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Colégio e Curso Tamandaré

Língua Portuguesa - 3º Série

Professor: Daniel Santos


QUESTÃO 1

Tendo em vista a charge de Fausto, considere as seguintes afirmativas:


1. O efeito de humor é obtido, dentre outras coisas, pela recuperação do sentido literal da frase do último
quadrinho.
2. A expressão "trem-bala" constitui uma metáfora: veloz como uma bala. Fausto associa, à já metaforizada
expressão, um novo sentido.
3. O mico retratado no último quadrinho simboliza a vergonha do povo brasileiro diante dos infortúnios.
4. O desenho do Congresso Nacional no último quadro permite associar as figuras humanas retratadas
nesse quadro com os políticos brasileiros, que se revoltam com os escândalos divulgados nos últimos meses.

Assinale a alternativa correta.

a) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.


b) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
d) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras.
e) Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras.
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem
como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que
esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos.
Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
CARNEIRO, J. E. Veja, 11 set. 2002 (fragmento).

QUESTÃO 2

Nos textos em geral, é comum a manifestação simultânea de várias funções da linguagem, com o
predomínio, entretanto, de uma sobre as outras. No fragmento da crônica Desabafo, a função da
linguagem predominante é a emotiva ou expressiva, pois

a) o discurso do enunciador tem como foco o próprio código.


b) a atitude do enunciador se sobrepõe àquilo que está sendo dito.
c) o interlocutor é o foco do enunciador na construção da mensagem.
d) o referente é o elemento que se sobressai em detrimento dos demais.
e) o enunciador tem como objetivo principal a manutenção da comunicação.
QUESTÃO 3

Observe, ao lado, esta gravura de Escher: Na linguagem verbal, exemplos de aproveitamento de recursos
equivalentes aos da gravura de Escher encontram-se, com frequência,
a) nos jornais, quando o repórter registra uma ocorrência que lhe parece extremamente intrigante.
b) nos textos publicitários, quando se comparam dois produtos que têm a mesma utilidade.
c) na prosa científica, quando o autor descreve com isenção e distanciamento a experiência de que
trata.
d) na literatura, quando o escritor se vale das palavras para expor procedimentos construtivos do discurso.
e) nos manuais de instrução, quando se organiza com clareza uma determinada sequência de operações.
O telefone tocou.
— Alô? Quem fala?
— Como? Com quem deseja falar?
— Quero falar com o sr. Samuel Cardoso.
— É ele mesmo. Quem fala, por obséquio?
— Não se lembra mais da minha voz, seu Samuel?
Faça um esforço.
— Lamento muito, minha senhora, mas não me lembro. Pode dizer-me de quem se trata?
(ANDRADE, C. D. Contos de aprendiz. Rio de Janeiro: José Olympio, 1958.)

QUESTÃO 4

Pela insistência em manter o contato entre o emissor e o receptor, predomina no texto a função
a) metalinguística.
b) fática.
c) referencial.
d) emotiva.
e) conativa.
Lusofonia
rapariga: s.f., fem. de rapaz: mulher nova; moça; menina; (Brasil),
meretriz.
Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada
no café, em frente da chávena de café, enquanto
alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este QUESTÃO 5
poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra
O texto traz em relevo as funções metalinguística e poética. Seu
rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então,
caráter metalinguístico justifica-se pela
terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café,
a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga a) discussão da dificuldade de se fazer arte inovadora no mundo
que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não contemporâneo.
fique estragada para sempre quando este poema atravessar o b) defesa do movimento artístico da pós-modernidade, típico do
atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo século XX.
sem pensar em áfrica, porque aí lá terei c) abordagem de temas do cotidiano, em que a arte se volta
de escrever sobre a moça do café, para para assuntos rotineiros.
evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é d) tematização do fazer artístico, pela discussão do ato de
uma palavra que já me está a pôr com dores construção da própria obra.
de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria e) valorização do efeito de estranhamento causado no público, o
era escrever um poema sobre a rapariga do
que faz a obra ser reconhecida.
café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a
escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma
rapariga se pode sentar à mesa porque só servem café ao balcão.
JÚDICE, N. Matéria do Poema. Lisboa: D. Quixote, 2008.
O desgaste das palavras

Sou um tonto. Dia destes recebi um recado na secretária eletrônica pedindo retorno urgente. Liguei.
Era um corretor de imóveis querendo me vender um lançamento.

