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Diagnostico rápido

Ptiariase Versicolor Malassezia furfur


Piedra

Branca

Negra
Trichosporon beigelli Piedraia hortae

Tratamento: cortar ou raspar os cabelos das áreas


acometidas
Tinea negra
Hortaea werneckii
Dermatofitoses
• Trichophyton, Microsporum e Epidermophyton
Tinea pedis ou Tinha Tinea corporis
dos pés
Tinea unguium ou
Tinea Cruris onicomicose

Tinea Capitis
Micetoma

Prata

fungos Madurella mycetomatis


e Madurella grisea Amputação da melhor resultado
Esporotricose

Sporothrix schenckii
Iodeto de potássio da melhor
Tatus, Gatos e jardinagem
Cromoblastomicose

Crioterapia local, antes do inicio do


tratamento antifúngico. Antifúngicos tem
pouco efeito
Fonsecaea e Cladophialophora
Paracoccidioidomicose

Prata KOH H&E

RX: Pulmão em Forma


asa de Disseminada
borboleta Infanto Juvenil
Forma
Pulmonar
progressiva
Forma Disseminada:
Lesões
Forma mucocutâneas
Disseminada (especialmente na
Infanto Juvenil cavidade oral e na
face)
Acometimento do
SNC com lesão
granulomatosa com
captação anelar de
contraste

A PCM pulmonar primária é caracterizada por sintomas respiratórios brandos e inespecíficos, de caráter agudo ou subagudo,
autolimitado e raramente diagnosticado como tal. Essa forma clínica está relacionada com o estabelecimento da primoinfecção. A
PCM disseminada infantojuvenil (aguda/subaguda) é uma consequência da continuação da primoinfecção, caracterizada inicialmente
por sintomas respiratórios brandos e febre. Linfonodomegalia (comum), hepatoesplenomegalia (comum), lesões mucocutâneas
(menos comum) e lesões osteoarticulares (menos comum) podem ocorrer posteriormente. Essa forma clínica não é tão comum e
Paracoccidioides brasiliensis ocorre em crianças (a partir dos 3 anos) e adolescentes, geralmente não tendo predileção por sexo. A PCM pulmonar progressiva é
caracterizada clinicamente por tosse seca ou produtiva com quatro semanas ou mais de evolução, febre baixa e emagrecimento. Essa
forma clínica está relacionada com a reativação do complexo primário quiescente no pulmão, que pode ser uma consequência da
estrógeno é um fator protetor exposição continuada ao fungo ou desencadeada por alguma condição clínica (tabagismo, etilismo, desnutrição e imunodepressão).
caracteriza-se por manifestações pulmonares (semelhantes àquelas citadas anteriormente) e extrapulmonares. Lesões mucocutâneas
(especialmente na cavidade oral e na face), linfonodomegalia e envolvimento dos ossos, glândulas suprarrenais, tubo digestivo e SNC
podem ocorrer
Paracoccidioidomicose

PAS

AnfoB: Grave
Itra: de boas
Cotrimoxazol: <18
Histoplasmose

Histoplasma capsulatum

capsulatum e duboisii
Prata O padrão radiológico
micronodular difuso costuma
ser o mais comum, mas esse
padrão pode estar presente
na tuberculose e na
paracoccidioidomicose
O uso de máscaras em locais
potencialmente infectantes (cavernas e
sótãos) é uma forma de profilaxia
Coccidiodomicose

A cultura não está indicada, pois o fungo é muito infectante e


pode causar doença nos profissionais do laboratório

KOH

Coccidioides immitis e Coccidioides posodasii

Estações que ventam e caçada de tatu


Blastomicose Ocorre na América do Norte e África

Tratamento: itraconazol, fluconazol e


Anfotericina B

Blastomyces dermatidis
Criptococose
HIV com TCD4+ < 200/mm3
Cryptococcus neoformans Neoformans(imunodeprimidos) e gattii

