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OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES

DE MEDIA E ALTA TENSÃO

Prof. Benjamim Barros


-GERAÇÃO.
-TRANSMISSÃO
-DISTRIBUIÇÃO
-CONSUMO.
SISTEMA ELETRICO DE POTÊNCIA
• Geração, transmissão,
distribuição e consumo ETT’s
LINHA DE TRANSMISSÃO
MAIOR QUE 230.000 V.

LINHAS DE SUBTRANSMISSÃ0
138.000 V 88.000 V 69,000V

USINAS

ETC - INDÚSTRIA EM AT

ETD Centro da
RESIDENCIAL Operação do
Sistema - COS

CIRCUITOS PRIMÁRIOS
DE DISTRIBUIÇÃO 13.800 V

ETC COMERCIAL / INDUSTRIAL - M


CIRCUITOS SECUNDÁRIOS
DE DISTRIBUIÇÃO 127/220 V
Centro de Operação da Distribuição - COD
GERAÇÃO.
-TRANSMISSÃO
-DISTRIBUIÇÃO
-CONSUMO.
Sistemas interligado transmissão
Sistema de geração Hidroelétrica
Sistema de geração termoelétrica
Sistema de geração eólica
Balanço energético nacional 2010
Balanço energético nacional 2011
SUBESTAÇÕES

Local onde são reunidos conjuntos de equipamentos e componentes responsáveis


pela operação e manobra de parte de um circuito elétrico; possibilitando efetuar-
se alteração na configuração e no valor de tensão da transmissão.

ESTAÇÃO ELEVADORA DE TENSÃO ESTAÇÃO ABAIXADORA DE TENSÃO

de 12 a 20Kv elevados para


88,138, 230, 440, 750 KV
ETT Estação Transformadora de
Transmissão:
Rebaixa para 88/138 Kv, e distribui para
as Concessionárias

ETDs Estação Transformadora de


Distribuição:
Rebaixa para tensão de distribuição ex.:
3.8, 6.5, 13.8, 20, KV

ETCs Estações Transformadoras


de Consumidor.
POSTO PRIMÁRIO

Conjunto de componentes de entrada consumidora em tensão primária de


distribuição com as funções de Medição, Proteção,Transformação e
Distribuição de energia elétrica.

Entrada do consumidor ponto de recebimento da concessionária

SIMPLIFICADO:
Possui apenas um único transformador trifásico com potência máxima de
300 KVA (dependendo da Concessionária). A medição é efetuada na
baixa tensão e a proteção geral das instalações, no lado de alta tensão, é
feita com fusível.

CONVENCIONAL:
Não há restrição quanto a potência, podem ser instalados vários
transformadores, possui medição do lado da média tensão, proteção
geral na média tensão através de disjuntor com desligamento automático,
e acionamento através de relés.
POSTO PRIMÁRIO
POSTO PRIMÁRIO SIMPLIFICADO
POSTO CONVENCIONAL EM CHAPA BLINDADO
POSTO CONVENCIONAL
RAMAL DE ENTRADA

É o conjunto de condutores com respectivos materiais,


necessários à sua fixação e interligação elétrica, do ponto de
entrega da Concessionária aos terminais da subestação do
consumidor.

O ramal de entrada pode ser definido diferentemente em função do tipo de


subestação.

Ramal de entrada aéreo:


É aquele constituído de condutores nus
(com ou sem isolação), suspensos em
estruturas para instalações aéreas.

Ramal de entrada subterrâneo:


É aquele constituído de condutores isolados,
instalados dentro de eletroduto diretamente
enterrado no solo.
RAMAL DE ENTRADA
RAMAL DE ENTRADA
CABO DE MEDIA TENSÃO

1
2
3
4
5
6

1 – Condutor (Cobre ou Alumínio)


2 – Semicondutor
3 – Isolação (EPR, XLPE, etc.)
4 – Semicondutor
5 – Blindagem
6 – Cobertura externa
PÁRA-RAIOS

Protege os equipamentos de um circuito, contra surto de


tensão transitório provocado por descargas elétricas
atmosféricas, e/ou eventos e anomalias.

Tipos:
- Cabo para-raios: Protege a linha contra descarga atmosférica e a
indutância da linha.

-Pára-raios tipo haste reta (Franklin, Gaiola de Faraday):


Proteção da instalação civil.