− Qual era a urgência? − perguntei, irritado.

− Bem... Estamos selecionando alguns clientes e...

Conversa mole. As pessoas usam a palavra “urgente” em mensagens de todo tipo. Ainda sou daqueles que se
assustam de leve com um e-mail “urgente” para, logo depois, descobrir que se trata de um assunto muito corriqueiro. A
palavra está perdendo a força. Daqui a pouco não vai significar mais nada.

A mesma coisa acontece com o verbo “revelar”. Abro uma revista e vejo: atriz “revela” que vai pintar o cabelo
de loiro. Isso é revelação que se preze? Resultado: quando se quer realmente revelar algo se usa “denuncia” ou
“confessa”.

E vip? A sigla surgiu como abreviação de “very important people”. Os vips tinham acesso preferencial a festas e
eventos de todo tipo. Obviamente, todo mundo quis ser tratado como vip. Alguns shows e camarotes carnavalescos
ficam lotados por manadas de vips. Para diferenciar “vips” entre si, nos lugares mais disputados surgiram chiqueirinhos
para os “supervips” ou “vips dos vips”. Em resumo: “vip” não significa absolutamente coisa nenhuma − somente que a
pessoa é rápida para descolar um convite com pulseirinha.

Os anúncios imobiliários são pródigos em detonar palavras. “Exclusivo” é um exemplo. Quase todos falam em
“condomínio exclusivo”, “espaço exclusivo” (e não havia de ser, se o proprietário está pagando?). De tão comum,
“exclusivo” deixou de ser “exclusivo”. Veio o “diferenciado”. Ou “único”. Mas como um apartamento pode ser
“diferenciado” ou “único” se está em um prédio com mais cinquenta iguais?
A palavra “amigo” é incrível. Implica uma relação especial, mas a maioria fala em “amigos” referindo-se a
conhecidos distantes. O mesmo ocorre com “abraço”. Terminar a mensagem com um “abraço” era
suficiente, pois era uma forma de oferecer nosso carinho à pessoa. Foi tão banalizado que agora se usa
“grande abraço”, “forte abraço”, mas agora é pouco, pois já surgiu o “beijo no coração”. A seguir, o que
virá?

Por que deixar que as palavras se desgastem? Se o que têm de mais belo é justamente sua história e
o sentimento que contêm? Enfim, tudo o que lhes dá realmente significado.
(Walcyr Carrasco, Veja SP, 13.08.2008. Adaptado)

Considere a tirinha.
QUESTÃO 6

Considerando a tirinha e o texto “O desgaste das palavras”, pode-se concluir que, em ambos os textos,
está presente a função da linguagem denominada

a) fática, pois vários termos, embora desprovidos de significado, permitem o início do processo
comunicativo.
b) metalinguística, pois se reflete sobre o valor das palavras, isto é, sobre o uso da língua e sua função
social.
c) apelativa, pois está ausente a intenção de atingir o receptor com o intuito de modificar o seu
comportamento.
d) emotiva, pois o eu lírico pode expressar livremente as emoções com as quais está em conflito.
e) poética, pois o importante é passar as informações de forma clara e objetiva, desprezando-se a
preocupação com a elaboração da linguagem.
O "gilete" dos tablets

Num mundo capitalista como este em que vivemos, onde as empresas concorrem para posicionar suas
marcas e fixar logotipos e slogans na cabeça dos consumidores, a síndrome do "Gillette" pode ser decisiva
para a perpetuação de um produto. É isso que preocupa a concorrência do iPad, tablet da Apple.

