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Grupo:

Flavia Burim Scomparini


Guilherme Henrique Teixeira
Jacqueline Martins de Sousa
Caso Clínico:

Um trabalhador braçal, de 29 anos de idade, sentiu dor aguda no peito,


enquanto trabalhava com uma britadeira. A dor que inicialmente era de
intensidade moderada foi se intensificando com o progredir do trabalho
até tornar-se insuportável. Levado a um pronto socorro, o paciente foi
internado e submetido a vários exames. O eletrocardiograma e a
radiografia torácica estavam normais; a desidrogenase láctica sérica
(LDH) apresentou nível elevado a 450 unidades/L soro (normal: 150-360
unidades/L soro) e que permaneceu alto durante os dias de internação.
Nenhuma outra anormalidade física ou laboratorial apareceu, e a dor no
peito melhorou gradativamente com o repouso a que foi submetido o
paciente.
Glicólise

• Glicólise é o conjunto de reações bioquímicas pelas quais uma


molécula de glicose é oxidada a duas moléculas de piruvato.
• No processo ocorre a síntese de duas moléculas de ATP e formam-
se duas moléculas de NADH.
• Ocorre no citoplasma.

PIRUVATO (3 C)
Anaerobiose Aerobiose
NADH NAD+ CO2

LACTATO (3C) ACETIL-CoA (2 C)


CO2

OXALOACETATO (4C)
GLICOSE
HEXOQUINASE (ATP  ADP)

GLICOSE 6-FOSFATO
FOSFOGLICOISOMERASE

FRUTOSE 6-FOSFATO DIIDROXIACETONA FOSFATO*


FOSFOFRUTOQUINASE
(ATP  ADP) TRIOSE FOSFATO ISOMERASE
FRUTOSE 1,6- BIFOSFATO* GLICERALDEÍDO 3-FOSFATO
ALDOLASE
FOSFATO INORGÂNICO  GLICERALDEÍDO 3-FOSFATO
DESIDROGENASE (NAD+  NADH + H +)
1,3 – BIFOSFOGLICERATO
FOSFOGLICERATO QUINASE (ADP  ATP)

3 - FOSFOGLICERATO
FOSFOGLICERATO MUTASE
*: Predominam no equilíbrio
2 - FOSFOGLICERATO
ENOLASE

FOSFOENOLPIRUVATO
PIRUVATO QUINASE (ADP  ATP)
• Rendimento da glicólise: 2 ATP por molécula de glicose quebrada.
• Equação geral da glicólise:
Glicose + 2ADP +2 Pi + 2 NAD+ 2 Piruvato + 2 ATP + 2 H2O + 2
NADH + 2 H+
• A oxidação da glicose e a produção de ATP estão associadas à redução
de NAD+. Para se manter o funcionamento da glicólise deve haver uma
reoxidação do NADH.
• Em aerobiose: utiliza-se o oxigênio para oxidar o NADH.
• Em anaerobiose o piruvato serve de aceptor dos elétons do NADH,
sendo reduzido a lactato:
2 Piruvato + 2 NADH + 2 H+ 2 Lactato + 2 NAD+
Lactato desidrogenase

• A degradação anaeróbica da glicose é chamada fermentação. As


fermentações diferem pelas reações que levam à regeneração do NAD+.
• Em condições aeróbias, a oxidação total do piruvato começa com a sua
conversão à acetil-CoA através de um processo de descarboxilação
oxidativa, o qual liga a glicólise à fase do Ciclo de Krebs.
Descarboxilação Oxidativa do Piruvato
• O piruvato é transportado ativamente para o interior da mitocôndria
através da proteína piruvato translocase.
• A descarboxilação oxidativa se baseia na transferência de um radical
acetil vindo do piruvato para a coenzima A.
• Simplificadamente temos:
Piruvato + Coenzima A + NAD+ Acetil-CoA + NADH + CO2
• A transformação do piruvato à acetil-CoA é irreversível e catalisada
por um sistema multienzimático conhecido como complexo piruvato
desidrogenase. Esse complexo contém 3 enzimas e 5 coenzimas
(derivadas de vitaminas).
- Enzimas: Piruvato desidrogenase, diidrolipoil transacetilase e
diidrolipoil desidrogenase.
- Coenzimas: Tiamina pirofosfato ( TPP – derivada da vitamina tiamina),
Coenzima A (CoA – derivada do ácido pantotênico), Nicotinamida
adenina dinucleotídio ( NAD+ - derivada da nicotinamida), Flavina
adenina dinucleotídeo (FAD – derivada da riboflavina) e Ácido lipóico.
ESTRUTURA DO NAD
Nicotinamida adenina dinucleotídio
NAD+ (oxidada) NADH (reduzida)
Lactato Desidrogenase

