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VENTILAÇÃO

INDUSTRIAL
Prof. Helcio Villa Nova

CONCEITOS FUNDAMENTAIS
Ventilação: Deslocamento do ar, por meios naturais
e/ou mecânicos, visando a retirada ou o
fornecimento de ar a um ambiente (recinto
fechado), ou seja, a renovação do ar no mesmo.
Objetivos da ventilação:
1. Obtenção de ar com um grau de pureza e
velocidade de escoamentos compatíveis com a saúde
e o bem-estar humanos;
2. Obtenção de uma distribuição adequada do ar no
recinto;
3. Controle, dentro de certos limites, da temperatura e
umidade do ambiente.

CONCEITOS FUNDAMENTAIS
Ventilação industrial: ventilação realizada por
meios mecânicos visando os objetivos acima
(controle da emissão e exposição dos
trabalhadores a agentes químicos nocivos) no
ambiente de trabalho.

CONCEITOS FUNDAMENTAIS Os objetivos gerais da ventilação industrial podem então ser divididos conforme se segue:  Manutenção da concentração no ar de partículas tóxicas. gases e vapores abaixo de valores limites determinados em função de seus riscos à saúde humana.  Manutenção da concentração de gases e vapores no ar abaixo de valores que poderiam causar incêndio ou explosão. .

CONCEITOS FUNDAMENTAIS .

As conseqüências de uma poluição em larga escala podem manifestar-se sob a forma de graves doenças (ver páginas 1 e 2 de Macintyre). depois de captados. . dando-se a eles uma destinação adequada de modo a não contaminarem o ar exterior. sejam coletados.CONCEITOS FUNDAMENTAIS   O projeto de ventilação deve ser compatível com o grau de risco dos poluentes envolvidos e não levando-se em conta apenas aspectos econômicos (por exemplo. devese prever a utilização de filtros e equipamentos de limpeza do ar adequados). O controle da poluição por meio da ventilação requer muitas vezes que os elementos poluidores. rios e lagoas.

.CONCEITOS FUNDAMENTAIS  Ar atmosférico: mistura de gases contendo pequena quantidade de matérias sólidas em suspensão.

CONCEITOS FUNDAMENTAIS .

CONCEITOS FUNDAMENTAIS Uma redução da concentração de O2 no ar ambiente causa os seguintes problemas: 16% a 20% .) 35% das indústrias 23% de fogões domésticos  .ânsia de vômito e perda de consciência  Em um centro urbano de muito tráfego. as substancias tóxicas espalhadas no ar provêm de: 42% de veículos automotores (CO.dificuldade de respirar 11% a 16% . benzopireno. chumbo. etc.dores de cabeça 08% a 10% .

. além de bactérias e os chamados odores (gases de origem vegetal ou animal).CONCEITOS FUNDAMENTAIS Poluentes do Ar: O ar. ocasionando prejuízos à saúde humana e danos ecológicos. contém também pequenas quantidades de poeira de origem mineral. Acima de certa concentração. vegetal ou animal. estas substâncias passam a constituir poluentes ou contaminantes. mesmo considerado puro.

por correntes de ar. de poeiras.  Resultam da desintegração mecânica de substâncias inorgânicas ou orgânicas. Os principais tipos de aerossóis poluentes são: Poeiras:  Partículas sólidas com diâmetros compreendidos entre 1micro e 100 micro. . pólen e bactérias.CONCEITOS FUNDAMENTAIS Os aerossóis podem ser formados por:  Dispersão: resultado da pulverização ou atomização de sólidos ou líquidos ou resultado da suspensão.  Condensação de vapores supersaturados  Reação processada entre gases produzindo um material não volátil.

de “sprays”. nebulização. Não tendem a flocular.  Resultantes da condensação de vapores sobre certos núcleos ou da dispersão mecânica de líquidos em conseqüência de operações de pulverização. sílica. asbesto. de tinta pulverizada.01 micro) e 100 micro.1 micro(ou mesmo 0. areias finas ou material fragmentado. etc. algodão.  Exemplos: névoa de ácido sulfúrico. Névoas:  Gotículas líquidas com diâmetro entre 0. exceto se submetidas a forças eletrostáticas (mencionar filtros eletrostáticos) e precipitam-se pela ação da gravidade Exemplos: poeiras de carvão. fibras e outras. respingos. papel.CONCEITOS FUNDAMENTAIS As poeiras de dimensões maiores são às vezes designadas por particulados. de ácido crômico. etc. .