Assim como a marca de lâminas de barbear tornou-se sinônimo de toda a categoria de barbeadores,
eclipsando o nome das marcas que ofereciam produtos similares, o mesmo pode estar acontecendo com
o tablet lançado por Steve Jobs. O maior temor do mercado é que as pessoas passem a se referir aos
tablets como "iPad" em geral, dizendo "iPad da Samsumg" ou "iPad da Motorola", e assim por diante.
(http://revistalingua.uol.com.br/textos/blog-edgard/o-gilete-dos-tablets-260395-1.asp)
QUESTÃO 7

No campo da estilística, a figura de linguagem abordada na matéria acima recebe o nome de

a) metáfora, por haver uma comparação subentendida entre a marca e o produto.


b) hipérbole, por haver exagero dos consumidores na associação do produto com a marca.
c) catacrese, por haver um empréstimo linguístico na referência à marca do produto famoso.
d) metonímia, por haver substituição do produto pela marca, numa relação de semelhança.
e) perífrase, por haver a designação de um objeto através de seus atributos ou de um fato que o
celebrizou.
QUESTÃO 8

Leia a estrofe que segue e assinale a alternativa correta, quanto às suas características.

“Visões, salmos e cânticos serenos


Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes...
Dormências de volúpicos venenos
Sutis e suaves, mórbidos, radiantes...”

a) valorização da forma como expressão do belo e a busca pela palavra mais rara – Parnasianismo.
b) linguagem rebuscada, jogos de palavras e jogos de imagens, característica do cultismo – corrente do
Barroco.
c) incidência de sons consonantais (aliterações) explorando o caráter melódico da linguagem –
Simbolismo.
d) pessimismo da segunda geração romântica, marcada por vocábulos que aludem a uma existência
mais depressiva – Romantismo.
e) lírica amorosa marcada pela sensualidade explícita que substitui as virgens inacessíveis por mulheres
reais, lascivas e sedutoras – Naturalismo.
POÇAS D’ÁGUA

As poças d´água são um mundo mágico


Um céu quebrado no chão
Onde em vez de tristes estrelas
Brilham os letreiros de gás Néon.
(Mario Quintana, Preparativos de viagem, São Paulo, Globo, 1994.)

QUESTÃO 9

Levando-se em conta o texto como um todo, é correto afirmar que a metáfora presente no primeiro verso
se justifica porque as poças

a) estimulam a imaginação.
b) permitem ver as estrelas.
c) são iluminadas pelo Néon.
d) se opõem à tristeza das estrelas.
e) revelam a realidade como espelhos.
O tempo em que o mundo tinha a nossa idade

Nesse entretempo, ele nos chamava para escutarmos seus imprevistos improvisos. 1As estórias dele faziam o nosso lugarzinho
crescer até ficar maior que o mundo. Nenhuma narração tinha fim, o sono lhe apagava a boca antes do desfecho. 9Éramos nós
que recolhíamos seu corpo dorminhoso. 6Não lhe deitávamos dentro da casa: ele sempre recusara cama feita. 10Seu conceito
era que a morte nos apanha deitados sobre a moleza de uma esteira. Leito dele era o puro chão, lugar onde a chuva também
gosta de deitar. Nós simplesmente lhe encostávamos na parede da casa. Ali ficava até de manhã. Lhe encontrávamos coberto de
formigas. Parece que os insectos gostavam do suor docicado do velho Taímo. 7Ele nem sentia o corrupio do formigueiro em sua
pele.
− Chiças: transpiro mais que palmeira!
Proferia tontices enquanto ia acordando. 8Nós lhe sacudíamos os infatigáveis bichos. Taímo nos sacudia a nós, incomodado por
lhe dedicarmos cuidados.
Meu pai sofria de sonhos, saía pela noite de olhos transabertos. Como dormia fora, nem dávamos conta. Minha mãe, manhã
seguinte, é que nos convocava:
− Venham: papá teve um sonho!
E nos juntávamos, todos completos, para escutar as verdades que lhe tinham sido reveladas. Taímo recebia notícia do futuro por
via dos antepassados. Dizia tantas previsões que nem havia tempo de provar nenhuma. Eu me perguntava sobre a verdade
daquelas visões do velho, estorinhador como ele era.
− Nem duvidem, avisava mamã, suspeitando-nos.
E assim seguia nossa criancice, tempos afora. 4Nesses anos ainda tudo tinha sentido: a razão deste mundo estava num outro
mundo inexplicável. 11Os mais velhos faziam a ponte entre esses dois mundos. (...)
Mia Couto. Terra sonâmbula. São Paulo, Cia das Letras, 2007.

