornada a semana).

3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
 

-

3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
Vigilância á saúde – raio X de bacia para verificação se há desaparecimento

Vigilância á saúde – raio X de bacia para verificação se há desaparecimento

das trabéculas ósseas no admissional, no periódico e no demissional. O flureto em indivíduos afastados do

das trabéculas ósseas no admissional, no periódico e no demissional. O flureto

em indivíduos afastados do trabalho também pode estar elevado (> 4 mg/g

3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
creat.), mostrando elevado depósito de fluoreto no corpo.

creat.), mostrando elevado depósito de fluoreto no corpo.

3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.1 – FUMOS DE SOLDA  Fluoretos: se o eletrodo é o básico (cal e fluorita),
3.2 – ALUMINIO De pouco significado toxicológico. Poderia haver fibrose pulmonar em casos raros.  Não
3.2 – ALUMINIO
De pouco significado toxicológico. Poderia haver fibrose pulmonar em casos
raros.
 Não existe monitoramento biológico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO

3.3 – FERRO

3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.

Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.

3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.3 – FERRO Siderose. Não há importância como tóxico sistêmico.
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE

3.4 – COBRE

3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
 Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.

Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.

3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
 Não se faz monitoramento e nem vigilância a saúde.

Não se faz monitoramento e nem vigilância a saúde.

3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.4 – COBRE  Risco só para quem tem “Doença de Wilson”.  Não se faz
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL

3.5 – NÍQUEL

3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %).

O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %).

3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
 Provoca febre dos fumos metálicos e sensibilização cutânea (alergia).

Provoca febre dos fumos metálicos e sensibilização cutânea (alergia).

3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
 É cancerígeno na refinação do níquel, e cavidade nasal (grupo 1 da

É cancerígeno na refinação do níquel, e cavidade nasal (grupo 1 da

IARC),não tem monitoramento biológico previsto na NR-7.

IARC),não tem monitoramento biológico previsto na NR-7.

3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.5 – NÍQUEL O aço inox também tem elevados teores deste metal, (até 15 %). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS

3.6 – MANGANÊS

3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico).

Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível

(Parkinson Mangânico).

3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
 Não há monitoramento biológico previsto na NR-7. O Mn-U é um indicador ruim, pois vária

Não há monitoramento biológico previsto na NR-7. O Mn-U é um indicador

ruim, pois vária muito entre as pessoas. É aconselhado fazer monitoramento

ambiental.

3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.6 – MANGANÊS Provoca Manganismo, que é uma doença grave incapacitante e irreversível (Parkinson Mangânico). 
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO

3.7 – CHUMBO

3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado com

É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado com

3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
maçarico e seu risco é proporcional a temperatura de aquecimento. Na solda de

maçarico e seu risco é proporcional a temperatura de aquecimento. Na solda de

placas de acumuladores elétricos com maçarico há grande emissão de fumos de Pb, enquanto que na

placas de acumuladores elétricos com maçarico há grande emissão de fumos de

Pb, enquanto que na mesma industria a solda dos pólos da bateria provoca pouca

3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
contaminação ambiental.

contaminação ambiental.

 Na brasagem (“solda eletrônica”), com liga de estanho/chumbo a liberação de

Na brasagem (“solda eletrônica”), com liga de estanho/chumbo a liberação de

3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
fumos de Pb é muito pequena tendo em vista a baixa temperatura envolvida no Em casos

fumos de Pb é muito pequena tendo em vista a baixa temperatura envolvida no

Em casos de existir exposição, deve-se realizar o monitoramento biológico

processo.

processo.

3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
através do Pb-S e ALAU-U no admissional, periódico e demissional.

através do Pb-S e ALAU-U no admissional, periódico e demissional.

3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.7 – CHUMBO É raro de ser encontrado em solda por arco elétrico. Pode ser usado
3.8 – ZINCO As chapas galvanizadas emitem grande quantidade de fumos de zinco, mesmo em solda
3.8 – ZINCO
As chapas galvanizadas emitem grande quantidade de fumos de zinco,
mesmo em solda a ponto. O zinco em forma de fumos de zinco irritantes e
potentes causadores de febre dos fumos metálicos.
Não
indicadores biológicos no Brasil,
e
é
um indicador de difícil
execução.
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO

3.9 – CÁDMIO

3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado

Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado

estremo.

estremo.

