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História da Gaivota e do Gato

que a ensinou a voar


Luís Sepúlveda
Atividades no âmbito
da Competência da Leitura
1.º Capítulo
Destaque da ação de Kengah
Kengah, uma gaivota de penas cor de prata, gostava especialmente de observar
as bandeiras dos barcos, pois sabia que cada uma delas representava uma forma de
falar, de dar nome às mesmas coisas com palavras diferentes.
- As dificuldades que os humanos têm! Nós, gaivotas, ao menos grasnamos o
mesmo em todo o mundo – comentou uma vez Kengah para uma das suas
companheiras de voo.
- Pois é. E o mais notável é que às vezes até conseguem entender-se – grasnou a
outra.
Seria um belo encontro. Era nisso que Kengah pensava enquanto dava conta do
seu terceiro arenque.
Kengah mergulhou a cabeça para agarrar o quarto arenque e por isso não ouviu
o grasnido de alarme que estremeceu o ar:
- Perigo a estibordo! Descolagem de emergência!
Quando Kengah tirou a cabeça da água viu-se sozinha na imensidade do oceano.
1.º Capítulo
Rede Lexical relacionada com os conceitos de mar e gaivota
I Mar - Banco de arenques a bombordo! – anunciou a gaivota de vigia, e o bando do Farol da Arenques
Bombordo
do Areia Vermelha recebeu voo a notícia com grasnidos de alívio. gaivota de vigia
Norte Iam com seis horas de sem interrupção e, embora as gaivotas-piloto as tivessem bando do Farol da Areia Vermelha
grasnidos
conduzido por correntes de ares cálidos que lhes haviam tornado agradável aquele planar voo
sobre o oceano, sentiam a necessidade de recobrar forças, e para isso não havia nada melhor gaivotas-piloto
que um bom fartote de arenques. ares cálidos
planar
Voavam sobre a foz do rio Elba, no Mar do Norte. Viam lá do alto os barcos alinhados oceano
uns atrás dos outros, como pacientes e disciplinados animais aquáticos à espera de saírem arenques
foz do rio Elba
para o mar largo e ali orientarem os seus rumos para todos os portos do planeta.
Mar do Norte
barcos
Kengah, uma gaivota de penas cor de prata, gostava especialmente de observar as mar
portos
bandeiras dos barcos, pois sabia que cada uma delas representava uma forma de falar, de dar gaivota
nome às mesmas coisas com palavras diferentes. penas
- As dificuldades que os humanos têm! Nós, gaivotas, ao menos grasnamos o mesmo bandeiras dos barcos
gaivotas
em todo o mundo – comentou uma vez Kengah para uma das suas companheiras de voo. grasnamos
- Pois é. E o mais notável é que às vezes até conseguem entender-se – grasnou a outra. voo
companheiras de voo
grasnou
Mais para além da linha de costa, a paisagem tornava-se de um verde intenso. Era um
enorme prado em que se destacavam os rebanhos de ovelhas pastando ao abrigo dos diques linha da costa paisagem verde intenso prado
Rebanho diques
e das preguiçosas velas dos moinhos de vento. velas dos moinhos de vento

Seguindo as instruções da gaivota-piloto, o bando do Farol da Areia Vermelha tomou gaivota-piloto


