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Aplicações

Regra da Cadeia

Funções de duas variáveis

Regra da Cadeia Funções de duas variáveis slide 2 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Funções de três variáveis

Funções de três variáveis slide 3 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.
Funções de três variáveis slide 3 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Funções definidas em superfícies

• Função composta Teorema 7. e diagramas de árvore para o
Função composta
Teorema 7.
e
diagramas de árvore para
o

Diferenciação implícita revista

• Diagrama de árvore para diferenciação de w = F(x, y) com relação a x. Definir
• Diagrama
de
árvore
para
diferenciação de
w
=
F(x,
y)
com relação a x. Definir dw/dx
=
0
nos leva
a
uma fórmula
computacional
simples
para
derivação implícita
(Teorema
8).

Derivadas direcionais no plano

A derivada de

ƒ em

P 0 (x 0 ,

y 0 )

na direção do vetor

unitário u = u 1 i + u 2 j é o número

Derivadas direcionais no plano • A derivada de ƒ em P ( x , y )

contanto que o limite exista.

A

derivada

direcional

definida

acima é denotada também por

Derivadas direcionais no plano • A derivada de ƒ em P ( x , y )

pela

equação

Derivadas direcionais no plano

A taxa de variação de ƒ na direção de u no ponto P 0 é a taxa com que ƒ varia ao longo dessa reta em P 0 .

Derivadas direcionais no plano • A taxa de variação de ƒ na direção de u no

Interpretação da derivada direcional

O coeficiente angular da

curva

C

em

P 0

Interpretação da derivada direcional • O coeficiente angular da curva C em P inclinação ( PQ

inclinação (PQ); esta é a derivada direcional

é

lim

Interpretação da derivada direcional • O coeficiente angular da curva C em P inclinação ( PQ
Interpretação da derivada direcional • O coeficiente angular da curva C em P inclinação ( PQ

Cálculos e gradientes

Cálculos e gradientes • Começamos com a reta • Então, pela regra da cadeia, encontramos slide

Começamos com a reta

Então, pela regra da cadeia, encontramos

Cálculos e gradientes • Começamos com a reta • Então, pela regra da cadeia, encontramos slide

Cálculos e gradientes

Cálculos e gradientes slide 10 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.
Cálculos e gradientes slide 10 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Cálculos e gradientes

Cálculos e gradientes slide 11 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Gradientes e tangentes a curvas de nível

Se uma função diferenciável ƒ(x, y) tiver um valor constante c ao longo de uma curva lisa r = g(t)i + h(t)j (fazendo da curva uma curva de nível de ƒ), então ƒ(g(t), h(t)) = c. Derivar ambos os lados dessa equação em relação a t leva às equações

Gradientes e tangentes a curvas de nível • Se uma função diferenciável ƒ ( x ,

Gradientes e tangentes a curvas de nível

O gradiente de uma função diferenciável de duas variáveis em um ponto é sempre normal à curva de nível da função que se passa por aquele ponto.

Gradientes e tangentes a curvas de nível • O gradiente de uma função diferenciável de duas

Gradientes e tangentes a curvas de nível

Gradientes e tangentes a curvas de nível Planos tangentes e retas normais • Se r =

Planos tangentes e retas normais

Se

r

=

g(t)i

+

h(t)j

+

superfície de nível

ƒ(x,

k(t)k é

y,

z)

=

uma

curva lisa

na

c

de

uma função

diferenciável ƒ, então ƒ(g(t), h(t), k(t)) = c.

Planos tangentes e retas normais

Diferenciando ambos os lados dessa equação com relação a t, temos

Planos tangentes e retas normais • Diferenciando ambos os lados dessa equação com relação a t

Planos tangentes e retas normais

Planos tangentes e retas normais • O gradiente ƒ é ortogonal ao vetor velocidade de toda

O gradiente

ƒ é ortogonal ao vetor velocidade de

toda curva lisa na superfície passando por P 0 . O

vetor velocidade em P 0 , portanto, está em um plano comum, que denominamos plano tangente em P 0 .

Planos tangentes e retas normais • O gradiente ƒ é ortogonal ao vetor velocidade de toda

Planos tangentes e retas normais

Planos tangentes e retas normais slide 17 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.
Planos tangentes e retas normais slide 17 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Planos tangentes e retas normais

Planos tangentes e retas normais slide 18 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.
Planos tangentes e retas normais slide 18 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Como linearizar uma função de duas variáveis

Se ƒ é diferenciável em (x 0 , y 0 ), então o valor de ƒ em qualquer ponto (x, y) próximo é aproximadamente ƒ(x 0 , y 0 ) + ƒx(x 0 , y 0 )x + ƒy(x 0 , y 0 )y.

