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A FILOSOFIA MORAL

DE KANT
Ética Deontológica
Como agir para agir moralmente? Teoria ética da
fundamentação da ação moral

 Uma ética do dever;


 A vontade boa;
 O imperativo categórico;
 A dignidade do homem como fundamento do imperativo categórico;
 Crítica da ética kantiana: a dificuldade da aplicabilidade de regras morais
absolutas.
Ser Humano – capacidade de pensar por si mesmo.

Dualidade do ser humano


Ser sensível (um Ser racional
ser de natureza, (alguém capaz de
procura do prazer e se regular por leis
fuga à dor) - que impõe a si
Instintos mesmo) - Razão
 O ser humano possui uma margem de liberdade,
podendo agir de acordo com princípios que
impõe a si mesmo.

 Como devo agir? De maneira a que obedeça aos


princípios da razão.
A Boa Vontade
 A Boa Vontade

 É a condição para toda a moralidade.


 É boa pelo seu próprio queres, sendo governada pela
razão.
 A moralidade é concebida independentemente da
utilidade ou das consequências que possam surgir das
ações.
O que carateriza a vontade?
A intenção é o que carateriza a vontade.

 A uma boa vontade corresponde uma boa intenção.

 A intenção moral só é conhecida pela consciência do


individuo.

 Mas como saber quando uma vontade é boa?


O Dever
A vontade é boa quando age por dever.

 O dever será uma necessidade de agir por respeito à lei


que a razão dá a si mesma.
 Atenção: uma ação pode ser conforme ao dever e,
no entanto, não ser moralmente boa (a pessoa
pode agir de acordo com o dever, mas movida por
interesses egoístas).
O que deve determinar a ação é o sentimento do dever, o
respeito pela lei moral.

Moralidade vs legalidade
Legalidade: carateriza ações
que estão em conformidade
Moralidade: ações
com o dever mas que
realizadas por dever.
podem ser realizadas com
fins egoístas.
Lei Moral
 Lei moral: trata-se de saber que está na base da
minha opção.

 Agir por dever exige um conhecimento das regras,


das normas, a que se tem de obedecer.
Só a máxima que se possa tornar lei universal é que possui
valor moral.

Máximas: Lei Moral:


• Princípios subjetivos da ação, • São objetivas, são
são consideradas pelo sujeito consideradas como válidas
como válidas apenas para a para a vontade de todo o ser
sua vontade. racional, enunciando a forma
como se deve agir.
O Imperativo categórico (pág. 156)

A fórmula Kantiana indica apenas a


forma como devemos agir.

Este é o imperativo moral fundamental


assume a forma de imperativo
categórico.
Imperativo (pág 156)
Categórico: ação é Hipotético: apresenta uma
necessária e boa em si ação como meio para
mesma independentemente alcançar um determinado
dos fins que se possam fim.
alcançar com ela.

Imperativo categórico pressupõe fins absolutos, é representado


pela pessoa humana que possui um valor único e dignidade.
Liberdade
 Cada individuo, enquanto ser racional, é autor das leis morais
que impõe a si mesmo.
 Lei moral (universalmente válida e tem origem na razão)
 Cada individuo é legislador e responsável por aquilo que faz.
 A moralidade pressupões a autonomia da vontade –
pressupõe liberdade.
 Somos livres quando cumprimos o nosso dever, quando
nos submetemos à lei moral que existe em nós.
 A ética de kant é uma ética formal e deontológica não se baseia
na procura da felicidade, antes na realização da lei moral.
Critica

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