- Pára-raios tipo válvula: Proteção dos equipamentos, surto de


tensão e anomalia.
PÁRA-RAIOS
PÁRA-RAIOS
PÁRA-RAIOS DE ALTA TENSÃO
PÁRA-RAIOS DE ALTA TENSÃO
CHAVES

DISJUNTORES

CHAVES

SECCIONADORAS
DISJUNTOR QUEIMADO
DISJUNTOR QUEIMADO
TRAFO
DISJUNTOR

São equipamentos destinados a interromper a corrente


elétrica de um circuito, em condições normais ou anormais
(sobrecarga ou curto-circuito).

Tipos:

Grande volume de óleo (GVO)


Pequeno volume de óleo (PVO)
Sopro magnético
Vácuo
Gás SF6
DISJUNTOR

DISJUNTOR A GRANDE VOLUME DE ÓLEO GVO


DISJUNTOR

Disjuntores a pequeno volume de óleo PVO


Utilizam óleo isolante como elemento de extinção do arco elétrico.
Existem dois tipos de disjuntores a óleo, grande volume de óleo e
pequeno volume de óleo, o que os diferencia são as quantidades do óleo
utilizado, o tamanho físico e alguns detalhes construtivos.
DISJUNTOR

Pólo

Bastão de
acionamento

Carinho
Indicador de nível de óleo
DISJUNTOR

Disjuntor a pequeno volume de óleo

1 cabeçote metálico
2 contato fixo
3 câmara de extinção
4 contato móvel
5 bucha isolante
6 alavanca de ligar e desligar
7 varão de acoplamento
8 compartimento de
sustentação
9 óleo isolante
DISJUNTOR

Câmara de extinção disjuntor Semens 3AC

Interrupção de
Posição ligado Interrupção de
correntes de baixa
correntes elevadas
intensidade
CONTATOS INTERNOS DO DISJUNTOR

Contato móvel

Contato fixo
DISJUNTOR
Disjuntores á sopro magnético
Utilizam um campo magnético e ar comprimido, para a extinção do arco
elétrico
DISJUNTOR
Disjuntores a vácuo
Utilizam o vácuo para a extinção do arco elétrico. Podemos dizer que este sistema é um
dos mais econômicos em função de: No vácuo não há decomposição de gases, e as
câmaras hermeticamente fechadas sobre pressão eliminam o efeito do meio ambiente,
mantendo dielétrico permanente. Sem a queima e sem as oxidações dos contatos é
garantida uma resistência de contato baixa, prolongando a vida útil do equipamento.
POLO DO DISJUNTOR VÁCUO
DISJUNTOR A GÁS

Capacitor

Pólo

Base

Caixa de
comando
Macaco
hidráulico
DISJUNTOR A GÁS
DISJUNTOR GÁS

Disjuntores a gás SF6


Utilizam gás para extinção de arco elétrico. Geralmente este gás e o
Hexafluoreto de Enxofre (SF6), um gás que em condições normais é
altamente dielétrico, inerte, não inflamável, não tóxico e inodoro, isto torna o
disjuntor mais eficaz, já que não há desgaste dos contatos.
GERAÇÃO, HIDRÁULICA

USINA DE ITAIPU SUBESTAÇÃO 500kV SF6


DISJUNTOR EXTRAÍVEL
DISJUNTOR
DISJUNTOR
DISJUNTOR
DISJUNTOR

ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES


DISJUNTOR

ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES


DISJUNTOR

COMANDO DOS DISJUNTORES

1 – Comando Manual Mecânico

2 – Comando Manual Elétrico

3 – Comando Automático
DISJUNTOR

COMANDO DOS DISJUNTORES


SECCIONADORES
São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar e isolar um circuito elétrico
sem cargas (sem corrente). Em condições normais e com seus contatos fechados, elas
devem ser capazes de manter a condução de sua corrente nominal, inclusive de curto-
circuito, sem sobre-aquecimento.

