PRESTANDO

CONTAS
COM
A
HISTÓRIA DO GRANDE
ORIENTE DO BRASIL

PALÁCIO DO LAVRADIO NO RIO DE JANEIRO – BRASIL

O Palácio do Lavradio por muitos anos foi a sede do Grande Oriente do Brasil e conhecido por muitos 
como Palácio Maçônico do Lavradio.
Mas na verdade ele é um altar mais que sagrado não religioso da 
verdadeira história da liberdade brasileira.
Desde o tempo do Impéio Brasileiro, foi palco das lutas pela liberdade, pela independência, pela abolição 
da escravatura brasileira e pelos diversos movimentos de soberania e unificação nacional e lugar comum 
de grandes nomes de nossa história tais como: 
José Bonifácio, Deodoro da Fonseca, Benjamin Constant, Joaquim Nabuco, Marquês de Herval, Quintino 
Bocaiúva, Campos Salles, Prudente de Moraes, Ruy Barbosa, Barão do Rio Branco, Gonçalves Lêdo, 
Washington Luiz, e tantos outros importantes vultos de nossa história.
Sendo assim o Palácio do Lavradio é sim patrimônio de toda a nação brasileira e não só um local maçônico 
como alguns tolos ou ignorântes personagens blasfemam até hoje.
Neste momento que o país celebra a grande festa
popular do carnaval e que diversos temas de
samba-enredo que também é chamado de
samba de enrêdo revevelam junto com alguns temas das escolas de samba passagens históricas e 
personagens que por erro passaram a ser contraditórios e polêmicos.
A cultura popular do samba e das escolas de samba por todo país desmistificam e popularizam
a verdadeira história nacional brasileira.
Digo isto por que ainda os carnavalescos do país
inteiro não perceberam  que desde os tempos do Brasil Colônia
não existiu fato histórico qualquer que não
teve a participação da Maçonaria do Brasil e por
isto deveria ser homenageda, sempre.

O Museu Maçônico da Independência do Brasil , que poderia funcionar na parte superior do prédio com 
função e programação pública, visitas guiadas para estudantes, pesquisadores, a população em geral e 
turistas culturais, pela sua entrada principal da rua do Lavradio,97.
E a permanência mais do que justa de alguns templos ritualísticos e festivos para a grande ordem 
maçônica no andar térreo, que poderia e deveria ter entrada independente pelas laterais.
É sabido que por lei existem institutos e instrumentos legais federais com recursos e legislação pertinente 
para tanto....Como o IBRAM, oIphan e o próprio MinC.
E como Museu da Independência haveria interesse do BNDS, Petrobrás, Caixa Econômica Federal, 
Bradesco, Itaú, e tantos outras instituiçoes e fundações patrocinarem o projeto da restauração, 
conservação e em prol da educação.Até mesmo pelas leis de incentivos fiscais e tributação para a cultura.
As leis no Brasil são ótimas o que faltam são especialistas nas areas específicas para aplica las de forma 
justa e perfeita.
O Brasil com mania de gigante ainda tem muitas vezes uma política ilusória de patrimônio totalitário 
abandonado....o que é um grande erro e um perpétuo equivoco...
Não é importante ter e possuir e estar depredado e abandonado....e sim estar sendo bem administrado e 
fazendo parte da efetiva história...
Enquanto a questão da restauração e conservação do Palácio do Lavradio for só uma 
questão maçônica a verdadeira história do Brasil estará perdendo muito...dia a dia, ano a ano....e o pior 
seu verdadeiro patrimônio material, imaterial,vivo e arquitetônico de valores inestimáveis estão a merçê da 
própria sorte sobre as intempéries do tempo e das horas com grande risco a todo momento de se 
perderem e de desaparecerem....

Como brasileiro, um ativista da Arte e da Cultural brasileira, aqui proclamo a nação brasileira pois creio que 
é chegada mais do que a hora de toda a sociedade civil brasileira, dos maçons e não maçons, dos 
brasileiros e estrangeiros, dos homens de pensamentos livres e de bons costumes, dos acadêmicos de 
arte, de museologia, de história, do direito, da sociologia, da filosofia, e de todos professores e educadores, 
cobrarem dos governos municipal, estadual e federal as devidas e urgentes providências para a justa 
preservação, restauração, conservação e promoção deste que é e foi um espaço mais que sagrado 
da verdadeira história dos homens livres do nosso país em nome da verdadeira democrácia e para 
grandeza de toda humanidade civilizada do mundo inteiro.
"Antes da criação de qualquer partido politico brasileiro, foram nas plêiades maçônicas
espalhadas por todo país que originou ànossa verdadeira luta,
nossa história, moral, ética e liberdade."
Ricardo V. Barradas
Escrito por RICARDO V. BARRADAS às 12:26 PM
Marcadores: Arte e Cultura, avaliadordearte, Brasil Cultural, Dr. Ricardo Vianna Barradas, Historia do Brasil
, Patria Brasileira, Patrimonio Cultural Brasileiro, Politicas Culturais, Sociedade de Amigos