orvalho. baixa concentração de partículas líquidas de tamanho “grande” As partículas de um fog são menores do que as de um mist. isto é. dispersões de água ou gelo) . etc.CONCEITOS FUNDAMENTAIS As neblinas se acham compreendidas entre 1 micro e 50 micro e se classificam em: . . espirro de uma pessoa.mist (pulverizações..fog (cerração. atomizações. óxidos de nitrogênio e ozônio sob a ação da luz solar. O smog resulta de reações na atmosfera entre certos hidrocarbonetos.

(mencionar “febre dos fundidores” ou “febre dos latoeiros”) . PbO. geralmente após volatilização de metais fundidos. chegando mesmo a 1 micro. em geral com diâmetros inferiores a 10 micro.CONCEITOS FUNDAMENTAIS Fumos:  Partículas sólidas. etc.  Resultam da condensação de partículas em fase gasosa. e quase sempre acompanhada de oxidação. Tendem a flocular no ar (fumos metálicos) Exemplos: cloreto de amônio.

2 micro a 5micro .002 a 0. pode ocorrer também a presença de vírus (0.CONCEITOS FUNDAMENTAIS Organismos vivos:  Os mais comuns são o pólen das flores (5 a 10 micro). ou mesmo 20 micro)  Em locais confinados. os esporos de fungos  (1 a 10 micro) e as bactérias (0.05 micro) .

cigarro. papel. óleo combustível.)  Lembrar a toxicidade da fumaça do cigarro comum . carvão. etc.CONCEITOS FUNDAMENTAIS Fumaça:  Partículas com diâmetros inferiores a 1 micro  Aerossóis constituídos por produtos resultantes da combustão incompleta de materiais orgânicos (lenha.

CONCEITOS FUNDAMENTAIS Fly ash (fuligem): partículas finamente divididas de produtos da queima de carvão e óleo combustível e que são carregadas pelos gases de combustão de fornalhas e queimadores de caldeiras. .

CONCEITOS FUNDAMENTAIS .

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CONCEITOS FUNDAMENTAIS .

VALORES DE TOLERÂNCIA .

VALORES DE TOLERÂNCIA Higiene industrial: disciplina que se ocupa da prevenção. . toxicidade e comportamento de agentes químicos utilizados em processos industriais e que são potencialmente perigosos à saúde humana. avaliação e controle de riscos à saúde humana no ambiente de trabalho. reconhecimento. A higiene industrial trata principalmente das propriedades físicas.

Absorção pela pele. Inalação. . 3. 2.VALORES DE TOLERÂNCIA Vias de entrada: os trabalhadores podem ser expostos a agentes químicos de três maneiras básicas: 1. ao comer um sanduíche com as mãos sujas por um agente químico. Ingestão: por exemplo.

acgih.org) publica periodicamente uma tabela dos chamados valores limites de tolerância (threshold limit values –TLV) aos vários agentes químicos.VALORES DE TOLERÂNCIA A American Conference of Governmental Industrial Hygienists (www. . Estes valores se baseiam na toxicidade do produto químico ou no seu efeito adverso sobre o bem-estar de um trabalhador saudável.

.  Os trabalhadores podem ser expostos continuamente a estas concentrações sem efeito adverso.VALORES DE TOLERÂNCIA TLV – TWA (Threshold Limit Value – Time Weighted Average):  Concentrações ponderadas pelo tempo para uma jornada de trabalho de 8 horas e uma semana de trabalho de 40 horas.