Seccionador Tripolar a comando único


Cada faca é munida de um isolador, para a sustentação do contato fixo e outro
para sustentação do braço de acionamento (varão), um eixo rotativo, que quando
acionado através de alavanca manual, bastão, varão provoca o fechamento ou
abertura simultânea das três facas contato móvel.
SECCIONADORES
Chave Seccionadora

Chave faca unipolar


CHAVE FUSÍVEL

Também conhecida como Chave


Mattews. Utilizada para seccionar e
proteger circuitos. Quando ocorre
um curto-circuito o seu elo fusível
interior se rompe deixando cair o
cartucho.
SECCIONADOR SOB CARGA
Ou Seccionador interruptor tripolar de média tensão, possui um dispositivo destinado a
abrir e fechar um circuito sob carga, é projetado para ser instalado em ambiente abrigado,
ou seja, em cubículos, o arco elétrico é extinto dentro de uma câmara e os contatos são
acionados com auxilio de molas para acelerar a abertura e o fechamento.
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES

Definição
É uma maquina estática que por meio de indução
eletromagnética, transfere energia elétrica de um circuito
(primário), para outros circuitos (secundários e/ou
terceários), mantendo a mesma freqüência, mas geralmente
com valores de tensões e correntes diferentes. Eles podem
ser a óleo ou a seco. Quanto à classificação os
transformadores podem ser classificados de abaixador de
tensão, abaixa a tensão do enrolamento secundário em
relação ao enrolamento primário ou elevador, eleva a tensão
do enrolamento secundário em relação ao enrolamento
primário.
TRANSFORMADORES
Tipos de ligação
Quanto aos tipos podem ser: monofásico ou trifásico.
Quanto à ligação os transformadores podem ser:
ligados em estrela, triângulo (delta) ou zig-zag.
Normalmente nas estações primárias, os
transformadores são: trifásicos, abaixadores,
e suas ligações são: em triângulo (enrolamento
primário), estrela (enrolamento secundário).

DELTA

ESTRELA
TRANSFORMADORES

Princípio de Funcionamento

a = V1 = N1 = I2
V2 N2 I1
TRANSFORMADORES

Princípio de Funcionamento
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES

PARTE ATIVA
TRANSFORMADORES

PARTE ATIVA
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADOR A SECO
TRANSFORMADORES

Óleo isolante Mineral


 CARACTERISTICA
- Óleo Mineral isolante derivado do petróleo
- Cor amarelado embranquecido quando novo

 FUNÇÃO DO ÓLEO NO TRANSFORMADOR


- Isolar
- Refrigerar

 TIPOS
- PARAFINICO
Necessita de um tratamento inicial
Usado ate 88 KV no Brasil e até 460KV na Europa
- NAFTÊNICO
Mais estável a oxidação,
Usado para qualquer classe de tensão
- INIBIDO
- Óleo acrescidos de agente anti-oxidante
TRANSFORMADORES
Óleo isolante Mineral Ensaios físicos-químico
 PONTO DE FULGOR
- Presença de contaminantes combustível e voláteis
 VISCOSIDADE
- Capacidade do óleo em transferir calor, e sua influência na
velocidade das partes móveis
 UMIDADE
- Presença de água
 COR
-Deterioração e contaminação do óleo
TENSÂO INTERFACIAL
Contaminantes solúveis ou outros produto de deterioração no óleo
 ACIDEZ
-Presença de contaminantes ácidos e mineral
 RIGIDEZ DIELETRICA
- Contaminates condutivo: água, sujeiras partícula condutoras
sabão metálico.
TRANSFORMADORES

Óleo isolante Mineral Ensaios cromatografia gasosa

 CROMATOGRAFIA
- Presença, quantidade e qualidade de gases dissolvido no óleo.
TRANSFORMADOR SOBRE-AQUECIMENTO
TRANSFORMADORES

Máquina de Termo-Vácuo
TRANSFORMADORES
REFRIGERAÇÃO
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES

INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO


TRANSFORMADORES

INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO


TRANSFORMADORES

Secador de ar sílica-gel
TRANSFORMADORES

Termômetro
TRANSFORMADORES

Termômetro de imagem térmica


TRANSFORMADORES

Tubo de explosão
TRANSFORMADORES

Tubo de explosão
TRANSFORMADORES

Relé detector de gás


TRANSFORMADORES

Válvula de alívio
Caixa de Seletor de tap
Indicador de tap
Transformador

2
1. ventiladores 4
2. relé de gás
3. secador
4. TC relé diferencial 1 1
5. comutação
6. tanque de expansão
8
7. registro de óleo 5
3
8. radiador
7
9. tanque 9

10. termômetros
V V
30 30

RAC - 1

RAC -2
27 27
7401 7402

INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO

INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO
Vn =138 KV Vn =138 KV
In = 600A In = 600A