RIO — Um imponente prédio com fachada escondida pela Linha Vermelha revela algumas
curiosidades inesperadas para muitos profanos (como são chamados os não iniciados na
maçonaria) e até mesmo para maçons. No número 114 da Rua Campo de São Cristóvão, no
bairro imperial, funciona o Centro Cultural Maçônico, que além de expor obras e a história da
maçonaria, é a sede do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e
Aceito, onde se reúnem e estudam os maçons dos graus filosóficos — que começam no nível 4 e
vão até o 33 .
VEJA: Personagens da maçonaria que fazem parte da história do Brasil
Tudo é comandado por Enyr de Jesus da Costa e Silva, um dentista de 84 anos que tem o título
vitalício de Soberano Grande Comendador e que lidera o Santo Império, uma espécie de
secretariado formado por nove maçons responsáveis por áreas administrativas, de cultura e de
comunicação. A intenção do museu é desmistificar preconceitos.
— As pessoas criaram um mito contra a maçonaria, inclusive envolvendo sacrifícios, que não
procedem. Abrimos o Centro para mostrar o que temos preservado. A maçonaria não é secreta,
tem CNPJ e endereço conhecido. Ela é discreta — revela.
VEJA: Imagens do Centro Cultural Maçônico
A visita guiada começa pela Câmara Filosófica do Santo Império, onde Enyr se reúne com seus
“ministros” para tomar decisões administrativas. A sala, retangular, como a maioria dos templos
maçônicos, é decorada com 14 quadros pintados em óleo sobre tela. As pinturas contam, com
auxilio de símbolos da Ordem Maçônica, um pouco da evolução humana citanto os cavaleiros
templários e o Rei Salomão, que inspira a simbologia maçônica.
Ao fundo da Câmara fica o altar do Soberano. Enyr senta-se diante de uma mesa de madeira
protegida por duas espadas. À sua direita fica a bandeira do Brasil e à esquerda o estandarte do
Supremo Conselho. O trono é dourado, cravejado de pedras e revestido com tecido aveludado e
vermelho. Acima da cabeça de Enyr fica um brasão com uma águia de duas cabeças, que
simboliza a visão de 360 graus, e uma capa vermelha envolta por uma coroa abaixo do número
33. Ao centro da sala fica uma bíblia, para representar a fé em Deus que é exigida dos maçons.
— A bíblia é o Livro da Lei. Está presente em todos os templos do mundo. Nos países judeus é
usado o Torá e nos muçulmanos é usado o Alcorão — exemplifica Enyr.

No canto direito da sala está uma escultura de um bode. Embora o animal não faça parte da
liturgia da maçonaria, foi adotado carinhosamente pelos maçons, que aceitam a designação com
bom humor.
— O bode é simbólico, pois sobrevive em condições adversas, como as que muitos maçons
passaram durante a inquisição e precisaram ser perseverantes para sobreviver — explica o
Grande Chanceler Antônio Carlos Barbosa Ramos.
Na sala principal do Centro Cultural, a recepção é feita por um manequim usando paramentos do
Soberano . As paredes são repletas de quadros com imagens de maçons famosos, como Dom
Pedro I, Rui Barbosa, Duque de Caxias e outros que, segundo a maçonaria, trabalharam para
libertação dos escravos e pela independência do Brasil. Um busto em destaque mostra José
Bonifácio de Andrada e Silva.
Mesas guardam vasos decorativos e armários guardam pratos pintados com símbolos maçônicos,
entre eles o crânio.
— O crânio tem uma simbologia. Representa a morte das fraquezas, das paixões, dos erros e dos
defeitos. Nos chama para a reflexão e nos dá uma lição de humildade. É um nivelador dos seres
humanos, afinal, a morte chega para todos — diz o Grande Secretário de Cultura, Ezequiel de
Oliveira Filho.
OBJETOS SIMBÓLICOS SÃO EXPOSTOS
Centro Cultural mostra objetos e contam a história do Brasil e da maçonaria - Angelo Antônio
Duarte / Agência O Globo
Outros armários guardam espadas reais da época do império, faixas e aventais usados por
maçons em sessões dos graus filosóficos (do 4 ao 33). Outros objetos, como vasos, não tem
simbologia maçônica, mas como são presentes recebidos, ficam expostos com finalidade
decorativa, segundo o Grande Secretário de Comunicação, Jaricé Braga:
— Os aventais têm simbologia importante. Eram usados, na época da maçonaria operativa (antes
de 1717), para proteger os pedreiros durante os trabalhos. Na maçonaria especulativa (de 1717
aos tempos atuais) ganhou versões que revelam o grau de cada maçom.

