Universidade Federal de Pernambuco

CIN- Centro de Informática

Uma Arquitetura para Orquestração da
Distribuição de Água no Semiárido Brasileiro
Baseada em Internet das Coisas e Computação
em Nuvem

Discente: Wilson Alves da Silva
Orientador: Vinícius Cardoso Garcia

CIn.ufpe.br
Roteiro

• Introdução
• Referencial Teórico
• Revisão da Literatura
• Arquitetura Proposta
• Avaliação da Arquitetura Proposta
• Considerações Finais

2 CIn.ufpe.br
Motivação
• A OMS estima que 1/9 da população mundial não têm acesso
à água potável

• Semiárido brasileiro:
 Conhecido como Polígono da Seca
 Formado pela região NE do Brasil,
norte de MG e norte do ES
 ~ 1/5 da área do Brasil
 Períodos longos de estiagem
secas prolongadas
 A água do subsolo é quase sempre
salobra e
 Existem poucos rios nesta região

• Governo Federal acha imprescindível a busca de soluções
alternativas para o problema da seca
3 CIn.ufpe.br
Motivação
• Em 2000 criado pelo Governo Federal o Programa
Emergencial de Distribuição de Água

• Operação Carro-Pipa (OCP) é uma das ações deste
programa
 Finalidade distribuição de água nesta região
 OCP em 2016:
 Atendeu 789 municípios por mês
 Empregando 6.502 Pipeiros
 Entregou 219.658 Carradas
 Abasteceu 65.310 Cisternas
 Atendendo 3.440.558 pessoas
 Gastos R$ 1.021.682.120,57

4 CIn.ufpe.br
Motivação
• Fiscalização do programa realizada pelo EB

• Só com fiscalização são gastos 14% dos recursos

• Forma de fiscalização não contempla nenhuma maneira
de mensurar a quantidade ou a qualidade da água
recebida

• Propensa a erro e fraude

• Diversos veículos de comunicação têm reportado constantes
fraudes na operação

5 CIn.ufpe.br
Motivação
Motivado por esses fatos,

Fica evidente a necessidade de serem
empregados meios automatizados para
realizar a fiscalização e o monitoramento
da distribuição de água nesta região

6 CIn.ufpe.br
Problema
O problema então é:

Como melhorar o monitoramento e
fiscalização na distribuição de água com
o mínimo de intervenção humana,
ampliando assim a transparência e a
eficiência de programas de distribuição
de água

7 CIn.ufpe.br
Hipótese

É possível especificar, projetar e
implementar uma arquitetura baseada em
IoT e Computação em Nuvem, empregando a
metodologia de ESBE, que disponibilize
serviços para orquestrar a distribuição de
água no Semiárido brasileiro

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Objetivo
Especificar, projetar e implementar uma arquitetura
que:

• Proveja meios de fiscalizar a quantidade e a qualidade
da água entregue

• Forneça mecanismos para que novos requisitos e novas
aplicações possam ser desenvolvidos com base nos
serviços ofertados.

9 CIn.ufpe.br
Roteiro

• Introdução
• Referencial Teórico
• Revisão da Literatura
• Arquitetura Proposta
• Avaliação da Arquitetura Proposta
• Considerações Finais

10 CIn.ufpe.br
Internet das Coisas

“A Internet das coisas (IoT) é definida como
a rede de objetos físicos que contém
tecnologia embutida para se comunicar e
sentir ou interagir com o ambiente externo
ou com estados internos.” (Gartner ).

11 CIn.ufpe.br
Internet das Coisas
Elementos da Internet das Coisas

Fonte: (AL-FUQAHA et al., 2015)

Modelo de Arquitetura de IoT
• Camada de Percepção
• Camada de Rede
• Camada de Aplicação
 Camada de Processamento
 Camada de Negócio
12 CIn.ufpe.br
Computação em Nuvem
“Modelo que permite o acesso através de rede ubíqua, de
acordo com a demanda, a um pool compartilhado de
recursos computacionais que podem ser rapidamente
provisionados e liberados com um esforço mínimo de
gerenciamento ou interação com o provedor de serviços.”
(NIST)

Características Essenciais
• Alocação de recursos sob demanda
• Amplo acesso à rede
• Pooling de Recursos
• Elasticidade rápida
• Serviço medido