 Extremamente lesivo para pulmão (enfisema do cádmio) e para os rins com

Extremamente lesivo para pulmão (enfisema do cádmio) e para os rins com

3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
proteinúria e IRC. Também causa descoloração do colo dos dentes e anosmia.

proteinúria e IRC. Também causa descoloração do colo dos dentes e anosmia.

 Monitoramento – Cd urinário na admicional, periódico, e demissional (Cd- U > 5  g/g.cret.)

Monitoramento – Cd urinário na admicional, periódico, e demissional (Cd-

U > 5 g/g.cret.) = intoxicação.

3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
 Cádmio – é ainda carcinogênico (Pulmão – Próstata).

Cádmio – é ainda carcinogênico (Pulmão – Próstata).

3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
3.9 – CÁDMIO Em materiais que tenham altos teores deste metal deve-se tomar cuidado estremo. 
4 – CAUSAS DOS FUMOS METÁLICOS NO ORGANISMO: 4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
4 –

4

4 –

CAUSAS

DOS

FUMOS METÁLICOS NO

ORGANISMO:

 
4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS

4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS

4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS

QUÍMICAS NO ORGANISMO.

4 – CAUSAS DOS FUMOS METÁLICOS NO ORGANISMO: 4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
4.1.1

4.1.1

4.1.1

– Inalação;

 
4 – CAUSAS DOS FUMOS METÁLICOS NO ORGANISMO: 4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
Maior grau de risco devido á rapidez com que as substâncias químicas são
Maior grau de risco devido á rapidez com que as substâncias químicas são
Maior grau de risco devido á rapidez com que as substâncias químicas são

Maior grau de risco devido á rapidez com que as substâncias químicas são

absorvidas pelos pulmões.

A inalação é a principal via de intoxicação no ambiente de trabalho, daí a
A inalação é a principal via de intoxicação no ambiente de trabalho, daí a
A inalação é a principal via de intoxicação no ambiente de trabalho, daí a
A inalação é a principal via de intoxicação no ambiente de trabalho, daí a
A inalação é a principal via de intoxicação no ambiente de trabalho, daí a
A inalação é a principal via de intoxicação no ambiente de trabalho, daí a
A inalação é a principal via de intoxicação no ambiente de trabalho, daí a

A inalação é a principal via de intoxicação no ambiente de trabalho, daí a

importância que deve ser dada aos sistemas de ventilação e EPI´s. Também pode passar ao sangue, para serem distribuídos para outras regiões do organismo. Sendo

o consumo de ar de um homem adulto normal de 10 a 20 Kg/dia, dependendo do

esforço físico realizado, é fácil chegar a conclusão que mais de 90 % das intoxicações generalizadas tenham esta origem.

4 – CAUSAS DOS FUMOS METÁLICOS NO ORGANISMO: 4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
4 – CAUSAS DOS FUMOS METÁLICOS NO ORGANISMO: 4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
4 – CAUSAS DOS FUMOS METÁLICOS NO ORGANISMO: 4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
4 – CAUSAS DOS FUMOS METÁLICOS NO ORGANISMO: 4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
4 – CAUSAS DOS FUMOS METÁLICOS NO ORGANISMO: 4.1 – PRINCIPAIS MEIOS DE PENETRAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando

4.1.2

4.1.2

– Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele)

4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
A Absorção é extremamente crítica quando se lida com produtos

A Absorção é extremamente crítica quando se lida com produtos

lipossolúveis, que são absorvidos através da pele. Quando uma substância
lipossolúveis, que são absorvidos através da pele. Quando uma substância
lipossolúveis, que são absorvidos através da pele. Quando uma substância

lipossolúveis, que são absorvidos através da pele. Quando uma substância

química entra em contato com a pele, pode acontecer as seguintes situações:

4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
 O agente pode agir na superfície da pele, provocando uma irritação primária.
 O agente pode agir na superfície da pele, provocando uma irritação primária.

O agente pode agir na superfície da pele, provocando uma irritação primária.

