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Universidade Regional do Noroeste do

Estado do RS - UNIJUÍ
Departamento de Estudos Agrários – DEAg

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO
Aluno Cleomar Roncaglio

Ijuí, 14 de Dezembro de 2015


ATRIBUTOS DE SOLO EM ÁREA DE
PASTAGEM DE CAPIM JIGGS (Cynodon
dactylon) EM SISTEMA IRRIGADO E
SOB PASTEJO

Aluno: Cleomar Roncaglio


Orientadora: Profª. Dra. Leonir Terezinha Uhde
INTRODUÇÃO

 A atividade leiteira familiar na região noroeste


do RS é bastante desenvolvida.

 O cultivo de plantas forrageiras perenes é


importante para a alimentação dos animais.
 O solo pode sofrer alterações em função das
práticas que são feitas sobre ele, por isso,
existe a necessidade de fazer a caracterização
física e química em áreas de pastagem
submetidas ao pisoteio animal.
 OBJETIVO GERAL:

 Caracterizar os parâmetros físicos e químicos


de área de pastagem de capim jiggs (Cynodon
dactylon) em sistema irrigado e não irrigado
em diferentes posições da paisagem e sob
pastejo.
 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

 Caracterização física e química inicial do solo,


em função dos manejos realizados na área.

 Recomendação de fertilização para o ciclo de


produção 2014/2015.
REVISÃO DE LITERATURA
HISTÓRIA DA ATIVIDADE LEITEIRA NO
ESTADO E PRODUÇÃO NA REGIÃO
NOROESTE DO RS

 A produção de leite no Estado existe desde a


ocupação do território e introdução do gado
bovino. Mas no início tinha pouca importância e
o consumo era pouco (LIMA et al., 2014).

 Com a concentração da população nos grandes


centros urbanos, houve necessidade de aumentar a
exploração intensiva do gado leiteiro,
principalmente perto de Porto Alegre, Pelotas e
Rio Grande (LIMA et al., 2014).
 A região noroeste do RS é responsável por
aproximadamente 60 % do leite produzido no
Estado, sendo a mesorregião com a maior
produção do país (LIMA et al., 2014), o que
representa um volume de cerca de 2,995
milhões de toneladas (IBGE, 2013).
COMPORTAMENTO DAS PROPRIEDADES
FÍSICAS E QUÍMICAS DO SOLO EM ÁREAS
DE PASTAGENS IRRIGADAS

 No estudo realizado por Silveira Junior et al. (2010),


um dos resultados obtidos foi de que a área irrigada
teve uma grande capacidade de extração dos
nutrientes do solo.

 Crestani (2013), obteve como resultados a densidade


e o espaço aéreo do solo em níveis próximos ao
considerado como restritivo ao crescimento vegetal,
em profundidade inferior a 5 cm, tendo influência na
diminuição da produtividade do tifton 85 no período
chuvoso.
EFEITOS DA IRRIGAÇÃO SOBRE A
PASTAGEM E O SOLO EM ÁREAS COM
PRODUÇÃO DE LEITE A PASTO

 A prática da irrigação tem se tornado um


elemento importante para o aumento da produção,
produtividade e rentabilidade da propriedade rural
(VOLTOLINI et al., 2012).

 Crestani (2013), teve como um dos resultados de


que a irrigação não influenciou na produtividade
da pastagem, em um ciclo de produção onde o
volume de chuvas foi adequado, e a utilização da
irrigação foi muito pequena.
 Santos et al. (2007), estudaram o efeito da
irrigação sobre a taxa de lotação em pastagens
de capim-tanzânia utilizadas para a produção
de leite em São Carlos, SP, e tiveram
resultados de que a irrigação possibilita o uso
do pasto como principal forma de alimento
volumoso para rebanhos leiteiros a partir de
setembro-outubro, prolongando o período de
utilização em 30 a 60 dias.
PARÂMETROS FÍSICOS DO SOLO

 Granulometria: representa as proporções


relativas das frações areia, silte e argila do solo
(KLEIN, 2008).

 Densidade do solo: quociente de sua massa de


sólidos por seu volume, influenciada por
cultivos que mudam a estrutura e,
consequentemente, o arranjo e volume dos
poros (KLEIN, 2008).
 Densidade de partícula: relação entre a
massa de solo seco em estufa e o seu volume
de sólidos ou partículas (MOZART, 2010).

 Porosidade do solo: é o espaço do solo


ocupado pelo ar e pela água (GIASSON,
2010).

