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Universidade Federal da Paraíba Campus I – Centro de Tecnologia Curso de Graduação em Engenharia Civil Seleção de Professor Substituto em Estruturas SOLICITAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS Por Weslley Imperiano Gomes de Melo Dezembro/2015 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças •1. Estruturas Isostáticas Define-se Estruturas Isostáticas, aquelas que possuam vinculações mínimas para garantir a estabilidade. Fig. 1.1: Estruturas Planas: (a) Carregamento e (b) Esforços. Nas Estruturas Planas serão três vinculações e decorrentes três equações de equilíbrio da isostática. Conforme Fig. 1.1. Ainda é notório observar a presença dos esforços solicitantes na Fig. 1.1 (b), sendo estes: N – Esforço Normal; V – Esforço Cortante e M – Momento Fletor. FONTE: Adaptado de (HIBBELER, 2013) 2 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças •1. Estruturas Isostáticas 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 1.2: Estruturas Espaciais - esforços Nas Estruturas Espaciais serão seis vinculações e seis equações de equilíbrio. Conforme Fig. 1.2. Sendo presentes nas Estruturas Espaciais seis esforços solicitantes, conforme Fig 1.2: N – Esforço Normal; Vy – Esforço Cortante em y; Vz – Esforço Cortante em y; My – Momento Fletor em y; Mz – Momento Fletor em y e T – Momento Torsor (Torção). 3 FONTE: (HIBBELER, 2010) e (ALMEIDA, 2005) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 1.3: Vinculações no Plano 1.1. Vinculações Planas nas Estruturas As vinculações são travamentos ou restrições de movimentos (deslocamentos e rotações). Podendo ser rígidos (rolete, rótula ou engaste) ou semi – rígidos (molas). Conforme Fig. 1.3. Para ambos os casos, os apoios são de três gêneros: 1º Gênero: Travamento em uma direção; 2º Gênero: Travamento em duas direções e 3º Gênero: Travamento em três direções. 4 FONTE: Adaptado de (JUDICE; PERLINGEIRO, 2005) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 2. Vigas 6. Grelhas ESFORÇOS INTERNOS: Para Estruturas Planas: 8. Treliças Fig. 2.1: Viga: (a) Carregamento e (b) Esforços. As vigas são elementos estruturais unidimensionais (L >> b , h) submetidos a cargas externas e reagindo preponderantemente à flexão e esforço cortante. Atuando moderados esforços normais decorrentes de cargas paralelas e/ou não ortogonais ao eixo da viga. Conforme Fig. 2.1. Os Esforços são de duas naturezas: ESFORÇOS EXTERNOS: Cargas aplicadas na estrutura, podendo ser decorrente de: 7. Pórticos FONTE: Adaptado de (HIBBELER, 2013)     Peso – Próprio; Reação de Lajes e/ou Vigas Secundárias; Variação de Temperatura e Recalque de Apoio.  N (Esforço Normal);  M (Momento Fletor) e  V (Esforço Cortante). 5 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 2.1. Esforços Internos Os esforços solicitantes apresentados na Fig. 2.2. seguem as convenções de sinais: Fig. 2.2: Conveção dos Esforços Solicitantes: (a) Esforço Normal, (b) Esforço Cortante e (c) Momento Fletor. a) Esforço Normal (N): A força que promova tração é positiva e negativa ao comprimir. Sendo tração ao sair da seção e compressão ao entrar. b) Esforço Cortante (V): A força cortante será positiva, quando o binário girar no sentido horário e negativa caso contrário. c) Momento Fletor (M): O momento de flexão será positivo ao tracionar as fibras inferiores da barra, comprimindo as fibras superiores. O momento negativo terá funcionamento inverso. FONTE: (HIBBELER, 2013) 6 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 2.2. Diagramas de Esforços Internos A análise dos esforços solicitantes apresentados na Fig. 2.2. ao longo da estrutura gera os denominados DIAGRAMAS. Fig. 2.2: Conveção dos Esforços Solicitantes: (a) Esforço Normal, (b) Esforço Cortante e (c) Momento Fletor. a) Diagrama de Esforço Normal (DEN): Disposição da variação do esforço normal ao longo do eixo da estrutura. b) Diagrama de Esforço Cortante (DEC): Disposição da variação do esforço cortante ao longo do eixo da estrutura. c) Diagrama de Momnento Fletor (DMF): Disposição da variação do momento de flexão ao longo do eixo da estrutura. FONTE: (HIBBELER, 2013) 7 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças •2.3.  