uma corrente de ar frio e lançou-se em voo picado sobre o cardume de arenques. Cento e bando do Farol da Areia Vermelha
voo picado
vinte corpos perfuraram a água como setas e, ao regressar à superfície, cada gaivota segurava cardume de arenques
um arenque no bico. corpos
arenque
Saborosos arenques.
bico
Saborosos e gordos. Era mesmo do que precisavam para recuperar energias antes de arenques
continuarem o voo para Den Helder, onde se lhe juntaria o bando das ilhas Frísias. voo
bando das ilhas Frísias
1.º Capítulo
Rede Lexical relacionada com os conceitos de mar e gaivota
I Mar No plano de voo estava previsto que seguiriam depois até ao estreito de Calais e ao Canal estreito de calais e Canal da
do da Mancha, onde seriam recebidos pelos bandos da Baía do Sena e de Saint-Malo, com os Mancha
Norte quais voariam juntas até chegarem aos céus da Biscaia. plano do voo
Seriam então umas mil gaivotas que, como uma rápida nuvem de cor de prata, iriam bandos
aumentando com a incorporação dos bandos de Belle-Île e de Peñas. Quando todas as gaivotas voariam
autorizadas pela lei do mar e dos ventos voassem sobre a Biscaia, poderia começar a grande mil gaivotas
convenção das gaivotas dos mares Báltico, do Norte e Atlântico. bandos
gaivotas
Seria um belo encontro. Era nisso que Kengah pensava enquanto dava conta do seu lei do mar e dos ventos
terceiro arenque. Como todos os anos, iriam escutar-se interessantes histórias, especialmente convenção das gaivotas
contadas pelas gaivotas do Cabo de Peñas, infatigáveis viajantes que voavam às vezes até às mares
ilhas Canárias ou às de Cabo Verde. terceiro arenque
As fêmeas como ela iriam entregar-se a grandes festins de sardinhas e lulas enquanto os gaivotas de Cabo de Peñas
machos instalariam os ninhos à beira de uma escarpa. Neles poriam os ovos, neles os viajantes
chocariam a salvo de qualquer ameaça e, quando tivessem crescido às gaivotinhas as primeiras fêmeas
penas resistentes, chegaria a parte mais bela da viagem: ensinar-lhes a voar nos céus da grandes festins de sardinhas e
Biscaia. lulas
Kengah mergulhou a cabeça para agarrar o quarto arenque e por isso não ouviu o grasnido machos
de alarme que estremeceu o ar: ninhos
- Perigo a estibordo! Descolagem de emergência! ovos
Quando Kengah tirou a cabeça da água viu-se sozinha na imensidade do oceano. gaivotinhas
penas
cabeça
quarto arenque
grasnido de alarme
água
oceano
2.º Capítulo
Reiteração do nome “gato”
II Um Gato - Tenho muita pena de te deixar sozinho – disse o garoto acariciando o lombo do gato grande, preto
e gordo.
Grande, Depois continuou a meter coisas na mochila. Pegava numa cassete do grupo Pur, um dos seus
Preto e favoritos, guardava-a, tinha dúvidas, tirava-a, e não sabia se havia de tornar a metê-la na mochila ou
deixá-la em cima da mesa-de-cabeceira. Era difícil decidir o que havia de levar para as férias e o que
Gordo devia deixar em casa.
O gato grande, preto e gordo olhava para ele com atenção, sentado no peitoril da janela, o seu lugar
favorito.
- Guardei os óculos de nadar? Zorbas, viste os meus óculos de nadar? Não. Não os conheces porque
não gostas da água. Não sabes o que perdes. Nadar é um dos desportos mais divertidos. Vão umas
bolachinhas? – ofereceu o garoto pegando na caixa de bolachas para gatos.
Serviu-lhe uma ração mais que generosa, e o gato grande, preto e gordo começou a mastigar
lentamente para prolongar o prazer. Que bolachas deliciosas, estaladiças e a saber a peixe!
“É um bom rapaz”, pensou o gato de boca cheia. “Bom rapaz? É o melhor que há!”, corrigiu ele
enquanto engolia.
Zorbas, o gato grande, preto e gordo, tinha muitas boas razões para pensar isto do garoto, que não
só gastava o dinheiro da sua mesada naquelas deliciosas bolachas, como ainda lhe mantinham sempre
limpo o caixote de areia onde aliviava o corpo e o instruía falando-lhe de coisas importantes.
Costumavam passar muitas horas juntos na varanda, contemplando a incessante azáfama do porto
de Hamburgo, e nessas ocasiões, por exemplo, o garoto dizia-lhe:
- Estás a ver aquele barco, Zorbas? Sabes donde vem? Pois vem da Libéria, que é um país africano
muito interessante porque foi fundado por pessoas que tinham sido escravos. Quando for grande hei-de
ser comandante de um grande veleiro e hei-de ir à Libéria. E tu vens comigo, Zorbas. Serás um bom gato
do mar. Tenho a certeza.
Como todos os rapazes do porto, também este sonhava com viagens a países distantes. O gato
grande, preto e gordo sentia uma grande afeição pelo garoto, e não se esquecia de que lhe devia a vida.
2.º Capítulo
Reiteração do nome “gato”

