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Aula 5

Hipertermoterapia Superficial
Também conhecida como termoterapia superficial (Calor
superficial)

 Condução – Energia Cinética de um material para outro,


molécula para outra (mais alta para mais baixa).

 Convecção – Transferência através de fluídos ou corrente


ar, movimento da quantidade de matéria e moléculas.

 Radiação -Transmissão de calor na forma de ondas


eletromagnéticas (IV, OC e micro-ondas)
Hipertermoterapia - Celular
 Aumento taxa metabólica,
 Aumento da atividade enzimática pela alteração
permeabilidade
 Aumento do O²
Hipertermoterapia -Vascular
 Vasodilatação
 Aumento da permeabilidade vascular,
 Aumento da velocidade fluxo sg
Hipertermoterapia - Nervos
 Aumento da condução nervosa
(motor e sensitivos)
 Aumento da atividade do MN
gama
 Aumenta o limiar excitabilidade
das terminações nervosas livres
Hipertermoterapia - Músculo
 Diminuição da atividade do fuso
muscular e OTG
 Aumento extensibilidade do
colágeno,
 Relaxamento e alinhamento de
fibras.
Indicação
 Inflamação crônica
 Dor
 Espasmos mm
 Ganho e manutenção de ADM
 Relaxamento muscular
Ondulatória
 Tipo de perturbação e propagação transmitido através
de um meio ou espaço

 Onda é uma forma de transferência de energia sem


transferências de matéria.
Ondulatória
 Tipos de Onda
1. Mecânica: se propagam apenas em um meio
material (oscilação da própria estrutura)
2. Não Mecânica: não necessitam de um meio para
se propagar (eletromagnéticas)
Radiação Infravermelha (IV)
• Radiação não ionizante com comprimentos de ondas
longos;
• Frequência invisível aos olhos;
Histórico
 1950: de tuberculose, elefantíase, e varias lesões de
tecido mole

É um agente térmico superficial usado para:


 alívio da dor e rigidez,
 para aumentar a mobilidade articular,
 favorecer a regeneração de lesões de tecidos moles e
problemas da pele
Se acham dentro daquela parte do espectro
eletromagnético cujas ondas produzem aquecimento
ao serem absorvidas pela matéria
 Muitas fontes que emitem luz visível ou radiação
ultravioleta (UV) também emitem IV
 A International Commission on Illumination (CIE)
descreve:

IV valores espectrais
A 0,78-1,4 μm Utilização clinica
B 1,4-3,0 μm
C 3,0-1,0 mm.
 É produzida como resultado do movimento
molecular dentro dos materiais.

 A To do corpo afeta o comprimento de onda da


radiação emitida: ↑ freqüência média da radiação
emitida ~ ↑ To
Físicas
• Lei do Espalhamento: Toda onda eletromagnética é
tridimensional e espalha.
• Lei da Reflexão/Refração: A onda em contato com um meio
sofre absorção, reflexão ou refração.
• Lei do Quadrado Inverso: (lei da lanterna), quanto mais
perto maior a densidade e vice-versa.
Fontes de IV
 Naturais: sol,
não confiável, não controlável