• Enzima responsável por catalisar a transformação do piruvato em


lactato.
• Níveis normais: 150 a 360 unidades/L
• O aumento da atividade dessa enzima pode indicar cirrose hepática,
hepatite viral aguda, infarto agudo do miocárdio, destruição
acelerada de eritrócitos...
• Aparece sob a forma de 5 isoenzimas, ou seja, pode aparecer com
estruturas diferentes, mas atuando sobre a mesma reação. Cada
isoenzima aparece com maior freqüência em um tecido específico.
• Cada enzima é formada pela junção de 4 monômeros, sendo que
existem 2 tipos possíveis:
- H (miocárdio) - M (músculo esquelético)
• A tabela abaixo apresenta o grau de atividade das diferentes
isoenzimas nos diversos tecidos do corpo.

LDH Isoenzima Miocárdio Fígado Músculo Cérebro Rim Eritrócitos

1 HHHH ++++ +- +- ++ + +++

2 HHHM ++++ +- +- ++ + +++

3 HHMM + + ++ ++ ++ +

4 HMMM +- ++ ++ + ++ +-

5 MMMM +- ++++ ++++ +- ++ +-

++++: máxima atividade +-: pouca/nenhuma atividade


Tópicos para discussão do caso:
1. Reação bioquímica catalisada pela desidrogenase láctica (LDH =
Lactic Dehydrogenase).
2. Isoenzimas da LDH circulante. Identificação das isoenzimas de LDH.
3. Significado patológico da elevação do nível plasmático da LDH.
4. Interpretação do significado dos valores aumentados de LDH.
5. Ensaio de isoenzimas: utilidade na análise de determinadas
patologias.
6. Identificação da(s) possível(eis) isoenzima(s) de LDH aumentada(s)
no paciente.
7. Para dosar a LDH, lactato e NAD+ foram adicionadas a uma amostra
de soro do paciente. Justificar de tais adições e explicar se o
lactato e o NAD+ devem ser adicionados em quantidades muito
pequenas ou em excesso, e se o NADH poderia substituir o NAD+
neste ensaio.
8. Diferenças no ensaio de dosagem de LDH utilizando-se como
substrato lactato ou piruvato.
2 Piruvato + 2 NADH + 2 H+ 2 Lactato + 2 NAD+
Lactato desidrogenase
Tópicos para discussão do caso:
1. Reação bioquímica catalisada pela desidrogenase láctica (LDH =
Lactic Dehydrogenase).
2. Isoenzimas da LDH circulante. Identificação das isoenzimas de LDH.
3. Significado patológico da elevação do nível plasmático da LDH.
4. Interpretação do significado dos valores aumentados de LDH.
5. Ensaio de isoenzimas: utilidade na análise de determinadas
patologias.
6. Identificação da(s) possível(eis) isoenzima(s) de LDH aumentada(s)
no paciente.
7. Para dosar a LDH, lactato e NAD+ foram adicionadas a uma amostra
de soro do paciente. Justificar de tais adições e explicar se o
lactato e o NAD+ devem ser adicionados em quantidades muito
pequenas ou em excesso, e se o NADH poderia substituir o NAD+
neste ensaio.
8. Diferenças no ensaio de dosagem de LDH utilizando-se como
substrato lactato ou piruvato.
• Existem 5 isoenzimas sendo que cada uma delas é formada pela
combinação de 4 monômeros, os quais podem ser tanto do tipo H
quanto do tipo M.
- LDH 1 (HHHH) e LDH 2 (HHHM): encontradas em maior
quantidade no coração, hemácias e rins.
- LDH 3 (HHMM): encontrada nos pulmões.
- LDH 4 (HMMM) e LDH 5 (MMMM): encontradas no fígado e
músculos esqueléticos.
• A porcentagem encontrada dos diferentes tipos de isoenzimas
pode variar:
- LDH 1: de 14 a 26% - LDH 4: de 8 a 16%
- LDH 2: de 29 a 29% - LDH 5: de 6 a 16%
- LDH 3: de 20 a 26%
Tópicos para discussão do caso:
1. Reação bioquímica catalisada pela desidrogenase láctica (LDH =
Lactic Dehydrogenase).
2. Isoenzimas da LDH circulante. Identificação das isoenzimas de LDH.