Equilíbrio da barra – Eixo Horizontal Fig. 2.3: Elemento de barra disposto na horizontal Para uma barra sobre carregamento transversal qualquer, Conforme Fig. 2.3. E para um elemento infinitesimal , será constante o carregamento e equacionado equilibrando pelas equações da estática, tem-se: FONTE: Adaptado de (HIBBELER, 2013) 8 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças •2.4.  Equilíbrio da barra – Eixo Inclinado 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 2.4: Elemento inclinado de barra Para uma barra inclinada sobre carregamento não transversal qualquer, Conforme Fig. 2.5. E para um elemento infinitesimal , será constante o carregamento e equacionado equilibrando pelas equações da estática, tem-se: FONTE: Adaptado de (HIBBELER, 2013)   9 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 2.5. Tipos de Vigas Os tipos de vigas são dentre outros, os seguintes e conseguintes esforços solicitantes ativos:  Viga Biapoiada (V, M);  Viga Monoengastada (V, M);  Viga com Balanços (V, M);  Viga Inclinada (N, V, M) e  Viga Gerber (V, M). 2.6. Tipos de Carregamentos Fig. 2.6: Vigas Biapoiadas sob diversos carregamentos As vigas podem ser submetidas a diversos formatos de carregamento, Fig. 2.6, dentre eles:  Carregamento constante (peso-próprio);  Carregamento pontual P (vigas secundárias) e  Carregamento em momento M (torção em viga secundária). 10 FONTE: Adaptado de (CAMPANARI, 1985) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 2.7. Vigas Biapoiadas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 2.7: Vigas Biapoiadas sob carregamento constante a) Viga Biapoiada sob carregamento constante Realizando o equilíbrio em uma seção qualquer a uma distância x do apoio A, conforme Fig. 2.7, tem-se: Fig. 2.8: Equilíbrio Método da Seções     O momento máximo no ponto de cortante nulo, devido: 11 FONTE: (CAMPANARI, 1985) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Tab. 2.1: Método dos Pontos 12 FONTE: (HIBBELER, 2010) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 2.7. Vigas Biapoiadas b) Viga Biapoiada sob carregamento P Fig. 2.9: Vigas Biapoiadas sob carregamento P c) Viga Biapoiada sob carregamento M Fig. 2.10: Vigas Biapoiadas sob carregamento M no vão 13 FONTE: (CAMPANARI, 1985) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 2.8. Vigas Monoengastadas a) Sob carregamento q Fig. 2.11: Vigas Monoengastada sob carregamento q b) Sob carregamento P c) Sob carregamento M Fig. 2.12: Vigas Monoengastada sob carregamento P Fig. 2.13: Vigas Monoengastada sob carregamento M 14 FONTE: (CAMPANARI, 1985) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 2.9. Vigas com Balanços Fig. 2.14: Viga com balanços   a) 1º Caso: (+) no vão a esquerda de P  Fig. 2.15: Viga com balanço e no vão a esquerda de P b) 2º Caso: (+) no vão c) 1º Caso: (+) no vão abaixo de P a direita de P (+)  Fig. 2.16: Viga com balanço e no vão abaixo de P (+)  Fig. 2.17: Viga com balanço e (+) no vão a direita de P 15 FONTE: (CAMPANARI, 1985) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 2.10. Vigas Inclinadas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 2.18: Vigas Inclinadas As vigas inclinadas são vigas com eixo longitudinal inclinado em relação ao eixo X do Sistema de Referência Global. Conforme Fig. 2.18. Para determinar as reações de apoio, pode-se processar o equilíbrio no Sistema Global X e Y. Porém para analisar