30 30
A A
3 N 86 1 BA 88 86 2 BA 88 N 3
86 1 TR 1 e 2 50 50 83 50 50 86 1 TR 1 e 2
51 51 51 51
86 1 BA 88 86 2 BA 88

1 1
INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO

INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO
SIEMENS SIEMENS
Vn =145 KV INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO Vn =145 KV
In = 2000A In = 2000A

MEDIÇÃO ELETROPAULO
RDTD RDTD

7403 7404
BARRA 88KV
ISOLADA PARA 138KV ISOLADA PARA 138KV
Vn =138 KV
7405 In = 600A 7406

90 90
26 26
TR - 2
30 49 TR - 1 30 49 INTEL
INTEL Nº 37074
Nº 37074 7,5 / 9,375MVA
86 1 TR 1 3
63 7,5 / 9,375MVA 86 1 TR 1 3
63
87 71 87 71

50 50
N N

3 3
50 50
51 51
3
KVA VArh KWh COS - A KVA VArh KWh COS - A

0,8 A 0,8 A
3
V V

Vn =15 KV 27 Vn =15 KV 27
86 1 TR 1

86 1 TR 1
In = 800A In = 800A
500 MVA SEC 3 500 MVA SEC 4

BARRA DE In = 800A 13.8KV

CARGA CARGA
LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS LTDA
www.lbenergia.com.br
Rua Aragôiania, 153 sala 3 - Vila Barros - Guarulhos - SP - fone 2088-2072

Assunto DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO

EQUIPE TECNÍCA
BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA

Desenho: LUIZ A. PORCIANI Folha: Única


TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS
TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS
TRANSFORMADOR DE POTENCIAL

Redutor de Tensão
Tensão secundária padronizada de 115V (Fase-Fase)
Projetados para suportar sobretensões de 10%
Trabalha em vazio
Classe de exatidão 0,3; 0,6 e 1,2
Ligação de mais de um instrumento

DIAGRAMA
TRANSFORMADOR DE CORRENTE

Redutor de Corrente
Corrente no primário Valor nominal do circuito
Corrente nominal no secundário 5 A

DIAGRAMA
PROTEÇÃO

O objetivo de um sistema de proteção nos equipamentos elétricos


consiste em detectar um defeito, isolar o mas rápido possível sem
perturbar outros equipamentos não defeituoso.

Toda proteção deve prever

- Exatidão na proteção

- Seletividade de operação

- Sensibilidade de operação

- Rapidez de operação
DIAGRAMA
RELÊ DE PROTEÇÃO

A finalidade principal do relê é detectar


anomalia e comanda os dispositivo de proteção
desligando e isolando a área protegida
Sua identificação vai de 1 a 100

SEUS COMPONENTES INTERNOS SÂO.

- Elemento sensível
- Elemento de comparação
- Elemento de comando
DIAGRAMA
RELÊ DE PROTEÇÃO

Quanto a sua construção os relé podem ser:

- Eletromecânico
- Estático
- Microprocessado
- Ação direta
- Fluidodinâmico

Quanto a classificação por tempo os relé podem


ser:

- Instantâneos
- Temporizado
DIAGRAMA
RELÊ DE PROTEÇÃO

Reler de ação direta Fluidodinâmico

DIAGRAMA
RELÊ DE PROTEÇÃO

Reler microprocessado
OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

NR-10
A operação de subestação deverá ser efetuada por
pessoas autorizadas Com o curso de NR-10 básico e SEP e com
treinamento prévio e que estejam familiarizados com o sistema
elétrico em alta tensão.

A - Operação de emergência. B - Operação programada.

Programação, Documentação e
Documentação e relatório. Relatório.
OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

Autorização para manobras

1 - Motivo da manobra;
2 - Horário de inicio da manobra;
3 - Se há interrupção;
4 - Se a interrupção é total ou parcial;
5 - Quais os setores afetados;
6 - Quais componentes que serão manobrados;
7 - Tempo total de duração;
8 - Solicitante da manobra;
9 - Responsável(s) pela manobra(s) (operador);
10 - Em caso de entrega para manutenção quem da manutenção
irá executa-la;
11 - Data e horário que o circuito será devolvido para religamento;
12 - Responsável que irar liberar o circuito;
13 - Quais diagramas a serem consultados para manobra;
DIAGRAMA
PROCEDIMENTO PARA OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

Desligar os circuitos de AT e BT sempre pelos disjuntores e


nunca pelas seccionadoras.
Os disjuntores são feitos para suportar surtos de carga e
até curto circuitos, portanto é elemento responsável pelo
perfeito desligamento ou religamento de toda carga da
subestação.
Quando há diversos disjuntores de Alta Tensão, estes
deverão preferencialmente ser desligados primeiro e por último
o principal.