Nanquin Histopatológico
até tcd4>200
(Tinta China) H&E

Criptococoma
Pneumocystis jiroveci taquidispneia

Pneumocistose Não possuem ergosterol


Não cresce em cultura
Profilaxia até CD4>200

Giemsa imunofluorescência GMS


Candida Candida albicans

pseudo-hifas septadas com leveduras

Caspofungina se
sistêmica, nistatina
se oral(azolico é
melhor)
Aspergillus

retirada cirúrgica dos aspergilomas


A.flavus
A. Flumigatus

A. niger

A aspergilose alérgica pode ser


sinusal ou broncopulmonar. Ambas as
formas se caracterizam por reação de
hipersensibilidade às partículas
fúngicas inaladas por pacientes com
atopia
Murcomicose
Rhizopus, Absidia e Mucor

O tratamento deve contar com a correção da


Mucor Rizopus situação clínica de base (geralmente, a
cetoacidose), desbridamento cirúrgico
agressivo e terapia com anfotericina B por
portadores de diabetes via intravenosa.
melito tipo I, sobretudo,
pacientes que estão
evoluindo com
cetoacidose diabética
Leishmania (Leishmania) Leishmania (Leishmania)
amazonenses chagasi
Leishmaniose complexo: mexicana complexo donovani
O cão doméstico é o principal reservatório

Leishmaniose cutâneo-
mucosa ou Cutaneo difusa Leishmaniose visceral ou
Leishmaniose
mucocutânea calazar
tergumentar ou
cutânea ou Úlcera
de Bauru Amastigotas
Promastigota Giemsa
Leishmania (Viannia)
Cultura NNN
braziliensis
Leishmaniose
Amastigotas
Giemsa

Promastigota
Cultura NNN
Leishmaniose
Tergumentar Visceral

Obs: em gestante não usa Antimonial, Anfotericina B é a


melhor opção

Obs: em gestante não usa Antimonial, Anfotericina B é a


melhor opção
Leishmaniose
O desenvolvimento de uma resposta Th1
(citocinas IFN-γ e IL-2) determina a
resolução da infecção e a doença não
progride. O desenvolvimento de uma
resposta Th2 (citocinas IL-4 e IL-10)
determina um estabelecimento da
infecção e progressão da doença.

A reação de Montenegro
surgem apenas quatro meses após
início das lesões
negativo nos pacientes com
leishmaniose cutânea difusa ou em
imunocomprometido
P. Malariae 

Malária
P. Falciparum P. Vivax
Gota Espessa Distenção sanguínea Gota Espessa Distenção sanguínea

Tratamento Geral:
Derivados da
artemisina
Quinino
Cloroquina
Primaquina
Halofantrine
Doxiciclina
Clindamicina
Mefloquina
Malária O tratamento da malária por P. vivax é feito por
via oral, com cloroquina e primaquina nos três
primeiros dias e manutenção da primaquina até
completar sete dias de tratamento. O tratamento
da malária não complicada por P. falciparum
pode se feito com uma dose única de mefloquina
por via oral. Além desse esquema, podemos
utilizar quinina e um antibiótico (doxiciclina ou
clindamicina) nos três primeiros dias e manter
somente o antibiótico até completar cinco dias de
tratamento. O tratamento da malária por P.
falciparum complicada e/ou com alta parasitemia
ou com resistência do parasita deve ser feito com
artemisinina ou um de seus derivados por via
intramuscular por três dias. Uma dose de
mefloquina deve ser administrada por via oral no
terceiro dia para completar o tratamento.

