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ANTIGUIDADE CRISTÃ

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O culto cristão no contexto pagão

►Unidade de Deus e a Trindade de


Pessoas.
► Ausência de templo.
► Lei do Espírito (Gl 3).
► Dimensão ética do culto cristão
(Rm 12,1-2; ).
►“Estar no mundo, sem ser o mundo.”.

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O culto cristão no contexto do culto
judaico

►Novidade da pessoa e da mensagem de Cristo
(Mt 6.)
► Templo de Jerusalém e o templo do Espírito
Santo.
► Lei do Evangelho (Mt 6).
► Sábado e o domingo (Mt 12,l-6).
► Purificações legais (Mt 15).
► Sacerdócio levítico e o Sacerdócio de Jesus
Cristo (Hb 7,- 9).
► Culto material e culto espiritual (Fl 3,3; Hb 10).
► Preparação da plenitude (Mt 6).
► Sacrifícios e o Sacrifício (Hb 10).
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Novas Formas

► Batismo “em nome de Jesus”.


► Catecumenato e iniciação cristã.
►“Fração do pão” (At 2,42).
► Imposição das mãos e a comunicação
do Espírito Santo.

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Novas Formas

► Unção dos enfermos.


► Santificação do matrimônio à luz da
aliança com Cristo.
► Processo de conversão e penitência.
► Oração diária.
► Poder como serviço.

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Novas Formas
►Pequenas comunidades (domus
ecclesiae).
► Ética das bem-aventuranças.
► Domingo e primeiras festas cristãs.
► Celebração dos mártires.
► Criatividade litúrgica e espontaneidade
no culto.
► Língua litúrgica.
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Novas Formas
► Arte sacra.
► Ritos, mas não ritualismo.
► Formulação clássica da liturgia romana
(Séc. V).
► Papa Leão Magno (440-492).
► Papa Gelásio (492-496).
► Papa Gregório Magno (590-604).
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SINTONIAS DE INVOLICÃO

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Situação histórica

►Paz de Constanrino – 313.


► Feriado dominical – 321.
► Concílio de Nicéia - 325
(arianismodivindade de Cristo).
► Teodósio, o grande (347-395)
►proibição do culto pagão – 392.
► Invasão dos bárbaros.

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Situação histórica
► Imposição do império cristão.
► Queda do catecumenato
► Decadência moral.
► Entrada da Igreja no “poder temporal”.
► Ser cristão tornar-se uma obrigação,
não uma vocação.
► Concilio de Éfeso - 431
nestorianismo.

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Vida Litúrgica

► Catecumenato se organiza e se desorganiza.


► Processo penitencial se abranda
► Basílica toma o lugar da “domus ecclesiae”.
► Fixação das normas litúrgicas.
►“Tradição apostólica de Hipólito de Roma”.
► Preocupação pelas tradições e não pela
tradição.
► Influência dos cultos e dos ritos pagãos.
► Inculturação litúrgica.
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► Problema da língua latina.
► Povo não participa mais da liturgia,
apenas assiste.
► Lugar do culto - o altar - o presbitério.
► Missas solenes e missa privada.
► Missas em tempo especiais - “as
estações”.
► Rito romano se consolida em toda a
Europa.
► Heresias e o “Símbolo Apostólico”.
► Desenvolvimento da arte sacra.

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A IDADE MEDIA

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Contribuições positivas

► Influência positiva dos Imperadores.


► Contribuição dos Monges.
► Reforma do Papado - papa Gregório
VII (1073-1085).

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Contribuições positivas

► Desenvolvimento do “Ordinário da
Missa”.

► O surgimento dos livros litúrgícos.

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A vida litúrgica

►Povo assiste, mas não participa.


► Relíquias e a devoção aos santos.
► Altares dedicados aos santos, os
patronos.
► Estilo das igrejas.
► Clérigos se consideram “donos” da
celebração.

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Vida litúrgica

►Multiplicidade de missas e de outras


celebrações devocionais.
►Intenções particulares e as espórtulas.
►Ordenação dos monges.
►Diversas formas de piedade eucarística.
►Objetos e alfaia sagradas; Missa pelos
defuntos.

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TENTATIVAS DE REFORMA

►O Alegorismo.
►O devocionalismo
► patronos
►confrarias
► ordens-terceiras.

