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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA

BAHIA

CURSO: ENG. AGRONÔMICA


DISCIPLINA: METÓDOS ESTATÍSTICOS
PROF. JOAQUIM PEDRO SOARES NÉTO
E-mail: j.pedroneto@yahoo.com.br
jpsneto@uneb.br
Cel. 9971 4508
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• 1. DEFINIÇÃO E HISTÓRICO • 3.EXPERIMENTAÇÃO
• 2.REVISÃO
• 3.1.CONCEITOS PRELIMINARES
• 2.1.CONCEITOS BÁSICOS
• 2.1.1.AMOSTRAGEM
• 3.2.PRINCIPIOS BÁSICOS DA
EXPERIMENTAÇÃO
• 2.1.2.TIPOS DE VARIÁVEIS
• 2.2.ESTATÍSTICA DESCRITIVA • 3.3.DELINEAMENTOS EXPERIMENTAIS
• 2.2.1.MEDIDADS DE POSIÇÃO • 3.3.1. INTEIRAMENTO CASUALIZADOS
• 2.2.2.MEDIDAS DE VARIABILIDADE • 3.3.2.BLOCOS AO ACASO
• 2.3.ESTATÍSTICA INFERENCIAL • 3.3.3.QUADRADO LATINO
• 2.3.1. ERRO DA MÉDIA
• 4.EXPERIMENTOS FATORIAIS
• 2.3.2.INTERVALO DE CONFIANÇA
• 2.3.3.TAMANHO DA AMOSTRA • 5.ANÁLISE DE REGRESSÃO
• 2.3.4.TESTE DE HIPOTESES • 5.1.REGRESSÃO E CORRELAÇÃO
• 2.3.5.TESTES DE SIGNIFICÂNCIA
METODOLOGIA

• O MÉTODO USADO É O GLOBAL


• AULAS EXPOSITIVAS
• VISITA TÉCNICA (SE POSSÍVEL)
• TRABALHOS EM SALA E EM CASA
• SEMINÁRIOS (TRABALHOS PRÁTICOS)
• UTILIZAÇÃO DE SOFWERE
• PROVAS
BIBLIOGRAFIA PRINCIPAL

• CURSO DE ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL- Frederico Pimentel


Gomes
• ESTATÍSTICA APLICADA À PESQUISA AGRÍCOLA – Francisco
José P. Zimmermann
• DESIGN AND ANALYSIS OF EXPERIMENTS – Oscar Kemphorne
• ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL – Sonia vieira & Rodolfo
Hoffmann
MÉTODOS ESTATÍSTICOS
• DEFINIÇÃO:
• ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL
É a parte da matemática aplicada aos dados
experimentais, obtidos de experimentos .
HISTÓRICO
DIVISÃO DA ESTATÍSTICA
AMOSTRAGEM

DESCRITIVA PROBABILIDADE

INFERENCIAL
AMOSTRGEM

• DEFINIÇÃO: É uma série de operações que


permite extrair de um sistema porções que,
combinadas e reduzidas a tamanho
apropriado, dão uma parcela com
características representativas do sistema.
OBJETIVOS DE UMA AMOSTRAGEM

• Estimar características e/ou propriedades


desconhecidas de uma população

• Testar hipóteses sobre parâmetros de uma


população
POPULAÇÃO E AMOSTRA

• POPULAÇÃO

• AMOSTRA
TIPOS DE AMOSTRAGEM

• PROBABILÍSTICA  NÃO
• Casual simples PROBABILÍSTICA
• Sistemática  Inacessibilidade a toda

• Conglomerado população
 População formada por
• Estratificada
material contínuo
AMOSTRAGEM EM SOLO
TAMANHO DA AMOSTRA E ERRO AMOSTRAL
COEFICIENTE DE VARIAÇÃO EM FUNÇÃO
DO NÚMERO DE AMOSTRAS SIMPLES
TÉCNICA DE AMOSTRAGEM DE SOLO
VARIÁVEIS

