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SERVIÇO SOCIAL

E PROJETO
ÉTICO-
POLÍTICO

SERVIÇO SOCIAL

Profissão de caráter sócio-político,
inserida no campo das Ciências Sociais e
Humanas que utiliza conhecimentos teóricos
diversificados para
investigar, analisar e intervir
nas múltiplas expressões da
Questão Social
( conjunto de desigualdades
produzidas na sociedade).

SERVIÇO SOCIAL
O cenário comtemporâneo traz como desafio
romper com uma visão endógena e
focalista da profissão.
“ Extrapolar o Serviço Social” para melhor apreendê-lo
na história da sociedade da qual ele é parte e
expressão” ( Iamamoto,1997).
As possibilidades de intervenção estão colocadas na
realidade, cabendo aos AS apropriarem-se dessas
possibilidades como sujeitos históricos e transformá-las
em projetos de intervenção.
A AS deve ter “competência para propor, negociar,
defender seu campo de trabalho, suas qualificações e
funções profissionais... Ir além das rotinas
institucionais e buscar apreeender o movimento da
realidade para detectar tendências e possibilidades”.
( Iamamoto,1997).

buscando ser propositivo. Requer posicionamento interdisciplinar em sua atuação e participação junto às diferentes entidades de controle social ( Conselhos de Direitos). construir propostas de trabalho criativas e capazes de garantir e efetivar os direitos e o exercício da cidadania. SERVIÇO SOCIAL O Assistente Social deve utilizar os diversos conhecimentos das ciências sociais e humanas para decifrar a realidade social. visando fortalecer seu compromisso ético e político na busca de uma sociedade com maior justiça e equidade social. .

consolidou-se nos anos 90 pelo amadurecimento político- organizativo da categoria através de suas entidades e de seus fóruns deliberativos. A gênese do Projeto Ético-Político do Serviço Social brasileiro está localizado na segunda metade do anos 70. avançou nos anos 80. PROJETO ÉTICO – POLÍTICO “ É uma projeção coletiva que envolve sujeitos individuais e coletivos em torno de uma determinada valorização ética que está intimamente vinculada a determinados projetos societários presentes na sociedade que se relacionam com os diversos projetos coletivos ( profissionais ou não ) em disputa na mesma sociedade”. Contudo está dialeticamente em construção. .

. COMPONENTES DO PROJETO ÉTICO-POLÍTICO  A dimensão da PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS NO INTERIOR DO SERVIÇO SOCIAL – onde se apresentam os processos reflexivos do fazer profissional. Esta dimensão investigativa da profissão não comporta posturas teóricas conservadoras. cujos pressupostos filosóficos tem por horizonte a manutenção da ordem.

ou seja. O Projeto Ético-Político ( como uma projeção) pressupõe. em construção e em permanente tensão e conflito. aberto.profissionais. em si mesmo. demais associações político . um espaço democrático. O conjunto CFESS / CRESS. a ABEPSS. o pluralismo de idéias no seu interior. DA’s e ENESSO. Tal constatação indica a coexistência de diferentes concepções do pensamento crítico. além do movimento estudantil – CA’s. . COMPONENTES DO PROJETO ÉTICO-POLÍTICO  Dimensão POLÍTICO-ORGANIZATIVA DA PROFISSÃO – assenta-se tanto nos fóruns de deliberação quanto entidades representativas da profissão.

. a Lei de Regulamentação da Profissão ( Lei 8. Da Ordem Social da Constituição Federal de 1988 e àquelas voltadas à garantia e viabilizaçãode direitos. o conjunto de leis advindas do Cap. COMPONENTES DO PROJETO ÉTICO-POLÍTICO  Dimensão JURÍDICO-POLÍTICA DA PROFISSÃO – envolve um conjunto de leis e resoluções. documentos e textos políticos consagrados nos meios profissionais. Estão o Código de Ética Profissional ( 1993 ). Também.662/93 ) e as novas Diretrizes Curriculares ( 1996).

atividades complementares.DIRETRIZES CURRICULARES PARA O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Princípios da Formação profissional: • Flexibilidade e dinamicidade dos currículos. . • Compreensão da Ética como eixo formador. estágio. expressos nas disciplinas e outros componentes – oficinas. histórico e metodológico da realidade social. • presença da interdisciplinaridade. • Adoção de teoria social crítica. • Estabelecimento de dimensões investigativa e interventiva. • Rigoroso trato teórico. • Exercício do Pluralismo. • Indissociabilidade entre Supervisão acadêmica e profissional nas atividades de Estágio. seminários temáticos. pesquisa e extensão. • Indissociabilidade – ensino.

