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Usinagem

Aula 6
Classificação e Nomenclatura
dos Processos de Usinagem

Elaborado por: Prof. Me. Eng.,Fábio J. Corrêa


Prof. Me. Eng Gianpaulo Alves Medeiros
Usinagem

Retífica
Usinagem
Definição:
Retífica é por definição um processo de corte por abrasão,
na qual as partículas abrasivas atuam como uma
ferramenta de corte (um bit, por exemplo) e ligante atua
como o porta ferramentas (de um processo de
torneamento, por exemplo)[1].
Usinagem

podemos apontar como diferenças principais:

• A ferramenta de corte (os grãos abrasivos) tem


geometria irregular.

• A geometria de corte pode se alterar em trabalho.


Usinagem
É empregada para acabamento para alto precisão dimensional

[3]
Usinagem

Torneamento
Usinagem
Torneamento
Definição

 Processo mecânico de usinagem destinado a


obtenção de superfícies de revolução com o
auxílio de uma ou mais ferramentas
monocortantes.
Usinagem
Torneamento
Tornos

 São máquinas que executam trabalhos de


torneamento destinados a remover material da
superfície de uma peça em movimento de
rotação, por meio de uma ferramenta de corte
que se desloca continuamente, com uma
aresta cortante pressionada contra a superfície
da peça.
Usinagem
Torneamento
Tornos
 O torno executa qualquer espécie de
superfície de revolução uma vez que a peça
que se trabalha tem o movimento principal de
rotação, enquanto a ferramenta possui o
movimento de avanço e de translação.
Usinagem
Torneamento
Movimentos
Usinagem

Torneamento
Tipos de tornos mecânicos
 Tornos paralelos
 Tornos semi-automáticos de castelo
 Tornos com castelo horizontal, a ciclo automático
 Torno "auto-robô" com castelo horizontal, e ciclo automático
 Tornos semiautomáticos de castelo frontal
 Tornos semi-automáticos de ferramentas múltiplas
 Tornos paralelos
 Tornos automáticos
 Torno automático com dois carros transversais e quatro cames
 Tornos automáticos de castelo vertical
 Tornos automáticos de ferramentas múltiplos independentes
 Tornos automáticos de mandris múltiplos
Usinagem

Torneamento
Tipos de tornos mecânicos
 Tornos copiadores
 Tornos universais
 Tornos de retomada
 Tornos verticais
 Tornos de perfilar
 Torno CNC
Usinagem
Torneamento
Constituintes de um torno
Usinagem
Torneamento
Constituintes básicos
Usinagem
Torneamento
Fatores que definem a escolha de um torno

 Material da peça
 Tamanho do lote
 Prazo do lote
 Grau de complexidade
 Grau de desbalanceamento
 Quantidade de operações
 Quantidade de ferramentas necessárias
 Dispositivos e acessórios disponíveis
Usinagem
Torneamento
Tornos universais

Características:
 uso em oficinas e ferramentarias
 grande dependência do operador
 baixas velocidades e avanços
 fabricação
 pequenos lotes
 baixo grau de
 automação
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Torneamento
Tornos Verticais

Características:
 alto grau de automação (mecânica ou eletrônica)
 fabricação pequenos e médios lotes
 uso em produção
 dependência do operador
 baixas e médias velocidades e avanços
 Peças de grande dimensões
Usinagem
Torneamento
Tornos revolver

Características:
 grau de automação médio - principalmente mecânica
 fabricação pequenos e médios lotes
 uso em produção
 grande
 dependência do operador
 baixas velocidades
 e avanços
Usinagem
Torneamento
Tornos copiadores

Características:
 alto grau de automação mecânica / eletrônica
 fabricação pequenos e médios lotes
 grande dependência do operador
 baixas velocidades
 e avanços
 uso em produção
Usinagem
Torneamento
Tornos CNC
Características:
 alto grau de automação eletrônica
 fabricação de médios e grandes lotes
 uso em produção
 pouca dependência do operador
 altas velocidades e avanços
Usinagem
Torneamento
Ferramentas de corte para torneamento
 A maioria dos processos de torneamento fazem uso de
ferramentas simples
 Todas as ferramentas de torneamento tem
basicamente forma semelhante
 São compostas de uma parte cortante e de uma haste
para fixação
 Ferramentas podem ser integrais, ou com incertos
 Os incertos podem ser fixados à haste mecanicamente
ou por brasagem
 Insertos intercambiáveis têm hoje a mais ampla
aplicação no torneamento
Usinagem
Torneamento
Ferramentas de corte para torneamento
Usinagem
Torneamento
Quanto a forma da trajetória

 Retilíneo - Processo de torneamento no qual a


ferramenta se desloca segundo uma trajetória
retilínea.

 Curvilíneo - O torneamento curvilíneo é um processo


onde a ferramenta se desloca segundo uma trajetória
curvilínea.
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Torneamento - Retilíneo
Torneamento cilíndrico
 Processo de torneamento no qual a ferramenta se
desloca segundo uma trajetória paralela ao eixo
principal de rotação da máquina.
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Torneamento - Retilíneo
Torneamento cilíndrico
 Pode ser externo (a) ou interno (b). Quando o
torneamento cilíndrico visa obter na peça um entalhe
circular, na face perpendicular ao eixo principal de
rotação da máquina, o torneamento é denominado
sangramento axial (c).
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Torneamento - Retilíneo
Torneamento cilíndrico
Problemas do Torneamento cilíndrico interno:
 refrigeração;
 saída de cavacos;
 Vibrações.
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Torneamento - Retilíneo
Torneamento cônico
 Processo de torneamento no qual a ferramenta se
desloca segundo uma trajetória retilínea, inclinada em
relação ao eixo principal de rotação da máquina. Pode
ser externo (d) ou interno (e)
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Torneamento - Retilíneo
Torneamento radial
 Processo de torneamento no qual a ferramenta se
desloca segundo uma trajetória retilínea, perpendicular
ao eixo principal de rotação da máquina.
 Quando o torneamento radial visa a obtenção de uma
superfície plana, o torneamento é denominado
torneamento de faceamento. Quando o torneamento
radial visa a obtenção de um entalhe circular, o
torneamento é denominado sangramento radial.
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Torneamento
Principais operações
• Torneamento Externo
• Torneamento Cônico
• Faceamento Final
• Faceamento
• Torneamento e Faceamento
• Torneamento Curvilineo
• Torneamento com ferramenta
de Perfilar externo
• Sangrar
• Torneamento Interno
• Torneamento Interno Cônico
• Torneamento externo
• Roscar Externo
• Roscar Interno
• Corte com Bedame
• Recartilhar
• Furação
Usinagem
Torneamento
Cinemática do processo de torneamento
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Torneamento
Velocidade de corte
Usinagem
Torneamento
Avanço
Usinagem
Torneamento
Rotação - RPM
Usinagem
Torneamento
Velocidade de Avanço
Usinagem
Torneamento
Profundidade de Corte
Usinagem
Torneamento
Fixação de peças no torneamento
➔ L/D ≤ 2,5 fixação em balanço
 ➔ L/D > 2,5 fixação com contra-pontas
Usinagem

Fixação de peças no torneamento


• A fixação deve ser segura, rápida e precisa;

• Força necessária para uma fixação segura depende da


geometria e material da peca, ferramenta e parâmetros de
corte, sem deixar marcas ou distorcer a peça;

• Velocidade segura depende do tamanho e da geometria da


peça, forma e acabamento desejado, rigidez do setup e tipo de
fixação, tipo de operação e ferramentas;
Usinagem

Fixação de peças no torneamento


• Sistemas comuns de fixação são:
• placas de castanhas
• discos
• pinças
• mandris
• placas magnéticas
• dispositivos especiais
• colagem e resfriamento
Usinagem

Fixação de peças no torneamento


Placa de Castanhas

• Placas podem ser de três ou quatro castanhas


• Podem ser autocentrantes ou com castanhas independentes
• Podem ter fechamento manual ou automático (pneumático)
• Podem ter castanhas integrais ou castanhas intercambiáveis
• Castanhas podem ser moles ou duras (temperadas)
• Castanhas podem ser internas ou externas
Usinagem
Placa de Castanhas
Usinagem

Fixação de peças no torneamento


• Fixação entre pontas
• Serve para o torneamento de peças longas
• São necessários furos de centro nas
extremidades das peças
• Movimento de rotação transmitido à peça por
meio de ressaltos na contra-ponta ou por grampo
Usinagem

Fixação de peças no torneamento


• Pinças
• Serve para o torneamento de peças pequenas
• Torneamento de peças de precisão
• Elevada precisão de rotação e baixas
deformações induzidas a peça
Usinagem

Escolha do sistema de fixação


• ➔ A peça, o torno e as ferramentas determinam o sistema de
fixação a ser utilizado

• ➔ A seleção criteriosa do sistema de fixação garante a


obtenção de melhores resultados

• ➔ A peça deve ser presa pelo seu maior diâmetro prático,


para suportar o torque durante o corte mais facilmente

• ➔ As peças devem ser fixadas o mais perto das faces das


placas possível
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Fresamento
Usinagem
Generalidades do processo de fresamento

• O fresamento se diferencia do torneamento pela


sua:cinemática
• ● torneamento peça rotaciona e ferramenta
translada
• ● fresamento peça translada e ferramenta gira
Usinagem
Generalidades do processo de fresamento

• O fresamento se diferencia do torneamento pela


sua:formas geradas
• ● torneamento ==> peças com simetria de revolução
• ● fresamento ==> peças prismáticas
Usinagem
Fresadora
• A fresadora e o processo de fresagem
• A Fresagem é um processo de usinagem feito
por máquinas denominadas fresadoras e
ferramentas chamadas fresas. A fresagem
consiste na remoção do excesso de metal da
superfície de uma peça para que esta tenha
forma e acabamentos desejados.
Usinagem
Fresadora
• Na Fresagem, a retirada do sobremetal da peça
é feita pela combinação de dois movimentos
simultâneos: o movimento de rotação da
ferramenta (fresa) e o movimento da mesa da
máquina (onde é fixada a peça a ser usinada).
• É o movimento da mesa da máquina ou
movimento de avanço que leva a peça até a
fresa e possibilita a usinagem.
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Fresadora
• O movimento de avanço pode levar a peça
contra o movimento de giro do dente da fresa
(movimento discordante) ou levá-la no mesmo
sentido do movimento do dente da fresa
(movimento concordante).
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Fresamento concordante / Fresamento


discordante

Discordante

Concordante
Usinagem

Fresadora
• Nas fresadoras com sistemas de avanço da mesa com porca e
parafuso, o ideal é usar o movimento discordante, pois a folga (que
surge com o tempo e desgaste da máquina) não influi no
deslocamento da mesa, resultando em um movimento de avanço mais
uniforme e em melhor acabamento da peça.

• Se o movimento concordante for usado, a folga será empurrada pelo


dente da fresa no mesmo sentido de deslocamento da mesa, fazendo
com que a mesa execute movimentos irregulares, que prejudicam o
acabamento da peça e podem quebrar o dente da fresa.
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Fresadora
Partes da fresadora
As principais partes da fresadora são:

a) base: é o componente responsável por suportar


toda a máquina e, muitas vezes, funciona
também como reservatório de fluido
refrigerante. Normalmente os apoios possuem
ajustes para nivelamento da máquina no piso;
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Fresadora
b) coluna: é a estrutura principal da máquina.
Costuma ser o alojamento do sistema de
acionamento e também dos motores. Possui as
guias (barramento) do movimento vertical;

c) eixo principal: é um dos órgãos essenciais da


máquina, pois serve de suporte à ferramenta e
lhe dá movimento. Este eixo recebe o
movimento através da caixa de velocidade
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Fresadora
d) mesa: é o órgão que sustenta as peças que
serão usinadas, diretamente montadas sobre
ela ou através de acessórios de fixação (morsa,
cantoneira, aparelho divisor, calços reguláveis),
razão pela qual a mesa tem ranhuras
destinadas a alojar os parafusos de fixação;
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Fresadora
e) carro transversal: é uma estrutura de ferro
fundido de forma retangular, em cuja parte
superior se desliga e gira a mesa em um plano
horizontal.
Na base inferior, por meio de guias, o carro
transversal está acoplado ao suporte da mesa,
sobre o qual desliza, por meio de fuso e porca,
podendo ser acionado manual ou
automaticamente através da caixa de avanços.
Um dispositivo adequado pode imobilizá-lo;
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Fresadora
f) suporte da mesa: é o órgão que sustenta a
mesa e seus mecanismos de acionamento. É
uma peça de ferro fundido que se desliza
verticalmente no corpo da máquina através de
guias, por meio de um parafuso telescópico e
uma porca fixa.
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Fresadora
g) caixa de velocidades do eixo principal: é formada
normalmente por várias engrenagens que podem
acoplar-se com diferentes relações de transmissão, para
permitir uma grande variedade de velocidades do eixo
principal.

