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Bactérias (do grego bakteria,

bastão) são organismos


unicelulares, procariontes,
que podem ser encontrados na
forma isolada ou em colônias
e pertencem ao Reino Monera.
São microorganismos
constituídos por uma célula,
sem nucléo celular nem
organelas membranares.
Descobertas por Antoni vam
Leeuwenhoek em 1683.
Leeuwenhoek era um
negociante holandês que
tinha como passatempo polir
lentes e construir
micróscopios. Com um desses
aparelhos ele observou
resíduos retirados de seus
próprios dentes e, para sua
surpresa, viu seres
minúsculos em forma de
bastonetes. Ele também
observou seres microscópicos
semelhantes em muitos outros
materiais (água parada, gota
de água sobre plantas etc.)
Conta-se que
Pasteur tinha
horror à sujeira
(onde ele sabia
haver bactérias) e
evitava apertar as
mãos das pessoas.
BACTÉRIAS TRANSMITIDAS PELAS AS MÃOS

As mãos são o principal veículo de transmissão dos


microrganismos de um indivíduo para outro. A pele das mãos
possui dois tipos de flora microbiana: Flora transitória e Flora
residente.
A flora transitória: Gram negativo (p.ex. Escherichia coli e
Pseudomonas) e cocos Gram positivo (p.ex. Staphylococcus) –
os agentes bacterianos mais frequentemente causadores de
infecção hospitalar.
Flora Resisdente: essa fé constituída principalmente por bacilos
e cocos Gram positivo e anaeróbios. Raramente causa doença a
não ser quando introduzida traumaticamente nos tecidos
ultrapassando as barreiras naturais.
MULHERES TÊM MAIS BACTERIAS NAS MÃOS

Em média, uma mão humana tem


150 espécies de
microorgamismo
a pele masculina é mais acída, e outro estudo já
mostraram que a fauna microbiana se diversifica menos em
ambientes ácidos.

“A grande maioria das bactérias que vivem na palma


da mão não é patogênica. Algumas até desempenham
um papel protetor”, diz rob knight, co-autor do estudo.
Mesmo assim, o pesquisador recomenda o uso de
sabonete anti-bactéricial para lavar as mãos.
LAVAGEM E DESINFECÇÃO DAS
MÃOS

⇒ Antes de prestar cuidados a doentes cujas barreiras


naturais contra a infecção estejam comprometidas (p. ex.
doentes com drenos, catéteres, etc.)
⇒ Antes de prestar cuidados a doentes particularmente
debilitados.
⇒ Antes de manipular alimentos, medicamentos ou
material esterilizado.
⇒ Após ocorrer contaminação das mãos com fluidos
orgânicos.
⇒ Após manipular roupa suja ou materiais contaminados.
⇒ Após utilizar os sanitários.
⇒ Após remover as luvas - as mãos são muitas vezes
contaminadas ao retirá-las e são freqüentes as
perfurações imperceptíveis.
COMO SE DEVEM LAVAR AS MÃOS?

⇒ Utilizar sabão líquido com pH idêntico ao da


pele, de preferência sem adição de perfumes (o
sabão sólido é difícil de manter livre de
contaminação em ambiente hospitalar) ;
⇒ Molhar as mãos e aplicar o sabão (ver quadro 1)
de modo a obter espuma;
⇒ Friccionar durante 10 a 15 segundos tendo o
cuidado de abranger todas as áreas das mãos (ver
fig. 1);
⇒ Passar por água até retirar toda a espuma;
⇒ Secar bem em toalhetes de utilização única.
Em 1846, Ignaz Semmelweis, médico húngaro,
reportou a redução no número de
mortes maternas por infecção puerperal
após a implantação da prática de
higienização
das mãos em um hospital em Viena. Desde
então, esse procedimento tem
sido recomendado como medida primária no
controle da disseminação de agentes
infecciosos.