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ORGANIZAÇÃO: Fatima Araujo de Carvalho - CEJEN - julho 2009

ALLAN
KARDEC

questão 886
ENEVOLÊNCIA para com todos,

NDULGÊNCIA para as
imperfeições dos outros

ERDÃO das ofensas


1) Alcança todos os homens: escravos,
inimigos e perseguidos;
2) Estende-se além do campo material,
atendendo também as necessidades
morais e espirituais, visando ao mesmo
tempo, corpo e alma;
3) Penetra todas as instituições, dilatando o
conceito de justiça e de fraternidade
marca a primeira vitória na
luta pelo reconhecimento dos
Direitos Humanos, com a
Declaração dos Direitos do
Homem e do Cidadão.
- ONU –
10 de dezembro de 1948
Kardec, O.P. p. 234
Assistência Social Assistencialismo

Contempla o homem na
Fragmenta o homem;
totalidade;

Promove a libertação do
Gera dependência;
ser;
É uma ação É uma atitude
transformadora; mantenedora;

Visa ao mediato, embora


Atende apenas o imediato;
atenda também o imediato;

Consiste na prática da
Promove a esmola.
cidadania.
A ATIVIDADE-FIM
DE TODAS AS INSTITUIÇÕES
ESPÍRITAS SERÁ SEMPRE

A PRÁTICA DA
CARIDADE, NO SEU SENTIDO
MAIS ABRANGENTE
E MAIS PROFUNDO,
COMO A APRESENTA A DOUTRINA ESPÍRITA,
INCLUINDO, NESTA PRÁTICA,
NECESSARIAMENTE,
O ESTUDO E A DIFUSÃO DO ESPIRITISMO
Senhor, quando te
vimos com fome,
e te demos de
comer?
ou com sede, e te
demos de beber?

MATEUS, 25:37 a 40
Quando te vimos
forasteiro, e te
acolhemos?
ou nu
e te vestimos?

MATEUS, 25:37 a 40
Quando te vimos
enfermo, ou na
prisão, e fomos
visitar-te?

MATEUS, 25:37 a 40
Em verdade
vos digo que,
sempre que o
fizestes a um
destes meus
irmãos, mesmo
dos mais
pequeninos, a
mim o fizestes.

MATEUS, 25:37 a 40
Os Espíritos Superiores, através de São
Vicente de Paulo, nos alertam:

“(...) Não pode a alma elevar-


se às altas regiões espirituais,
senão pelo devotamento ao
próximo; somente nos
arroubos da caridade encontra
ela ventura e consolação.
Sede bons, amparai os vossos
irmãos, deixai de lado a
horrenda chaga do egoísmo.
Cumprido esse dever, abrir-se-
vos-á o caminho da felicidade
eterna.
Os Espíritos Superiores, através de São
Vicente de Paulo, nos alertam:

“(...) Não pode a alma elevar-


se às altas regiões espirituais,
senão pelo devotamento ao
próximo; somente nos
arroubos da caridade encontra
ela ventura e consolação.
Sede bons, amparai os vossos
irmãos, deixai de lado a
horrenda chaga do egoísmo.
Cumprido esse dever, abrir-se-
vos-á o caminho da felicidade
eterna.
No vale das trevas, delirava a legião de
Espíritos infelizes.
Rixas, obscenidades, doestos, baldões.
Planejavam-se assaltos, maquinavam-se
crimes.
O Espírito Benfeitor penetrou a caverna,
apaziguando e abençoando.
Aqui, abraçava um desventurado, apartando-o
da malta, de modo a entregá-lo, mais tarde, a
equipes socorristas; mais adiante, aliviava com
suave magnetismo a cabeça atormentada de
entidades em desvario.
O serviço assistencial seguia difícil, quando
enfurecido mandante da crueldade, ao
descobri-lo, se aquietou em súbita acalmia e,
impondo respeitosa serenidade a chusma de
loucos, declinou-lhe a nobre condição.

Que os companheiros rebelados se


acomodassem, deixando livre passagem
àquele que reconhecia por missionário do bem.
- Conheces-me? - interrogou o recém-
chegado, entra espantado e agradecido.
- Sim - disse o rude empreiteiro da sombra
-, eu era um doente na Terra e curaste meu
corpo que a moléstia desfigurava.
Lembro-me perfeitamente de teu cuidado
ao lavar-me as feridas.
Os circunstantes entraram na conversação
de improviso e um deles, de dura carranca,
apontou o visitador e clamou para o amigo:
Que mais te fez este homem no
mundo para que sejamos forçados à
deferência?
Deu-me teto e agasalho.
Outro inquiriu:
Que mais?
Supriu minha casa de pão e roupa,
libertando-nos, a mim e a família, da
nudez e da fome.
Outro ainda perguntou com ironia:
Mais nada?
Muitas vezes, dividia comigo o que trazia na
bolsa, entregando-me abençoado dinheiro para que
a penúria não me arrasasse.
Estabelecido o silêncio, o Espírito Benfeitor,
encorajado pelo que ouvia, indagou com
humildade:
Meu irmão, nada fiz senão cumprir o dever
que a fraternidade me impunha; entretanto, se te
mostras tão generoso para comigo, em tuas
manifestações de reconhecimento e de amor que
reconheço não merecer, porque te entregas, assim,
à obsessão e à delinqüência?! .
O interpelado pareceu sensibilizar-
se, meneou tristemente a cabeça e
explicou:
Em verdade, és bom e amparaste
a minha vida, mas não me ensinaste a
viver!
Espíritas, irmãos!
Cultivemos a divulgação da
Doutrina Renovadora que nos esclarece
e reúne!
Com o pão do corpo, estendamos
a luz da alma que nos habilite a
aprender e compreender, raciocinar e
servir..
a) O Serviço Assistencial Espírita das entidades
deverá ser realizado integradamente,
com orientação doutrinária e assistência
espiritual, sem imposições,
de modo que possa constituir-se em um dos
meios para a libertação espiritual do homem,
finalidade primordial da
Doutrina Espírita.”
Palestras públicas auxiliam no esclarecimento ao necessitado,
que irá mudando a sintonia mental, atraindo as coisas boas,
emanando vibrações de amor, se autoajudando.
Sofremos influenciações, necessitamos de
reequilíbrio fluídico, harmonização interior.

É necessário receber o auxílio espiritual.

Tanto obsidiado quanto obsessor devem receber o


auxílio espiritual da palestra, do passe, da água
fluidificada.
Pelo convite ao despertar
do espírito

PONTO DE MUTAÇÃO :

A Transformação
para uma nova consciência humana
CONTRIBUI PARA A
CONSTRUÇÃO DA PAZ
NA GRANDE OBRA DE
REGENERAÇÃO DA
HUMANIDADE
Vigiemos, oremos
e
façamos o bem,
até o limite de
nossas
possibilidades!
Deus te compense,
alma boa,
A ti, que estendes a
mão,
Repartindo
alegremente
carinho, agasalho e
pão.
Deus te envolva em
alegria
Todo esforço de
esquecer
A ofensa que se te
faça,
Buscando a paz por
prazer.
Deus te exalte o
gesto amigo
quando levantas
alguém
Da tristeza do
infortúnio
Para as estradas do
bem.
Deus te engrandeça
o trabalho
Com que te
esqueces e vais
Auxiliar e servir
Àqueles que sofrem
mais.
Por toda a bênção
que espalhes
Que o mundo nem
sempre diz
Que a Vida te
recompense
E Deus te faça feliz.