A nenhum maçom é permitido frequentar uma sessão sem estar revestido do seu avental, ou seja,
sem estar protegido.
Saindo da sala principal do Centro Cultural, o visitante vai para um saguão onde há uma loja de
objetos maçônicos e uma miniatura do templo de Salomão. Há ainda um anfiteatro com quadros
de maçons ilustres e de parentes. Ao todo, a pinacoteca tem 430 obras que contam a evolução da
maçonaria no Brasil.
— Do Descobrimento do Brasil, com Pedro Álvares Cabral, até ontem, a maçonaria está presente
— garante Enyr.
Embora a maçonaria refute o rótulo de secreta, a Ordem ainda preserva alguns segredos, como
os sinais e palavras de reconhecimento. No prédio também há templos cujo acesso só é permitido
a maçons ou parentes.
Os templos do Supremo Conselho não são para todos maçons. Participam das sessões somente
aqueles que já foram promovidos a mestres e que querem fazer os estudos filosóficos para evoluir
até o mais elevado grau do Rito Escocês Antigo e Aceito. Cada câmara é destinada a um
determinado conjunto de graus.
O maçom recém-iniciado frequenta os templos da maçonaria simbólica administrados por
potências (governos), como o Grande Oriente do Brasil, as Grandes Lojas ou os Grandes Orientes
Estaduais. Ele começa como aprendiz, é promovido a companheiro para então chegar a mestre e
poder frequentar a maçonaria filosófica, que além de São Cristóvão, só tem outro Supremo
Conselho em Jacarepaguá.
Leia mais sobre esse assunto
em
http://oglobo.globo.com/rio/bairros/maconaria-expoe-parte-da-sua-historia-preservada-em-sao-c
ristovao-14483003#ixzz3PMpPVBVj
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este
material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem

Maçonaria expõe parte da sua história (p)reservada em São Cristóvão
Leia mais sobre esse assunto
em
http://oglobo.globo.com/rio/bairros/maconaria-expoe-parte-da-sua-historia-preservad
a-em-sao-cristovao-14483003#ixzz3PMouNjmy
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou
redistribuído sem autorização.

A Franco-Maçonaria antiga, dita operativa,
deriva das confrarias, das corporações, dos
agrupamentos profissionais de pedreiros
livres e dos construtores das catedrais
medievais:. À defesa dos interesses
profissionais, juntavam os franco-mações
preocupações de caráter filantrópico, moral e
religioso.

A Maçonaria provocou, praticamente desde o início, a
oposição da Igreja Católica, embora muitos dos
ensinamentos maçônicos, de inspiração cristã,
preconizem a crença nas virtudes da caridade, na
imortalidade da alma e na existência de um princípio
espiritual superior denominado Grande Arquiteto do
Universo:. Grande parte da simbologia maçônica,
sobretudo a dos altos graus, inspira-se em correntes
esotéricas tais como a alquimia, o templarismo e o
rosacrucianismo, inscritas em diversos locais da
Regaleira.
Apesar da diversidade de percursos que a Quinta da
Regaleira oferece, todos os caminhos podem conduzir
a um aglomerado de pedras erguidas, com a aparência
de um menir, num dos locais mais belos da mata.

E eis que uma curiosa porta de pedra roda
impulsionada por um mecanismo oculto e nos
faculta a entrada para outro mundo. É o
monumental poço iniciático, espécie de torre
invertida que mergulha nas profundezas da terra. A
terra é o útero materno de onde provem a vida, mas
também a sepultura para onde voltará. Muitos ritos
de iniciação aludem a aspectos do nascimento e
morte ligados à terra.