 Artificiais:
- Geradores luminosos (ou aquecedores por radiação)
- Geradores não luminosos
Produção de RIV - luminoso
 consiste em passar uma corrente através de um fio metálico
espiralado.
 Os geradores luminosos (também chamados de aquecedores
radiantes) consistem em um filamento de tungstênio no
interior de um bulbo de vidro que contem um gás inerte sob
baixa pressão.
 Emitem RIV visíveis, tendo um pico de comprimento de
onda de 1 μm.
 Filtros podem ser utilizados na limitação da emissão a
determinadas faixas de onda, exemplo: como ocorre quando
um filtro vermelho é empregado na filtração das ondas
luminosas das faixas do azul e verde.
Produção de RIV – não luminoso
 FORNO DE BIER e MANTAS TERMICAS
 Consiste em de um arame de resistência espiralado, que
pode ser enrolado em torno de um objeto isolante de
cerâmica, ou pode estar incrustado no objeto.
 Menos freqüentemente, o fio metálico aquecido pode ser
aplicado por detrás ou dentro de um tubo ou proteção
metálica. Portanto, a RIV será emitida tanto pelo fio
metálico como pelos materiais aquecidos que circulam
nesta resistência, o que resultara na emissão de radiações de
diversas freqüências diferentes. Contudo, os geradores não
luminosos produzem radiações que fazem um pico no
comprimento de onda de 4 μm.
 Lâmpadas com diferentes potencias.
 Nivel de Potencia:
- As lâmpadas não luminosas: entre 250 e 1500 W.
- As lâmpadas luminosas: entre 250 e 1000 W.
 Tanto a experiência quanto as pesquisas demonstram que
devemos permitir que transcorra determinado lapso de
tempo para que a lâmpada fique aquecida antes do
tratamento, pois a energia emitida pela fonte aumentará
durante determinado período de tempo; o tempo
necessário irá variar de acordo com o tipo de lâmpada.
 As lâmpadas não-luminosas demorarão mais que as
lâmpadas luminosas para que seja atingido um nível de
pico estável de emissão de calor, a medida que a oscilação
molecular que causa o aquecimento alastrasse através do
corpo do aquecedor.
COMPORTAMENTO FÍSICO DAS
RIV
 As RIV podem ser refletidas, absorvidas, transmitidas,
refratadas e difratadas pela matéria.
 Todos estes parâmetros são importantes, por ocasião da
mensuração das RIVs, mas a reflexão e absorção são do
maior significado biológico e clínico, ao serem
considerados efeitos da RIV sobre os tecidos do paciente.
 Estes efeitos vão moderar a penetração da energia nos
tecidos, e assim irão afetar as alterações biológicas que
podem ocorrer nos tecidos.
REFLEXÃO
 A reflexividade máxima na pele humana ocorre num comprimento
de onda da RIV entre 0,7 e 1,2 μm, que é uma faixa de muitas
lâmpadas terapêuticas.
 A penetração máxima ocorre com os comprimentos de onda de 1,2
μm, enquanto que a pele é virtualmente opaca para os
comprimentos de onda de 2μm e mais.
 Em 1956, foi demonstrado que pelo menos 50% das radiações
com um comprimento de onda de 1,2μm penetram ate uma
profundidade de 0,8 mm, permitindo a interação com
capilares e terminações nervosas. Visto que a penetração da
energia decresce exponencialmente com a profundidade,
praticamente todo o calor decorrente a RIV ocorrerá
superficialmente. Em 1982 foi demonstrado que praticamente toda a
energia havia sido absorvida numa profundidade de 2,5 mm.
ABSORÇÃO
 A radiação deve ser absorvida, para que sejam facilitadas as alterações
no interior dos tecidos do corpo; portanto, quanto maior o nível de
penetração, mais extensos provavelmente serão os efeitos.
A penetração da energia num meio depende da intensidade da fonte
de RIV, o comprimento de onda, o ângulo no qual a radiação colide
com a superfície, e o coeficiente de absorção do material.
 A pele é um material complexo e conseqüentemente suas
características de reflexão e absorção ano são uniformes; elas
dependem principalmente da irrigação sanguínea à área e da
pigmentação da pele. Os comprimentos de onda curtos são
espalhados mais intensamente que os comprimentos de onda longos, e
que as diferenças são minimizados à medida que aumenta a espessura
da pele, como do grau de espalhamento gerado pela microestrutura da
pele.
AQUECIMENTO DECORRENTE DA
CONDUÇÃO
 Algum aquecimento adicional pode acontecer numa
profundidade maior, em decorrência da condução do
calor a partir do tecido superficial, em função da
condução direta e do aumento da circulação local.
Contudo, a RIV deve ser considerada uma modalidade
de aquecimento superficial.
DOSE
 O grau de aquecimento produzido nos tecidos de um paciente, em
resultado da aplicação da RIV, pode ser calculado matematicamente,
ou pode ser registrado nos tecidos pelo uso de sensores térmicos de
diversos tipos.
 Embora ambas as modalidades possam ser adequadas nas situações de
pesquisa, é pratica clínica normal calcular o nível de aquecimento
gerado nos tecidos superficiais pela referencia às sensações percebidas
pelos pacientes. A quantidade de energia recebida pelo paciente será
governada pela intensidade da emissão da lâmpada (medida em
Watts), a distancia entre a lâmpada e o paciente, e a duração do
tratamento.
EFEITOS BIOLÓGICOS
 Os principais efeitos fisiológicos propalados com
relação à RIV são, portanto, resultantes do
aquecimento local dos tecidos. Estes efeitos são as
alterações no comportamento metabólico e
circulatório, na função nervosa, e na atividade celular.
ALTERAÇÕES METABÓLICAS
 Uma elevação na temperatura resultará num aumento nas atividades
metabólicas nos tecidos superficiais devido ao efeito direto do calor
nos processos químicos. A exposição prolongada a radiação (15
minutos, três vezes por semana), pode resultar num aumento das
fibras elásticas na parte superior da derme. Esta mesma radiação
pode causar também, alterações na composição dos aminoácidos
das proteínas, que, depois dessa exposição parecem se tornar mais
resistentes ao calor. Esse efeito pode ser revertido caso a área de
aplicação “descanse” no mínimo entre 36 e 72 horas entre os
tratamentos.
ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS
 Foi demonstrado que a radiação que a radiação infravermelha causa
um aumento no fluxo sanguíneo da região cutânea. Este aumento
se deve à vasodilatação dos vasos sanguíneos da pele, e o efeito pode
ser mediado através do efeito direto do calor sobre os próprios vasos,
ou através de sua inervação nervosa vasomotora. Níveis elevados de
certos metabólicos do sangue – resultantes do aumento da
atividade metabólica em decorrência das temperaturas mais
elevadas – também tem um efeito direto sobre as paredes vasculares,
o que estimula a vasodilatação.