Pode também ser acionado por polias.

O acionamento é independente da caixa de avanço, o qual


permite determinar criteriosamente as melhores
condições de corte;
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Fresadora
• h) caixa de velocidades dos avanços:
• Mecanismo de acionamento da mesa.

• É o responsavel pelo avanço de corte.

• Pode ser acionado por caixa de engrenagems ou


motor elétrico com variador de velocidade.
Usinagem
Fresadora
Usinagem
Fresadora
• Tipos de fresadoras
• As fresadoras geralmente são classificadas
quanto à posição do eixo-árvore. São elas:
• a) fresadora horizontal: o eixo árvore é
paralelo à mesa da máquina;
• b) fresadora vertical: o eixo árvore é
perpendicular à mesa da máquina;
• c) fresadora universal: possui 2 eixos-árvores,
um horizontal e outro vertical.
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Fresadora

• O eixo horizontal localiza-se no corpo da


máquina, enquanto o eixo vertical situa-se
no cabeçote, parte superior da máquina. A
fresadora universal pode ser usada tanto
na posição vertical quanto no horizontal.
Usinagem
Fresadora
Fresadora vertical
Usinagem

Fresadora
• Existem outros tipos de fresadoras que tomaram
como modelo as fresadoras verticais e
horizontais, mas que funcionam de modo
diferente.
• A fresadora copiadora trabalha com uma mesa
e dois cabeçotes: o cabeçote apalpador e o de
usinagem. A fresadora copiadora tem a função
de usinar copiando certo modelo
Usinagem

Fresadora
• A fresadora pantográfica (ou pantógrafo)
também permite a cópia de um modelo; mas ao
contrário da fresadora copiadora, a transmissão
do movimento é coordenada manualmente pelo
operador, o que torna possível trabalhar
detalhes como canais e pequenos raios, que
são mais difíceis de serem obtidos numa
fresadora copiadora
Usinagem

Fresadora
Usinagem
Fresadora
• Os modelos podem ser confeccionados em
material metálico, como aço ou alumínio, ou em
resina. Os modelos de aço, devido à sua
resistência, são usados quando é necessário
fazer muitas cópias; enquanto os modelos de
resina são recomendados quando são feitas
poucas cópias (duas ou três, por exemplo).
Usinagem
Fresadora

• Fresadora ferramenteira:
• Permite o deslocamento angular do cabeçote
para confecção de superfícies e furos
inclinados sem o deslocamento da peça.
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Fresadora

• A fresadora CNC não tem manípulos nem


alavancas, mas possui uma tela em um
painel repleto de teclas e botões.
• É controlada por um sistema automático
que induz o movimento por coordenadas
sem a interferência do operador.
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Fresadora
Usinagem
Características da fresa
Usinagem
Fresadora
Tipos de fresas
• A fresa é dotada de facas ou dentes
multicortantes, o que lhe confere uma vantagem
sobre outras ferramentas, pois, quando os
dentes não estão cortando, eles estão
refrigerando-se. Isto contribui para um menor
desgaste da ferramenta.
• A escolha da fresa é uma das etapas mais
importantes da fresagem e está relacionada
principalmente com o material a ser usinado.
Usinagem
Fresadora
• Uma das formas de classificação das fresas é
quanto ao ângulo de cunha (β) dos dentes da
fresa. Quanto maior for o ângulo β, menos
resistente a fresa será. Assim, podemos
classificar as fresas em 3 tipos: W, N e H.
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Fresadora
• a) fresa tipo W (β = 57°): é a fresa que possui o
menor ângulo de cunha, sendo também a
menos resistente. É recomendada para a
usinagem de materiais não-ferrosos de baixa
dureza, como o alumínio, o bronze e os
plásticos.
• b) fresa tipo N (β = 73°): é mais resistente que
a fresa tipo W. É recomendada para usinar
materiais de média dureza, como o aço até 700
N/mm2 de resistência à tração.
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Fresadora
• c) fresa tipo H (β = 81°): é mais resistente
que as fresas anteriores. É recomendada
para usinar materiais duros e quebradiços,
como o aço acima de 700 N/mm2 de
resistência à tração.
• Quanto maior for o ângulo de cunha,
maior será o número de dentes da fresa. Isso
ocorre porque, se fresarmos um material
muito duro, menor volume dele será cortado
por dente da fresa. Portanto, menos cavaco
será produzido por dente, menos espaço
para a saída será necessário.
Usinagem