 Espaço aéreo do solo: corresponde ao


volume ocupado pelo ar do solo em relação ao
volume de poros (AZEVEDO³ apud
LONDERO, 2013).
PARÂMETROS QUÍMICOS DO SOLO
 Macronutrientes e micronutrientes: São
considerados pelo menos 17 elementos como
essenciais para o crescimento das plantas
(GIASSON, 2010).

 Potencial hidrogeniônico – pH: Indica acidez,


neutralidade ou alcalinidade do solo, sendo que a
maioria das plantas têm um bom desenvolvimento em
solos com pH de 5,5 a 6,5 (MANUAL DE
ADUBAÇÃO E CALAGEM PARA OS ESTADOS
DO RIO GRANDE DO SUL E DE SANTA
CATARINA, 2004).
 Matéria orgânica: Representa todos os
compostos que contêm carbono orgânico no
solo (SILVA et al., 2010).

 Capacidade de troca de cátions – CTC: É a


quantidade de cátions que o solo pode reter na
forma de complexos de esfera-externa,
representando indiretamente a quantidade de
cargas negativas do solo (MEURER et al.,
2010).
INFORMAÇÕES SOBRE O GÊNERO
CYNODON E O CAPIM JIGGS

 O gênero Cynodon ocupa uma área de 10 milhões


de hectares no mundo e no Brasil é mais
cultivado nos Estados do Paraná, Santa Catarina e
Rio Grande do Sul (PLANTAS DO GÊNERO
CYNODON, 2013).
 Jiggs é uma variedade de grama bermuda com
origens desconhecidas.

 Tem elevada capacidade de suporte em


períodos de estiagem prolongados e apresenta
crescimento superior ao das demais cultivares
de grama bermuda durante esses períodos
(FAEL, 2013).
MATERIAL E MÉTODOS
 O trabalho foi feito em uma unidade de
produção familiar localizada no município de
Catuípe (RS), na localidade de Águas de Santa
Teresa.

 A área analisada de 2,45 ha (2,3 ha irrigados e


0,15 ha não irrigado- que fica num canto da
área onde a irrigação não alcança) é cultivada
com capim jiggs (Cynodon dactylon) e sob
pastejo.
 Para a implantação da cultura foi feito o
preparo da área com subsolagem e o plantio
realizado por mudas, tendo início em outubro
de 2013 e sendo implantado em etapas.

 A irrigação é feita por aspersão no sistema de


canhão hidráulico, sendo que é irrigado um
volume de 18 mm cada vez.

 É feita sobressemeadura de aveia.


Visão parcial da área de pastagem de capim jiggs (Cynodon Dactylon).
Localidade de Águas de Santa Teresa, município de Catuípe, RS.
 Para realização de análises físicas do solo
foram coletadas amostras nas profundidades
de 0-5 e 5-10 cm com estrutura preservada
para determinação da umidade gravimétrica
(UG), densidade do solo (DS) e densidade de
partícula (Dp), com o total de 09 amostras.

 Para a análise química foram coletadas


amostras nas profundidades de 0-10 e 10-20
cm com pá de corte.
Coleta de terra para análise física. Localidade de Águas de Santa Teresa,
município de Catuípe, RS.
Coleta de terra para análise química. Localidade de Águas de Santa Teresa,
município de Catuípe, RS.
Coleta de terra para análise granulométrica. Localidade de Águas de Santa
Teresa, município de Catuípe, RS.
 As análises químicas e físicas do solo foram
realizadas no Laboratório de Solos do
Departamento de Estudos Agrários da UNIJUÍ.

 As interpretações e recomendações de
adubação e calagem foram feitas de acordo
com o recomendado pelo Manual de Adubação
e Calagem para os estados do RS e SC.
 Para a interpretação dos resultados de análise
física do solo foi utilizada a classificação
sugerida por Reinert & Reichert, 1999. Onde
eles estabeleceram que os limites críticos de
densidade do solo são de 1,45 g cm-3 para
solos com textura argilosa (>55% de argila),
1,55 g cm-3 para textura média (20 a 55% de
argila) e 1,65 g cm-3 para textura arenosa (<
20% de argila).
Área onde foi realizado o estudo. Localidade de Águas de Santa Teresa,
município de Catuípe, RS. Imagem menos recente à esquerda e mais recente à
direita.

Fonte: Google Maps.

Fonte: Google Maps.