Short Term Exposure Limit):  Concentração a qual os trabalhadores podem ser expostos continuamente somente durante um curto intervalo de tempo sem serem afetados.VALORES DE TOLERÂNCIA TLV-STEL (Threshold Limit Value .  As exposições correspondentes a um STEL não podem ser repetidas mais de quatro vezes ao dia.  Deve haver pelo menos 60 minutos de intervalo entre duas exposições sucessivas a um STEL.  Um STEL se aplica a um intervalo de tempo de 15 minutos e a concentração correspondente não deve ser excedida em nenhum instante durante o dia. estando a concentração média diária limitada ao TLVTWA. .

os valores de TLV devem ser usados como guias no controle do risco à saúde e não como se constituíssem limites precisos entre concentrações seguras e perigosas.  Segundo a ACGIH. .VALORES DE TOLERÂNCIA TLV – C (Threshold Limit Value .Ceiling):  Concentração que não deve ser excedida em qualquer instante da jornada de trabalho.

VALORES DE TOLERÂNCIA .

Este gás reduz a capacidade do sangue de transportar oxigênio até as células. podendo ser fatal. notadamente aqueles a Diesel. Os índices de tolerância são revistos à medida que avançam as pesquisas em toxicologia industrial. A poluição pelo CO se deve principalmente aos veículos automotores. Em 1992. tinha-se TWA = 25 ppm ou 29 mg/m3 para o CO.VALORES DE TOLERÂNCIA Os valores acima foram publicados em 1986. .

.VALORES DE TOLERÂNCIA 03 de julho de 1975 – o Decreto no76. 02 de julho de 1980 – a Lei Federal no6.803 dispõe sobre as diretrizes para o zoneamento industrial nas áreas críticas de poluição.386 dispõe sobre as medidas de prevenção e controle da poluição industrial de que trata o 14 de agosto de 1975 – o Decreto-Lei no1413 dispõe sobre o controle da poluição do meio ambiente provocada por atividades industriais.

.VALORES DE TOLERÂNCIA 31 de agosto de 1981 – criação da Lei Federal no6. 03 de junho de 1985 – alteração do regimento inicial do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).938 que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. 01 de junho de 1983 – Decreto no88.938 conferindo ao Ministro de Estado do Interior a coordenação geral da política nacional do meio ambiente. 15 de março de 1985 – criação do Ministério de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente.351 que regulamenta a Lei no6.

restaurantes.). . almoxarifados de produtos não tóxicos. etc.VENTILAÇÃO DILUIDORA Ventilação geral: movimentação de quantidades relativamente grandes de ar através de espaços confinados com a finalidade de melhorar as condições ambientes. Ventilação geral de ambientes “normais”: Ambientes “normais”são locais no interior da empresa onde não são instalados equipamentos industriais e onde não existem substâncias poluidoras tóxicas (escritórios. auditórios.

Controle da umidade do ar. Aquecimento do ar em climas frios. a manutenção do conforto e da eficiência do homem através do: Restabelecimento das condições ambientais do ar.VENTILAÇÃO DILUIDORA • • • • A ventilação de ambientes normais. alteradas pela presença do homem e/ou equipamentos. portanto. também chamada de ventilação para conforto ou ventilação ambiental. . Arrefecimento do ar em climas quentes. visa.

• Manutenção da concentração de gases.VENTILAÇÃO DILUIDORA Ventilação geral diluidora(ventilação para diluição): Visa a manutenção da saúde e segurança do homem através da: • Redução da concentração de aerodispersóides e particulados nocivos a um nível compatível com as exigências de salubridade. Os seguintes métodos podem ser empregados: • Admissão e exaustão naturais do ar. • Insuflação natural e exaustão mecânica. • Insuflação e exaustão mecânicas. • Insuflação mecânica e exaustão natural. vapores e poeiras inflamáveis ou explosivas dentro dos limites de segurança. . A ventilação geral diluidora se torna necessária quando não é possível capturar o contaminante antes que o mesmo se espalhe.

o processo não pode ser legitimamente denominado “ventilação” pois este não seria capaz de manter o ar interno dentro das condições prescritas para condições variáveis do ar externo. Caso não seja exercido algum tipo de controle sobre a ventilação natural. • Ventilação pela ação combinada do vento e da diferença de temperaturas.ENTRADA E EXAUSTÃO DE AR NATURAIS Ventilação Natural: • Ventilação devida ao vento. . • Ventilação devido à diferença de temperaturas entre o ar interno e o ar externo. O projeto e a localização das aberturas no prédio devem ser feitos de modo que os efeitos favoráveis do vento e da diferença de temperaturas se somem.