13 CIn.ufpe.br
Computação em Nuvem
Modelos de Serviço
• Infraestrutura Como Serviço (IaaS)
• Plataforma Como Serviço (PaaS)
• Software Como Serviço (SaaS)

Formas de Distribuição
• Nuvem Publica
• Nuvem Privada
• Nuvem Comunitária
• Nuvem Híbrida

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Engenharia de Software Baseada em Evidência

“Paradigma da Engenharia de Software que permite
identificar, selecionar e sintetizar evidências a partir de
estudos primários.” (KITCHENHAM, 2004)

• Três métodos sistemáticos
 Revisões Sistemáticas da Literatura
 Mapeamento Sistemático da Literatura
 Meta-Análise

• Mapeamento Sistemático da Literatura
 Normalmente relacionado a questões do tipo “O que sabemos sobre o
tema X?”
 Objetiva identificar todas as pesquisas que procuram responder
questões sobre as tendências de uma determinada área

15 CIn.ufpe.br
Roteiro

• Introdução
• Referencial Teórico
• Revisão da Literatura
• Arquitetura Proposta
• Avaliação da Arquitetura Proposta
• Considerações Finais

16 CIn.ufpe.br
Mapeamento das Tecnologias de IoT para SGRH
Metodologia da Pesquisa

• Baseado em Kitchenham (2004)

• Mapeamento Sistemático da Literatura

17 CIn.ufpe.br
Mapeamento das Tecnologias de IoT para SGRH
Perguntas de Pesquisa

QP1 – Quais os tipos de SGRH que empregam IoT. Esses sistemas podem ser
categorizados?
QP2 – Quais modelos de arquitetura de IoT são empregados nestes sistemas?
QP3 – Quais tecnologias de comunicação são usadas neste sistemas?
QP4 - Quais sensores são usados nestes sistemas?
QP5 - Quais técnicas ou sensores são usados para medir volume de água?
QP6 - Quais controladores ou microcontroladores são usados nestes sistemas?
QP7 - Quais as formas de energia são empregadas para alimentação destes
sistemas?
QP8 – Esses sistemas usam Computação em Nuvem?

18 CIn.ufpe.br
Mapeamento das Tecnologias de IoT para SGRH
Execução da Busca

• String de busca
((IoT OR "Internet of things"OR "Internet das Coisas") AND ("water level"OR "water
supply"OR "water distribution"OR "water management"OR "water monitoring“ OR
"monitoring water"OR "monitoring of water"OR "management of water“ OR "Water
Supply"OR "Water Transport"OR "água"))

• Bibliotecas digitais: ScienceDirect; SCOPUS; IEEE
Xplore e ACM Digital Library

19 CIn.ufpe.br
Mapeamento das Tecnologias de IoT para SGRH
Critérios de Seleção

• Critérios de inclusão:
 O trabalho explora SGRH com IoT como foco principal
 Implementação de um estudo de caso ou avaliação de
uma técnica, ideia ou contribuição em SGRH

• Critério de Exclusão
 Estudos sem foco na área de IoT;
 Estudos duplicados;
 Trabalhos antes de 1999;
 O estudo não responde às questões de pesquisa

20 CIn.ufpe.br
Mapeamento das Tecnologias de IoT para SGRH
Trabalhos selecionados

21 CIn.ufpe.br
Mapeamento das Tecnologias de IoT para SGRH
Análise dos Dados
 Por País Por ano

 Resultados do MSL utilizados na montagem da
“prateleira” de tecnologias ofertadas na Arquitetura
proposta

22 CIn.ufpe.br
Gestão e Controle de Distribuição de Água no
Brasil
• Compreensão do Domínio e Elicitação de Requisitos

• Metodologia

 Pesquisa qualitativa (MERRIAM,2009)
 Pesquisa realizada em um ambiente real, nos escritórios
da OCP do EB
 Realizadas entrevistas e sessões de grupo com
coordenadores, auxiliares, analistas e desenvolvedores SI
 Acompanhamento do processo in loco como observador
 Pesquisa bibliográfica

23 CIn.ufpe.br
Gestão e Controle de Distribuição de Água no
Brasil
Processo de Distribuição de Água

• GCDA e GPIPABRASIL atuam em conjunto no processo

• Três atores: Operador do GCDA, Pipeiro e o Beneficiário

• Seguintes artefatos: cartão magnético, equipamento de
leitura dos cartões magnéticos, e MEM.

