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PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA INTEGRAL

À SAÚDE DA CRIANÇA
PAISC
 Em 1984, forma estabelecidas as diretrizes
para elaboração, implantação e
implementação do PAISC.
INDICADORES
Mortalidade infantil: número de óbitos de
menores de uma ano de idade por cem mil
nascidos vivos, na população residente em um
determinado espaço geográfico, no ano
considerado.
 Mortalidade dos menores de 5 anos no Brasil:
 Redução significativa nas últimas décadas
 Persistem grandes desigualdades regionais
 Fatores mais importantes: educação da
mãe, renda, saneamento básico.
POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS PARA A
CRIANÇA
Programa de Saúde da Criança – PAISC
 Finalidade e diretrizes:
 Promoção
 Integração
 Apoio e incentivo à saúde da criança
 OBJETIVO GERAL:

 Criar condições para um atendimento


integrado à saúde da criança de zero a
cinco anos com a prioridade para os
grupos de risco, através de aumento de
cobertura e melhoria da qualidade do
atendimento, visando a diminuição da
mortalidade infantil.
 OBJETIVO ESPECÍFICO:
 Acompanhamento do CD como metodologia
de assistência.
 Promover o aleitamento materno e orientar a
alimentação no 1º anos de vida.
 Aumento dos níveis de cobertura vacinal.
 Identificar precocemente as patologias.
 Promover educação para a saúde,
destacando a importância da participação da
família.
CONSULTAS DE CRESCIMENTO E
DESENVOLVIMENTO INFANTIL
(PUERICULTURA)
 Calendário mínimo de consultas:

 1º ano de vida 7 consultas – 1ª semana


de vida e 1º, 2º, 4º, 6º, 9º e 12º meses.
 2º ano de vida aos 18 e 24 meses.
 Até completar 5 anos 1 vez ao ano.
 A caderneta da criança contém:
 Identificação
 Gráfico de crescimento
 Acompanhamento do desenvolvimento
 Vacinação
 Queixa principal, história atual da doença,
história pregressa, história familiar e social.
 Avaliação do estado nutricional, alimentação
e hidratação.
 Situação vacinal.
 Triagem neonatal.
 Avaliação do sono e repouso, eliminações e
higiene.
 Desenvolvimento psicomotor.
 Exame físico.
 Avaliações de riscos.
DESENVOLVIMENTO DO BEBÊ
SAÚDE INTEGRAL DA CRIANÇA
 ESTRATÉGIAS DE IMPLANTAÇÃO:
 Criação ou aperfeiçoamento de sistemas
de referências.
 Desenvolvimento institucional das
secretarias de saúde, buscando o
aprimoramento gerencial e operativo.
 Ampliação de cobertura de ações
básicas.
PAISC NA PREVENÇÃO DE ACIDENTES

 Todos os anos no Brasil, cerca de 6 mil


crianças morrem e 138 mil são
hospitalizadas, vítimas de acidentes.
 Os acidentes estão relacionados com
fatores: sociais, civis, ecológicos e
culturais, condições físicas, condições
psicológicas e características individuais,
crescimento e desenvolvimento.
 PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES:
Principais Acidentes Domésticos

 Queimaduras  Sufocamento ou
 Brinquedos engasgamento
 Queda  Falta de
segurança no
 Afogamento
transporte
 Lesão elétrica
 Atropelamento
 Intoxicação e
 Armas de fogo
envenenamentos
PAISC
PAPEL DA ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE
ACIDENTES
 Conhecimento das causas de acidentes
em cada grupo etário, atuando como
educador junto aos pais e crianças.
 Controlar seus sentimentos para não
julgar os pais, porque nem sempre lesão
indica negligência.
Implementar programas e orientar na
prevenção de acidentes infantis em geral.
PROGRAMA DE REDUÇÃO DA ANEMIA
FERROPRIVA e HIPOVITAMINOSE A
 Suplementação medicamentosa de
sulfato ferroso para todas as crianças de
6 meses a 18 meses de idade.
 Todas as farinhas de trigo e milho
comercializadas no país, saem de fábrica
enriquecida com ferro. (Anvisa, RDC nº
344).
 Distribuição de mega doses de vitamina A
para crianças menores de 5 anos de idade.
AIDPI
ATENÇÃO INTEGRADA AS DOENÇAS
PREVALENTE NA INFÂNCIA.

 Desenvolve ações básicas de saúde e


controle de doenças prevalentes na
infância.
 Doenças diarreicas
 IRAS (Infecção Respiratória Aguda)
 População alvo crianças de 0 a 5 anos.
 O PROFISSIONAL DE SAÚDE DEVERÁ:
 Avaliar sinais e sintomas de doenças, estado
nutricional e de vacinação da criança.
 Classificar a doença, identificar o tratamento
adequado para cada classificação e decidir
se cabe referi-la ou não ao hospital (sinais de
alerta).
 Administrar tratamentos no serviço de saúde
como, por exemplo, a terapia de hidratação
oral (TRO), nebulização e aplicação de
vacinas.
 Ensinar a mãe a administrar medicamentos
específicos em casa, como um antibiótico
oral, ou suplemento alimentar específico.
 Recomendar à mãe sobre a alimentação e os
cuidados a serem prestados à criança em
casa.
 Orientar a mãe quando deve retornar
imediatamente e para a consulta de retorno.
 Reavaliar o caso e prestar atenção
apropriada quando a criança voltar ao serviço
de saúde.
 IRAS
 Não é pneumonia
 É pneumonia
 É pneumonia grave

 Diarreia
 Plano A - TRO domiciliar
 Plano B - TRO supervisionada
 Plano C - TRO parenteral

TRO = Terapia de Reidratação Oral


OBRIGADA!!!

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