da ordem de milhões de quilogramas por hora. têmperas.ENTRADA E EXAUSTÃO DE AR NATURAIS Em forjas. Para se movimentar estas mesmas quantidades de ar por meios mecânicos. . seria necessário um consumo de energia altíssimo. fundições. casas de máquinas e outros locais envolvendo altas temperaturas. a ventilação natural é capaz de movimentar enormes quantidades de ar. Nestas instalações “quentes”. a ventilação mecânica deve ser usada apenas como um suplemento à ventilação natural sob a forma de cortinas de ar e ventilação local exaustora.

os principais são: • Regime dos ventos.ENTRADA E EXAUSTÃO DE AR NATURAIS A eficiência da ventilação natural depende de muitos fatores relacionados ao projeto e à utilização do edifício. • Número de galpões e forma do telhado em um edifício industrial. Em vista da grande complexidade dos fenômenos de ventilação e convecção natural. atualmente são também muito utilizados programas computacionais para o estudo e modelagem da configuração destes escoamentos. Entretanto. • Distribuição adequada das fontes de calor. . Dentre estes. • Distribuição adequada das aberturas para ventilação. eles são na maior parte das vezes investigados experimentalmente empregando-se modelos bi e tridimensionais.

• A velocidade do vento varia com a altura acima do solo segundo os fenômenos associados à camada limite hidrodinâmica.MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO Vento: movimento turbulento do ar sobre a superfície da terra em “corredores” que podem ter vários quilômetros de largura e milhares de quilômetros de comprimento. . finalmente. • A turbulência dos ventos se manifesta através de aumentos periódicos das velocidades em rajadas irregulares. um aumento gradual até a velocidade não perturbada do vento. causadas pelo aquecimento não uniforme da superfície da terra pelo sol a diferentes latitudes. • Os ventos são na verdade correntes de convecção natural em escala planetária. seguindo-se um aumento brusco e. Junto à superfície a velocidade é zero (condição de não-deslizamento).

5°a partir da horizontal. Neste caso. a velocidade do vento chega a 10% acima e 20% abaixo da velocidade média.MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO • A velocidade e direção do vento não são constantes. a direção média é 3. . • Apesar da grande variabilidade da magnitude e direção dos ventos. • Em apenas um minuto (!). conforme mostram as figuras abaixo. em alguns casos extremos estes números chegam a 90% acima e 20% abaixo da média. mas variam continuamente dentro de certos limites. dados coletados ao longo de extensos períodos tornam possível prever a direção e a velocidade média do vento em uma dada localidade para determinadas épocas específicas do ano. a direção do vento em um plano horizontal muda de 50°a 70°em torno da direção de média. • Normalmente. Entretanto. • A direção do vento em um plano vertical parece variar menos.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

• Se o edifício está diretamente exposto ao vento ou abrigado por outros edifícios.MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO Quando o vento atua sobre um edifício ou outro obstáculo qualquer. . A distribuição de pressão sobre o edifício depende de vários fatores: • Direção do vento com relação à parede. cria uma zona de compressão e outra de subpressão. • Forma geométrica do edifício.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

Define-se então o coeficiente de pressão ou número de Euler como: ∆p = p .p∞ ≡diferença entre a pressão local e a pressão não perturbada do vento ρ ≡densidade do ar V∞ ≡velocidade não perturbada do vento .MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO A razão entre a força de pressão em um ponto qualquer do edifício e a força de inércia do vento é um parâmetro importante em mecânica dos fluidos. particularmente em estudos de ventilação natural.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO Valores de Cp para um corpo em forma de paralelepípedo diretamente exposto ao vento: .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