RESULTADOS E DISCUSSÃO
 Resultados dos parâmetros físicos do solo em pastagem
de jiggs.
Identificação da Profundidade DS Dp UG UV PT EA GS
amostra cm g cm-3 %
0-5,0 1,54 2,67 24,5 37,7 42,2 4,4 89,5
Piquete sem
0-5,0 1,64 2,74 22,1 36,2 40,3 4,1 89,9
irrigação
5,0-10 1,60 2,74 22,7 36,3 41,7 5,4 86,9
0-5,0 1,47 2,67 27,5 40,4 44,8 4,4 90,2
Irrigado (piquete-
Latossolo) 5,0-10 1,55 2,67 24,2 37,5 41,9 4,4 89,4

Irrigado (área 0-5,0 1,38 2,70 37,7 52,0 49,0 00 106,2


intermediária) 5,0-10 1,55 2,56 28,8 44,7 39,4 00 113,4
Irrigado 0-5,0 1,62 2,67 26,8 43,4 39,2 00 110,8
(Pedregulho) 5,0-10 1,68 2,67 17,6 29,7 36,9 7,2 80,5
DS- Densidade do solo; Dp- Densidade de partícula; UG- Umidade gravimétrica; UV- Umidade volumétrica; PT- Porosidade total;
EA- Espaço Aéreo; GS- Grau de saturação.
 O espaço aéreo do solo está abaixo de 10 % para todas
as amostras, indicando restrições ao desenvolvimento de
raízes das plantas.

 As raízes de plantas adaptadas a solos não encharcados


necessitam do oxigênio proveniente do ar do solo para a
sua respiração. Em solos com arejamento deficiente, a
absorção da maior parte dos elementos pelas raízes das
plantas é bastante prejudicada.
 Atributos físicos analisados relacionados à sua
classificação em área de capim Jiggs.
Matéria orgânica Classificação
Identificação da amostra Profundidade DS Argila
(0-10 cm) (Reinert &
cm % g cm-3 % Reichert, 1999)
0-5,0 1,54
Piquete sem irrigação 0-5,0 3,0 1,64 69,0
5,0-10 1,60 Restritivo
Irrigado (piquete- 0-5,0 1,47
3,0 69,0
Latossolo) 5,0-10 1,55
0-5,0 1,38 Não restritivo
Irrigado (área intermediária) 4,5 36,0
5,0-10 1,55 Restritivo
0,0-5,0 1,62
Irrigado (Pedregulho) 4,9 26,0 Restritivo
5,0-10 1,68
DS- Densidade do solo.
 Conforme os resultados obtidos existem
restrições para todas as áreas tanto na
profundidade de 0-5,0 cm como na profundidade
de 5,0-10 cm, exceto para a área intermediária na
profundidade de 0-5,0 cm com solo de textura
média, que não apresenta impedimento no que se
refere à densidade.
 Resultados dos atributos químicos do solo em área de capim
jiggs sem irrigação e com irrigação em diferentes posições da
paisagem, no ciclo de produção 2014/15.
Identificação
SI* 0-10 SI 10-20 I* 0-10 I 10-20 P* 0-10 P 10-20
Atributos químicos
cm
Resultados analíticos
Teor de argila 69 70 36 38 26 27
Matéria orgânica 3 2,5 4,5 4 4,9 2,9
Saturação da CTC pH 7,0
% 61,6 57,6 73,5 70,3 66,7 68,7
por bases
Saturação da CTC efetiva
3,7 10,6 0 0 0,9 1,8
por Alumínio
pH 4,8 4,8 5,8 5,8 5,5 5,4
Índice SMP 5,9 6 5,9 5,8 5,8 5,9
*SI- Área sem irrigação; *I- Área irrigada (intermediária); *P- Área irrigada (pedregulho).
 Resultados dos atributos químicos do solo em área de capim jiggs sem irrigação e
com irrigação em diferentes posições da paisagem, no ciclo de produção 2014/15.
Continuação.
Identificação
SI* 0-10 SI 10-20 I* 0-10 I 10-20 P* 0-10 P 10-20
Atributos químicos
cm
Resultados analíticos
Cálcio 4,5 3,4 9,1 8,9 6,6 6,3
Magnésio 2,5 1,8 3,2 2,8 3,5 3,4
Alumíno trocável 0,3 0,7 0 0 0,1 0,2
cmolc
Acidez potencial (H+ Al3+) cm-3 4,9 4,4 4,9 5,5 5,5 4,9