3. Significado patológico da elevação do nível plasmático da LDH.
4. Interpretação do significado dos valores aumentados de LDH.
5. Ensaio de isoenzimas: utilidade na análise de determinadas
patologias.
6. Identificação da(s) possível(eis) isoenzima(s) de LDH aumentada(s)
no paciente.
7. Para dosar a LDH, lactato e NAD+ foram adicionadas a uma amostra
de soro do paciente. Justificar de tais adições e explicar se o
lactato e o NAD+ devem ser adicionados em quantidades muito
pequenas ou em excesso, e se o NADH poderia substituir o NAD+
neste ensaio.
8. Diferenças no ensaio de dosagem de LDH utilizando-se como
substrato lactato ou piruvato.
• A elevação nos níveis da Lactato desidrogenase pode ser usada
como uma das formas de diagnóstico de:
- cirrose hepática
- icterícia obstrutiva
- hepatite viral aguda
- neoplasias com doença metastática extensa
- infarto agudo do miocárdio (depois de 12 a 24 horas)
- destruição acelerada de eritrócitos
• Os níveis alterados também podem auxiliar no diagnóstico de
anemias, lesões musculares e infartos pulmonares.
Tópicos para discussão do caso:
1. Reação bioquímica catalisada pela desidrogenase láctica (LDH =
Lactic Dehydrogenase).
2. Isoenzimas da LDH circulante. Identificação das isoenzimas de LDH.
3. Significado patológico da elevação do nível plasmático da LDH.
4. Interpretação do significado dos valores aumentados de LDH.
5. Ensaio de isoenzimas: utilidade na análise de determinadas
patologias.
6. Identificação da(s) possível(eis) isoenzima(s) de LDH aumentada(s)
no paciente.
7. Para dosar a LDH, lactato e NAD+ foram adicionadas a uma amostra
de soro do paciente. Justificar de tais adições e explicar se o
lactato e o NAD+ devem ser adicionados em quantidades muito
pequenas ou em excesso, e se o NADH poderia substituir o NAD+
neste ensaio.
8. Diferenças no ensaio de dosagem de LDH utilizando-se como
substrato lactato ou piruvato.
• Devido ao esforço físico intenso, foi gerada uma condição de
anaerobiose nos músculos desse trabalhador.

• Houve então um aumento na concentração da enzima


desidrogenase láctica para que houvesse a conversão de mais
piruvato em lactato e, conseqüentemente, a obtenção de mais
energia.
Tópicos para discussão do caso:
1. Reação bioquímica catalisada pela desidrogenase láctica (LDH =
Lactic Dehydrogenase).
2. Isoenzimas da LDH circulante. Identificação das isoenzimas de LDH.
3. Significado patológico da elevação do nível plasmático da LDH.
4. Interpretação do significado dos valores aumentados de LDH.
5. Ensaio de isoenzimas: utilidade na análise de determinadas
patologias.
6. Identificação da(s) possível(eis) isoenzima(s) de LDH aumentada(s)
no paciente.
7. Para dosar a LDH, lactato e NAD+ foram adicionadas a uma amostra
de soro do paciente. Justificar de tais adições e explicar se o
lactato e o NAD+ devem ser adicionados em quantidades muito
pequenas ou em excesso, e se o NADH poderia substituir o NAD+
neste ensaio.
8. Diferenças no ensaio de dosagem de LDH utilizando-se como
substrato lactato ou piruvato.
LDH Isoenzima Miocárdio Fígado Músculo Cérebro Rim Eritrócitos

1 HHHH ++++ +- +- ++ + +++

2 HHHM ++++ +- +- ++ + +++

3 HHMM + + ++ ++ ++ +

4 HMMM +- ++ ++ + ++ +-

5 MMMM +- ++++ ++++ +- ++ +-


• Identificando-se as isoenzimas que apresentam-se em
concentrações alteradas podemos deduzir qual o órgão que estão
sendo afetado. (Associando essa informação com as possíveis
doenças a serem diagnosticadas através da dosagem elevada de
LDH).

