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A Língua Portuguesa e

Inglesa ...

e o Caráter Social de sua


Veiculação
 Pesquisas feitas denunciaram o
caráter discriminatório,
desatualizado e as incorreções e
insuficiência da metodologia
didática nos conceitos. Há de se
também levar em conta toda uma
formação inadequada do professor
e suas condições de trabalho.
 Outro agravante: a maioria dos livros
didáticos impede a criatividade do
professor, tanto pelo excesso de
conteúdos - muitas vezes confuso,
desinteressante; pela inadequação
deste, em relação a vivencia diária do
aluno, rematando sua falta de interesse
pelo livro, atividades e até mesmo por
alguns professores que simplesmente o
utiliza apenas como manual diário
 Entretanto a “culpa” não pertence
tão-somente ao professor, pois a
problemática é tridimensional, no
sentido que muitas vezes, ele nem
conhece o livro proposto que lhe é
sempre imposto pela direção,
proprietário da escola e/ou da
coordenação da mesma ...
 E ainda, a compreensão se torna complicada
porque as classificações da Gramática nem
sempre procura estabelecer um vínculo de
ligação com as habilidades de leitura x
produção textual, meramente refletindo a
forma autoritária e a imposição de um
“sistema” institucional ou do corpo docente
em seus pensamentos ou convicções, ou até
mesmo daqueles que constroem esses livros
de uma forma que obrigam às respostas
“prontas” sem dar margem ao exercício da
criatividade e à pesquisa, assassinando a
linguagem, a gramática e o livre pensar e
expressão de acordo com a vivencia de cada
um inserido em sua própria realidade.
 Segundo a LDB de 1961 (CNLE), que fala da ênfase na
leitura, gerou críticas dos professores com o argumento
que essa lei fundamentaliza-se apenas no “principio do
pluralismo” de idéias e de concepções pedagógicas,
restringindo o espaço de ação do professor (Art. 3º.
Inciso III).
 “Até onde podemos observar, o ensino de línguas
estrangeiras parece estar intrinsecamente ligado a
moldagens metodológicas, sejam quais forem as bases
teóricas a elas subjacentes. Kumaravadivelu (1994,
p.29) questiona tais moldagens e propõe a condição
Pós-Método, através da quais os professores teriam
plenos poderes para construir teorias orientadas para e
a partir de sua prática em sala de aula.”
 Na prática, a LE torna-se um grande
desafio para o ensino, porque antes
conhecer uma outra linguagem, é vital
aprender aquela de nascimento – no
caso, a LP; o que o exposto
anteriormente se torna um agravante
devido às suas naturais restrições, ou
seja: sem o aprendizado correto da LP,
com seus verbos e gramática,
dificilmente o aluno terá um
aprendizado a contento da LE.
BIBLIOGRAFIA
 BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes,
 2003.
 BRUZEN, Clécio; ROXO, Roxane. Livro Didático de Língua Portuguesa como
Gênero do Discurso,
 Cultura e Estilo. In: VAL, Maria da Graça Costa; MARCUCHI, Beth. Livros
Didáticos de Língua
 Portuguesa: Letramento e Cidadania. Belo Horizonte: Ceale; Autêntica, 2005.
 INSTITUTO PAULO MONTENEGRO, Ação social do IBOPE e ONG Ação Educativa.
INAFIndicador
 Nacional de Analfabetismo Funcional. Pesquisa realizada em 2001.
 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO (MEC). Secretaria de Educação
Fundamental.
 PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais (1ª a 4ª série) – Volume II – Língua
Portuguesa. Brasília, DF:
 MEC/SEF, 1997a.
 ROJO, Roxane; BATISTA, Antônio Augusto Gomes (orgs.). Livro Didático de
Língua Portuguesa,
 SOARES, Magda. O Livro Didático como Fonte para a História da Leitura e da Formação do
Professor
CIRCUITO 3
 LICENCIATURA LETRAS
C/INGLÊS
 SEMINÁRIO EM EQUIPE
LILIAN ALVES
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