• A pressão em uma determinada face passa de positiva a negativa quando o ângulo entre o vento e esta mesma face se torna maior do que 60°. um teto plano estará sempre sujeito a pressões negativas. . • Para o vento incidindo frontalmente ao edifício (ângulo de 0°). • Qualquer que seja a direção do vento. Esta conclusão também se aplica para tetos inclinados de não mais que 45°. pressões positivas ocorrem somente na face frontal.MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO Observar que: • Cp em um dado ponto varia com a direção do vento. Esta conclusão também é válida para ângulos de até 15°.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO Pode-se observar que: • A região de pressão positiva se estende a uma distância de até aproximadamente cinco vezes a altura do prédio a montante. . • A região de pressão negativa se estendea uma distância maior do que seis vezes a altura do prédio a jusante.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO
AO VENTO
Ao se elaborar um projeto de ventilação
natural, deve-se fazer um estudo cuidadoso da
distribuição de pressão sobre o edifício
considerando-se os principais fatores que
governam o problema:
• Magnitude e direção média do vento para a época
do ano e localidade
considerada;
• Presença de obstáculos;
• Protuberâncias no próprio edifício.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO
AO VENTO
Deve-se ainda frisar que, para o vento incidindo
frontalmente em um dado edifício, os valores numéricos
de Cp independem de Re (e, portanto, da velocidade do
vento) já que a separação da camada limite se dará
sempre nas quinas da parede frontal do prédio.
O projeto de ventilação natural deve ser tal que a
distribuição de pressão causada pelo vento promova a
renovação do ar ambiente através de aberturas
adequadas. De maneira geral, pode-se afirmar que:
• As aberturas de entrada do vento devem ser voltadas
para o lado dos ventos predominantes (zona de
compressão).

MOVIMENTO DO AR DEVIDO
AO VENTO

As saídas devem ser colocadas em regiões de
subpressão:
− Paredes laterais à fachada que recebe a ação dos
ventos predominantes;
− Parede oposta àquela que recebe os ventos
predominantes;
− Locais do telhado e coberturas onde a velocidade
o vento é maior (lanternins e clarabóias).

A força motriz do movimento é a diferença de pressão entre o ar externo e o ar interno devido à diferença de densidade que. é causada pela diferença de temperatura. serão estabelecidas correntes de convecção natural conforme explicado a seguir. por sua vez.MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA Se a temperatura no interior de um edifício for maior do que aquela do ar exterior e se houver comunicação entre ambos através de aberturas no edifício. .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

a circulação do ar entre os aquecedores leva a uma intensificação do movimento entre as regiões inferiores e superiores do edifício. .MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA No caso de haver duas fontes quentes. a circulação do ar entre os aquecedores leva a uma intensificação do movimento entre as regiões inferiores e superiores do edifício. No caso de haver duas fontes quentes.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

Este influxo é indesejável. Na figura a seguir. especialmente no verão. . pode ser verificado um influxo de ar quente deste para o galpão à esquerda. a renovação de ar é cerca de 30% mais baixa do que no caso anterior para a mesma dissipação de calor. A força motriz do movimento é a maior densidade do ar no galpão esquerdo. apesar da maior alturado galpão onde se encontra a fonte de calor.MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA Quando não houver aberturas inferiores.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

Duas aberturas adicionais são realizadas no teto do galpão aquecido.MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA    A altura do galpão aquecido é aumentada. . Duas aberturas adicionais são realizadas no galpão à esquerda.

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

COMBINAÇÃO DOS EFEITOS DO VENTO E CHAMINÉ CONTROLE DA VENTILAÇÃO NATURAL   Este controle pode ser conseguido através de quatro regras básicas. . Segunda Regra Básica: Não deve haver “correntes cruzadas” pelo edifício. isto é. correntes de ar que atravessam ou “cruzam” o edifício de uma abertura em parede de pressão positiva até uma abertura em uma parede oposta de pressão negativa. Primeira Regra Básica: A combinação dos efeitos dos ventos e chaminé deve propiciar a renovação do ar interno e a diluição dos contaminantes. enunciadas a seguir.

COMBINAÇÃO DOS EFEITOS DO VENTO E CHAMINÉ CONTROLE DA VENTILAÇÃO NATURAL .

