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Ministrante:
MARIA AUXILIADORA SAMPAIO

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s ? nstituiçã ederal, de 1998;


s ? nstituiçã d stad d Pará, de 1999;
s Lei ederal nº 8.443/92;
s Lei Orgânica d ribunal de ? ntas da Uniã ;
s Lei ? leentar nº 12/93, alterada ela Lei ? leentar n°
20/94;
s Lei Orgânica d ribunal de ? ntas d stad d Pará; At n°
24/1994;
s Regient d ribunal de ? nstas d stad d Pará;
s Lei ederal nº 4.320/64;
s Decret Lei nº 200/67; Instruçã  rativa S nº 01/97.

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 das as ess as que utilize recurs s blic s estã brigadas a


justificar seu b  e regular ereg na c nf ridade das leis,
regulaent s e n ras eanadas das aut ridades
adinistrativas, u seja, t d s quant s, de qualquer  d ,
adinistre u seja res nsáveis  r dinheir s, bens e val res
blic s, estã sujeit s a Prestaçã de ? ntas. S ente  r
decisã d s ribunais de ? ntas  de s res nsáveis ser
liberad s dessa res nsabilidade.
MODALIDADS

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s Se s Pr cess s c ntê s eleent s de c  siçã


necessári s, c nf re legislaçã vigente, ara eritir
ac anhaent e a fiscalizaçã rçaentária e financeira  r
arte d s órgã s de c ntr le intern e extern ;
s Se s Pr cess s sã  ntad s, individualente, nuerad s n
órgã de rige, bedecida a seqüência nu rica;
s Se Pr cess de Prestaçã de ? ntas, de cada erí d , está
c nstituíd de c r vantes riginais das receitas e desesas,
cuja aut rizaçã deve c nstar exressaente d s aut s
r cessuais;
s Se s d cuent s c r batóri s da receita e desesa fica
arquivad s n órgã de ? ntabilidade e à dis siçã das
aut ridades res nsáveis el c ntr le intern e extern ;
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s Se s d cuent s referentes à Prestaçã de ? ntas c ntê


dia, ês e an e que f i realizada a desesa;
s Se s d cuent s referentes à Prestaçã de ? ntas nã c ntê
rasuras u eendas;
s Se s c r vantes estã e n e d Órgã /ntidade;
s Se, ara cada Pr cess , c nsta n s c r vantes a declaraçã ,
de que de direit , d recebient d aterial u d serviç ;
s Se está send bservada a legislaçã tributária ertinente a
desesa;
s Se está send bservada a classificaçã c ntábil ertinente;
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s Se s Pr cess s estã aarad s nas legislações de Licitações e
? ntrat s; Regie Jurídic
nic u statut , Lei ederal
nº4.320/64 u Lei ederal nº 6.404/76 e legislações tributárias
ertinentes, c nf re cas ;
s Se n r cess de desesa há Pr cess Licitatóri u
d cuentaçã hábil c r vand as razões ara
ebasaent legal da esa, assi c  desach d
res nsável ara disensála u nã exigila;
s Se há instruent c ntratual u utr instruent jurídic
anál g celebrad n erí d ;

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O res nsável  de ser ultad de at 100% d val r atualizad d dan
causad a erári estadual, n s cas s de:
 ? ntas julgadas irregulares:
 Grave infraçã à n ra legal u regulaentar de natureza c ntábil,
rçaentária, eraci nal e atri nial;
 Injustificad dan a erári , dec rrente de at de gestã ilegíti u
antiec nôic ;
 ã atendient d s raz s fixad s n Regient d ?PA;
 Obstruçã a livre exercíci das inseções e audit rias deterinadas
el ?PA;
 S negaçã de r cess , d cuent u inf raçã , e inseções
u audit rias realizadas el ?PA, u s licitadas el Plenári u Relat r
da referida ? rte;

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 Reincidência de descurient de deterinaçã d ?PA;


 Descurient de raz estabelecid n Regient d ?
PA ara reeter a restaçã de c ntas e at s sujeit s à sua
fiscalizaçã ;
 Deixar de dar curient à decisã d ?PA, salv  tiv
justificad ;
 ransferir recurs s estaduais a beneficiári s iss s na
restaçã de c ntas de recurs s anteri rente recebid s u que
tenha dad causa a erda, extravi u utra irregularidade de
que resulte dan a erári estadual, ainda nã ressarcid ;

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 ? ntas c nsideradas regulares c  ressalva, quand as esas


evidenciare ir riedades u qualquer utra falha de
natureza f ral, u, ainda, a rática de at de gestã ilegal,
ilegíti u antiec nôic que nã seja de natureza grave e que
nã reresente injustificad dan a erári .

s ]|  :
s At nº 24 de 08/03/94 (Regient d ?PA), c  as
alterações d s At s 26 e 28, art. 107, art. 232, 233, incis I,
alínea ´aµ e ´bµ, incis II, III, IV, V e VI, e §§ 1º, 2º e 3º.