QUANTITATIVAS
• DISCRETAS
• CONTÍNUAS

QUALITATIVAS
• NOMINAIS
• POR POSTOS
COLETA DE DADOS
• POR VIA DIRETA

• POR VIA INDIRETA


ESTATISTICA DESCRITIVA

ORGANIZAÇÃO DE DADOS
MEDIDAS DE POSIÇÃO
• MÉDIA
• MEDIANA
• MODA
• QUARTIS, DECIS E PERCENTIS
ESTATISTICA DESCRITIVA

MEDIDAS DE VARIABILIDADE
• AMPLITUDE
• VARIÂNCIA
• DESVIO PADRÃO
• COEFICIENTE DE VARIAÇÃO
ESTATÍSTICA INFERENCIAL
ERRO DA MÉDIA (DESVIO PADRÃO DA MÉDIA)
S(ȳ) = S/√n

INTERVALO DE CONFIANÇA PARA MÉDIA

P(ȳ - tα/2* S(ȳ) ≤ μ ≤ ȳ + tα/2* S(ȳ)) = 1 -α


TABELA PARA TESTE t
TESTE DE HIPÓTESES
DEFINIÇÃO: HIPÓTESES ESTATÍSTICAS SÃO
SUPOSIÇÕES FEITAS SOBRE O VALOR DOS
PARÂMETROS NAS POPULAÇÕES

TIPOS DE HIPÓTESE ESTATÍSTICA


• HIPÓTESE NULA - H0: μA = μ0
• HIPÓTESE ALTERNATIVA – H1: μA ≠ μ0

HIPÓTESES UNILATERAIS
H0: μA ≥ μ0
H1: μA ≤ μ0
TESTE DE HIPÓTESES

DEFINIÇÃO: É UM PROCEDIMENTO ESTATÍSTICO


PELO QUAL SE REJEITA OU NÃO UMA
HIPÓTESE, ASSOCIANDO A CONCLUSÃO A UM
RISCO MÁXIMO DE ERRO.
TIPOS DE ERRO
HIPÓTESES DECISÃO
ACEITAR H0 REJEITAR H0
H0 VERDADEIRA DECISÃO CORRETA ERRO TIPO I (α)
H0 FALSA ERRO TIPO II DECISÃO CORRETA
(PODER)
TESTES DE SIGNIFICÂNCIA
TESTE F (G. W. SNEDECOR)
• Fcal = S12/S22

• REGRA DE DECISÃO: FCAL > FTAB REGJEITA-SE H0


• FCAL < FTAB ACEITA-SE H0
TESTES DE SIGNIFICÂNCIA
TESTE DE TUKEY (J. W. TUKEY, 1949)
• DHS = qα,n,GL*(QMR/r) 1/2
• α = erro
• n = número de médias
• GL = grau de liberdade
TABELA PARA q
TESTES DE SIGNIFICÂNCIA
TESDTE DE DUNCAN (1955)
• Di = Zα,i,GL*(QMR/r) 1/2

• α = ERRO
• i = NÚMERO DE MÉDIA ABRANGIDAS
• GL = GRAU DE LIBERDADE
TABELA Z (DUNCAN)
TESTES DE SIGNIFICÂNCIA
TESTE DE STUDENT-NEWMAN-KEULS (SNK)
• SNK = qα,i,GL*(QMR/r) 1/2

• α = ERRO
• i = NÚMERO DE MÉDIA ABRANGIDAS
• GL = GRAU DE LIBERDADE
TESTES DE SIGNIFICÂNCIA
TESTE DE DUNNETT (1955)
COMPARA APENAS COM O TRATAMENTO
PADRÃO
• Du = tp,α,GL*(2*QMR/r) 1/2
• α = ERRO
• p = NÚMERO DE TRATAMENTOS
• GL = GRAU DE LIBERDADE DO RESÍDUO
DETERMINAÇÃO DO TAMANHO DE UMA
AMOSTRA

ERRO AMOSTRAL: É A DIFERENÇA ENTRE UM RESULTADO


AMOSTRAL E O VERDADEIRO RESULTADO POPULACIONAL
(FLUTUAÇÕES AMOSTRAIS ALEATÓRIAS NÃO EVITÁVEIS)