Estas alterações não se refletem nos tecidos mais profundos do


corpo, exemplo: o tecido muscular subjacente; e não são observados
alterações subseqüentes na temperatura central do corpo e na
pressão sanguínea, mesmo quando todo um lado do corpo fica
exposto a uma fonte de RIV.
EFEITOS FISIOLÓGICOS
 Com o aumento da temperatura, aumenta o consumo de O2, aumenta
também a absorção de nutrientes (cada vez que se aumenta 1ºC na
temperatura do corpo ou do local, o metabolismo aumenta 10%). A vasodilatação
gera um aumento do fluxo sanguíneo para se manter o aumento do metabolismo.
Com o aumento da produção de melanina produzida pelos melanócitos, em
função da exposição do melanócito a RIV, e com isso altera a pigmentação da
pele (bronzeamento), essa alteração ocorre com o intuito de proteger a pele de
outra RUV. O relaxamento muscular, pois o fuso muscular sofre alterações e
modifica o tônus muscular. Diminui a PA, pois a vasodilatação aumenta o
calibre e diminui o atrito no vaso, alem de diminuir a viscosidade do sangue.
Aumenta da sudorese, pois a RIV estimula a produção da glândula sudorípara e
a transpiração ajuda a diminuir a temperatura. Alterações no sangue aumenta
as hemácias/hemoglobinas, para poder carrear mais O2.
EFEITOS TERAPÊUTICOS
 Redução da dor: causa analgesia, eliminação dos
catabólicos, pois aumenta o metabolismo;
 Redução do espasmo muscular: é relaxante muscular
(ação direta no fuso muscular);
 Redução da rigidez articular: o calor atua direto no
tecido colagenoso;
EFEITOS TERAPÊUTICOS
 Melhora da circulação: o calor provoca vasodilatação,
que aumenta o fluxo sanguíneo da área;
 Redução de edema: a RIV, causará vasodilatação e
incentivará maiores trocas de líquidos e nutrientes no
tecido. A aplicação com o intuito de reduzir edema,
tem que ser associado a outros recursos, p. ex.
cinesioterapia;
EFEITOS TERAPÊUTICOS
 Bactericida: só pode ser usado após a fase
inflamatória aguda, mas normalmente após essa
fase, a bactéria já foi controlada, por isso não é muito
usado com este fim.
 Para que estes efeitos terapêuticos venham
efetivamente a ocorrer, foi sugerido haver a
necessidade de uma temperatura entre 40 e 45ºC, o
que deve ser mantido por no mínimo 5 minutos.
EFEITOS TERAPÊUTICOS
 Além de ser bastante indicado nos casos de lesão
traumato-ortopédica (sempre após 72 horas), artrite,
dores musculares, neuralgia e em estética, serve para
combater a acne e a queda de cabelo
PRECAUÇÕES
Tempo e Intensidade
 queimaduras, um aspecto do tipo “eritematoso”,
pigmentação permanente, formação de bolhas e
edema.
 excesso de sudorese (pode gerar hipotensão)
 lesões oculares (pois, a RIV estimula a catarata, por
exemplo).
CONTRA INDICAÇÃO
 Portadores de doença cardiovascular avançada,
 Neoplasias,
 Enfermidade febril aguda,
 Fase aguda de inflamações,
 Áreas isquemiadas,
 Área com sensibilidade térmica cutânea limitada ou
deficiente
 Área do testículos
Aplicação clinica
Aquecimento da lâmpada
 A lâmpada de IV de vermelho deve ser ligada durante
um determinado tempo, afim de estabilizar para um
bom uso.
 A lâmpada não-luminosa demora em media 15
minutos para ficar no ponto e a lâmpada luminosa
necessita apenas de alguns minutos.
Aplicação clinica: paciente
 A lâmpada deve estar perpendicular para evitar
reflexão.
 Distância de 60 a 100 cm
 Temperatura: 40 a 45 o C
 Tempo : de 20 a 30 minutos
 Deve ficar numa posição confortável, que lhe permita
ficar quieto durante toda a sessão de terapia.
 Deve-se averiguar a pele em busca de alguma lesão.
 A pele deve estar limpa, seca e sem nenhum tipo de
creme.
Aplicação clinica
Precauções e segurança
 O paciente deve estar ciente do tipo de tratamento a
que ele vai ser submetido,
 Deve-se examiná-lo quanto a sua sensibilidade
térmica, para assim poder evitar queimaduras,
 Os olhos do paciente devem estar protegidos e avisá-
los do perigo de qualquer toque inerente durante a
aplicação.
Aplicação clinica: Dose
 A intensidade da dose é determinada pela resposta do
paciente ao estimulo térmico percebido por ele.
Aplicação clinica
Acompanhamento
 Após o termino do tratamento, a pele deverá ser
sentida como leve ou moderadamente quente.
 Deve ser observado o grau de eritema induzido, e
qualquer alteração inesperada deverá ser avaliada.
Considerações...
 por intermédio da lâmpada incandescente,
 A eficácia terapêutica depende da duração e
intensidade dos raios a serem irradiados na região
que deve ser tratada.
 Em edemas cutâneos causados por contusões, o
IV ao aquecer a pele atingem estratos mais
profundos dos tecidos lesionados, provocam a
dilatação dos vasos sanguíneos e permitem um
fluxo maior da circulação sanguínea, que resulta
na redução do inchaço e no alívio da dor.
 A ação desses raios também surte efeito analgésico
em tratamentos continuados, como em quadros
reumáticos e redução dos sintomas da artrite, devido
ao estímulo causado pelo infravermelho na produção
de colágeno.
As lâmpadas de infravermelho encontradas para
comercialização possuem potência de 150w, ao passo
que em aparelhos mais específicos de fisioterapia elas
tem potência a partir de 200w, que chegam até 1000w
para as luminosas e 1500w para as não luminosas, as
quais demandam tempos diversos para aquecimento
e frequência de emissão dos raios, em função da ação
pretendida para determinado tratamento.
Banho de Parafina
 Contém uma mistura de cera e óleo mineral, na
proporção de sete partes de cera para uma parte de
óleo (7:1).

 É uma forma de calor superficial usada para oferecer


calor em áreas pequenas e de formas irregulares:
Mãos, dedos, punhos e pés.
Temperatura
 Temperatura:
 47,7º a 52,2º C para extremidades superiores

 45º a 49º C para extremidades inferiores (porque a


circulação é menos eficiente.

 Ponto fusão da PR = 54º C


 Isolante condutor

 Meio térmico: calor por condução

 Cuidado com queimaduras


É sentida como mais fria e mais tolerável que a água à
mesma To.
 Calor + isolamento do segmento em relação ao meio
externo

 ↑↑ Tº: adicionar óleo mineral


(1 óleo p/ 4 de PR)

 Pcte = Medo de queimadura


Efeitos Fisiológicos
“agressão” pelo ↑ To = vasodilatação...