II Um Gato Zorbas contraíra essa dívida precisamente no dia em que abandonou o cesto que lhe
Grande, servia de morada juntamente com os seus sete irmãos.
Preto e (…)
Gordo Assim começara aquela amizade que já durava há cinco anos.
O beijo que o garoto lhe deu na cabeça desviou-o das suas recordações. Viu-o enfiar
a mochila, caminhar para a porta e, de lá, despedir-se mais uma vez.
- Vemo-nos daqui a quatro semanas. Pensarei em ti todos os dias, Zorbas. Prometo.
- Adeus, Zorbas! Adeus, gordalhufo! – despediram-se os dois irmãos mais novos do
garoto.
O gato grande, preto e gordo ouviu-os fechar a porta a sete chaves e correu para uma
janela que dava para a rua, para ver a sua família adoptiva antes de ela se afastar.
O gato grande, preto e gordo respirou com prazer. Durante quatro semanas seria
dono e senhor do apartamento. Um amigo da família iria todos os dias abrir-lhe uma lata
de comida e limpar-lhe o caixote de areia. Quatro semanas para preguiçar pelos
caldeirões, pelas camas, ou para ir até à varanda, trepar ao telhado, saltar de lá para os
ramos do velho castanheiro e descer pelo tronco até ao pátio interior, onde costumava
encontrar-se com os outros gatos do bairro. Não ia aborrecer-se. Nem por sombras.
Assim pensava Zorbas, o gato grande, preto e gordo, porque não sabia o que lhe iria
cair em cima nas próximas horas.
3.º Capítulo
Reiteração do nome “gato”
Kengah estendeu as asas para levantar voo, mas a espessa onda foi mais rápida e cobriu-a inteiramente. Quando
III Hamburgo veio ao de cima, a luz do dia havia desaparecido e, depois de sacudir a cabeça energicamente, compreendeu que a
à vista maldição dos mares lhe obscurecia a visão.

Kengah, a gaivota de penas cor de prata, mergulhou várias vezes a cabeça, até que uns clarões lhe chegaram às
pupilas cobertas de petróleo. A mancha viscosa, a peste negra, colava-lhe as asas do corpo, e por isso começou a mexer
as patas na esperança de nadar rapidamente e sair do centro da maré negra.

Com todos os músculos contraídos pelo esforço, chegou por fim ao limite da mancha de petróleo e ao fresco
contacto com a água limpa. Quando, de tanto pestanejar e mergulhar a cabeça, conseguiu limpar os olhos, olhou para o
céu e não viu mais que algumas nuvens que se interpunham entre o mar e a imensidade da abóbada celeste. As suas
companheiras do bando já voariam longe, muito longe.

[Primeiro] Kengah estendeu as asas para levantar voo ÁGUA LIMPA

Quando veio ao de cima, a luz do dia havia desaparecido ONDA NEGRA


e, depois de sacudir a cabeça energicamente, compreendeu que a
maldição dos mares lhe obscurecia a visão

mergulhou várias vezes a cabeça ONDA NEGRA


até que uns clarões lhe chegaram às pupilas cobertas de petróleo.
começou a mexer as patas
chegou por fim ao limite da mancha de petróleo e ao fresco contacto com ÁGUA LIMPA
a água limpa.
3.º Capítulo
Importância dos conectores

III Hamburgo Kengah bateu as asas energicamente, encolheu as patas,


à vista ergueu-se uns dois palmos e caiu de borco na água. Antes de
tentar de novo submergiu o corpo e moveu as asas debaixo da
água. Desta vez ergueu-se mais de um metro antes de cair.
O maldito petróleo pegava-lhe as penas da rabadilha, de
tal maneira que não podia orientar a subida. Mergulhou o bico
mais uma vez e, com o bico, puxou pela capa de imundície que
lhe cobria a cauda. Suportou a dor das penas arrancadas, até
que finalmente verificou que a sua parte traseira estava um
pouco menos suja.
À quinta tentativa, Kengah conseguiu levantar voo.
3.º Capítulo
Importância dos conectores