• Por exemplo:
- Isoenzima 1 (HHHH) e 2 (HHHM) alteradas  podem
indicar infarto agudo do miocárdio.
- Isoenzima 4 (HMMM) e 5 (MMMM) alteradas  podem
indicar cirrose hepática e lesões musculares.
Tópicos para discussão do caso:
1. Reação bioquímica catalisada pela desidrogenase láctica (LDH =
Lactic Dehydrogenase).
2. Isoenzimas da LDH circulante. Identificação das isoenzimas de LDH.
3. Significado patológico da elevação do nível plasmático da LDH.
4. Interpretação do significado dos valores aumentados de LDH.
5. Ensaio de isoenzimas: utilidade na análise de determinadas
patologias.
6. Identificação da(s) possível(eis) isoenzima(s) de LDH aumentada(s)
no paciente.
7. Para dosar a LDH, lactato e NAD+ foram adicionadas a uma amostra
de soro do paciente. Justificar de tais adições e explicar se o
lactato e o NAD+ devem ser adicionados em quantidades muito
pequenas ou em excesso, e se o NADH poderia substituir o NAD+
neste ensaio.
8. Diferenças no ensaio de dosagem de LDH utilizando-se como
substrato lactato ou piruvato.
• Isoenzima 5 (MMMM), pois é a que apresenta maior atividade no
músculo esquelético.
Tópicos para discussão do caso:
1. Reação bioquímica catalisada pela desidrogenase láctica (LDH =
Lactic Dehydrogenase).
2. Isoenzimas da LDH circulante. Identificação das isoenzimas de LDH.
3. Significado patológico da elevação do nível plasmático da LDH.
4. Interpretação do significado dos valores aumentados de LDH.
5. Ensaio de isoenzimas: utilidade na análise de determinadas
patologias.
6. Identificação da(s) possível(eis) isoenzima(s) de LDH aumentada(s)
no paciente.
7. Para dosar a LDH, lactato e NAD+ foram adicionadas a uma amostra
de soro do paciente. Justificar de tais adições e explicar se o
lactato e o NAD+ devem ser adicionados em quantidades muito
pequenas ou em excesso, e se o NADH poderia substituir o NAD+
neste ensaio.
8. Diferenças no ensaio de dosagem de LDH utilizando-se como
substrato lactato ou piruvato.
• A adição de NAD+ e lactato deve ser feita em excesso para que o
fator limitante da reação seja a enzima, podendo assim medir sua
concentração através da formação de NADH, piruvato e H+.

• O NADH pode substituir NAD+, pois a reação poderá ser


catalisada em ambos os sentidos pela enzima desidrogenase láctica.
Para a dosagem correta dessa enzima, basta que sejam fornecidas
as condições adequadas para a ocorrência da reação, ou seja, no
caso da transformação piruvato-lactato será necessário que
também seja adicionado H+, tornando o meio mais ácido.
Tópicos para discussão do caso:
1. Reação bioquímica catalisada pela desidrogenase láctica (LDH =
Lactic Dehydrogenase).
2. Isoenzimas da LDH circulante. Identificação das isoenzimas de LDH.
3. Significado patológico da elevação do nível plasmático da LDH.
4. Interpretação do significado dos valores aumentados de LDH.
5. Ensaio de isoenzimas: utilidade na análise de determinadas
patologias.
6. Identificação da(s) possível(eis) isoenzima(s) de LDH aumentada(s)
no paciente.
7. Para dosar a LDH, lactato e NAD+ foram adicionadas a uma amostra
de soro do paciente. Justificar de tais adições e explicar se o
lactato e o NAD+ devem ser adicionados em quantidades muito
pequenas ou em excesso, e se o NADH poderia substituir o NAD+
neste ensaio.
8. Diferenças no ensaio de dosagem de LDH utilizando-se como
substrato lactato ou piruvato.
• Existem dois métodos para se fazer a dosagem dessa enzima:
- Método Piruvato-Lactato (Metodologia Cinética no
Ultravioleta): dependente da temperatura.
Valores de referência:

Temperatura 25º C 30ºC 37º C

Valores 105-210 U/L 140-280 U/L 207-414 U/L

- Método Lactato-Piruvato (Metodologia Cinética


Colorimétrica de Tempo Fixo): utiliza um transportador
intermediário de elétrons, que fornecerá uma leitura fotométrica
da dosagem de LDH.
Valores de referência:
Soro: 80-240 U/L
Plasma: 5-33 U/L
9. Identificação do produto final da glicólise anaeróbica.