24 CIn.ufpe.br
Gestão e Controle de Distribuição de Água no
Brasil
Problemas no Método Atual

 Integração GPIPABRASIL e GCDA apenas mensalmente

 Confecção do plano de trabalho baseado em estatística

 Falta de controle no Manancial

 Total ausência de controle da quantidade e da
qualidade da água entregue

25 CIn.ufpe.br
Roteiro

• Introdução
• Referencial Teórico
• Revisão da Literatura
• Arquitetura Proposta
• Avaliação da Arquitetura Proposta
• Considerações Finais

26 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura IoT
• Segundo relatos na literatura

Existem evidências que arquitetura de IoT em cinco camadas
integrado com a Computação em Nuvem é um modelo viável
para o desenho da arquitetura proposta neste trabalho

27 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura IoT
Modelo de Arquitetura IoT Adotado

28 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura IoT
Camada de Percepção
Unidade de
Bluetooth Zigbee BLE Wi-Fi
Comunicação

Unidade de
Alimentação Painel Solar Fonte Externa Bateria

Unidade de
Processamento Arduino Raspberry Pi

Sensor Qualidade da Água
Unidade de Sensor Nível de Água MSL
Medição Capacitivo Ultrassônico
Salinidade Turbidez

29 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura IoT
Camada de Rede

• Emprego de Gateway móvel
 Falta de cobertura
 Logística e custo para manter os Nós

• Baseado em uma revisão da literatura e nas características
da região, tem-se evidências que os smartphones podem
desempenhar o papel de um gateway móvel para SGRH

30 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura IoT
Camada de Processamento

• Computação em Nuvem é a tecnologia primária

• Existem diversas Plataformas IoT

• Agustin realizou pesquisa sobre
plataformas IoT preferidas por
fabricante e desenvolvedores,
3.319 opiniões em 104 países

• Revisão da Literatura
 Guideline para Seleção da Plataforma IoT
31 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura IoT

32 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
• Foram considerados três aspectos:
 Requisitos elicitados (Gestão e Controle de Distribuição de Água no
Brasil)

 Primeiro Mandamento da Engenharia de Software

 Segurança da informação

33 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
Primeiro Mandamento da Engenharia de Software

• Leis universais que se aplicam a todos os tipos de
sistemas (MEIRA et al., 2016)
 R- Ser reutilizado por diferentes sistemas
 E- Ser estendido para acomodar novos comportamentos
 A- Oferecer Analytics
 L- Fracamente acoplado
 FU - Permitir ser manutenido e atualizado
 CK - Usar conhecimento de contexto
 IN - Ser, na medida do possível, independente de rede
 G- Segurança e integridade equilibrada com a usabilidade

• PMES: “Você somente desenvolverá e implantará sistemas
REALFUCKING”

34 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
Segurança

• deve oferecer suporte a cinco pontos principais
(SÊMOLA, 2003)
 Integridade
 Confidencialidade
 Disponibilidade
 Autenticidade
 Legalidade

35 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
• Baseada no Padrão Arquitetural Broker

• Arquitetura Proposta
 Atividades para realizar entrega

36 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
Context Broker

• Módulo principal do sistema
• Encontra-se na Plataforma IoT
• Implementação do PA Broker com Publish/Subscribe
• Responsável pela orquestração das mensagens e armazenamento das
principais entidades do sistema
• Deve gozar das características de um ambiente de Computação em Nuvem
• É um processo multithread
• Comunicação via API RESTful

37 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
Autenticador
• Responsável pela criação do Token para autorização e pela autenticação do
Pacote de Recebimento
• Encontra-se na Plataforma IoT (VM diferente)
• Módulo multithread
• Comunicação via REST

38 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
Gateway
• Função principal: roteador
 Transferir o pacote de Entrega para o Nó e transmitir o Pacote de
Recebimento para o CB
• Smartphone do Pipeiro
• Monitorar o deslocamento fazendo uso do GPS
• Módulo Mutithread
• Comunicação via REST e protocolo LAN

39 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software

• Função:
 Assinatura digital
 Controlar os sensores
• Encontra-se na Cisterna
• Uma única thread
• Comunicação via LAN

