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EMBRIOLOGIA

Prof. Édio
ASPECTOS GERAIS
 Embriogênse – Processo contínuo e
dinâmico que inicia com a
fecundação e encerra-se com o
nascimento.
 Didaticamente dividido em quatro
etapas:
 Fecundação
 Segmentação ou clivagem

 Gastrulação

 Organogênese
ETAPAS
FECUNDAÇÃO
(ENCONTRO DOS GAMETAS – Volta a diploidia)
Na espécie humana
 Ocorre no interior da mulher (fecundação interna)
 Nas tubas uterinas
 Encontro entre o espermatozóide e o ovócito
secundário
 Monoespérmica
 Forma o ovo ou zigoto
 Observação – Na espécie humana, o embrião
se fixa no útero (nidação) por volta do sexto
dia na segmentação (fase de blástula).
Como é evitada a
poliespermia??
 Elétrica – Forma
inicial e rápida –
Alteração do
potencial de
membrana.
 Química – Forma
permanente e
lenta – fusão dos
grânulos corticais
que impede que os
outros
espermatozóides
reconheçam a
 CÉLULAS TRONCO EMBRIONÁRIAS
 São as células chamadas totipotentes
(células capazes de formarem órgãos ou
organismos inteiros)
 Diferente de células multipotentes ou
pluripotentes – capazes apenas de se
diferenciaram em alguns tipos celulares.
(exemplo – alguns tipos de células da
medula óssea vermelha).
SEGMENTAÇÃO OU CLIVAGEM
(VOLTA A PLURICELULARIDADE)
 Mitoses sucessivas
 Células chamadas de blastômeros
 Praticamente não há aumento no
volume do embrião.
 Mórula (Embrião maciço)
 Blástula (Embrião oco)
 Blastocele (cavidade na blástula)
TIPOS DE OVOS E TIPOS DE SEGMENTAÇÃO
 Tipos de ovos
 Alécitos
 Oligolécitos –  Tipos de segmentação
Equinodermas e  Holoblástica ou total –
mamíferos. Alécitos, oligolécitos e
 Heterolécitos – heterolécitos
moluscos, anelídeos e  Meroblástica ou parcial
anfíbios. – Megalécitos e
 Megalécitos – Peixes, centrolécitos
aves e répteis.
 Centrolécitos – insetos
GASTRULAÇÃO
(Volta a especialização)
 Aumento do volume embrionário
 Arquêntero – Intestino primitivo
 Blastóporo – orifício que faz a
comunicação do arquêntero com o meio.
 Protostômico – Dá origem a boca
 Deuterostômico – Dá origem ao ânus
 Folhetos embrionários (“Tecidos”
embrionários)
 Diblásticos (dois folhetos) – Cnidários
 Triblásticos (três folhetos) – Todos os outros
com exceção dos poríferos (eles não possuem
folhetos embrionários)
Folhetos ou tecidos Vão originar
embrionários

Ectoderma Sistema nervoso e epitélios

Endoderma Vísceras (sistema respiratório e


digestório)

Todos os outros sistemas


Mesoderma
(Sistema muscular, Sistema
circulatório, Sistema
Esquelético e Sistema
urogenital) – Tecido
conjuntivo)
ORGANOGÊNESE
(VOLTA A DIVISÃO DO TRABALHO)
 NEURULAÇÃO
 ECTODERME
Placa neural (dará origem ao tubo nervoso)
 MESODERME
Notocorda (Bastão de células semi-rígido presente
no embrião dos animais cordados. Localiza-se sob
o tubo nervoso e constitui o primeiro eixo de
sustentação corporal. Nos cordados vertebrados a
notocorda desaparece, sendo substituída pela
coluna vertebral.
celoma (Cavidade interna do corpo de certos
animais, totalmente revestida por tecido
originário do mesoderma)
somitos (Cada um dos blocos de mesoderma que
se formam na região dorsal dos embriões de
vertebrados, lateralmente ao tubo neural)
Nêurula.
GÊMEOS
TIPOS OBSERVAÇÕES
Univitelínicos ou Monozigóticos Um ovócito II é fecundado e, logo nas
primeiras divisões, a uma
separação entre as células,
formando mais de um embrião que
são geneticamente idênticos.
Divitelínicos ou dizigóticos Mais de um ovócito II são liberado
pelos ovários e fecundados, dando
origem a mais de um embrião
geneticamente diferentes.

OBSERVAÇÕES – em casos
raros mais de um
espermatozóide pode
fecundar o ovócito II
dando origem a um
embrião que poderá
chegar no máximo aos
primeiros meses de vida.
GÊMEOS MONOZIGÓTICOS

GÊMEOS MONOAMNIÓTICOS
Teratogênese
 OBSERVAÇÃO: A parte de
teratogênse e de anexos
embrionários, bem como algumas
das figuras apresentadas são
cortesia do Prof. Fábio Senna.