• Largura e profundidade dos espaços entre os galpões. Este é um problema extremamente complexo já que depende de vários fatores: • Formato dos galpões.COMBINAÇÃO DOS EFEITOS DO VENTO E CHAMINÉ CONTROLE DA VENTILAÇÃO NATURAL Terceira Regra Básica: Não deve haver circulação de ar de um galpão quente para um galpão frio adjacente.  . retornando então ao próprio galpão quente. • Orientação de um galpão com relação aos demais. O ar quente na região superior do galpão quente entraria pela região superior do galpão frio.  Quarta Regra Básica: A quarta regra básica da ventilação natural diz respeito à ventilação pelo teto em prédios com múltiplos galpões.

INSUFLAÇÃO MECÂNICA E EXAUSTÃO NATURAL Pr > Patm o ar insuflado sai “naturalmente” por outras aberturas .

 Um melhor controle da pureza do arinsuflado pelo uso de filtros.INSUFLAÇÃO MECÂNICA E EXAUSTÃO NATURAL A insuflação mecânica permite:  Um bom direcionamento do ar no interior do recinto. . a pressurização do ambiente interno impede que ar contaminado de um outro recinto penetre naquele que se quer ventilar.  Além disso.

INSUFLAÇÃO NATURAL E EXAUSTÃO MECÂNICA Pr< Patm o ar exterior penetra no ambiente que se quer ventilar através de outras aberturas .

INSUFLAÇÃO NATURAL E EXAUSTÃO MECÂNICA A exaustão mecânica: • Não permite um controle adequado da qualidade do ar que penetra no recinto. . • É mais barata do que a insuflação mecânica. • Requer que o ventilador de exaustão seja localizado o mais alto possível com relação ao piso.

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

proporcionando uma melhor distribuição do mesmo no ambiente.INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO)   Curto circuito de ar:passagem direta do ar de uma abertura de admissão para a saída. causando a estagnação do ar em parte do ambiente ventilado. é mais alto. . porém. Plenum:grande câmara com ampla área desaída para o ar. O custo.

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO
MECÂNICAS (SISTEMA MISTO)

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO
MECÂNICAS (SISTEMA MISTO)

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO
MECÂNICAS (SISTEMA MISTO)
A infiltração ou exfiltração de ar do recinto pode
ser controlada (pelo menos parcialmente) por meio
do controle da pressão no interior do recinto com
relação à pressão externa. Para tal, devem-se
escolher adequadamente os ventiladores de
admissão e exaustão. Considerando-se apenas as
vazões ventiladas mecanicamente, vem:

Faz-se então: .INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) Obviamente. prefere-se que haja uma exfiltração do ar do recinto de modo a se conseguir um melhor controle da qualidade do ar interno. Em muitos casos. a diferença entre estas duas vazões representa a vazão de infiltração ou exfiltração.

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

INSUFLAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICAS (SISTEMA MISTO) .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO A DIFERENÇA DE TEMPERATURA .

Além disso.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA Há casos em que recintos industriais são poluídos por contaminantes de toxicidade não elevada (solventes) cujas fontes encontram-se distribuídas de maneira relativamente uniforme pelo recinto. a taxa de geração dos contaminantes não é grande de modo que não são requeridas vazões de ar excessivamente altas para a sua diluição. .

• O clima local é ameno de modo a não requerer o condicionamento do ar insuflado. • As emissões não ocorrem junto aos trabalhadores. • As emissões ocorrem uniformemente no tempo.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A favor: • Os contaminantes não são de toxicidade elevada. . • As fontes de emissão são dispersas no ambiente de trabalho. • Os contaminantes são principalmente vapores ou gases ou aerossóis com partículas de tamanho “respirável”. • O ar externo é menos poluído do que o ar interno.

CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA Contra: • Os contaminantes são altamente tóxicos. • As emissões contêm material particulado de grande tamanho (por exemplo. • A taxa de geração de contaminantes varia amplamente com o tempo. • As condições climáticas locais são rigorosas (haveria a necessidade de se condicionar a vazão de ventilação). • Há pessoas trabalhando logo ao redor das fontes de poluição. • As concentrações do contaminante no ar já diluído ainda causam reclamações e irritação junto aos trabalhadores. • O ar externo é mais contaminado do que o ar interno. mesmo estando abaixo dos valores TLV ou PEL. uma serraria). • As fontes de emissão são macroscópicas e localizadas. .