E...

1. Analgesia
- Teoria das comportas

2. ↑ defesa
- ↑ sg = ↑ circulação de anticorpos e céls fagocitárias
3. Relaxamento

4. Redução do edema

5. Hiperemia local

6. Maciez da pele
Transpiração + dilatação dos poros

7. ↑ flexibilidade
< algia, > viscoelasticidade
8. ↑ oferta de O2 e nutrientes

9. ↑ do metabolismo local

10. ↑ da retirada de substancias nocivas ou que não


serão mais utilizadas pelas células.
Vantagens
 Isolante térmico = conserva calor
 Hidrata tecido (boa aparência)
 Pode-se tratar mais de 1 segmento ao mesmo tempo.
 O suor e gordura (eliminados durante a terapia)
permanecem na superficie da pele durante e após o tto,
evitando desidratação excessiva.
 Pcte relata bem estar
 Não há a necessidade de trocar a PR
 Pode-se utilizar mais de um método de tto
 Excelente pré CNT
Desvantagens
 Medo
 Efeito estético indesejável
 Depósitos de sujeira (após o tratamento, a PR é
devolvida a unidade de aquecimento).
Não usar em ferimento aberto, lesão sensitiva
Fixação da PR em pêlos e unhas = lavar o segmento
$$$
Indicações
 Quadros inflamatórios crônicos ou sub-agudos
 Limitação do movimento após a imobilização
Contra Indicações
 Feridas abertas: a parafina e o óleo mineral irritam os
tecidos
 Infecções cutâneas
 Perda sensorial
 Doença vascular periférica
 Inflamação Aguda
 HAS, Trombose, Alteração sensibilidade ou cognitiva
 Queimaduras, alergia, coceiras, infecção...
Modo de fazer
Parafina
 Coloca-se a PF sólida no tanque.
 Ligar o termostato a 70 º a 80 º .
 Após fundir, abaixar a T para 50 º / 55 º.
 Ponto ideal => formação de trama na sup.
 Verificar sempre através de um termômetro
 50 º 55 º para mão
 42 º 47 º para os pés
Regras básicas
 Orientar o pcte para não mover a região
 Rachaduras = liberação de calor
 Permanecer em posição confortável
 Lavar o segmento antes
 Não pode: Infecção
Micose
Alt sensibilidade
 A sensação da parafina é enganosa quanto à real
temperatura de aplicação.

 Evite usar parafina em pessoas que usam as mãos para


atividades de preensão.

 O óleo mineral na mistura da parafina tende a tornar


as mãos escorregadias, dificultando as tarefas.
Luva de parafina
 Ou Revestimento
 Mergulhar a extremidade no recipiente
 6 a 8 vezes e permanecer 30’
 Após a última retirada, cubra a extremidade com um
saco plástico, folha de alumínio. Em seguida, enrole
uma toalha ao redor da área.
Luva de parafina
 se indicado, a parte do corpo pode ser elevada.

 É o método mais seguro.


Imersão
 Colocar a extremidade  Mergulhar de 6 a 12x a
no recipiente e deixar área na PR, retire-a e
por 30’ deixe secar.
 em seguida, o pcte
mergulha e mantém a
área a ser tratada na PR,
durante 15 a 20’

Pouco usado, > probabilidade de queimaduras


Pincelamento
 Qualquer região corporal
 Com pincel ou mão o FT espalha a PR sobre a região
ultrapassando os limites da lesão.
 30’
 Pouco utilizado
Enfaixamento
 Mergulhe uma faixa dentro da parafina.
 Envolva a área a ser tratada com esta faixa.
 Cubra a extremidade com um saco plástico e em
seguida enrole uma toalha ao redor da área a ser
tratada.
Parafango
Contraindicação
• Dores não diagnosticadas;
• Dores agudas ou inflamações agudas;
• Pressão alta; HAS; Tromboses;
• Feridas abertas;
• Hipersensibilidade ao calor;
• Crianças e idosos com cognitivo não preservado;
Forno de Bier
 A temperatura deve estar entre 50 º e 60 º
 O tempo de aplicação deve ser de 20’ a 30’.
 Deve-se monitorar as sensações térmicas do paciente.