10. Idem, da glicólise aeróbica.

11. Significado da “Lançadeira” do glicerol 3-fosfato.

12. Empregando-se as estruturas correspondentes, explicar a


reação:
piruvato  acetil-CoA

A sua denominação descarboxilação oxidativa, e o papel


bioquímico de todas as vitaminas envolvidas na reação.
• Piruvato que, dependendo do processo de fermentação, pode
ser transformado em lactato ou etanol (em bactérias).

• Fermentação Láctica:

2 Piruvato + 2 NADH + 2 H+ 2 Lactato + 2 NAD+


Lactato desidrogenase

• Fermentação Alcoólica:

Piruvato + H+ Piruvato descarboxilase (TPP) Acetaldeído + CO2

Acetaldeído + NADH + H+ Etanol + NAD+


Álcool desidrogenase
9. Identificação do produto final da glicólise anaeróbica.

10. Idem, da glicólise aeróbica.

11. Significado da “Lançadeira” do glicerol 3-fosfato.

12. Empregando-se as estruturas correspondentes, explicar a


reação:
piruvato  acetil-CoA

A sua denominação descarboxilação oxidativa, e o papel


bioquímico de todas as vitaminas envolvidas na reação.
• Piruvato, que é transformado em Acetil-CoA através do processo de
descarboxilação oxidativa.

• Equação geral da glicólise:


Glicose + 2ADP +2 Pi + 2 NAD+ 2 Piruvato + 2 ATP + 2 H2O
+ 2 NADH + 2 H+

• Descarboxilação Oxidativa
Piruvato + Coenzima A + NAD+ Acetil-CoA + NADH + CO2
9. Identificação do produto final da glicólise anaeróbica.

10. Idem, da glicólise aeróbica.

11. Significado da “Lançadeira” do glicerol 3-fosfato.

12. Empregando-se as estruturas correspondentes, explicar a


reação:
piruvato  acetil-CoA

A sua denominação descarboxilação oxidativa, e o papel


bioquímico de todas as vitaminas envolvidas na reação.
• As lançadeiras são responsáveis pela transferência do NADH
citossólico (produto da glicólise) para a matriz mitocondrial e pela
formação de NAD+ no citossol.

• São necessárias, pois a membrana interna da mitocôndria é


impermeável ao NADH e ao NAD+.

• A lançadeira do glicerol – 3 – fosfato é encontrada no cérebro e nos


músculos esqueléticos.

• No citossol (reação catalisada pela glicerol – 3 –fosfato


desidrogenase):
NADH + H+ + Di-hidroxiacetona P Glicerol – 3 P + NAD +

• Na membrana mitocondrial (parte da cadeia respiratória):


FAD + Glicerol – 3P FADH2 + Di-hidroxiacetona P
9. Identificação do produto final da glicólise anaeróbica.

10. Idem, da glicólise aeróbica.

11. Significado da “Lançadeira” do glicerol 3-fosfato.

12. Empregando-se as estruturas correspondentes, explicar a


reação:
piruvato  acetil-CoA

A sua denominação descarboxilação oxidativa, e o papel


bioquímico de todas as vitaminas envolvidas na reação.
• Descarboxilação Oxidativa = Perda de CO2 em presença de
oxigênio, uma vez que essa reação só ocorre em aerobiose.
• As vitaminas estão envolvidas nas enzimas e coenzimas que atuam
no complexo piruvato desidrogenase.
Bibliografia:

• MARZZOCO, Anita e TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica Básica.


Editora Guanabara Koogan. 2ª Edição.
• SCHOR, Nestor e ANDRIOLO, Adagmar. Guia de Medicina
Laboratorial. Editora Manole, 2005.
• Revista Brasileira de Ciência e Movimento. Volume 9. Número 4. Pág.
41 a 46. Outubro de 2001.
• www.labes.com.br

•www.biocristalografia.df.ibilce.unesp.br/valmir/bioquimica/glicolise/
piruvato.html

• www.biobras.com.br

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