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Treinamento

Passo 4
MANUTENÇÃO AUTÔNOMA

2
Manutenção Autônoma

Limpeza e Inspeção

1
Aprovada

7 2
Aprovada

TPM
6 3
Aprovada

5 4
Em atividade

3
3 Estágios Divididos em 7 Etapas

7. Controle Padronização e Conclusão


Autônomo Pleno do Sistema de Controle
6. Padronização da Autônomo dos
Inspeção Autônoma Equipamentos

5. Inspeção Autônoma Desenvolvimento de


Atividades para a Prevenção
e Avaliação da Deterioração
4. Inspeção Geral
Forçada dos Equipamentos

Etapas
3. Elaboração de Padrões Provisórios de Limpeza,
Inspeção e Lubrificação Restabelecimento das
2. Medidas contra Fontes de Sujeira e Locais de Difícil Condições Básicas dos
Acesso Equipamentos e
Manutenção destas
Estágios
1. Limpeza e Inspeção Condições

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Quatro Tesouros Da Manutenção Autônoma

QUADRO DE ATIVIDADES LINHA 01


APRESENTAÇÃO 1º ETAPA 2º ETAPA 3º ETAPA AUDITORIAS

LPP FORMULÁRIO
EQUIPAMENTO CRONOGRAMA MAPA DAS PADRÃO
TIME COMO AUDITORIA
(FOTOS) 1ª ETAPA FS & LDA LIMPEZA

Quadro de Atividades
LIMPAR? ETAPA 1

 VISÃO/
MISSÃO
GRANDE
LIMPEZA
GRÁFICO
ETIQUETA
MATRIZ E LPP
FONTE
LPP
(FOTOS) DE SUJEIRA PADRÃO
COMO
INSPEÇÃO
INSPEC.?

ESTRATIFICAÇÃO MATRIZ E LPP


SITUAÇÃO GRÁFICO
ETIQUETAS LOCAL “MUSEU”
ATUAL LPP’S
(CADERNO) DIFÍCIL ACESSO (R$)

PADRÃO LPP
LUBRIFI- COMO
CRONO- CAÇÃO LUBRIF.?
LPP’S FOLHA DE LIMPEZA
GRAMA ECRS
(CONTROLE) E INSPEÇÃO
(ETAPAS)

 Lições Ponto a Ponto

 Reuniões de MA

 Etiquetas
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Fluxo - Passo 1

 Resumo de aplicação do PASSO 1


•Padronização da
LIMPEZA
através do check list
Limpar e das LPP´s

Resolver
Etiqueta(restaurar) Inspecionar
CICLO DE
RESTAURAÇÃO

Padronização da INSPEÇÃO
através do check list e das
Detectar a LPP´s
Identificar e mapear Anomalia e
Fontes de Sujeira e
Locais de Difícil Acesso
Etiquetar
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Fluxo - Passo 2

• Medir tempo de
1ºEtapa Identificar e mapear Limpeza e Inspeção
Fontes de Sujeira e
• Medir tempo de Locais de Difícil Acesso
Limpeza e Inspeção
•Identificar FS controláveis
e incontroláveis
Mapear
pontos de CICLO DE
lubrificação RESTAURAÇÃO /
MELHORIAS
Aplicar ECRS
•Eliminar
•Conter
•Substituir
Criar controles •Simplificar
visuais facilitar
inspeção Resolver
Etiquetas (restaurar Direcionamento das
e melhorar) melhorias a serem
realizadas
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Fluxo - Passo 3
Consultar catálogos
dos equip. para definir
tipo, freqüência e qtde
Resumo de aplicação da 3ª Etapa dos lubrificantes.

Roteiros da etapas
Treinamento operação
2ºEtapa lubrificação
anteriores, Análise de
quebras, etiquetas

Construir/Revisar
Matriz de os padrões de limpeza,
Quebra X Sistemas inspeção e lubrificação

CICLO DE
MELHORIA Cruzar com os
padrões MP e
CONFIABILIDADE passar no funil de
transferencia de
Avaliar efetividade
habilidades
dos padrões
construídos MA
Assumir lubrificação

Implementar novos Criar ferramental


controles visuais e controles visuais
para lubrificação
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Manutenção Autônoma

 DEFINIÇÃO
• Conjunto de atividades desempenhadas diariamente pelos operadores nos equipamentos
que operam, compreendendo: inspeção, lubrificação, reparos, resolução de problemas,
visando à melhoria da produtividade e à manutenção dos equipamentos em condições
ótimas (estado ideal).

• Para tanto, os operadores têm suas habilidades desenvolvidas

 LEMA

“Da minha máquina cuido eu”


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Manutenção Autônoma

Os objetivos do programa de Manutenção Autônoma são:


 trazer o equipamento para o estado ideal, através da
restauração e gerenciamento autônomo
prevenir contra a deterioração dos equipamentos através do
aumento de habilidades da operação
 estabelecer as condições básicas necessárias para garantir
adequada manutenção e ZERO QUEBRA.

Outro importante objetivo é o de usar o equipamento como


meio de ensinar às pessoas novas formas de pensar e
trabalhar
TPM in Process Industries, Suzuki - Pg 87
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Como Andar no 4º Passo

 Como caminhar no quarto passo......