Como linearizar uma função de duas variáveis • Se ƒ é diferenciável em ( x ,

Como linearizar uma função de duas variáveis

Como linearizar uma função de duas variáveis slide 20 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.
Como linearizar uma função de duas variáveis slide 20 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Valores extremos e pontos de sela

Funções contínuas de duas variáveis assumem valores extremos em domínios fechados e limitados (veja as figuras abaixo).

Valores extremos e pontos de sela • Funções contínuas de duas variáveis assumem valores extremos em
Valores extremos e pontos de sela • Funções contínuas de duas variáveis assumem valores extremos em

Testes de derivada para valores extremos locais

Seja ƒ(x, y) definida em uma região R que contém o ponto (a, b).

Então

1.

ƒ(a, b) é um valor máximo local de ƒ se ƒ(a, b) ≥ ƒ(x,

  • y) para todos os pontos (x, y) do domínio em um

disco aberto centrado em (a, b).

2.

ƒ(a, b) é um valor mínimo local de ƒ se ƒ(a, b) ≤ ƒ(x,

  • y) para todos os pontos (x, y) do domínio em um

disco aberto centrado em (a, b).

Testes de derivada para valores extremos locais

Um máximo local ocorre em um pico da montanha e um mínimo local ocorre em um ponto baixo de vale.

Testes de derivada para valores extremos locais • Um máximo local ocorre em um pico da

Testes de derivada para valores extremos locais

Testes de derivada para valores extremos locais • Um ponto interior do domínio de uma função

Um ponto interior do domínio de uma função ƒ(x, y) onde tanto ƒ x como ƒ y sejam zero ou onde ƒ x ou ƒ y ou ambas não existam é um ponto crítico de ƒ.

Uma função diferenciável ƒ(x, y) possui um ponto de sela em um ponto crítico (a, b) se em todo disco aberto centrado em (a, b) existirem pontos (x, y) do domínio onde ƒ(x, y) > ƒ(a, b) e pontos (x, y) do domínio onde ƒ(x, y) < ƒ(a, b).

Testes de derivada para valores extremos locais

Pontos de sela na origem.

Testes de derivada para valores extremos locais • Pontos de sela na origem. slide 25 ©
Testes de derivada para valores extremos locais • Pontos de sela na origem. slide 25 ©

Testes de derivada para valores extremos locais

Testes de derivada para valores extremos locais slide 26 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Máximos e mínimos absolutos em regiões fechadas e limitadas

Organizamos a procura por extremos absolutos de uma

função contínua

ƒ(x,

y)

em

uma

limitada R em três passos:

região

fechada e

1.

Liste

os pontos interiores

de

R

onde

ƒ

possa ter

máximos e mínimos locais e calcule ƒ nesses pontos.

  • 2. Liste os pontos da fronteira de R onde ƒ tem máximos e mínimos locais e calcule ƒ nesses pontos.

  • 3. Procure nas listas pelos valores máximo e mínimo de ƒ.

Máximos e mínimos absolutos em regiões fechadas e limitadas

Máximos e mínimos absolutos em regiões fechadas e limitadas slide 28 © 2013 Pearson. Todos os

Método dos multiplicadores de Lagrange

O método

diz

que

os

valores extremos de uma

função ƒ(x, y, z) cujas variáveis estejam sujeitas a uma restrição g(x, y, z) = 0 devem ser encontrados na superfície g = 0 entre os pontos onde

Método dos multiplicadores de Lagrange • O método diz que os valores extremos de uma função

para algum escalar (denominado multiplicador de Lagrange).

Método dos multiplicadores de Lagrange • O método diz que os valores extremos de uma função

Método dos multiplicadores de Lagrange

Método dos multiplicadores de Lagrange slide 30 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.
Método dos multiplicadores de Lagrange slide 30 © 2013 Pearson. Todos os direitos reservados.

Fórmula de Taylor para funções de duas variáveis

Fórmula de Taylor para funções de duas variáveis slide 31 © 2013 Pearson. Todos os direitos
Fórmula de Taylor para funções de duas variáveis slide 31 © 2013 Pearson. Todos os direitos

Fórmula de Taylor para funções de duas variáveis

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