40 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
Camada de Negócio

• Camada de Negócio AS:
 Encontra-se na Plataforma IoT
 Pacote que contém classes de negócio e interfaces (Proxy)
• Sistemas Externos
 Quaisquer sistemas que utilizem os serviços fornecidos pela AS
 Fora da arquitetura
 Conexão via REST direto com o CB ou via Proxy

41 CIn.ufpe.br
Especificação da Arquitetura de
Software
Implementação de Referência

• Disponível em https://github.com/wasufms/SGRH
• FIWARE (03 VM), Smartphone com Android e Arduino Uno
• Context Broker
 FIWARE Orion Context Broker
 Banco NoSQL MongoDB
• Autenticador
 Java
 Assinatura digital: Criptografia de
Curvas Elípticas - EdDSA
• Gateway
 Java para Android
• Nó
 C++
 Assinatura digital: implementação
em C do algoritmo EdDSA
• Camada de Negócio AS
 Pacote de classes e interfaces escritas em Java (MVC)
42 CIn.ufpe.br
Roteiro

• Introdução
• Referencial Teórico
• Revisão da Literatura
• Arquitetura Proposta
• Avaliação da Arquitetura Proposta
• Considerações Finais

43 CIn.ufpe.br
Avaliação da Arquitetura Proposta

• Meio poderoso para tomar decisões sobre sistemas

• Objetivo de identificar possíveis falhas antes que se tornem
grandes problemas no futuro

44 CIn.ufpe.br
Métodos de Avaliação
• Baseados em cenários bastante maduros e experimentados
(PATIDAR; SUMAN, 2015)
 Cenário - breve descrição de algum uso antecipado ou
desejado do sistema
“A AS deve permitir suporte a serviços em Cloud Computing já existentes”
 Avalia os Atributos de Qualidade - ISO/IEC25010

• Analisando a literatura chegou-se a dois métodos candidatos:
 SAAM (Software Architecture Analysis Method)
 ATAM (Architecture Tradeoff Analysis Method)

45 CIn.ufpe.br
Protocolo da Avaliação

• Metodologia semelhante empregada por Tomas (2014)
• Baseado em SAAM e ATAM
SAAM ATAM
Objetivo Identificação de risco e Análise de sensibilidade e trade-off
Aptidão da Arquitetura
Atributos de Qualidade Modificabilidade Múltiplos

Aplicação do método Sistema de áudio incorporado, etc Sensor de temperatura remoto, etc

(PATIDAR; SUMAN, 2015)

• AS proposta ser regida pelo PMES
 Os QA e os cenários devem avaliar o quão a AS está adequada às leis
universais (QA->PMES x ISO/IEC25010)
• Necessidade de avaliar a Arquitetura Proposta como um
todo, não apenas a AS
46 CIn.ufpe.br
Protocolo da Avaliação
• 10 etapas divididas em 3 reuniões

• Equipe de Avaliação (12 avaliadores)

Expertise Doutor Mestre Especialista
Engenheiro de Sistema 1
Computação em Nuvem 1 1
Internet das Coisas 2
Arquiteturas Escaláveis 1
Engenheiro em Telecomunicações 1
Engenheiro de Software 4
Segurança da Informação 1 3
Especialistas em Negócios 3

47 CIn.ufpe.br
Execução da Avaliação
Primeira reunião

1. Apresentação do Processo de Avaliação (30 min)
2. Apresentação dos objetivos de negócios (30 min)
3. Apresentação da Arquitetura Proposta (60 min)
 Apresentação do fluxo principal do caso de uso Realizar entrega de
uma Carrada - Implementação de referência
 Não foi totalmente detalhada nesta fase (Viés)

