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CONFLITOS FAMILARES

E A EXCELÊNCIA DO BEIJO COMO DEMONSTRAÇÃO


DE RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS
CONFLITOS FAMILARES E A EXCELÊNCIA DO BEIJO COMO DEMONSTRAÇÃO DE
RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS

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CONFLITOS FAMILARES E A EXCELÊNCIA DO BEIJO COMO DEMONSTRAÇÃO DE
RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS

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CONFLITOS FAMILARES E A EXCELÊNCIA DO BEIJO COMO DEMONSTRAÇÃO DE
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CONFLITOS FAMILARES E A EXCELÊNCIA DO BEIJO COMO DEMONSTRAÇÃO DE
RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS

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RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS

I - ESAÚ E JACÓ

1. Foi preciso que os irmãos passassem muito tempo separados pelo


deserto da discórdia, para que depois de tanto tempo selassem a
paz com o beijo do perdão.

2. Jacó levou a vida em Harã, trabalhando para Labão seu sogro,


cumprindo contrato por catorze anos por suas filhas Raquel e Lia, e
mais seis até sair de lá.

3. Esaú passou o seu tempo nutrindo o seu rancor e amontoando


mulheres pagãs (Acrescentou também uma descente de Ismael,
seu meio-tio, filho de Abraão).
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I – ESAÚ E JACÓ
1. Jacó viveu vinte anos longe de casa, e mesmo sabendo do perigo
que corria deseja voltar para lá (Gn 30.25,26; 31.38).

2. Enquanto Esaú nutria rancor e ódio, Jacó nutria saudades e paixão


pela casa.

3. Dos beijos retradados pela Bíblia (entre eles os beijos da Sulamita


com seu amado), o beijo de Esaú em Jacó é dos mais belos e
representativos (Gn 33.4).

4. Os dois irmãos deixaram passar vinte anos até a reconciliação com


um beijo.
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II - O PAI E O FILHO PRÓDIGO

1. São tantas as situações que envolvem as famílias em seus desacertos. Jesus nos

ensina através de uma parábola que o retorno é possível, que a paz é possível e

que beijar é necessário.

2. Quando falamos beijar, não beijar pelo simples beijar (Judas em Jesus), mas

beijar por afeto, por amor, por perdão.

3. Na parábola, Jesus conta que o filho mais moço decidiu ir embora de casa (Lc

15.12,13). Longe de casa e dos olhos disciplinares do pai viveu em completa

devassidão (“vivendo dissolutamente”). O jovem passou a viver afundado em

suas próprias crises (v.14-16). O rapaz viveu os resultados de uma decisão infeliz;

ele viveu dissolutamente, procurou a sua própria danação (perdição).


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II - O PAI E O FILHO PRÓDIGO

4. Mas... “caindo em si” (v.17). Mas ninguém precisa ficar prostrado em sua danação;

é preciso ter coragem de levantar-se e sair do fundo do poço.

5. Aquele jovem que estava longe de todos os que o amavam acordou; acordou da

miséria em que estava e foi decisivo: “Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai”

(v.18).

6. Quando o jovem chegou à casa do pai, ele não buscou justificativas para os seus

atos, ele simplesmente disse: “Pequei contra Deus e te ofendi” (Peregrino).

Quando nós, pecadores iguais, voltamos para casa, devemos voltar plenos de

arrependimento, porque o perdão é sempre pleno.


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III – O MARAVILHOSO BEIJO DA RECONCILIAÇÃO

1. Talvez não tenha sido tão difícil sair da casa; mas é possível que tenha sido difícil

fazer a última curva no retorno. Mesmo decidido a voltar, é possível que quem

volta, esteja pessimista quanto à sua aceitação.

2. Quantos voltam para Deus, mas não voltam plenos de arrependimento; logo

decidem voltar para o mundo para nunca deviam ter ido.

3. Aquele filho moço, que gastou de forma irresponsável a sua parte na herança não

sabia o que o esperava. Mas o importante é que “ele se pôs a caminho da casa de

seu pai” (v.20). É importante que o que está perdido se ponha a caminho da casa;

a casa está com as portas sempre abertas. Qual é o pai que fecha a casa ao filho

arrependido?
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III – O MARAVILHOSO BEIJO DA RECONCILIAÇÃO

1. Quando o pai o vê ainda longe, se enche de compaixão.


Aquele pai coloca em prática a sua compaixão;

2. não era uma compaixão apenas de um discurso, mas de


coração mesmo;

3. ele corre ao encontro do filho amado e o abraça, e o beija,


e o recebe pleno de perdão e alegria.
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CONCLUSÃO

1. Fiquei pensando como beijamos pouco nossos


cônjuges, pais, nossos irmãos, nossos filhos e
nossos netos (bisnetos, tetranetos).
2. Parece que beijar e cheirar gostoso os nossos
amados nos enfraquece, nos diminui, tira nossa
autoridade.
3. Quando nossos filhos são pequenos os beijamos
mais; eles crescem, cresce também o
distanciamento em relação ao beijo e o cheiro.
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O que dizem sobre o beijo:


“Para muitas pessoas, o beijo pode servir
como um “eu te amo” diário. Em dias que
nada parece dar certo, receber um beijo de
alguém que ama pode mudar completamente
seus sentimentos, aquela sensação de
fracasso é substituída por uma alegria
inimaginável”.
(https://www.psicologiasdobrasil.com.br)
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Para os casais:
“Se o seu relacionamento ainda meio
estremecido, pode ser que você ou seu
parceiro estejam deixando de demonstrar
aquilo que sentem. É essencial que vocês
voltem a se comunicar através de gestos
simples, como conversas e beijos. Um beijo
sincero é uma grandiosa demonstração de
amor”.
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Pr. Eli da Rocha Silva

Igreja Batista em Jardim Helena – Itaquera

13/05/2018 – Dia das mães e mês da Família.