. pesquisa. teórica.DIRETRIZES CURRICULARES PARA O CURSO DE SERVIÇO SOCIAL A Lógica Curricular sustenta-se no tripé :  NÚCLEO DE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA VIDA SOCIAL ( compreende os fundamentos teórico- metodológicos e ético-políticos para conhecer o ser social enquanto totalidade histórica) .  NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO SÓCIO- HISTÓRICA DA SOCIEDADE BRASILEIRA ( remete à compreensão da sociedade e análise do significado do Serviço Social em seu caráter contraditório no bojo das relações sociais). planejamento e administração .  NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DO TRABALHO PROFISSIONAL ( compreende todos os elementos constitutivos do Serviço Social como especialização do trabalho: trajetória histórica. estágio. metodológica e técnica.

interpretando ou não. Ao atuar no movimento contraditório das classes. embutimos determinada direção social entrelaçada por uma valoração ética específica. PROJETO ÉTICO – POLÍTICO Vinculado a um projeto de transformação da sociedade. das mais simples às intervenções mais complexas. assessorias /consultorias. grupos. impõe uma dimensão política da intervenção profissional. imprimi uma direção social às ações profissionais e favorece a um ou outro projeto societário. Tendo consciência ou não. processos de supervisão. planejamento de serviços. dirigimos nossas ações favorecendo interesses sociais distintos e contraditórios. . Na diversidade de ações do cotidiano da prática profissional – atuação em plantões de atendimentos.

o reconhecimento da liberdade como valor ético central. sem dominação e exploração de qualquer natureza. que propõe a construção de uma nova ordem social. daí o compromisso com a autonomia a emancipação e a plena expansão dos indivíduos sociais. . estão explícitos os compromissos assumidos pelo coletivo da categoria profissional. PROJETO ÉTICO – POLÍTICO No Projeto Ético-Político do Serviço Social. Tem em seu núcleo. O projeto profissional vincula-se a um projeto societário de transformação.

se buscava expressar a articulação da organização da categoria e do debate da formação profissional com a concepção ético-política do fazer profissional. que exige teor teórico-normativo. com o Código de Ética de 1986 se deu a virada histórica. É certo que. sem dúvidas. Também os avanços quanti-qualitativos na produção teórica foram fundamentais. Tratou-se da primeira tentativa de tradução não só legitima como legal da inversão ético-política amarrando seus compromissos aos das classes trabalhadoras. CÓDIGO DE ÉTICA . Contudo. . com o funcionalismo e estrutural-funcionalismo.1993 Antecedentes : Nos anos 80. “de qual lado” estávamos. soava mais como uma carta de princípios e de compromissos ideo-políticos do que com um Código de Ética. pois com ele se deu a ruptura ética e ideo-política do Serviço Social com a perspectiva neotomista. expressava de forma explicita.

outros profissionais. Operacionaliza a mediação entre as dimensões do privado e público no plano da profissão.1993 Resgata o sentido autêntico da Ética. Isto equivaleu a prever direitos e deveres que se circunscrevem no amplo leque de necessidades e exigências individuais frente às demandas coletivas. CÓDIGO DE ÉTICA . direitos e deveres estes determinados também pela especificidade técnica e política do processo de trabalho do Serviço Social. no seu papel simultâneo de articulação e regulação dos componentes técnico e político do fazer profissional. onde se deflagram diferentes contradições resultantes do conflito entre individual e coletivo. instituições. etc. . Compatibiliza a instância dos direitos individuais de proteção do exercício profissional com os deveres suscitados na relação com os usuários.

ANAS e SESSUNE das bases objetivas para a superação das fragilidades do Código de 1986 e sua consequente reelaboração. . ABESS. sem perder suas conquistas quanto ao posicionamento ético e político. que elegeu valores os presentes nos movimentos progressistas da sociedade : liberdade. 7º CBAS (1992 ). justiça. XX Encontro Nacional CFESS / CRESS (1992). igualdade. o amadurecimento intelectual – teórico-político. levou à incorporação pela categoria e pelas entidades representativas– CFESS. XII ENESS (1992 ). solidariedade. cidadania. democracia.1993 Construído nos fóruns profissionais. CÓDIGO DE ÉTICA . com destaque para: Seminário Nacional de Ética (1991). Encontros Estaduais . gerado pelo debate nacional acerca dos equívocos expressos no Código de 1986.