Fresadora
• Quando fresamos materiais mais moles, pode ser
retirado um volume maior de material. Nesse
caso, mais espaço será necessário para a saída
de cavaco e, conseqüentemente, a fresa terá
menos dentes.
• Obs.: não devemos usar fresa com muitos
dentes para usinar materiais moles, pois o cavaco
fica preso entre os dentes, que são refrigerados
inadequadamente; ocasionando um desgaste dos
dentes e um mau acabamento da peça.
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Fresadora
• As fresas também podem ser classificadas de
acordo com seu formato e suas aplicações.
• A primeira delas seria quanto à forma geral. As
fresas podem ser cilíndricas, cônicas ou ainda
de forma.
• As fresas cilíndricas mais estreitas são também
chamadas de fresas de disco, enquanto as que
possuem haste própria são denominadas de
fresas de haste ou fresas de topo.
Usinagem
Usinagem
Fresadora
• As fresas cônicas ou angulares podem possuir
apenas um ângulo, como as fresas para encaixes
tipo cauda-de-andorinha, ou possuir dois ângulos.
Neste segundo caso podem ser classificadas
como simétricas (ângulos iguais) ou biangulares
(ângulos diferentes).
Usinagem

Fresadora
• As fresas de forma possuem o perfil de seus dentes
afiados para gerar superfícies especiais tais como
dentes de engrenagem (fresa módulo), superfícies
côncavas ou convexas, raios de concordância e
outras formas específicas.
Usinagem
Fresadora
• Quanto aos dentes estes podem ser retos, helicoidais ou
bihelicoidais.
• Os dentes helicoidais têm como vantagem uma menor
vibração durante a usinagem, ou seja, o corte é mais
suave porque o dente não atinge a peça de uma só vez
como acontece com os dentes retos.
• Os dentes helicoidais geram uma força axial, e para
compensar esta força pode-se recorrer a uma fresa
bihelicoidal, ou seja, uma ferramenta que possui um
dente afiado em um sentido e o dente seguinte afiado no
sentido inverso.
Usinagem
Fresadora
• As fresas bihelicoidais só podem ser usadas em
espessuras relativamente pequenas e com ângulos
reduzidos de hélice. Para possibilitar usinagem de
grandes superfícies sem o efeito da força axial deve-se
recorrer a uma montagem de duas fresas de mesmo
diâmetro e número de dentes, mas com hélices
invertidas
Usinagem

• Quanto à construção, pode-se classificar as fresas como


inteiriças, onde toda a ferramenta é construída de um
mesmo material.

• As mais comuns são as de aço rápido e metal duro.

• Há também a fresa calçada onde o corpo da ferramenta é


de um material mais simples e os gumes de corte,
soldados ao corpo, são de um material mais nobre, como
aço rápido ou metal duro.

• Fresas com dentes postiços que são similares as fresas


calçadas. A diferença é que os dentes de aço rápido,
metal duro, diamante ou cerâmicos podem ser trocados
em caso de quebra ou desgaste.
Usinagem
Fresadora

Fresa calçada, fresa de dentes postiços e detalhe da fixação da pastilha.


Usinagem

• Principais Acessórios
• Os principais acessórios utilizados em
operações de fresagem relacionam-se à
fixação da peça na mesa de trabalho. São
eles:
• Parafusos e grampos de fixação
• Calços
• Cantoneiras de angulo fixo ou ajustável
• Morsas
• Mesa divisora
• Divisor universal e contraponto
Usinagem
Fresadora
Usinagem
Fresadora
Usinagem
Parâmetros de usinagem no fresamento

Informações gerais (vc, f, ap, etc)


Fresamento concordante / discordante
Diâmetro da fresa
Número de dentes (Z)
Penetração de trabalho (ae)
Avanço por dente (fz)
Ângulo de engajamento
(definido por jE e jA)
Usinagem
Movimentos e Forças no Fresamento
Usinagem
Fresamento segundo a posição da ferramenta