Os nove patamares circulares do poço, por onde
se desce ao abismo da terra ou se sobe em
direção ao céu, consoante a natureza do percurso
iniciático escolhido, lembram os nove círculos do
Inferno, as nove secções do Purgatório e os nove
céus do Paraíso, que o gênio de Dante consagrou
na Divina Comédia

E lá no fundo, a carga dramática acentua-se,
gravada em embutidos de mármore,
sobressai uma cruz templária, aliada a uma
estrela de oito pontas, afinal o emblema
heráldico de Carvalho Monteiro. As galerias
conduzem-nos, em autênticos labirintos,
pelo mundo subterrâneo, aqui e além
porventura povoado de morcegos. De
construção artificial, na sua maioria, estas
galerias aproveitam, no entanto, as
características geológicas da mancha
granítica da Serra de Sintra.

A alquímica parece estar presente em vários locais
da Regaleira. Desde logo, na Capela, na pintura da
Coroação de Maria por Cristo, na qual a Virgem
ostenta, para além das três A simbólica cores da
Obra alquímica - o azul ou negro, o branco, o
vermelho ou rubro - uma faixa dourada que poderá
simbolizar o Ouro Alquímico.

Trata-se de uma figuração da tri-unidade do mundo e
do homem: o mundo superior ou espiritual, o mundo
intermédio da alma e o mundo inferior ("ad infero" ou
do inferno) material

A alquimia tem por objetivo a transmutação real
ou simbólica dos metais em ouro e por fim
último a salvação da alma
Este propósito essencial da Alquimia operativa,
executada em laboratório, é a obtenção da Pedra
Filosofal, simbiose entre matéria e espírito, da qual
poderia resultar, segundo os alquimistas, além da
transmutação dos metais em ouro, a realização de
um dos desejos ancestrais da humanidade: o elixir
da longa vida, capaz de proporcionar saúde e eterna
juventude:. Neste sentido, há quem considere a
procura alquímica como uma metáfora da condição
humana.

Parece evidente que a concepção religiosa do
mundo que preside à Regaleira assenta no
Cristianismo, mas num Cristianismo
escatológico, que tem a ver com o fim dos
tempos. Quer recorramos à lição da escatologia
cósmica, que prenuncia o fim do universo e da
humanidade, quer nos atenhamos à escatologia
individual, que assenta na crença da
sobrevivência da alma depois da morte, é a
mesma idéia obsessiva que encontramos.

É, enfim, um Cristianismo imbuído de ideais neotemplários, associados ao Culto do Espírito
Santo, que encontramos na tradição mítica
portuguesa.
Os templários foram monges-soldados, cuja
ordem militar, fundada no período das Cruzadas
em 1119, visava proteger os lugares santos da
Palestina contra o perigo dos infiéis.

Desaparecidos os templários não desapareceu o
templarismo, cujo espírito, resumido na defesa dos
lugares sagrados e na luta contra o mal, renasceu em
várias correntes e organizações iniciáticas como sendo
a afirmação simbólica da sobrevivência da Ordem do
Templo:. A cruz templária no fundo do poço iniciático, a
cruz da Ordem de Cristo no pavimento da Capela, bem
como todas as outras cruzes dispostas na Capela,
testemunham a influência do templarismo no ideário
sincrético de Carvalho Monteiro.
Há ainda, na Regaleira, referências rosacrucianas, em
alusão à corrente esotérica iniciada no séc. XVII, de
tendência cristã, utilizando os símbolos conjuntos da
rosa e da cruz. O movimento Rosa-Cruz propunha
reformas sociais e religiosas, exaltava a humildade, a
justiça, a verdade e a castidade, apelando à cura de
todas as doenças do corpo e da alma.

A SEGUIR
FOTOS
DA QUINTA
DA
Poço iniciático

REGALEIRA

POÇO INICIÁTICO

Luigi
Manini
Arquiteto
da Quinta
da
Regaleira

Pelas leituras efetuadas sobre este fantástico local,
sente-se no ar um quê de mistério, e um encontro no
tempo pelo que representou e representa a maçonaria
no mundo todo.
Essa preciosidade tombada como patrimônio da
humanidade pela UNESCO, deve no entanto ter um
pouco mais de manutenção, pelas fotos evidenciadas,
exteriormente um certo abandono.
Por se tratar de uma pérola das relíquias da humanidade,
sua preservação exterior se faz urgente.
( Pode ter ocorrido quando da minha observação, dessa
manutenção já tenha acontecido)

COMISSÃO PARA MAÇÔNIC DA GESTÃO
2013 /2015 DA E .`. V.`.
DA LOJA MAÇÔNICA ESTRELA
UBERABENSE N°0941 - GPBMG

FIM

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful