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Curso:

EME – Engenharia Mecânica


Aula 5:
Vasos de Pressão
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Cano de uma espingarda que se entupiu com detritos antes
do disparo. A pressão do gás da carga aumentou a tensão
circunferencial do interior do cano, o que provocou a
ruptura.

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Um vaso de pressão cilíndrica de extremidades fechadas é sujeita a pressão interna. O vaso é
fabricado de um aço cuja tensão de escoamento é 42000 psi e suas dimensões são: D = 10 ft e t = 3 in.
Desprezando as tensões locais nas extremidades do vaso, determinar a pressão necessária para
produzir o escoamento segundo o critério de Tresca e Von Mises. Considerar de modo análogo o caso
do escoamento para esse mesmo aço usando o critério de Hill, supondo que o coeficiente de
anisotropia plástica normal seja R = 1,4.

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Exemplo 5 : Um vaso de pressão, na forma de um cilindro com extremes hemisféricos, tem
um raio de 2 pés, e é para ser feito de um metal cuja tensão de escoamento k= 80.000 psi. A
pressão interma máxima pretendida durante o uso é de 5.000 psi. Se em nenhuma seção do
vaso é permitido o escoamento, qual deve ser a espessura mínima especificada segundo:

a) O critério de Von Mises;


b) O Critério de Tresca.

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TEORIAS DE ESCOAMENTO PLÁSTICO

7.1.3- CRITÉRIO DE ESCOAMENTO PARA MATERIAIS


ANISOTRÓPICOS

Hill, formulou um critério de escoamento para materiais


anisotrópicos apresentando simetria ortotrópica, baseado no
fato que o critério de escoamento mais simples para um
material anisotrópico, conduziria ao critério de escoamento de
Von Mises quando a anisotropia fosse desprezível.

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TEORIAS DE ESCOAMENTO PLÁSTICO

F ( y   z )2  G( z   x )2  H ( x   y )2  2L yz2  2M xz2  2N xy2  1

onde F, G, H, L, M e N são constantes que definem


o grau de anisotropia.

Considerando os eixos principais de simetria, tem-se:

F ( 2   3 )  G( 3   1 )  H ( 1   2 )  1
2 2 2

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TEORIAS DE ESCOAMENTO PLÁSTICO

Se X é a tensão de escoamento na direção 1, Y é a


tensão de escoamento na direção 2 e Z é a tensão de
escoamento na direção 3, substituindo na equação
anterior pode-se avaliar as constantes como:
1 1 1
G  H  2 ; F  H  2 e F G  2
X Y Z
Considerando uma chapa fina com alto grau de
textura, de maneira que a tensão na direção 3, ao longo
da espessura, seja desprezível quando solicitada, tem-
se:

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TEORIAS DE ESCOAMENTO PLÁSTICO

F 22  G 12  H ( 12  2 1 2   22 )  1

(G  H ) 12  ( F  H ) 22  2H 1 2  1

1 1 1
Substituindo: GH 
X2
; FH 
Y2
e F G 
Z2

 1    2   1  2 
2 2


     2 HXY  .  1
X Y  X Y 

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TEORIAS DE ESCOAMENTO PLÁSTICO

Considerando que no plano da chapa a anisotropia seja


rotacionalmente simétrica, os limites de escoamento no
plano da chapa são iguais, isto é, X = Y, de onde vem:

 12   22  2HY 2 1 2  Y 2
2
e
1 1Y 
GF ; HY 2  1   
2Z 2 2Z 

 1   
Y
2
Assim:  1   2  21     1 2  Y 2
2 2

 2  Z  

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TEORIAS DE ESCOAMENTO PLÁSTICO

O limite de escoamento Z na direção da espessura da


chapa é uma propriedade difícil de analisar. Tal
problema pode ser contornado medindo-se o valor de R
(índice de anisotropia plástica normal) que é a razão
entre a deformação ao longo da largura e a deformação
na espessura.

ln  0 
w
w  d 2 R, é definido para uma
R   deformação de 15% a 20% em
ln  0  d 3
t
tração.
 t 

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TEORIAS DE ESCOAMENTO PLÁSTICO

2
Pode-se mostrar que: Y  1
   (1  R)
Z 2

Finalmente a equação que define a superfície de


escoamento para um material anisotrópico é:

2R
  
2 2
 1 2  Y 2
( R  1)
1 2

( R  1) 12  2 R 1 2  ( R  1) 22  ( R  1) a2

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TEORIAS DE ESCOAMENTO PLÁSTICO

“ Um alto valor do limite de escoamento Z, ao longo


de toda espessura, dá origem a um baixo valor da
deformação na espessura e um alto valor R. Para
materiais anisotrópicos R = 1 (material equivalente ao
isotrópico) 
a 0 , da equação anterior obtém-se
novamente von Mises ”.

   1 2    
2
1
2
2
2
0

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