Anopheles
darlingi
Chagas
Chagas

Sangue

Triatoma spp.
No barbeiro
Chagas
• Usar Benzonidazol, Nifurtimox não tem e não funciona bem pra Chagas
• Tratamento na fase aguda O tratamento da doença de Chagas na fase aguda deve ser realizado em todos os casos e o mais rápido possível após confirmação
parasitológica, independentemente da via de transmissão. Na gestação não é recomendado o tratamento em razão da toxicidade das drogas disponíveis
(Ministério da Saúde, 2005).
• Tratamento nas infecções congênitas A doença de Chagas congênita é considerada aguda e de notificação compulsória. Em casos de resultados positivos e/ou
inconclusivos em criança assintomática, deve-se repetir a sorologia entre o 6º e 9º mês após o nascimento. A sorologia positiva requer o início imediato do
tratamento específico. A sorologia negativa, após o período acima referido, permite a exclusão da infecção chagásica (Ministério da Saúde, 2005).
• Tratamento de infecção acidental Pesquisadores, técnicos e alunos que trabalham com Trypanosoma cruzi, quando infectados acidentalmente com agulha
infectada ou outra forma que possibilite a penetração do parasito, são considerados infectados. Neste caso, o tratamento é indicado imediatamente depois de
realizado o exame parasitológico do sangue e o sorológico, durante 10 a 15 dias, repetindo o exame sorológico com 15, 30 e 60 dias após o acidente. Recomenda-
se que todo laboratório que trabalha com Trypanosoma cruzi tenha disponível o benzonidazol ou nifurtimox (Ministério da Saúde, 2005, Coura & Castro, 2002).
• Tratamento na fase crônica recente A forma crônica da doença de Chagas é considerada recente quando o paciente se encontrar no intervalo de 5 a 12 anos após
a infecção inicial. Crianças com idade igual ou inferior a 12 anos e sorologia positiva devem ser tratadas imediatamente. Para adultos nesta fase, o tratamento é
indicado mesmo quando não há evidência comprovada do sucesso da terapia (Ministério da Saúde, 2005).
• Tratamento na fase crônica tardia A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) divulgaram os conhecimentos sobre o
tratamento e recomendaram sua realização em países onde há pouco controle da doença de Chagas. O tratamento na fase crônica tardia visa reduzir os níveis de
parasitemia, evitar o aparecimento ou Vol. 37 (3): 209-228. jul.-set. 2008 221 progressão de lesões viscerais e interromper a cadeia de transmissão. O tratamento
nesta fase é indicado na forma indeterminada e nas formas cardíaca e digestiva leves (Ministério da Saúde, 2005).
• Casos em que o tratamento não é recomendado Por causa da toxicidade das drogas Bz e Nf, o tratamento da doença de Chagas não deve ser indicado a gestantes,
mulheres em idade fértil sem uso de contraceptivos ou que estejam no período de lactação, pessoas sob uso de álcool e ainda em casos de insuficiência hepática
ou renal. O tratamento também não deve ser indicado em casos de co-infecção com lesões graves associadas à infecção chagásica em qualquer fase da doença,
exceto nos casos de pacientes imunodeprimidos de qualquer natureza, isso porque pode ocorrer reativação da doença de Chagas, que provocará a necessidade de
tratamento específico (Ministério da Saúde, 2005).
Chagas
Toxoplasmose Toxoplasma gondii
Toxoplasmose
Usar Sulfadiazina+pirimetamina+ácidofolínico
Se:
• Casos agudos nas gestantes
• Imunodeprimidos
• Crianças com doença congênita
• Coriorretinite
• Imunocompetentes com alterações
orgânicas múltiplas
RECOMENDAÇÕES:
1. Só comer carne ou derivados bem cozidos. Espiramicina+pirimetamina+ácidofolínico se:
2. Higiene das mãos ao manipular esses alimentos crus. Habituar as crianças a essa • Casos agudos nas gestantes
prática higiênica. Clindamicina+pirimetamina+ácidofolínico se
3. Tratamento das mulheres grávidas com infecção recente.
• Imunodeprimidos
4. Impedir o acesso de gatos aos tanques de areia (cobrindo-os ou telando o local). Evitar
contato com gatos desconhecidos. • Coriorretinite
5. Impedir que os gatos domésticos cacem, fornecendo-lhes alimentos enlatados ou • Imunocompetentes com alterações
fervidos. Esterilizar com água fervendo os lugares onde defecam. controlar os ratos. orgânicas múltiplas
6. Abolir o convívio dos gatos com crianças pequenas e/ou mulheres no início da
gravidez.
7- Pré-Natal bem feito
No caso das gestantes que adquiriram a
primoinfecção, o tratamento de escolha
Toxoplasmose consiste em espiramicina até o fim da
gestação para evitar a transmissão
materno-fetal. Essa droga não atravessa a
barreira placentária e não tem potencial de
tratar o feto. Dessa forma, se houver
comprometimento fetal estabelecido e
comprovado por exames, o esquema deve
ser composto por sulfadiazina,
pirimetamina e ácido folínico. Esse
esquema só está indicado a partir da
decima sexta semana de gestação e deve
ser mantido até o parto. A pirimetamina é
altamente teratogênica no início da
gestação e a relação entre risco e benefício
dispensam seu uso nas dezesseis primeiras
semanas.