4. Priorização dos Atributos de Qualidade (45 min)
 Apresentados os QA (PMES x ISO/IEC25010)
 Votação para priorizar

5. Contextualização sobre Cenários (15 min)
 Explicação e exemplo
 Planilha compartilhada com os avaliadores – 4 dias

48 CIn.ufpe.br
Execução da Avaliação
Segunda Reunião
Detalhamento da AS Proposta (30 min)
 Fora da metodologia proposta inicialmente
 Arquitetura Proposta detalhada através metodologia "4+1“
6. Apresentação dos Cenários (60 min)
 Discutidos todos os cenários propostos
 Alguns reescritos outros excluídos
7. Priorização dos Cenários (30 min)
 Realizada uma votação para priorizar os cenários
 24 Cenários
8. Avaliação dos Cenários propostos (15 min)
 Formulário online compartilhado com os avaliadores – 4 dias
 Adequação de cada cenário a AS
 5: AS ATENDE TOTALMENTE
 0: NÃO ATENDE
 Qual o impacto na arquitetura para que tal cenário seja contemplado?
 5: NÃO HÁ IMPACTO NA AS
 0: A AS NÃO TEM CONDIÇÕES DE IMPLEMENTAR TAL CENÁRIO
49 CIn.ufpe.br
Execução da Avaliação
Terceira Reunião

9. Avaliação das interações entre Cenários e QA (60 min)
 Avaliado o quão os cenários priorizados conflitavam com os atributos de
qualidade

10. Consolidação dos Resultados (60 min)
 Um overview sobre cada artefato gerado

50 CIn.ufpe.br
Resultados da Avaliação
Avaliação dos Cenários

• AS atende 79% dos cenários de maneira Excelente
 Computação em Nuvem
 Segurança
• Cenários piores avaliados coincidem com maior desvio padrão

51 CIn.ufpe.br
Resultados da Avaliação
Resultados Gerais

• De maneira geral os QA com maior prioridade foram
contemplados nesta arquitetura

• Os QA não contemplados não fazem parte do contexto do
trabalho
 A - Oferecer Analytics

• Dois problemas:
 Forma de manter um backup das entregas recebidas no Nó
 Problemas relativos a Location Spoof

52 CIn.ufpe.br
Ameaça à Validade

• Grande Desvio Padrão
 Forma de evitar/mitigar: agrupamento das questões por
áreas de conhecimento

53 CIn.ufpe.br
Roteiro

• Introdução
• Referencial Teórico
• Revisão da Literatura
• Arquitetura Proposta
• Avaliação da Arquitetura Proposta
• Considerações Finais

54 CIn.ufpe.br
Trabalhos Relacionados
• Robles et al. (2014):
 Revisaram várias soluções baseadas em IoT relacionados com a gestão
inteligente de água
 Não fazem qualquer comparação entre as diversas abordagens ou
tecnologias envolvidas

• Projeto MEGA
 Projeto Espanhol com ambições Europeias
 Aplicação padrão integrando tecnologias de IoT a qual companhias de gestão
de água devem seguir
 Solução “engessada”, não oferece alternativas de tecnologias
 Não disponibiliza serviços que possam ser usados

• MSL: 55 trabalhos mapeados de SGRH com IoT
 Em todos, os Nós possuem acesso à Internet, diferente desta dissertação

55 CIn.ufpe.br
Contribuições da Pesquisa

• Estado da arte de SGRH

• Especificação, implementação e avaliação da Arquitetura
para monitoramento da distribuição de água

• Validação da Adaptação de dois métodos de avaliação
 Validação do método usado por Tomas (2014) para PMES
 Validação do método de avaliação da arquitetura como um todo
 Proposta de melhoria (agrupamento dos cenários por área de conhecimento)

56 CIn.ufpe.br
Trabalhos Futuros
• Comunicação em tempo real

• Mecanismo de tolerância a falhas

• Utilização em ambiente real
 Melhorar a Arquitetura Proposta (Segurança, Usabilidade, Eficiência...)

• Avaliação dos resultados
 Desempenho da AS
 Ganhos para o Programa de Distribuição de água

57 CIn.ufpe.br
Conclusão

Conforme as avaliações, é possível concluir que:

É possível especificar, projetar e implementar uma
arquitetura baseada em Internet das Coisas e Computação
em Nuvem que disponibilize serviços para orquestrar a
distribuição de água no Semiárido brasileiro.

A Arquitetura Proposta está apta para ser implantada em
um contexto real, apoiando o programa de distribuição de
água no Brasil.

58 CIn.ufpe.br
Universidade Federal de Pernambuco
CIN- Centro de Informática

Uma Arquitetura para Orquestração da
Distribuição de Água no Semiárido
Brasileiro Baseada em Internet das
Coisas e Computação em Nuvem

Discente: Wilson Alves da Silva
Orientador: Vinícius Cardoso Garcia

CIn.ufpe.br