Não se consegue realizar uma diluição perfeita e uniforme dos contaminantes. Custo bem menor do que a ventilação local exaustora. 2. Não há uma interferência direta com as operações e os processos industriais. Os gases.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA Desvantagens: 1. 2. . Vantagens: 1. antes de atingirem o grau de diluição que lhes confira inocuidade. vapores ou fumaças que saem dos equipamentos onde são formados. podem afetar aqueles que trabalham próximos a estes equipamentos.

CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA 1. Determinação dos Níveis Aceitáveis de Exposição (Concentrações Limites) Normalmente estas concentrações limites são uma fração dos valores TLV ou PEL devido ao fato da diluição ocorrer no próprio ambiente de trabalho. formato e tamanho das partículas. composição química. • Descrição dos contaminantes incluindo temperatura. uma concentração limite de 10% do PEL é adotada muitas vezes. • Taxas de emissão ao longo do tempo. este estudo deve incluir os seguintes pontos: • Descrição acurada dos processos e operações industriais no ambiente de trabalho. . 2. A título de ilustração. Estudo das Fontes de Emissão Crucial para o bom projeto de ventilação. • Descrição acurada das fontes de emissão.

comprimento. obstruções. .Caracterização do Recinto e da Configuração do Escoamento no seu Interior. São estudadas as seguintes variáveis: • Parâmetros físicos do recinto: largura. variações do movimento ao longo do dia (diferentes máquinas ligadas. altura. etc.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA 3. etc. ventilação local exaustora.). obstáculos. É esta a etapa mais importante a fim de se estimar o valor adequado de de emissões. • Movimentação do ar no local: fontes de calor. janelas e portas abertas. (utilizar a planta do prédio). efeito de ventiladores.

comparáveis àquelas do ar de infiltração. isto é. a configuração interna do escoamento serás empre afetada até certo ponto pelas condições externas.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA 4. há portas e janelas e. invariavelmente. Portanto.5 m/s) e. . a este respeito. Estudo dos Efeitos das Condições Climáticas. Lembrar. por conseguinte. que sistemas de ventilação por diluição operam com velocidades frontais muito baixas (~0. a temperatura do ar local e os ventos podem influenciar significativamente um sistema de ventilação por diluição. A maioria dos prédios industriais é “aberta”. há frestas.

CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA
VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA
A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA

5. Caracterização da Exposição do Trabalhador e dos Procedimentos de
Trabalho:
Nesta fase da caracterização do problema, as informações a serem
levantadas incluem:
• Localização física dos trabalhadores no ambiente de trabalho;
• Tempos de exposição (“Quanto tempo cada trabalhador permanece
junto a
uma dada máquina ou fonte de emissão?”);
• Níveis de exposição (“Para cada tempo de exposição, quais são os
níveis de concentração aceitáveis? STEL, TWA, etc.?”);
• Necessidades de treinamento dos trabalhadores quanto à segurança.
Deve-se lembrar que nenhum sistema de ventilação produzirá resultados
satisfatórios se os trabalhadores não respeitarem as normas de
segurança.

CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA
VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA
A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA

6.

Determinação da Vazão de Ar de Diluição
Necessária:
Uma vez cumpridas as etapas anteriores, dispõe-se
de todas as informações necessárias à estimativa
da vazão de ar externo requerida para diluição dos
contaminantes. Lembrar ainda que para a exaustão
do ar do recinto, pode ser necessário um
tratamento final antes do seu lançamento na
atmosfera. A vazão de ar externo a ser lançada no
recinto para a diluição de um dado contaminante é
dada por

CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA
VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA
A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA

Q ≡taxa de ventilação;
q ≡taxa de geração do contaminante no recinto;
C ≡concentração permitida do poluente;
Kmix ≡fator de segurança relativo à configuração do
escoamento.

