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Trabalho realizado por:

Ana Beatriz nº1


Fábio Martins nº6
Patrícia Neto nº19
Diogo Amaral nº25
Uma série de princípios
estéticos como o do
miyabi (elegância
refinada), mono no aware
(pathos da natureza),
wabi (prazer da
tranquilidade) e sabi
(simplicidade elegante),
às vezes de difícil
compreensão no
Ocidente, constituem as
bases da arte japonesa,
cuja característica
essencial, desde os
tempos mais remotos, é
configurar um mundo de
Não se dispõem de muitas informações sobre a primitiva história
cultural do Japão, mas os raros exemplos de arte pré-budista (ou
seja, anteriores ao Século 6º) já exibem certas características
especificamente nipônicas, expressadas na haniwa, figuras fúnebres
de argila, e nos dotaku, sinos de bronze cobertos de inscrições.
     O período pré-budista costuma ser dividido em três culturas
distintas: a Jomon, de 2.500 a.C. até o Século 3º a.C.; a Yayoi, do
Século 3º a.C. ao Século 3º da era cristã; e a Tumular ou Kofun, que
medeia aproximadamente do ano 250 ao 500.
     A cultura Jomon atingiu praticamente todo o arquipélago japonês.
Os objectos artísticos eram principalmente peças cerâmicas (vasos e
pequenas figuras), com decorações estriadas (jomon).
   
    
A cerâmica Yayoi é avermelhada e mais fina
que a Jomon. Junto com a cerâmica, foram
encontrados também dotaku e espelhos,
armas, objectos de vidro e jade.
     Como a nação japonesa se formou
mediante sucessivas vagas de imigração
oriundas da Indochina, Indonésia, ilhas do
Pacífico e, a partir da era cristã, da Coreia,
entre os Séculos 3º e 6º da era cristã
estabeleceu-se a cultura eneolítica coreano-
japonesa e nos dois países acham-se
idênticos objectos de bronze (espadas,
punhais, espelhos circulares etc.).
Na época Tumular ou Kofun, construíram-se grandes
túmulos para nobres e príncipes, como a tumba de
Nintoku Teano, com 2.718m de diâmetro e 21m de
altura, que data provavelmente do ano 399 e tem as
paredes cobertas de pinturas policrômicas
rudimentares que representam sóis, triângulos e
espirais. Várias haniwa foram encontradas perto de
túmulos das cercanias de Yamoto.
  Ukiyo-e (pronuncia-se «ukioei») foi um estilo
popular de arte no Japão durante o período Edo,
barata e trazendo cenas da vida quotidiana (Edo, a
nova capital do Japão, mais tarde passou a chamar-
se Tóquio).
    
Esse nome (Ukiyo-e) pode ser traduzido como
«mundo flutuante», um nome irónico dado ao
planeta terra, que os budistas chamavam de
«mundo do desgosto».
Ukiyo, em verdade, era o nome dado ao estilo de vida
japonês nos centros urbanos, com seus figurinos, a
alta sociedade e os prazeres da carte. O Ukiyo-e
documenta essa era.
     A arte Ukiyo-e é especialmente conhecida por
impressões em blocos de madeira. Na medida em que
o Japão começou a se abrir para o ocidente, após
1867, essas gravuras passaram a ser conhecidas,
exercendo sua influência na arte europeia,
especialmente na França.
     A essa releitura da arte japonesa, deu-se o nome de
«japonismo». Entre os pintores influenciados pelo
japonismo, pode-se citar Toulouse-Lautrec, Edgar
Degas, Vincent van Gogh, James McNeill Whistler, bem
como os artistas gráficos conhecidos por «Les Nabis».
Origami (do japonês: 折り紙 , de oru, "dobrar", e kami,
"papel") é a arte tradicional japonesa de dobrar o papel,
criando representações de determinados seres ou objectos
com as dobras geométricas de uma peça de papel, sem
cortá-la ou colá-la.
O origami usa apenas um pequeno número de dobras
diferentes, que no entanto podem ser combinadas de
diversas maneiras, para formar desenhos complexos.
Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas
faces podem ser de cores ou estampas diferentes,
prosseguindo-se sem cortar o papel. Ao contrário da crença
popular, o origami tradicional japonês, que é praticado
desde o Período Edo (1603-1897), frequentemente foi menos
rígido com essas convenções, permitindo até mesmo o corte
do papel durante a criação do desenho, ou o uso de outras
formas de papel que não a quadrada (rectangular, circular,
etc.).
Segundo a cultura japonesa, aquele que fizer mil origamis
da garça de papel japonesa (tsuru, "garça") teria um pedido
Considera-se como formador da escola
Ukiyo-e o artista do Século 17 Hishikawa
Moronobu. Entre outros nomes que se
tornaram famosos, pode-se citar
Hiroshige, Hokusai, Utamaro e Sharaku.

Disciplina:
Língua
Portuguesa

Data:
3.02.2010

Professora:
Filomena
Neto