[Primeiro] Kengah bateu as asas energicamente, encolheu as patas, ergueu-se uns dois
palmos e caiu de borco na água.
Antes de tentar de novo submergiu o corpo e moveu as asas debaixo da água
Mergulhou o bico mais uma vez e, com o bico, puxou pela capa de imundície que lhe cobria
a cauda.
Suportou a dor das penas arrancadas, até que finalmente verificou que a sua parte traseira
estava um pouco menos suja.
À quinta tentativa, Kengah conseguiu levantar voo.
4.º Capítulo
Importância do parágrafo
Princí No preciso momento em que rodava preguiçosamente o corpo Queda da
pio para que o sol lhe aquecesse o lombo ouviu um zumbido gaivota na
provocado por um objecto voador que não foi capaz de identificar varanda –
e que se aproximava a grande velocidade. Atento, deu um salto, princípio do
pôs-se de pé nas quatro patas e mal conseguiu atirar-se para um fim
lado para se esquivar à gaivota que caiu na varanda.

Meio - Não posso. Foi o meu voo final – grasnou a gaivota numa voz quase Enfraquecime
inaudível, e fechou os olhos. nto da gaivota.
- Vou pôr um ovo. Com as últimas forças que me restam vou pôr um
ovo. Amigo gato, vê-se que és um animal bom e de nobres
sentimentos. Por isso, vou pedir-te que me faças três promessas.
Fazes? – grasnou ela, sacudindo desajeitadamente as patas numa Tentativa
tentativa falhada de se pôr de pé. falhada de se
pôr de pé.
Fim Kengah olhou para o céu, agradeceu a todos os bons ventos que a haviam Morte da
acompanhado e, justamente ao exalar o último suspiro, um ovito branco Gaivota
com pintinhas azuis rolou junto do seu corpo impregnado de petróleo.
Texto da contracapa
A síntese da ação inicial

Esta é a história de Zorbas, um Um dia, uma formosa gaivota deixa ao cuidado dele, momentos
gato grande, preto e gordo. apanhada por uma maré negra de antes de morrer, um ovo que
petróleo acabar de pôr.

I – Mar do Norte II – Um gato grande, III – Hamburgo à vista IV – o fim de um voo


preto e gordo
Atividades no âmbito da competência da
Expressão Oral
2.º Capítulo
A organização da sequência narrativa

Situação que desencadeou o


O gatinho saiu do cesto.
início da ação

O gatinho dirigiu-se para as bancas do peixe.


Acontecimentos que tiveram Este caiu dentro do papo de um pelicano.
lugar de seguida O pelicano hesitou em comer o gatinho.

Acontecimento que resolveu


Um garoto sacudiu o pelicano e salvou o gatinho.
o problema criado

Conclusão O garoto e o gatinho ficaram amigos.


2.º Capítulo
Expressões / grupos nominais que no texto são utilizados para fazer referência quer ao
gato quer ao pelicano ou a partes do seu corpo.
2.º Capítulo
Associação das expressões assinaladas à voz que as utilizou.

Gato Pelicano
• Bolinha de • Bicho • Gatinho • Grande pássaro • Pássaro • Pelicano
carvão • Rã (3) • Pássaro muito feio idiota imbecil
• Pequeno • Rã preta • Papo enorme • Passarão
gato preto • Rã debaixo do bico
• Pequeno venenosa • Pássaro de bico
Zorbas (?) aberto
• Papo, que estava
muito escuro e
cheirava
horrivelmente
• Pássaro (5)