ERROS NÃO-AMOSTRAIS:
• ERROS NA COLETA, REGISTRO, ANÁLISE
• INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO DEFEITUOSO
• TENDENCIOSIDADE DO PESQUISADOR
TAMANHO DA AMOSTRA

•AMOSTRAS DESNECESSÁRIAMENTE GRANDE


ACARRETAM DESPEDICIO DE TEMPO E DINHEIRO

•AMOSTRAS EXCESSIVAMENTE PEQUENAS PODEM


LEVAR A RESULTADOS NÃO CONFIÁVEIS.
TAMANHO DA AMOSTRAS PARA ESTIMATIVA
DO PARÂMETRO MÉDIA
N = (Zα/2* σ)2/E ; ONDE:

• N = INDIVIDUOS DA AMOSTRA
• Zα/2 = VALOR CRÍTICO DA CONFIANÇA DESEJADA
• σ= DESVIO PADRÃO POPULACIONAL
• E = ERRO MÁXIMA DE ESTIMATIVA (ȳ - μ)
AMOSTRAS PARA ESTIMATIVA DO PARÂMETRO
PROPORÇÃO
N = (Z2α/2* p*q)/E2 ; ONDE:

• N = INDIVIDUOS DA AMOSTRA
• Zα/2 = VALOR CRÍTICO DA CONFIANÇA DESEJADA
• p = PROPORÇÃO POPULACIONAL
• q = 1- p
• E = ERRO MÁXIMA DE ESTIMATIVA (p - p)
• OBS. QUANDO p E q SÃO DESCONHECIDO UTILIZA-SE p = 0,5 E q = 0,5
TRANFORMAÇÃO DE VARIÁVEIS

RAIZ QUADRADA: (x +k)0,5 ; k = 0; 0,5; 1


• ȳ = S2
• DADOS DE CONTAGEM
• PORCENTAGEM ENTRE 0 E 20% OU 80 E 100
LOGARITMO: LOG(X + K); K = 0; 1
• VARIÂNCIA PROPORCIONAL A MÉDIA
• MEDIDADS EM VALORES INTEIROS QUE COBREM GRANDES AMPLITUDES
ARCO-SENO: ARCO-SENO (x)0,5
• PORCENTAGEM
• PORCENTAGEM ENTRE 0 E 20% OU 80 E 100
EXPERIMENTAÇÃO

• Experimentos: São Pesquisas planejadas


para obter novos fatos, negar ou confirmar
hipóteses ou resultados obtidos
anteriormente.
• Absoluto: Quando tem um só tratamento.
• Comparativo: possui mais de um
tratamento.
EXPERIMENTAÇÃO
• Tratamento: É a condição imposta à parcela
cujo efeito desejamos medir ou comparar em
um experimento.
EXPERIMENTAÇÃO
• Parcela (unidade experimental): É a unidade
onde é feita a aplicação casualizada do
tratamen-to, de modo a fornecer os dados
experimentais que deverão refletir seu
efeito.
EXPERIMENTAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DOS EXPERIMENTOS

• Aleatório

• Sistemático
Aleatório Sistemático

A B C A A A

A C B B B B

B A C C C C
EXPERIMENTAÇÃO
TIPOS DE EXPERIMENTOS

• Preliminar

• Crítico

• Demonstrativo
EXPERIMENTAÇÃO
TIPOS DE VARIAÇÕES

• Premeditada

• Externa

• Acidental (erro experimental)


EXPERIMENTAÇÃO

REDUÇÃO DO ERRO EXPERIMENTAL


• Forma da parcela
• Tamanho da parcela
• Orientação da parcela
• Efeito de bordadura entre as parcelas
• Falha nas parcelas (plantas, animais, etc)
EXPERIMENTAÇÃO