devese estudar uma outra forma de ventilação (local exaustora. valores altos de Kmix significam vazões altas com um custo também alto do sistema de ventilação por diluição (custo inicial e custo operacional). Um valor típico é Kmix= 2. O valor de Kmix varia de 1.5 a 4 na maioria dos casos embora Kmix= 10 já tenha sido usado em algumas aplicações. ou seja. . por exemplo)bem como procedera uma reavaliação dos processos industriais. Entretanto.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA Fator de Segurança Kmix Trata-se de um fator de segurança que leva em conta as condições favoráveis ou não à mistura (dispersão) do contaminante no ar do recinto. este fator reflete a eficiência de diluição do contaminante. Caso os cálculos preliminares indiquem um valor de Kmix acima de 4 para se obter a diluição desejada.

Isto pode requerer algum tipo de canalização. portanto. valores menores de Kmix podem ser tomados se algumas condições forem respeitadas: • Dirija o ar de renovação para a zona de emissão. .CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A diluição será mais eficiente e. utilize ventiladores auxiliares para dispersar as emissões e aumentar a diluição. • Distribua o ar de renovação de modo a atingir pontos não beneficiados pela ventilação natural. • Se necessário. • Posicione as bocas de exaustão o mais próximo possível das fontes de emissão. • Introduza o ar de renovação de modo que os operários estejam a montante da zona de diluição.

Este assunto será estudado mais adiante. este parâmetro é o mais difícil de ser obtido quando do estudo das fontes de emissão. Há ainda uma diferença na sua utilização na equação anterior em função de se ter um contaminante gasoso ou particulado. .CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA Taxa de Geração do Contaminante q Conforme visto anteriormente.

deve-se estudar uma outra forma de ventilação (local exaustora. este fator reflete a eficiência de diluição do contaminante.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA Fator de Segurança Kmix Trata-se de um fator de segurança que leva em conta as condições favoráveis ou não à mistura (dispersão) do contaminante no ar do recinto. valores altos de Kmix significam vazões altas com um custo também alto do sistema de ventilação por diluição (custo inicial e custo operacional). ou seja.5 a 4 na maioria dos casos embora Kmix = 10 já tenha sido usado em algumas aplicações. Entretanto. . Caso os cálculos preliminares indiquem um valor de Kmix acima de 4 para se obter a diluição desejada. O valor de Kmix varia de 1. Um valor típico é Kmix= 2. por exemplo)bem como procedera uma reavaliação dos processos industriais.

• Se necessário.portanto. Isto pode requerer algum tipo de canalização. utilize ventiladores auxiliares para dispersar as emissões e aumentar a diluição. • Introduza o ar de renovação de modo que os operários estejam a montante da zona de diluição. • Distribua o ar de renovação de modo a atingir pontos não beneficiados pela ventilação natural. • Posicione as bocas de exaustão o mais próximo possível das fontes de emissão.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A diluição será mais eficiente e. . valores menores de Kmix podem ser tomados se algumas condições forem respeitadas: • Dirija o ar de renovação para a zona de emissão.

CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA .

levemente tóxica 100 ≤TLV ≤500 ppm. Conforme mencionado anteriormente. altamente tóxica . Critérios para avaliação da toxicidade de substâncias TLV ≥500 ppm.CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA Concentração Permitida no Ambiente. não se utiliza o valor listado de tolerância pelo fato da diluição ocorrer no próprio ambiente de trabalho. moderadamente tóxica TLV ≤100 ppm. C Trata-se normalmente de uma fração dos valores de tolerância estabelecidos pelas diversas organizações.

CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA A DECISÃO PELA VENTILAÇÃO GERAL DILUIDORA .

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MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

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MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

MOVIMENTO DO AR DEVIDO AO VENTO .

CONFORTO TÉRMICO .

CONFORTO TÉRMICO .

AMBIENTE SAUDÁVEL .

AMBIENTE SAUDÁVEL .

 .APRESENTAÇÃO Visita 1. o que nos permitirá um contato maior com os efeitos da ventilação industrial. Visita técnica em uma siderurgia.