.1993 Segundo Barroco (2001) é a partir de 1993. que o Código de Ética passa a ser uma referência dos encaminhamentos práticos e do posicionamento político dos Assistentes Sociais em face da política neoliberal e de seus desdobramentos para o conjunto dos trabalhadores. CÓDIGO DE ÉTICA . a partir da década de 60”. É nesse contexto que o projeto profissional de ruptura começa a ser definido como projeto ético-político referendado nas conquistas dos dois Códigos ( 1986 e 1993 ). nas revisões curriculares de 1992 e 1996 e no conjunto de seus avanços teórico-práticos construídos no processo de renovação profissional.

uma entidade com personalidade jurídica e forma federativa.1993 O novo Código de Ética – 1993. assegurou objetivamente competências e atribuições privativas do Assistente Social e alterou a denominação dos órgãos de fiscalização do exercício profissional – Conselho federal de Serviço Social – CFESS e Conselhos Regionais de Serviço Social – CRESS ‘s. com o objetivo básico de disciplinar e defender o exercício da profissão de Assistente Social. CÓDIGO DE ÉTICA . da Lei de Regulamentação da Profissão do Assistente Social que. . constituindo-os. em seu conjunto. dentre outras modificações. pôs em movimento a necessidade de renovação / atualização.

com encadeamentos internos complementares entre si. Os onze princípios ético-profissionais do Serviço Social foram elaborados dentro de uma lógica que os articula. .1993 Define valores e compromissos éticos e profissionais através da explicitação de seus princípios e estabelece um conjunto de regras jurídico-legais que devam orientar as atitudes e posturas concernentes a situações emblemáticas do processo de trabalho do Assistentes Sociais . prevista e traduzidas na forma de artigos. CÓDIGO DE ÉTICA . o que acrescenta dialeticamente a cada um novos sentidos e proposições.

enquanto socialização da participação política e da riqueza socialmente produzida.  Defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do arbítrio e do autoritarismo . . com vistas à garantia dos direitos civis. emancipação e plena expansão dos indivíduos sociais. considerada tarefa primordial de toda a sociedade. políticos e sociais das classes trabalhadoras.  Defesa do aprofundamento da democracia. CÓDIGO DE ÉTICA .  Ampliação e consolidação da cidadania. obedecendo a ordem do geral ao particular :  Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas a ele inerentes: autonomia.1993 Princípios : São eles.

sem dominação .  Empenho na eliminação de todas as formas de preconceito. e do compromisso com o constante aprimoramento intelectual.exploração de classe.1993 Princípios :  Posicionamento em favor da eqüidade e justiça social. à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças. .  Garantia do pluralismo. o respeito à diversidade. bem como sua gestão democrática. através do respeito às correntes profissionais democráticas existentes e sua expressões teóricas.  Opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária. de modo a assegurar a universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas e políticas sociais. etnia e gênero. CÓDIGO DE ÉTICA .

nem discriminar por questões de inserção de classe social. etnia. idade e condição física.  Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o aprimoramento intelectual na perspectiva da competência profissional. CÓDIGO DE ÉTICA . sem ser discriminado. opção sexual. . nacionalidade.1993 Princípios :  Articulação com os movimento sociais de outras categorias profissionais que partilhem dos princípios desse Código e com a luta geral dos trabalhadores. gênero. religião.  Exercício do Serviço Social.

aplicação e cumprimento do Código.1993 Título I : Disposições Gerais Título II :Dos Direitos e das responsabilidades gerais do AS Título III : Das Relações profissionais Capítulo I : Das relações com os usuários Capítulo II : Das relações com as instituições emprega- doras e outras Capítulo III : Das relações com Assistentes Sociais e outros profissionais Capítulo IV : Das relações com entidades da categoria e demais organizações da sociedade civil Capítulo V : Do sigilo profissional Capítulo VI : Das relações do Assistente Social com a Justiça Título IV : Da observância. penalidades. . CÓDIGO DE ÉTICA .

. juntamente com o Decreto 994 de 15 de maio de 1962. Em virtude das mudanças ocorridas na sociedade e na categoria um novo aparato jurídico se fez necessário de forma a expressar os avanços da profissão. regulamentou a profissão Serviço Social no Brasil. E. competências e atribuições privativas do Assistente Social .252.LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO Antecedentes: Em 27 de agosto de 1957 com a Lei 3. Hoje a profissão encontra-se regulamentada pela Lei 8.662 de 07 de junho de 1993 que legitima o Conselho Federal de Serviço Social – CFESS e Conselhos Regionais – CRESS’s. define em seus Artigos 4º e 5º. respectivamente.

662.LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO A Lei de Regulamentação da Profissão - Lei 3. Em 07/06/1993. técnico-operativas e ético- políticas assumidas pela categoria profissional. . entre outras modificações. assegurou objetivamente competências e atribuições privativas do Assistente Social e alterou a denominação dos órgãos de fiscalização do exercício profissional– CFESS e CRESS’s. a LEI 8.852 /57 sofreu um profundo processo de renovação face às exigências impostas pela profissão a partir das dimensões teórico-metodológicas.

