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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE


CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA

Estudo de população exposta ocupacionalmente ao paration,


no município de Antônio Carlos, SC

Autora: Ana Júlia Lobo Feijó


Orientadora: Profª Drª Claudia Regina dos Santos
1) Introdução
O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos. Os
organofosforados são altamente tóxicos, e nesta classe
encontra-se o paration. A população mais afetada é aquela
que se expõe ocupacionalmente, como os aplicadores destes
produtos no ambiente agrícola, que por ventura se expõe,
levando a uma intoxicação aguda e/ou crônica. A exposição
pode ser significativamente reduzida com o uso de EPIs,
como luva, viseira, jaleco, calça, máscara, avental, botas e
touca árabe.

Aplicador de agrotóxicos com vestimenta inadequada, sem o uso de EPIs


Quadro I - Toxicocinética do paration Fonte: Acervo G1. Disponível em: < http://goo.gl/6ngwEV>

Quadro II – Toxicodinâmica do paration

Quadro II – Toxicodinâmica do paration

2) Objetivos
Avaliar os indicadores biológicos de exposição e de efeito através da dosagem do paration sanguíneo e da atividade das
colinesterases, respectivamente, em amostras biológicas de trabalhadores agrícolas de Antônio Carlos, SC.
3) Metodologia
Estudo de coorte retrospectiva onde serão avaliados cerca de 120 pessoas residentes de Antônio Carlos. Um grupo será
composto por população exposta ocupacionalmente ao paration e outro grupo por não expostos. Através de métodos já
validados no Setor de Toxicologia do DACl do HU-UFSC, utilizando cromatografia gasosa com espectrometria de massas, será
determinada a concentração sanguínea de paration e através de espectrofotometria, será avaliada a atividade das
colinesterases.
4) Análise estatística
Os dados obtidos neste trabalho serão tabulados utilizando Excel 10. A análise estatística será realizada com o software SPSS
20.0
FEIJÓ, Ana Júlia. Estudo de população exposta ocupacionalmente ao paration, no
município de Antônio Carlos, SC, 2015.