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O FENÔMENO INFORMACIONAL NO
AMBIENTE MUSEOLÓGICO

° $%& ë ! latim @  ² significa


´!ar f rmaµ, ´c l car em f rmaµ, que remete a s
senti! s !e criaçã , apresentaçã e
representaçã 

° Ñeman (1970, 156-157) ë senti!


f rmal/ r!ena! r ë ´
 
@
µ !a
inf rmaçã
O FENÔMENO INFORMACIONAL NO
AMBIENTE MUSEOLÓGICO

° Môna!a, segun! Gi r!an Brun (séc XVI) e


também, Leibniz (séc XVIII), significa s
´element s !as c isasµ, ist é, representaria a
men r partícula a partir !a qual se c nstituiriam
a c mplexi!a!e !as f rmas Seriam, assim
´át m s !a naturezaµ

° Buckley (1983, p 603) ë Inf rmaçã ë


´inerentemente relaci nal entre ! is u mais
c njunt s !e event sµ ë sen! seu significa! ,
assim, c nstruí! na arena !e interações s ciais
O FENÔMENO INFORMACIONAL NO
AMBIENTE MUSEOLÓGICO
° N que tange a questã ! significa! ë limitações !e
p ssibili!a!e !e uma representaçã abarcar t ! um
univers !e c n tações e ! míni s semântic s !e um
!etermina! event u bjet

° A n çã !e ´reflex µ ë fun!amental para


enten!iment ! caráter relaci nal !a inf rmaçã

° T ! registr !e um bjet u t !a inf rmaçã c mp rta


um ´máxim !e c n!ensaçã p ssívelµ

° A pr ximi!a!e fen menal que n s traz a esfera !a


materiali!a!e, estaria presa as re!uções semânticas !a
n ssa percepçã p r mei ! s ´reflex sµ, e a inf rmaçã
também seria um fenômen reflexiv n âmbit !as
relações s ciais
O FENÔMENO INFORMACIONAL NO
AMBIENTE MUSEOLÓGICO

C nsi!eran! a pr blemática n s term s teóric se


c nceituais !escrit s acima, !esenha-se qua!r !e
p ssíveis relações e implicações ! fenômen !a
inf rmaçã n espaç muse lógic , s bretu! n
que tange a s aspect s relativ s a pr cess !e
c nstruçã e !isseminaçã !e c nheciment
OS MUSEUS DE CIÊNCIA E A PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO
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° u -('"!'""'. !estinavam-se a
reuniã !e uma !iversi!a!e !e bjet s, c m vistas à
c nstruçã !e saberes e a c mpreensã , tant quant
p ssível, ! mun!  c nstruçã !e !iscurs s s bre um
p stula! ´pr gress científic !a humani!a!eµ
° Sécul XIX - ´i!a!e !e ur µ ! s museus
° Fins ! séc XIX (c ntext acelera! !e in!ustrializaçã )
 níveis c nsi!eráveis !e instituci nalizaçã e
publicizaç㠝 questões !e ´e!ucaçã públicaµ
° (!'$ ''" /!0!!1
resp nsáveis p r apresentar, para um públic ampl ,
avanç !a ciência, suas !esc bertas e c ntribuições para
!esenv lviment !a humani!a!e
OS MUSEUS DE CIÊNCIA E A PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO
Pr liferaçã !e instituições muse lógicas !e ciência  ´i!a!e
!a tecn l giaµ  principal missã , em tese: c municar e
s cializar c nheciment

° ' , segun! ICOM:


´() instituiçã permanente, sem fins lucrativ s, aberta a
públic , a serviç !e uma s cie!a!e e !e sua ev luçã , que
a!quire, c nserva, pesquisa, c munica e expõe para fins !e
estu! , e!ucaçã e lazer s testemunh s ! h mem e ! seu
mei -ambienteµ
° A partir !esta re!efiniçã ë m viment na Muse l gia
f rtemente inclina! a r mper c m para!igmas
muse lógic s arraiga! s às técnicas !e pr cessament !e
acerv , n!e se t mava bjet p r ele mesm
° imp rtância e representativi!a!e s cial ! espaç
muse lógic
OS MUSEUS DE CIÊNCIA E A PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO

° A inf rmaçã p rta! ra !e um p tencial


pr puls r !e c nheciment ë !iretamente
relaci na! s a s bjet s musealiza! s

° O bjet !e museu ë testemunh !e uma


reali!a!e

° Para que seja p ssível uma leitura efetiva !este


testemunh é necessári ë rec nhecer a
linguagem ! bjet em suas !imensões tant
materiais quant estruturais
OS MUSEUS DE CIÊNCIA E A PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO

° Bucklan! (1991) ë ´$%&+!$+!'µ ë


inf rmaçã !e natureza c ncreta/material c m
intangível/simbólica

° A !evi!a relevância a s aspect s semântic s n


pr cessament técnic ! bjet musealiza! ë
garantir que a inf rmaçã p ssa assumir papel !e
element estrutural capaz !e !ar acess à
p ssibili!a!e !e c nstruçã e interpretaçã !a
reali!a!e s cial
OS MUSEUS DE CIÊNCIA E A PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO

° Museus !e Ciência <=> Divulgaçã Científica 


perspectivas !e c nstruçã e transferência !a
inf rmaçã

° A análise ! bjet n interi r ! espaç


muse lógic à luz !e um apr fun!ament teóric
que nã se pren!e apenas a s aspect s f rmais
OS MUSEUS DE CIÊNCIA E A PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO

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° ±uestões !e representaçã e c nstruçã !e


significa! s a partir ! mei físic  sempre
 
@   à c ntext s !e interesses específic s

° Val res e significa! s atribuí! s às c isas ë que sã


manipuláveis, !inâmic s e transitóri s (ALBERTI
2005, p 561)
OS MUSEUS DE CIÊNCIA E A PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO
° Instrumentalizaçã pera!a na ´inf rmaçã / bjet
musealiza! µ  !iretamente vincula!a a s aspect s
inf -c municaci nais n rtea! res !a 67'%&
$'*8!
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Espaç !iscursiv !e (re)pr !uçã !e senti! s p r mei
! s bjet s

° 
@ para a !'(%&"'8!"', que !e cert
m ! , c ntribuiriam para !elinear s c nt rn s !a
memória científica
OS MUSEUS DE CIÊNCIA E A PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO

O grau !e acessibili!a!e alia! a insum


instrumental para a neg ciaçã semântica, p !e fazer
!a inf rmaçã n museu um fat r transf rma! r ë a
p ssibili!a!e !e se inserir em um pr cess !e
c nstruçã !e c nheciment c m vistas a
f rtaleciment !as memórias e i!enti!a!es culturais,
através ! !iál g pr v ca! pel museu entre sujeit e
s cie!a!e