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IDADE MODERNA

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Materialismo litúrgico e a superstição

Reforma Protestante
►Refutação de qualquer culto externo.
►Subjetivismo religioso.
►Super-valorização da oração individual.
►Individualismo religioso.

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Consequências

►Pomposidade nas celebrações.


►Aumento das manifestações da devoção
eucarística.
►Sagrada comunhão como “prêmio” e não como
alimento.
►Negação do aspecto sacrifical da Missa.
►Radicalização da teologia católica (apologética).
►Condenações mútuas.
►Busca das fontes históricas para o fundamentar a
liturgia

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A liturgia após o Concílio de Trento

►Concílio de Trento condena os abusos.


►Triunfalismo litúrgico.
►Comunhão mais freqüente, mas fora da
missa.
►Exposições solenes do Santíssimo
Sacramento.
►Novenas, tríduos e piedade popular.
►Ainda muito exteriorismo litúrgico.
►Clericalismo.
►Povo permanece distante, sem participar.
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O MOVIMENTO LITÚRGICO

Próspero Guéranger (1805-1877)


Abade beneditino de Solesmes, França,
inicia a reforma litúrgica. Para ele a
liturgia é a oração da Igreja. Sublinha a
incontestável superioridade da oração
litúrgica sobre a oração individual.
Analisa a liturgia mais sob o plano da
espiritualidade do que sob o plano
litúrgico.
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Lamberto Beauduin (1873-1953)
Monge do mosteiro belga de Mont-
César, lança, em 1909 o movimento
litúrgico, seguindo o espírito de
Guéranger. Define a liturgia como o
Culto da Igreja. O objeto do único e
universal culto da Igreja é Cristo
ressuscitado e glorioso, que está à
direita do Pai.

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Odo Casel (1886-1948)
Beneditino alemão de Maria Laach,
apresenta a liturgia como mistério da
salvação, baseando-se na dimensão de
mistério em São Paulo

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Pio Parch

Dos cônegos regulares de


Klosterneuburg, Alemanha, deu ao
movimento litúrgico um caráter popular
com o uso da língua vernácula.

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ENCÍCLICA
MEDIADOR DEI
PIO XII
(20-11-1947)

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PONTIFICADO DE PIO XII

Pio XII baseia-se nas idéias de


Beaudiun, tentando elaborar
uma síntese doutrinal.

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PONTIFICADO DE PIO XII

manifesta-se contrário:
►Ao uso da língua vernácula na liturgia.
► Não é favorável à concelebração
eucarística e à missa privada.
► recompõe a relação entre missa e
comunhão.

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PONTIFICADO DE PIO XII

► Estabeleceu a dimensão do
sacerdócio comum dos fiéis.
► Comenta os direitos litúrgicos dos
fiéis, a relação entre piedade litúrgica e
piedade privada, a meditação, as
devoções e os pios exercício.

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PONTIFICADO DE PIO XII

Assim a “Mediador Dei” define a liturgia:

A liturgia é, pois, o culto público que o nosso


Redentor e Cabeça da Igreja presta ao
Pai Celeste e que a comunidade dos fiéis
presta ao seu Fundador e por meio dele
ao Pai.

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PRIMEIRAS REFORMAS

• 09/02/1951 - restauração da vigília Pascal


• 06/01/1953 - introdução da missa vespertina
23/03/1955 - simplificação das rubricas do
missal e do breviário
• 16/11/1955- novo rito da semana santa
• 03/09/1958 - instrução sobre a música na l
iturgia
• 25/07/1960 - novo código de rubricas

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PRIMEIRAS REFORMAS

O Papa João XXIII


anuncia o Concílio Ecumênico Vaticano II
no dia 25 de janeiro de 1959
na Basílica São Paulo fora dos muros.

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PRIMEIRAS REFORMAS

Era preciso superar duas questões:

► Distinguir o fator Tradição, que mantem o


contato com Cristo, das numerosas
tradições, acrescentadas no decorrer dos
tempos, que estavam impedindo a
atualização da liturgia

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PRIMEIRAS REFORMAS

► sair
da visão estático-jurídica
para uma dimensão histórico-salvífica
da liturgia.

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