4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando


A substâncias podem combinar com as proteínas da pele, e provocar uma

sensibilização.
sensibilização.

sensibilização.

4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
pode penetrar através da pele produzindo uma ação

pode penetrar através da pele produzindo uma ação

 A substância generalizada.
 A substância generalizada.

A

substância

generalizada.

4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.2 – Absorção; (Contato das substâncias químicas com a pele) A Absorção é extremamente crítica quando
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão;

4.1.3 – Ingestão;

4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
- Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e
  • - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e

4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
segurança.

segurança.

- Representa uma via secundária de ingresso de substâncias químicas no organismo.
  • - Representa uma via secundária de ingresso de substâncias químicas no

organismo.

4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.1.3 – Ingestão; - Via de regra, acontece por deslumbramento de normas de higiene e segurança.
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas

4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO

4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas

A ação de algumas substâncias químicas no organismo, é função da concentração, outras tem efeito cumulativo (são excretados lenta ou parcialmente) e a sua ação aparece depois que uma certa quantidade do produto, ou dos produtos, seja absorvida; outras tem efeitos que dependem tanto da concentração como o tempo de exposição. Em alguns casos os efeitos que dependem tanto da concentração como o tempo de exposição. Em alguns casos os efeitos são reversíveis, isto é, desaparecem ao cessar a exposição (às vezes, com afastamento prolongado e/ou tratamento médico). Outras vezes os efeitos são irreversíveis.

4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas
4.2 – EFEITOS QUE UMA SUBSTÂNCIA PODE CAUSAR AO ORGANISMO A ação de algumas substâncias químicas

Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem:

Em resumo os efeitos tóxicos dependem:

Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
- da dose;
  • - da dose;

- da via de penetração;
  • - da via de penetração;

- da relação dose-efeito;
- da relação dose-efeito;
  • - da relação dose-efeito;

- do metabolismo;
  • - do metabolismo;

- do estado de saúde; - das condições do momento (fadiga, stress);
  • - do estado de saúde;

  • - das condições do momento (fadiga, stress);

Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
Em resumo os efeitos tóxicos dependem: - da dose; - da via de penetração; - da
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES

4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES

 
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem

Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem

ser tomadas todas as precauções a fim de evitar qualquer tipo de exposição. Esta
ser tomadas todas as precauções a fim de evitar qualquer tipo de exposição. Esta

ser tomadas todas as precauções a fim de evitar qualquer tipo de exposição. Esta

produto deve ser armazenado e manuseado por pessoal treinado e em

produto deve ser armazenado e manuseado por pessoal treinado e em

conformidade com as regulamentações dos locais competentes.

conformidade com as regulamentações dos locais competentes.

 
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
- Procedimentos recomendados para monitoramento: manter o local ventilado e
  • - Procedimentos recomendados para monitoramento: manter o local ventilado e

se possível com exaustão mecânica e filtros mangas para retenção do pó em
se possível com exaustão mecânica e filtros mangas para retenção do pó em

se possível com exaustão mecânica e filtros mangas para retenção do pó em

suspensão.

suspensão.

 
- Equipamentos de proteção individual apropriados.
- Equipamentos de proteção individual apropriados.
  • - Equipamentos de proteção individual apropriados.

 
- Proteção respiratória: utilizar mascara específica para fumos metálicos
  • - Proteção

respiratória:

utilizar

mascara

específica

para

fumos metálicos

 
respiráveis.

respiráveis.

 
- Proteção das mãos: utilizar luvas de raspa ou impermeável, com C.A.
- Proteção das mãos: utilizar luvas de raspa ou impermeável, com C.A.
  • - Proteção das mãos: utilizar luvas de raspa ou impermeável, com C.A.

- Proteção da pele e do corpo: Utilizar uniforme, de preferência com avental de
  • - Proteção da pele e do corpo: Utilizar uniforme, de preferência com avental de

4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
 
raspa ou impermeável e botinas. - Medidas de higiene: o trabalhador após o termino da utilização
raspa ou impermeável e botinas. - Medidas de higiene: o trabalhador após o termino da utilização

raspa ou impermeável e botinas.