CONT. REDUÇÃO DO ERRO EXPERIMENTAL

• Número de repetições dos experimentos


• Delineamento experimental e
• Forma de condução do experimento.
EXPERIMENTAÇÃO
TAMANHO DA PARCELA
Fatores a considerar:
• Tipos de experimento
• Heterogeneidade do solo
• Efeito de bordadura
• Disponibilidade de recursos
• Características avaliadas.
EXPERIMENTAÇÃO
EFEITO DE BORBADURA
• É a diferença em comportamento entre
elemento estudado ao longo dos lados ou
extremidades de uma parcela e os do centro
do centro desta parcela.
EXPERIMENTAÇÃO
COMO MINIMIZAR O EFEITO DE BORDADURA
a) Evitar o uso de áreas não plantadas para
separar parcelas experimentais.
b) Reduzir ao máximo o número de ruas no
experimento.
EXPERIMENTAÇÃO
c) Não medir caracteres agronômi-cos em
fileiras bordaduras que, provavelmente,
sofrem os efeitos de competição entre
parcelas.
d) Plantar umas poucas fileiras de um genótipo
uniforme ao redor do perímetro do
experimento.
EXPERIMENTAÇÃO
e) Variedades diferentes quanto ao hábito de
crescimento, escolher um delineamento
experimental que permita agrupamento de
variedades homogêneas, particularmente
pela altura.
EXPERIMENTAÇÃO
f) A quantidade de fileiras a excluir depende do
tipo de efeito de bordadura. Quando houver
dúvida e quando o tamanho da parcela for
bastante grande excluir pelo menos duas
fileiras.
EXPERIMENTAÇÃO
ESTIMATIVAS DE PRODUTIVIDADES DAS
PARCELAS
USO DE FÓRMULAS DE CORREÇÃO
Zuber (1942)
CW = [(H - 0,3M)/(H - M)]*FW

M = N.º de falhas; H = Stand inicial;


FW = Peso de campo
EXPERIMENTAÇÃO
NÚMERO DE REPETIÇÕES DOS
EXPERIMENTOS
FATORES QUE INFLUÊNCIAM O NÚMERO DE
REPETIÇÕES
A) VARIABILIDADE DO MEIO
B) NÚMERO DE TRATAMENTOS EM ESTUDO
C) RECURSOS DE PESSOAL, FINANCEIRO
EQUIPAMENTOS ETC.
EXPERIMENTAÇÃO
NÚMERO IDEAL DE REPETIÇÕES
A) ENSAIO DE UNIFORMIDADE
B) RESULTADOS DE ENSAIOS ANTERIORES
C) REGRA PRÁTICA: MÍNIMO DE 20 PARCELAS OU 10
GRAUS DE LIBERDADE PARA O RESÍDUO.
EXPERIMENTAÇÃO
FORMA DE CONDUÇÃO DOS EXPERIMENTOS
• ESCOLHA DO LOCAL
• INSTALAÇÕES (SEMEADURA, PLANTIO
ADUBAÇÃO ETC).
• COLETA DE DADOS PESQUISADOS
• ANOTAÇÕES EM CADERNETAS DE CAMPO COM
CRONOLOGIA, NUNCA EM FOLHA SOLTAS
EXPERIMENTAÇÃO

QUALIDADE DE BOM EXPERIMENTO


• Simplicidade de execução
• Não apresentar erros sistemáticos
• Ter alta precisão
• Ser exato
• Fornecer amplos resultados
EXPERIMENTAÇÃO

QUALIDADES DE UM BOM PESQUISADOR


• TER CONHECIMENTO DO MATERIAL QUE VAI
TRABALHAR E DA REGIÃO
• TER DEDICAÇÃO E PERSISTÊNCIA
• TER PACIÊNCIA
• SER OBSERVADOR
• FAZER USO DO RACIOCINIO E DO BOM SENSO
• SER HONESTO, ACIMA DE TUDO.
EXPERIMENTAÇÃO
ETAPAS DE UM EXPERIMENTO
• ELABORAÇÃO DO PROJETO
• INSTALAÇÃO DO EXPERIMENTO
• EXECUÇÃO DO EXPERIMENTO
• ANÁLISE ESTATÍSTICA DOS DADOS EXPERIMENTAIS
• INTERPRETAÇÃO DOS RESULDADOS, RELATÓRIO
FINAL.
MÉTODO CIENTÍFICO