CTC pH7,0 12,7 10,3 18,5 18,4 16,5 15,6


CTC efetiva 8,2 6,6 13,6 13 11,1 10,9
Fósforo 14,3 10,5 25,9 24,7 28,1 9,6
Potássio 333 287 508 494 357 406
Cobre 13 14,4 17,4 19,3 6,1 9,5
Zinco mg dm-3 4,3 2,1 30,2 25,8 13,8 5,2
Manganês 46,3 42 12,6 10,7 17,1 26,9
Enxofre 28,5 39,2 10 10 15,3 23,2
Sódio NR* NR NR NR NR NR
*SI- Área sem irrigação; *I- Área irrigada (intermediária); *P- Área irrigada (pedregulho); *NR- Não realizada.
 Interpretação dos resultados dos atributos químicos obtidos no ciclo de
produção 2014/15.

Identificação
SI* 0-10 SI 10-20 I* 0-10 I 10-20 P* 0-10 P 10-20
Atributos químicos
cm
Resultados analíticos
Teor de argila Classe 1 Classe 1 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3
Matéria orgânica Médio Baixo Médio Médio Médio Médio
Saturação da CTCpH 7,0 por
Baixa Baixa Média Média Média Média
bases
Saturação da CTC efetiva por Muito Muito Muito
Baixo Médio Baixo
Alumínio baixo baixo baixo
Muito Muito
pH do solo Médio Médio Médio Baixo
baixo baixo
Método de Recomendação de Calagem para os Estados do RS e
Índice SMP
SC
*SI- Área sem irrigação; *I- Área irrigada (intermediária); *P- Área irrigada (pedregulho).
 Interpretação dos resultados dos atributos químicos obtidos no ciclo de
produção 2014/15. Continuação.
Identificação

Atributos químicos SI* 0-10 SI 10-20 I* 0-10 I 10-20 P* 0-10 P 10-20


cm
Resultados analíticos
Cálcio Alto Médio Alto Alto Alto Alto
Magnésio Alto Alto Alto Alto Alto Alto
Alumínio trocável SI** SI SI SI SI SI
Acidez potencial (H+ Al3+) Médio Médio Médio Médio Médio Médio

CTCpH7,0 Média Média Alta Alta Alta Alta


CTCefetiva SI SI SI SI SI SI
Fósforo Muito alto Alto Muito alto Muito alto Muito alto Médio

Potássio Muito alto Muito alto Muito alto Muito alto Muito alto Muito alto
Cobre Alto Alto Alto Alto Alto Alto
Zinco Alto Alto Alto Alto Alto Alto
Manganês Alto Alto Alto Alto Alto Alto
Enxofre Alto Alto Alto Alto Alto Alto
Sódio - - - - - -
*SI- Área sem irrigação; *I- Área irrigada (intermediária); *P- Área irrigada (pedregulho); **SI- Sem interpretação.
 Quantidade de calcário e adubação recomendada, para uma expectativa de
rendimento de 20 t ha-1 de massa seca/ano.
Identificação das áreas
SI* 0-10 I* 0-10 P* 0-10
cm
Quantidades equivalentes de
Calcário (t ha-1) 1,4 - -
adubos em kg ha-1
Nitrogênio (kg ha-1) 340-440 340-440 340-440 Ureia 756-958
P2O5 (kg/ha) 140 140 140 Superfosfato triplo 342
K2O (kg/ha) 220 220 220 Cloreto de potássio 379
*SI- Área sem irrigação; *I- Área irrigada (intermediária); *P- Área irrigada (pedregulho).

 Nutrientes fornecidos pela adubação aplicada pelo produtor.


Nitrogênio (kg ha-1) 266
P2O5 (kg ha-1) 257
K2O (kg ha-1) 298
CONCLUSÃO

 As áreas já apresentam sinalizações de compactação, o


que está diretamente relacionado com o manejo do
solo/pastagem/animais sobre as mesmas.

 Os locais com maior restrição são a não irrigada e a


irrigada (pedregulho).

 Em termos gerais os nutrientes se apresentam de forma


adequada, pois os teores variaram de alto a muito alto.
Com exceção, na área irrigada (pedregulho), de 10 a 20
cm que apresentou o fósforo médio.
 Em relação à reação do solo (pH) a área não
irrigada apresentou pH muito baixo.

 Recomenda-se que na medida do possível o


agricultor e sua família incluam a
sobressemeadura com espécies leguminosas para
obter os ganhos em relação à fixação biológica do
nitrogênio, dessa forma poderão reduzir o uso de
fertilizantes nitrogenados, melhorando a
sustentabilidade do sistema de cultivo.
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