Narrador Pelicano Garoto Narrador Gato Garoto


2.º Capítulo
Léxico e pontos de vista
Caracterização negativa do
Caracterização positiva do Gato
Pelicano
Voz do Narrador
Voz do Narrador
Grande pássaro Adjetivo (anteposto)
Nome
Bolinha Pássaro muito feio Adjetivos (grau superlativo
(grau diminutivo) abs. analítico)
Pequeno gato Papo […] muito escuro
Adjetivo (anteposto)
[…] cheirava
horrivelmente Advérbio

Voz do Garoto
Voz do Garoto
Gatinho
Nome
Pelicano imbecil
Adjectivo
(grau diminutivo)
Passarão Nome
(grau aumentativo)

Afetividade Distanciamento
Identificação com o ponto de vista do Gato Rejeição do ponto de vista do Pelicano
2.º Capítulo
Léxico e pontos de vista

Caracterização negativa do Caracterização negativa do


Gato Pelicano
Voz do Gato
Voz do Pelicano

Bicho / Rã
Nomes Pássaro idiota Adjetivo
Rã preta
Adjetivos
rã venenosa

Rejeição Distanciamento
Distanciamento do ponto de vista do narrador, Ponto de vista adoptado pelo narrador e pelo garoto
garoto e gato
Planificação de uma atividade de reconto de
um excerto narrativo, com adoção do ponto
de vista de uma personagem
Expressões a utilizar
Voz e ponto de Pelicano
vista adoptados (rejeição do gato)
Situação que
Estava a dormitar.
desencadeou o
Um bicho caiu dentro do meu papo.
início da ação
Procurei saber de que bicho se tratava.
Perguntei-lhe se era uma rã. “sempre de bico fechado” (p. 19)
Concluí que se tratava de uma rã preta.
Acontecimentos Não acreditei que o bicho fosse um gato.
que tiveram lugar Recordei várias rãs verdes que já comera
de seguida e fiquei preocupado com a possibilidade “os gatos são peludos, velozes e
de aquela rã ser venenosa. cheiram a pantufa” (p.19)
Fiquei sem saber o que fazer.
“engulo-te ou cuspo-te?”(p.20)

Acontecimento Um garoto agarrou-me pelo cachaço e


que resolveu o sacudiu-me com força.
problema criado Bati as asas e fui forçada a abrir o bico.
Conclusão O bicho fugiu e o garoto segurou-o nos
braços
Expressões a utilizar
Garoto
Voz e ponto de
(rejeição do pelicano e identificação com
vista adoptados
o gato)
Situação que
Vi um gato sair do cesto de sua mãe e
desencadeou o “gatinho” (p.20)
fugir em direcção à venda de peixe.
início da ação
Observei-o passar diante de um
pelicano.
Acontecimentos Vi-o cair no papo deste. “Passarão” (p.20)
que tiveram lugar O Pelicano fechou o bico e não voltou a “pelicano imbecil” (p.20)
de seguida abri-lo.

Dirigi-me ao pelicano e segurei-o pelo


Acontecimento
cachaço. “Deves estar cego” (p.20)
que resolveu o
Sacudi-o até o gato sair. “por pouco acabas na pança deste
problema criado
Segurei o gato nos braços passarão” (p.20)

Conclusão Ficámos amigos


Expressões a utilizar
Voz e ponto de Gato
vista adoptados (rejeição do pelicano)
Situação que “Queria ver um pouco de
desencadeou o Saí do cesto. mundo”(p.18)
início da acção
Dirigi-me para as bancas do peixe.
Passei diante do pássaro “pássaro muito feio”; “papo enorme
Caí dentro do papo de um pássaro. debaixo do bico”(p.18)
Acontecimentos
Este tinha dúvidas relativamente ao tipo “papo […] muito escuro e cheirava
que tiveram lugar
de bicho que eu seria. horrivelmente”(p.19)
de seguida
Discuti com ele, tentando convencê-lo a “deixa-me sair ou ainda te
não me comer. arrependes”;“pássaro idiota”(p.19)
Afirmei ser uma rã venenosa.
Acontecimento
Um garoto sacudiu o pássaro e salvou-
que resolveu o
me.
problema criado

Conclusão Eu e o garoto ficámos amigos.