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O res nsável  de ser ultad de at il vezes Mai r Val r de
Referência, u utr val r unitári que venha a substituíl , e
virtude de dis sitiv legal suerveniente, e c nf ridade c 
a Lei Orgânica d ?PA, art. 74, n s cas s de:
 ? ntas julgadas irregulares de que nã resulte d bit , n s ter s
d artig 41, arágraf nic , da Lei acia referida;
 At raticad c  infraçã à n ra legal u regulaentar de
natureza c ntábil, financeira, rçaentária, eraci nal e
atri nial;
 At de gestã ilegíti u antiec nôic de que resulte
injustificad dan a erári ;
 ã atendient , n raz fixad , se causa justificada, à
diligência d Relat r u à decisã d ?PA;

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 Obstruçã a livre exercíci das inseções e audit rias


deterinadas;
 S negaçã de r cess , d cuent u inf raçã , e
inseções u audit rias realizadas el ?PA, u s licitad s
el Plenári u Relat r;
 Reincidência n descurient de deterinaçã d ?PA;
 Descurient de raz s estabelecid s n Regient d
?PA.

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O res nsável  de s frer cuulatividade de sanções (inabilitaçã


ara exercíci de carg e c issã u funçã de c nfiança
n âbit da adinistraçã blica estadual e ena de deissã ,
n cas de servid r),  dend ?PA:
 Alicar sançã a res nsável que tenha suas c ntas julgadas
irregulares,  r ai ria de d is terç s de seus ebr s
(Regient ² art. 236).

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O res nsável  de ser c res nsabilizad se ebarg d s
r cedient discilinares. este cas , ficará sujeit a res nder
s lidariaente, a aut ridade adinistrativa c etente e/ u s
res nsáveis el c ntr le intern que, a t are
c nhecient de qualquer irregularidade u ilegalidade, nã
dere ciência, de iediat , a ?PA (Lei Orgânica ² art. 33 e
68).

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O raz ara rec lhient da ulta fixad e 30
dias, a c ntar da ublicaçã da decisã n DO,  dend ser
r rr gad , ediante edid escrit e justificad d interessad ,
send que, quand nã ag n seu vencient , será atualizad
 netariaente na data d efetiv agaent .
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VIDAS  RSPOSAS
1· É funçã d Agente Pblic de ? ntr le elab rar a
restaçã de c ntas?
È ã . O AP? deve exercer c ntr le, ediante análise
e ac anhaent d s r cess s, verificand as
inc rreções, endências e r  nd s luções. este
sentid , AP? nã elab ra,  r ser esta ua funçã de
execuçã da área esecífica.
3· A que c ete instaurar a  ada de ? ntas?
È  s Órgã s e ntidades, c  regra, a rdenad r de
desesa rincial.  cas de c nvêni s, a órgã
reassad rß
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VIDAS  RSPOSAS
4· Quand alicar PAD (Pr cess Adinistrativ Discilinar) e a
 ada de ? ntas?
È O PAD instruent destinad a aurar res nsabilidade de
servid r  r infraçã raticada n exercíci de suas atribuições,
u que tenha relaçã c  as atribuições d carg e que se
enc ntre investid . A  ada de ? ntas u r cess de
natureza exceci nal el qual a Adinistraçã aura
res nsabilidade  r issã n dever de restar c ntas u
dan causad a erári , visand a ressarcient d d bit . (Lei
stadual nº 5.810/94  RJU, art. 204 e Decret lei nº 200/67,
art.84)
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VIDAS  RSPOSAS
5· P r que rdenad r de desesa res nde elas c ntas es
de is de ex nerad d carg ?
È a realidade, rdenad r de desesa s ente se des nera
de is de julgadas as c ntas regulares el ?PA, vist que
ele res nde ela sua execuçã .

6· Se adinistrad r assuir ua Instituiçã que esteja c  as


c ntas iugnadas,  derá receber n v s recurs s aós a
instauraçã da  ada de ? ntas e encainhaent d
r cess d ?PA?
È Si, desde que, ficand na brigaçã de c r var,
eri dicaente, a c ncedente, r sseguient das
r vidências ad tadas, s b ena de ret rn à situaçã de
inadilência.
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VIDAS  RSPOSAS

7· Há rescriçã de  ada de ? ntas?


È ã ,  r  existe decisões aditind a rescriçã el
Direit ?ivil, aós 10 an s d d bit , se nã h uver dan .

8· ?  instaurar ua  ada de ? ntas?


È Mediante  rtaria, instituind ua c issã .
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VIDAS  RSPOSAS

9· O que a aut ridade deve fazer ara evitar a instauraçã de


 ada de ? ntas?
È Buscar sanar  tiv , u el ressarcient a erári u ela
restaçã de c ntas. A  ada de ? ntas c nsiderada edida
de exceçã e, c  tal, s ente será instaurada de is de
esg tadas as r vidências adinistrativas que bjetive
ressarcient a rári , u seja, a rearaçã d dan . Send
rejuíz ressarcid , disensada a instauraçã de  ada de
? ntas.
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VIDAS  RSPOSAS
10·  da  ada de ? ntas deve ser iediataente enviada a
?PA u ?U?
È ã . S ente aquelas de val res inferi res a liite estabelecid
el ?U (fixada el ribunal e cada an civil, at a ltia
sessã rdinária d Plenári , ara vig rar n exercíci
subseqüente), devend esta ser anexada a r cess da
resectiva restaçã de c ntas d adinistrad r u rdenad r de
desesa, ara julgaent e c njunt . Pel ?PA, a títul de
aci nalizaçã adinistrativa e ec n ia r cessual e c 
bjetiv de evitar que cust da c brança seja sueri r a val r
d ressarcient , ribunal  derá u nã deterinar, desde
l g , arquivaent d r cess , se cancelaent d d bit ,
a cuj agaent c ntinuará brigad deved r, ara lhe ser
dada quitaçã .