Taquizoítos
Amebíase Entamoeba histolytica

Abcesso hepático

Forma Abcesso
Pleuropulmonar Cerebral
Amebíase Entamoeba histolytica

Diagnóstico
Faust(coloração de cistos –lugol)
método direto em solução salina: trofozoítas
Tratamento:
Amebicidas luminais:
teclozan e etofamida
Amebicidas tissulares:
metronidazol e secnidazol

Trofozoíta Profilaxia:
Trofozoítas com Hábitos de higiene
eritrócitos ingeridos Tratamento dos casos
Cisto diagnosticados
Giardíase Giardia intestinalis

Exame de fezes:
Exame direto a fresco (trofozoítas)
Método de Faust (cistos)
TRATAMENTO:
Metronidazol
Cisto Tinidazol
Secnidazol

PROFILAXIA:
Hábitos de higiene
Tratamento dos casos
diagnosticados
Trofozoítos

Forma um “tapete”
no intestino
Isosporíase Isospora belli

Diagnóstico:
EPF - Ziehl-Neelsen Tratamento:
Sulfametoxazol/ trimetoprima
Pirimetamina+ ácido folínico

Oocisto

Obs: relação com HIV

Gastroenterite com diarreia por alguns dias


com dor abdominal e náuseas moderadas. Muito
pior se for imunodeprimido
Criptosporidíase Cryptosporidium spp.
Principal: Cryptosporidium parvum

Diagnóstico:
Exame de fezes: Ziehl-Neelsen e azul de metileno

O quadro clínico
Oocistos caracteriza-se por
gastrenterite c /
Tratamento: diarréia, após um
Paromomicina Roxitromicina quadro de anorexia e
Obs: relação com HIV êmese. Muito pior se
Azitromicina Nitazoxanida
for imunodeprimido.
Considerações Larvas: L1 e L2 = rabiditóides (tubo digestório
não formado), L3 = filarióide (tubo digestório
formado, forma infectante), L4 realiza o Ciclo
de Loss ou Ciclo Pulmonar e L5 é o verme
adulto.

Ciclo de Loss:
migra para brônquios, bronquíolos,
alvéolos, traquéia, faringe, laringe,
onde pode ser expelida ou deglutida.
Ascaris lumbricoides

Ascaridiase Diagnóstico:
EPF – HPJ
Sindrome de Faust
Löeffler

granuloma
eosinofílico
no pulmão

Tratamento: Tratamento se
Albendazol oclusão:
Mebendazol Piperazina
Levanmizol Oleo mineral
Antiespásmodicos
Ancylostoma duodenale
Ancilostomíase/ Necatoríase Necator americanus

Diagnóstico:
─ Método de Willis ou de Faust
─ Kato-Katz-Avaliar a gravidade da
infecção (Infecção leve/moderada : até
12.600 ovos /grama de fezes)

Anemia microcítica-
hipocrômica

Tratamento: Obs: anemia rápida porque o fedaputa bebe


─ Mebendazol sangue igual nós bebe álcool
─ Albendazol
─ Pamoato de Pirantel
Strongyloides stercoralis
Estrongiloidíase
Tratamento:
─ Cambendazol
─ Tiabendazol
─ Albendazol
─ Ivermectina

Pneumonia de Löeffler
Diagnóstico:
EPF-Baermann-Moraes e Rugai

Obs: associado a imunodrepressão.