V – orientar indivíduos e grupos de diferentes segmentos sociais na identificação dos recursos e fazer uso em defesa de seus direitos. coordenar. organizar e administrar benefícios e Serviço Social. II – elaborar. e prestar orientação social a indivíduos. executar e avaliar planos. . grupos e a população. empresas.LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO Art. programas e projetos no âmbito de atuação do SS com a participação da sociedade civil. executar e avaliar políticas sociais ( administração pública. 4º COMPETÊNCIAS do AS: I – elaborar. implementar. entidades. III – encaminhar providências. organizações populares). VI – planejar.

. XI – realizar estudos sócio-econômicos com usuários para fins de benefícios e serviços sociais junto a órgãos da administração pública direta e indireta. empresas privadas e entidades. VIII – prestar assessoria e consultoria a orgãos da administração direta e indireta . organização e administração de Serviços Sociais e de Unidade de Serviço Social. 4º COMPETÊNCIAS do AS: V II – planejar. políticos e sociais da coletividade. X – planejamento. IX – prestar assessoria e apoio aos movimentos sociais em matéria relacionada às políticas sociais e no exercício e na defesa dos direitos civis. executar e avaliar pesquisas para análise da realidade social e subsidiar ações profissionais. empresas privadas e outras entidades. LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO Art.

programas e projetos na área de Serviço Social. . empresas privadas e entidades.elaborar. LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO Art. V – assumir. supervisionar e avaliar estudos. perícias técnicas. em matéria de Serviço Social. informações e pareceres sobre matéria de Serviço Social. III – prestar assessoria e consultoria a orgãos da administração direta e indireta . executar. organizar e administrar programas e projetos em Unidade de Serviço Social. planos. IV – realizar vistorias. II – planejar. 5º ATRIBUIÇÕES PRIVATIVAS do AS: I – coordenar. laudos periciais. no magistério de Serviço Social – graduação e pós-graduação – disciplinas e funções que exijam conhecimentos próprios e adquiridos em curso de formação regular.

. presidir e compor bancas de exames e comissões julgadoras de concursos ou outras formas de seleção para AS. X – coordenar seminários. VIII – dirigir e coordenar associações. encontros. I X– elaborar provas. LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO Art. XI – fiscalizar o exercício profissional através dos Conselhos federal e Regionais.núcleos centros de estudo e de pesquisa em Serviço Social. congressos e eventos assemelhados sobre assuntos de Serviço Social. 5º ATRIBUIÇÕES PRIVATIVAS do AS: VI – treinamento. VII – dirigir e coordenar Unidades de Ensino e Cursos de Serviço Social – graduação e pós-graduação. avaliação e supervisão direta de estagiário de Serviço Social.

5º ATRIBUIÇÕES PRIVATIVAS do AS: XII – dirigir serviços técnicos de Serviço Social em entidades públicas e privadas. LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO Art. XII – ocupar cargos e funções de direção e fiscalização da gestão financeira em órgãos e entidades representativas da categoria profissional .

► Estágio sem Supervisão. ► Assistente Social em atuação profissional e em débito com as anuidades do CRESS. ► Leigo assinando por Assistente Social. ► Leigo assumindo funções de Assistente Social ► Assistente Social em atuação profissional sem a devida inscrição no CRESS de seu Estado. ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL Situações comuns de infração da Lei de Regulamentação que merecem fiscalização do CRESS: ► Uso indevido da expressão “ Serviço Social “. .

data ou período. ► Deve conter : nome e qualificação do denunciante e denunciado. ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL Denúncias sobre irregularidades Éticas à Comissão permanente de Ética do CRESS: ► A denúncia é a comunicação formal de uma situação em que a atuação do profissional não está em conformidade com a Lei de Regulamentação ou o Código de Ética. ► Pode ser apresentada por Assistente Social. usuário. nome de pessoas. ► Prova documental que possa servir à apuração do fato e sua autoria . . ► Indicação dos meios de prova de que pretende se valer para provar o alegado. profissionais e instituições envolvidas. incluindo local. entidade ou qualquer interessado. descrição do fato.

por qualquer pessoa. ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL Penalidades previstas no Código de Ética aplicáveis em casos de Denúncias Éticas: ► Multa. Desagravo Público Instrumento utilizado pelo AS que se sentir ofendido. Para fazer uso. deve relatar por escrito a situação de ofensa e entregar no CRESS. ► Advertência pública. . em sua honra profissional. se realiza o Ato de Desagravo Público – realizado em local público e divulgado para toda sociedade. ► Advertência Reservada. ► Cassação do Registro Profissional. Após apuração e parecer. ► Suspensão do exercício profissional.