DIAGRAMA
Principais motivo de desligamento automáticos

-Falta de fase no circuito de alimentação.


- Interrupção total do circuito de alimentação.
- Sobre-corrente na subestação.
- Curto-circuito.
- Aquecimento do transformador.
- Falta de óleo no transformador.
- Gás inflamável no transformador.
QUALQUER DESLIGAMENTO DESTA NATUREZA
REQUER UM RELIGAMENTO O QUAL É CONSIDERADO
OPERAÇÃO DE EMERGÊNCIA.
Observações de Segurança

-Nenhum operador será obrigado a religar uma


subestação, se as condições supras não forem
satisfeitas.
- É proibido efetuar quaisquer serviços de reparos
nas partes vivas de uma subestação, ou seja, em
seus componentes de média/ alta tensão, quando
estiverem energizados. Poderão ser efetuados
reparos nos equipamentos auxiliares de manobra,
o que deverá ser feito com autorização do
engenheiro ou responsável, e deve-se dar
cuidados especiais de trabalho e segurança.
-
DIAGRAMA
Observações de Segurança

-Não é permitido efetuar manobras de subestação


sozinho, sempre deverá haver mais de uma
pessoa credenciada no recinto durante as
manobras.
- É terminantemente proibido fazer manobras em
subestação sem o equipamento de proteção
( luvas, bastões, isolante, tapetes de borracha,
etc.).
- De conformidade com os novos regulamentos
internacionais, os disjuntores de média/ alta
tensão deverão ter acionamento por molas pré
DIAGRAMA carregadas manualmente ou por motor.
Observações de Segurança

-Não é permitido efetuar manobras de subestação


sozinho, sempre deverá haver mais de uma
pessoa credenciada no recinto durante as
manobras.
- É terminantemente proibido fazer manobras em
subestação sem o equipamento de proteção
( luvas, bastões, isolante, tapetes de borracha,
etc.).
- De conformidade com os novos regulamentos
internacionais, os disjuntores de média/ alta
tensão deverão ter acionamento por molas pré
DIAGRAMA carregadas manualmente ou por motor.
OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

Seqüência de operação de uma subestação


Desligamento completo (Programado)
1- Planejamento;
2- Conferir equipamento;
3- Desligar disjuntor principal através do acionamento
elétrico, na falta, acionamento mecânico;
4- Conferir equipamento;
5- Abrir seccionadora na proteção e trava-la na posição
desligada;
6- Abrir seccionadora na medição da concessionária e
trava-lo conforme item anterior;
7- Abrir seccionadora do poste, quando necessário.(Esta
operação é realizada pela concessionária);
8- Verificar equipamentos;
DIAGRAMA 9- Sinalizar (Avisos de perigo com: barreiras, placas,
etc.);
10- Elaborar relatório.
CONJUNTO COMERCIAL SANTO AMARO
______________________________________________________

TERMO DE RESPONSABILIDADE PARA DESLIGAMENTO


PROGRAMADO DA SUBESTAÇÃO PRIMÁRIA

CONJUNTO COMERCIAL SANTO AMARO


CNPJ nº. 07................./0001-27

Nº. do Cliente: 10013520


Data do desligamento do contrato 09/12/2009.
Declaramos que a execução de serviço de limpeza e / ou manutenção
preventiva nesta subestação primária, que alimenta a instalações elétricas
desta empresa, será efetuada sob supervisão de responsabilidade do
profissional devidamente habilitado, conforme a NR-10, NBR 14039 e demais
normas de Legislação brasileira pertinente.
Diante do exposto, esta empresa assume total responsabilidade Civil e
Criminal na ocorrência de acidentes de pessoas, bens, ao sistema elétrico
da Concessionária, ocasionados por operação inadequada dos
equipamentos existentes no interior da subestação primária, proveniente de
tal intervenção (manutenção preventiva).
Declaramos ainda que não será efetuada nenhuma modificação física,
troca de equipamentos ou ajuste no sistema de proteção sem prévia
comunicação e liberação do equipamento pela Concessionária.