• Vamos ver o cronograma de Atividades

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Resumo das atividades do 4º Passo

Matriz de Quebras / Sistemas


Definição dos sistemas a serem
treinados (baseado na Árvore de
Perdas)
 Fixação
Treinamento Acionamento
Elétrica/instr.
teórico e prático
Pneumática
Vedação

Etiquetagem e resolução das


anomalias encontradas

Construção de LUP’s dos sistemas


conforme os equipamentos da linha

Revisão das normas provisórias

Auditoria do módulo treinado

Treinamento do próximo módulo

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PASSO - 4

“Inspeção Geral”

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Definição Passo 4 (Inspeção Geral)

 Consiste no aprimoramento do conhecimento e habilidades dos operadores no que tange


aos “sistemas” que compõem os equipamentos, visando o aumento do escopo de atuação da
operação em inspeção.

Inspecionar para
garantir a
confiabilidade...

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Fluxo - Passo 4

Resumo de aplicação do Passo 4 Estaremos rodando o


Ciclo em todos os
módulos da 4º etapa
Matriz de
3ºEtapa Quebra X Sistemas
Treinamento dos
módulos com
priorização
através da
Implementar novos matriz
controles visuais
CICLO DE
MELHORIA
CONFIABILIDADE

Etiquetagem e
Auditoria do Resolução
módulos
treinado Acrescentar os
novos pontos de
inspeção nas LPP’s com os sistemas
normas estudados e
acrescentados nas normas
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Objetivo Do Passo 4

 Aprimorar o conhecimento para a compreensão das funções dos componentes nos


conjuntos que fazem parte de um equipamentos.

Executar a inspeção detalhada e direcionada com base no conhecimento adquirido para


descobrir a causa de anormalidades.

Executar pequenos reparos.


Ruído,
vibração,
temperatura,
nível do óleo

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Capacidade Do Time

 Mudança dos papéis no TPM

Operadores Mantenedores

Operação Manutenção corretiva


Manutenção Manutenção
Autônoma Planejada

Resolvendo problemas Treinamento

Tempo --> Tempo -->

Coordenadores/ Planejadores
Gerentes

Resolvendo problemas Resolvendo problemas


Treinando/ Treinando/
orientando orientando

Melhoría Contínua empreendedor

Tempo --> Tempo -->

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Definições dos Módulos

Treinamento do Módulo Prioritário

 Fixação
Acionamento
Vedação
Pneumática
Elétrica/Instrumentação
Lubrificação

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Aplicando o treinamento

Após Treinamento do Módulo

Prioritário......

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Importante: Revisão das Normas/padrões Provisórios

 É necessário confrontar com os padrões MA X MP (Inspeção e Lubrificação), passar pelo


funil de transferencia para definir se a MA pode assumi-los.

O trabalho envolve eletricidade?


Ñ S
O trabalho esta acima de 2 metros de
altura? (verificar se tem treinamento de trabalho em altura)
Ñ S
Utilza EPI Especifico?
(Foi treinado para realizar trabalho em altura?)
Ñ S
Necessita de qualificação adicional?

Ñ S
Necessita de ferramentas especiais ?
Ñ S (não existe ferramentas disponíveis na linha)
Requer desmontagem complexa (mais de
um desmontagem para alcançar o
Ñ S componente?

Manutenção Manutenção
Autônoma Planejada
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Construção de :CONTROLES VISUAIS

Monitorando a vida útil ou funcionamento dos equipamentos:

Exemplos de controles visuais Dinâmicos:

Tensão da Correia Monitora o desgaste da Corrente


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Construção de :CONTROLES VISUAIS

Exemplos de controles visuais Dinâmicos :

Monitora o desgaste e a tensão da Corrente


Vibração da Máquina

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Construção de :CONTROLES VISUAIS

Exemplos de controles visuais Dinâmicos :

Faixa de trabalho para regulagens

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Construção De :CONTROLES VISUAIS PACIFIC 3

Antes
Depois

Alem de ser um esticador


“automático” o controle
visual monitora o desgaste
da corrente.

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Construção de :CONTROLES VISUAIS PACIFIC 3

Monitora a vibração do eixo


cardam.

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APÓS TREINAMENTO... LIÇÃO DE CASA:

OS OPERADORES DEVERAM:

 Reconhecer os componentes dos sistemas dos equipamentos;

 Identificar defeitos nos elementos conforme o módulo treinado

Manter o funcionamento correto dos componentes mecânicos segundo


suas características;

Propor melhorias na utilização dos sistemas mecânicos de transmissão;

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APÓS TREINAMENTO... LIÇÃO DE CASA:

Construção de LPP’s do aprendizado do treinamento.( mostrando quais


conjuntos se aplica o módulo treinado)

 Acompanhamento e controle da vida útil dos componentes (controles


visuais, matriz de quebra/falha)

 Inclusão das inspeções no padrão provisório (revisão)

 Criação da lista técnica dos componentes por família e verificar quais


existem em estoque(colocar código)

Acompanhar e monitorar em conjunto com a MP as ações preventivas /


preditivas .
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Slides que podem ser adequados à realidade do site:
• Regras de Segurança;

• Exemplos de Controles Visuais

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