Principalmente ao HTLV-1
Obs2: O problema desta parasitose é autoinfecção ovo
Enterobíase Tricuríase
Enterobius vermicularis Trichuris trichiura

Vulgo oxiúrus. Lembra + ou – o


Da coceira no cú Ascaris
Taenia saginata e Taenia solium
Teníase Tratamento:
─ Praziquantel
─ Albendazol
─ Mebendazol
─ Niclosamida

Apendicite

Diagnóstico:
EPF:
─ Tamisação
─ Técnica de Graham ou fita gomada
─ Técnica de Lutz ou HPJ
Taenia solium
Cisticercose
O mecanismo envolvido pode ser por:
─ heteroinfecção,
─ autoinfecção externa,
─ autoinfecção interna.

As localizações mais freqüentessão :


─ Olhos e anexos ...... 46,0%
─ Sistema nervoso .... 41,0
─ Pele e subcutâneo.. 6,3
─ Músculos ................ 3,5 Tratamento:
─ Outros órgãos ........ 3,2 ─ Albendazol
─ Prazinquantel

─ Glicocorticoides
DIAGNÓSTICO ─ Drogas antiepilépticas
─ TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ─ Cirurgia
─ RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
─ EXAME PARASITOLOGICO DE FEZES
─ AVALIAÇÃO DO LCR
Schistosoma mansoni
Esquistossomose

Biomphalaria Capilares obstruídos por ovos

Forma
hepatoesplênica

Restos de um ovo morto de


S.mansoni envolvido pela reação
inflamatória granulomatosa.
Schistosoma mansoni
Esquistossomose

Diagnóstico: Tratamento:
EPF Praziquantel
– Kato-Katz ou HPJ
– biópsia retal
Profilaxia:
1. Controle dos hospedeiros
Forma vasculopulmonar intermediários.
2. Melhora das condições
de vida das pessoas.
3. Educação em saúde.
4. Tratamento dos
infectados.

Neuroesquistossomose
Culex
quinquefasciatus

Filariose bancroftiana Wuchereria bancrofti

Manifestações
extralinfáticas Diagnóstico:
Artrite –microfilárias Pesquisa de microfilária: gota
Doença renal–hematúriae espessa ou distensão (00h)
proteinúria Pesquisa do helminto adulto:
Eosinofilia pulmonar linfonodos
tropical –asma-símile Ultrassonografiacom doppler(bolsa
escrotal)

TRATAMENTO:
Dietilcarbamazina(micro e macrofilaricida)
Ivermectina(microfilaricida) Microfilaria
Simulium spp.

Onchocerca volvulus
Oncocercose
Oncocercomas

Oncodermatite

Síndrome
ocular

Diagnóstico:
Pesquisa de microfilárias: biópsia de pele
TRATAMENTO: Pesquisa do helminto adulto: nódulos subcutâneos
Nodulectomia Exame oftalmológico: microfilárias“nadando” no humor aquoso
Ivermectina(microfilaricida)
albendazol
Obs: Bainha diferencia
Outras filárias

Dracunculus medinensis
Loa loa

Dirofilaria immitis
Serpentes e Cobras

Micrurus spp. Bothrops spp.


Soro antielapídico Soro antibrotópico

Crotalus spp. Lachesis muta


Soro anticrotálico Soro antilaquético
Serpentes e Cobras
Outros animais peçonhentos

Tityus Tityus Loxosceles Phoneutria


serrulatus bahiensis spp. spp.

Obs: se não houver soro


antiescorpiônico pode ser
usado o antiaracdônico
como substituto

Latrodectus
spp.
Síndrome de Mononucleose
Febre, Linfodenomegalia generalizada, hepatoesplenomegalia