Endereço da unidade do Consumidor.


Rua:Verbo DivinoNº10,............2
Bairro:Chácara Santo Antonio – Santo Amaro -SP
CEP: 04719-002
Engº Responsável: Benjamim Ferreira de Barros
RG: 20.895.............-3
CPF: 126............. -05
CREA: 5063............01
Profissão: Eletrotécnico.

____________________________

Benjamim F. Barros
OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES MANUTENÇÃO

A- Executar teste de tensão usando o testador de tensão

B- Executar Aterramento temporário;

C- Isolar a área.
OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

Religamento Completo (Programado)

OBS.: No Religamento completo programado, as


operações devem ser inversas ao desligamento
seguindo passo a passo.

Caso o desligamento seja para manutenção, deve-se


verificar se:

A - Todas as ferramentas, equipamentos e pessoal


foram retirados do local;
B - O Aterramento temporário foi retirado;
C - Os equipamentos e o sistema de proteção estão
DIAGRAMA em ordem;
D - As telas de proteção ou todas as portas estão no
local e fechadas.
OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

Religamento Completo (Programado)

- Execução da Manobra

1 - Conferir equipamento
2 - Verificar Equipamentos;
3 - Fechar o seccionador do poste, caso tenha sido aberta;
4- Fechar seccionador na medição da concessionária e
trava-la na posição ligada;
5 - Fechar seccionadora da proteção e trava-la conforme
item anterior;
6 - Conferir equipamento;
7 - Ligar o disjuntor principal através do acionamento
DIAGRAMA
elétrico, na falta acionamento mecânico;
8 - Conferir equipamento;
9 - Ligar os disjuntores secundários ou os de BT’s.
MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES

Procedimento de segurança

1 – Os trabalhadores devem ser Habilitado ter participado


do curso complementar da NR- 10 com aproveitamento
2 – Uso dos EPIs, e EPCs
3 –Um equipamento só é considerado desenergizado pra
efeito de manutenção quando o mesmo estiver: desligado,
isolado, travado, sinalizado, testado e aterrado.
4- cabe ao responsável o planejamento do serviço,
distribuição das tarefas, uso e condições dos EPIs, e EPCs,
condições geras de trabalho (meio ambiente etc),
ferramentas, sinalização, conferência de manobra com a
equipe localização do aterramento temporário
DIAGRAMA 6 – em toda a manutenção preditiva ,corretiva ou preventiva
deve-se ser constituído um relatório citando as condições
dos equipamentos e alterações referente a relatórios
anteriores deve ser consideradas
V V
30 30

RAC - 1

RAC -2
27 27
7401 7402

INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO

INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO
Vn =138 KV Vn =138 KV
In = 600A In = 600A

30 30
A A
3 N 86 1 BA 88 86 2 BA 88 N 3
86 1 TR 1 e 2 50 50 83 50 50 86 1 TR 1 e 2
51 51 51 51
86 1 BA 88 86 2 BA 88

1 1
INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO

INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO
SIEMENS SIEMENS
Vn =145 KV INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO Vn =145 KV
In = 2000A In = 2000A

MEDIÇÃO ELETROPAULO
RDTD RDTD

7403 7404
BARRA 88KV
ISOLADA PARA 138KV ISOLADA PARA 138KV
Vn =138 KV
7405 In = 600A 7406

90 90
26 26
TR - 2
30 49 TR - 1 30 49 INTEL
INTEL Nº 37074
Nº 37074 7,5 / 9,375MVA
86 1 TR 1 3
63 7,5 / 9,375MVA 86 1 TR 1 3
63
87 71 87 71

50 50
N N

3 3
50 50
51 51
3
KVA VArh KWh COS - A KVA VArh KWh COS - A

0,8 A 0,8 A
3
V V

Vn =15 KV 27 Vn =15 KV 27
86 1 TR 1

86 1 TR 1
In = 800A In = 800A
500 MVA SEC 3 500 MVA SEC 4

BARRA DE In = 800A 13.8KV

CARGA CARGA
LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS LTDA
www.lbenergia.com.br
Rua Aragôiania, 153 sala 3 - Vila Barros - Guarulhos - SP - fone 2088-2072

Assunto DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO

EQUIPE TECNÍCA
BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA

Desenho: LUIZ A. PORCIANI Folha: Única