os diagramas de esforços solicitantes, será necessário proceder a análise no Sistema Local de Referência x e y. Necessitando a projeção das forças e reações nos eixos locais. Fig. 2.19: Viga Inclinada da aplicação 1 Aplicação 1: Para a viga inclinada indicada na traçar os diagramas de esforços Fig. 2.19, solicitantes. a) DEN; b) DEC e c) DMF. 16 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças   Sol.: Viga Inclinada 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 2.20: Diagrama de Corpo – Livre 1º Passo: Reações de Apoio 2º Passo: Diagrama de Corpo – Livre na Fig. 2.20. 3º Passo: Diagramas de Esforços Solicitantes. na Fig. 2.21. Fig. 2.21: Diagramas: (a) DEN, (b) DEC e (c) DMF (a) (b) (c) 17 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 2.11. Vigas Gerber 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 2.22: Viga Gerber e subdivisão As Vigas Gerber são vigas provenientes da associação de vigas isostáticas simples, sendo:  Viga Biapoiada + Viga Monoengastada;  Viga com Balanços + Vigas Monoengastadas;  Demais configurações. 1ª Maneira de Resolução: Através das Sub–vigas isostáticas. Conforme Fig. 2.22. OBS: É notório que uma parte da estrutura possui estabilidade por si só. Porém algumas partes dependem das demais. DENTES GERBER: A principal característica do dente gerber é conferir a nulidade do momento fletor, havendo transmissão dos esforços cortante e normal. Conforme Fig. 2.23. Fig. 2.23: Dente Gerber 18 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças   2.11. Vigas Gerber 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 2.24: Viga Gerber com duas barras 2ª Maneira de Resolução: Surgindo assim a definição de equações extras de equilíbrio. Na Viga Gerber apresentada na Fig. 2.22 existem duas barras chegando ao dente gerber, garantindo uma equação extra em equilíbrio de momento analisando a porção escolhida. Fig. 2.23: Estrutura plana com 4 barras Na estrutura plana apresentada na Fig. 2.23 constam 4 barras e em conseguinte três equações de equilíbrio extras em momento, isto nas referidas porções. Assim o número de equações extras: 19 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos Estruturas Espaciais 4. Arcos 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 3.1: Pórtico Plano. 3. Pórticos Planos Pórticos Planos são estruturas submetidas predominantemente à solicitações de esforços normal e cortante, além de momento fletor. Os eixos dos elementos de barra pertencem a um único Plano. E as cargas externas aplicadas no pórtico plano pertencem ao mesmo plano da geometria. Conforme Fig. 3.1. FONTE: (SUSSEKIND, 1991) Fig. 3.2: Tipos de pórticos planos simples. 3.1. Classificação  Pórticos Planos Simples:     Biapoiado: Conforme Fig. 3.2 (a) Engastado – Livre: Conforme Fig. 3.2 (b) Triarticulado: Conforme Fig. 3.2 (c) Biapoiada Atirantada: Conforme Fig. 3.2 (d)  Pórticos Planos Compostos: Caracterizado pela associação entre Pórticos Planos Simples. FONTE: (ALMEIDA, 2005) 20 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças   3.2. Eixos de Referência 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 3.3: Sistema Global de Referência (S.G.R.) Os sistemas de referência serão classificados em dois grupos:  Sistema Global de Referência (S.G.R.):  Sistema da Estrutura;  Representado por letras maiúsculas e  Conforme representado na Fig. 3.3. Fig. 3.4: Sistema Local de Referência (S.L.R.)  Sistema Lovcal de Referência (S.L.R.):     Sistema da Barra; O eixo no eixo da barra; Representado por letras minúsculas e Conforme representado na Fig. 3.4. 