OBSERVAÇÃO

FORMULAÇÃO
PROBLEMA DAS VERIFICAÇÃO
HIPÓTESES DA TEORIA

DESENVOLVIMENTO
DA TEORIA
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA
EXPERIMENTAÇÃO
REPETIÇÃO:
• FINALIDADE: ESTIMATIVA O ERRO
EXPERIMENTAL,
• AUMENTA A PRECISÃO DAS ESTIMATIVAS
• AUMENTA O PODER DOS TESTES
PRINCÍPIOS BASICOS DA
EXPERIMENTAÇÃO
• CASUALIZAÇÃO:
FINALIDADE: ASSEGURA A VALIDADE DOS
ERROS EXPERIMENTAL E DAS ANÁLISES DOS
TRATAMENTOS
• CONTROLE LOCAL:
FINALIDADE: DIMINUIR O ERRO EXPERIMENTAL
ANÁLISE DE VARIÂNCIA
• OBTENÇÃO DA ANÁLISE DE VARIÂNCIA
DELINEAMENTOS EXPERIMENTAIS

•INTEIRAMENTE CASUALIZADOS

D A C H

D D C B

D C B C

A B A B

MODELO MATEMÁTICO:
ANÁLISE DE VARIÂNCIA

C. da variação Grau de liberdade

Entre as variedades 3

Dentro da variedade 12

Total 15
BLOCOS AO ACASO

EX: 4 VARIEDADES COM 4 REPETIÇÕES

B1 B2 B3 B4

C C D B

B A H A

A B C D

D D B C
ANÁLISE DE VARIÂNCIA

C. da variação Grau de liberdade


Blocos 3
Entre variedades 3
Resíduo 9
Total 15
QUADRADO LATINO

EX: 4 VARIEDADES COM 4 REPETIÇÕES

C1 C2 C3 C4

L1 D C B A

L2 A D C B

L3 B A D C

L4 C B A D
ANÁLISE DE VARIÂNCIA

C. de variação Grau de liberdade


.Efeito entre 3
linhas
.Efeito entre 3
colunas
.Variedades 3
(trat.)
.Residuo 6
Total 15
EXPERIMENTOS FATORIAIS

• CARACTERÍSTICA:
Inclui todas as combinações possíveis entre dois ou mais
grupos de tratamentos
• FATOR:
É qualquer grupo de tratamento avaliado
• NÍVEL:
São as subdivisões dentro do fator
• TIPOS DE EXPERIMENTOS FATORIAIS
Qualitativos (teste de média)
Quantitativos (regressão
Misto
EXPERIMENTOS FATORIAIS

• VANTAGENS
1.Melhor utilização dos recursos, dando maior eficiência
2.Permitem estudar efeitos principais dos fatores e os
efeitos das interações entre os fatores

• DESVANTAGENS
1.Análise estatística é muito trabalhosa
2.O número de tratamento ou combinações cresce
rapidamente, dificultando a instalação de experimento
EXPERIMENTOS FATORIAIS

• ALTERNATIVAS PARA CONTORNAR ESTAS DESVANTAGENS


Uso de blocos incompletos
Uso de técnicas de confundimento
Uso de fatoriais fracionários
INSTALAÇÃO DO EXPERIMENTO

Fatorial 3x2: A (A0, A1, A2); B(B0, B1)

A0BO A2BO A1BO A0BO

A0B1 A0B1 A0B1 A0B1

A1B0 A1B0 A2B0 A1B0

A1B1 A1B1 A1B1 A1B1


A2B0 A1B0
A0B0 A2B0
A2B1 A2B1
A2B1 A2B1
QUADRO AUXILIAR

Trat. A Tratamento B
B0 B1 Total
A0 TA0B0 TA0B1 TA0
A1 TA1B0 TA1B1 TA1
A2 TA2B0 TA2B1 TA2
T. trat. B TB0 TB1