  • - Medidas de higiene: o trabalhador após o termino da utilização do produto

deverá fazer higienização completa das partes do corpo

deverá fazer higienização completa das partes do corpo

 
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
4.3 – OUTRAS INFORMAÇÕES Todos os produtos químicos possuem grande potencial de toxidade e devem ser
5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,

5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS

5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,

EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem, captando o contaminante no momento em que ele se forma, (exaustão p/ fumo metálico da solda).

5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,
5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,
5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,
5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,
5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,

EPI´s – Uniforme, (calça, camisa, botina), luvas raspa de couro, creme de proteção, óculos de proteção, avental raspa de couro, máscara (8801 3M).

5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,
5 – EQUIPAMENTOS ADEQUADOS EPC´s – Instalar sistema de ventilação local exaustora, nas operações de soldagem,

- ANEXOS -

NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI, número atômico 28, massa atômica 58,62.2.

 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,

MANGANÊS – Elemento metálico branco-acimentado, ordinalmente duro e quebradiço, usado em diversas ligas. Símbolo Mn, número atômico 25 massa atômica 54,13.

 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,

CHUMBO – Elemento metálico, símbolo Pb, número atômico 82, massa atômica 207,20.2.

 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,

ZINCO – Elemento metálico branco-azulado, de dureza fraca a intermédia. Símbolo Zn, número atômico 30, massa atômica 65,38.

 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
 - ANEXOS -  NIQUEL – Elemento metálico branco-prateado usado principalmente em ligas, símbolo ZI,
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento

ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa

ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa

atômica 26,98.

atômica 26,98.

atômica 26,98.
 
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento

ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
 

FERRO – Elemento metálico de símbolo Fe, número atômico 26 e massa

 

atômica 55,85; peso específico 7,86, ponte de fusão 1,535° C, 2.

ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento

COBRE – Elemento metálico, castanho-avermelhado, do símbolo Cu, número

COBRE – Elemento metálico, castanho-avermelhado, do símbolo Cu, número
COBRE – Elemento metálico, castanho-avermelhado, do símbolo Cu, número
COBRE – Elemento metálico, castanho-avermelhado, do símbolo Cu, número

atômico 29, massa atômica 63,59.2.

ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
CÁDMIO – Elemento metálico branco, de símbolo Cd, número atômico 48,

CÁDMIO – Elemento metálico branco, de símbolo Cd, número atômico

CÁDMIO – Elemento metálico branco, de símbolo Cd, número atômico 48,

48,

massa atômica 112,41.
massa atômica 112,41.

massa atômica 112,41.

 
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
ALUMÍNIO – Elemento metálico de número atômico 13, símbolo Al, massa atômica 26,98. FERRO – Elemento
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO

CONCLUSÃO

 
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios danos
Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios danos

Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos,

se não prevenidos podem causar sérios danos a saúde, tais como: doença pulmonar

Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios danos
Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios danos

metal.

obstrutiva crônica, febre de fumos metálicos e intoxicação específica de acordo

com

com o E que as pessoas que trabalham em meio aos fumos metálicos devem fazer exames

o

E que as pessoas que trabalham em meio aos fumos metálicos devem fazer exames

com o E que as pessoas que trabalham em meio aos fumos metálicos devem fazer exames
com o E que as pessoas que trabalham em meio aos fumos metálicos devem fazer exames
com o E que as pessoas que trabalham em meio aos fumos metálicos devem fazer exames

periódicos, para ver se há indícios de contaminação e a que fase anda, para que posa então iniciar tratamento e obter soluções de cura.

Resta-nos agora guardar os conhecimentos adquiridos e alertar a outros, sobre
Resta-nos agora guardar os conhecimentos adquiridos e alertar a outros, sobre
Resta-nos agora guardar os conhecimentos adquiridos e alertar a outros, sobre
Resta-nos agora guardar os conhecimentos adquiridos e alertar a outros, sobre

Resta-nos agora guardar os conhecimentos adquiridos e alertar a outros, sobre

os riscos, causas e modos de prevenção dos riscos metálicos, pois nisto consiste a

política dos homens de bem.

CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios
CONCLUSÃO Através deste trabalho realizado compreendemos que os fumos metálicos, se não prevenidos podem causar sérios