21 FONTE: (ALMEIDA, 2005) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos Estruturas Espaciais 4. Arcos 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 3.3. Discussões  Sistema Estrutural: (Pilar – Viga) X (Pórtico)  Deflexões: O pórtico apresenta menor deflexão para ambas formas de carregamento. Fig. 3.6: Deflexões, sob cargas: (a) horizontais e (b) verticais Fig. 3.5: Sistemas Estruturais: (a) Pilar - Viga e (b) Pórtico 22 FONTE: (PAULETTI, 2012) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos Estruturas Espaciais 4. Arcos 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 3.3. Discussões  Distribuição dos Esforços Solicitantes: (Pilar – Viga) X (Pórtico)  Esforços Solicitantes: O pórtico distribui melhor os esforços solicitantes. Fig. 3.5: Sistemas Estruturais: (a) Pilar - Viga e (b) Pórtico Fig. 3.7: Distribuição dos esforços solicitantes: (a) horizontais e (b) verticais 23 FONTE: (PAULETTI, 2012) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças 3.3. Discussões  Rigidez: (Pórtico)  Rigidez: Os elementos mais rígidos absorvem mais esforços. Fig. 3.8: Análise da rigidez: (a) Pórticos, (b) deflexões e (c) esforços. 24 FONTE: (PAULETTI, 2012) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas   Aplicação 2: Para o pórtico plano indicado na 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 3.9: Pórtico Plano da aplicação 2 Fig. 3.9, traçar os diagramas de esforços solicitantes. a) DEN; b) DEC e c) DMF. Sol.: 1º Passo: Reações de apoio. 2º Passo: Diagrama de Corpo – Livre, conforme Fig. 3.10. e Fig. 3.11. Fig. 3.10: Diagrama de corpo – livre das barras verticais Fig. 3.11: Diagrama de corpo – livre da barra horizontal 25 FONTE: (ALMEIDA, 2005) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 5.1: Treliça Plana 5. Treliças Planas Treliças planas são estruturas de membros delgados unidos em suas extremidades. Conforme Fig. 5.1. As treliças planas são usualmente utilizada para sustentação de telhados, sendo de geralmente de madeira ou metálicas. 5.1. Classificação Fig. 5.2: Classificação da Treliças Planas  Treliças Simples: Conforme Fig. 5.2 (a)  Treliças Compostas: Conforme Fig. 5.2 (b)  Treliças Complexas: Conforme Fig. 5.2 (c) 26 FONTE: (HIBBELER, 2013) 1. Estruturas Isostáticas Estruturas Planas 2. Vigas 3. Pórticos 4. Arcos Estruturas Espaciais 5. Treliças 6. Grelhas •5.3.   Métodos de Análise 7. Pórticos 8. Treliças Fig. 5.4: Método dos Nós  Treliças Simples:  Método dos Nós: Consiste em equilibrar os nós sucessivamente, utilizando e . Fig. 5.4.  Método das Seções (Método de Ritter): Consiste em realizar cortes em três seções e utilizando e efetuar: e . Fig. 5.5.  Método de Maxwell – Cremona. Fig. 5.5: Método das Seções  Treliças Compostas: Basta Resolver as sub – Treliças simples.  Treliças Complexas:  Método de Henneberg (Método Geral) 27 FONTE: (HIBBELER, 2013) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • ALMEIDA, M.C.F. de. Estruturas Isostáticas. São Paulo: Oficina de Textos, 2005. • BEER, F.P. et al. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. 9. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. • CAMPANARI, F.A. Teoria das Estruturas. V.1 e V.3. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1985. • HIBBELER, R.C. Análise das Estruturas. 8.ed.São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. • HIBBELER, R.C. Resistência dos Materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. • JUDICE, F.M.S.; PERLINGEIRO, M.S.P.L. Resistência dos Materiais IX. UFF, 2005. • PAULETTI, R.M. de O. Pórticos. EP-USP: Notas de Aula, 2012. • REBELLO, Y.C.P. A Concepção Estrutural e a Arquitetura. São Paulo: Zigurate Editora, 2000. • SUSSEKIND, J.C. Curso de Análise Estrutural. 11.ed. V.1. São Paulo: Globo, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR • FAY, L. Estruturas Arquitetônicas: Composição & Modelagem. Rio de Janeiro. UFRRJ: Notas de aula, 2006. • LEET, K.M. Fundamentos da Análise Estrutural. 3.ed. Porto Alegre: AMGH, 2010. • MACHADO JÚNIOR, E.F. Introdução à Isostática. São Carlos: EESC – USP, 1999. 28