QUESTÃO 10

Um elemento importante na organização do texto é o uso de algumas personificações. Uma dessas


personificações encontra-se em:

a) Éramos nós que recolhíamos seu corpo dorminhoso. (ref. 9)


b) Seu conceito era que a morte nos apanha deitados sobre a moleza de uma esteira. (ref. 10)
c) Nós lhe sacudíamos os infatigáveis bichos. (ref. 8)
d) Os mais velhos faziam a ponte entre esses dois mundos. (ref. 11)
Um anjo dorme aqui; na aurora apenas,
disse adeus ao brilhar das açucenas
em ter da vida alevantado o véu.
– Rosa tocada do cruel granizo Cedo
finou-se e no infantil sorriso passou do
berço pra brincar no céu!
(Casimiro de Abreu, in Primaveras)

QUESTÃO 11- O tema do texto é:

a) a inocência de uma criança


b) o nascimento de uma criança
c) o sofrimento pela morte de uma criança
d) o apego do autor por uma certa criança
e) a morte de uma criança

QUESTÃO 12- O tema se desenvolve com base em uma figura de linguagem conhecida como:

a) prosopopeia
b) hipérbole
c) pleonasmo
d) metonímia
e) eufemismo
QUESTÃO 13- No âmbito do poema, podemos dizer que pertencem ao mesmo campo semântico as
palavras:

a) aurora e véu
b) anjo e rosa
c) granizo e sorriso
d) berço e céu
e) cruel e infantil

QUESTÃO 14- As palavras que respondem ao item anterior são:

a) uma antítese em relação à vida


b) hipérboles referentes ao destino
c) personificações alusivas à morte
d) metáforas relativas à criança
e) pleonasmos com relação à dor.

Julgo que os homens que fazem a política externa do Brasil, no Itamaraty, são excessivamente
pragmáticos. Tiveram sempre vida fácil, vêm da elite brasileira e nunca participaram, eles próprios, em
combates contra a ditadura, contra o colonialismo. Obviamente não têm a sensibilidade de muitos outros
países ou diplomatas que conheço. (José Ramos-Horta, na Folha de São Paulo, 21/10/10)
QUESTÃO 15- A oração iniciada por “obviamente” tem um claro valor de:

a) consequência
b) causa
c) comparação
d) condição
e) Tempo

QUESTÃO 16- A palavra que pode substituir, sem prejuízo do sentido, a palavra “obviamente” (/. 4), é:

a) necessariamente
b) realmente
c) justificadamente
d) evidentemente
e) Comprovadamente

QUESTÃO 17- Só não pode ser inferido do texto:

a) nem todo diplomata é excessivamente pragmático.


b) ter lutado contra o colonialismo é importante para a carreira de diplomata.
c) Nem todo diplomata vem da elite brasileira.
d) ter vida fácil é característica comum a todo tipo de diplomata.
e) há diplomatas mais sensíveis que outros.
MAR PORTUGUÊS
Ó Mar salgado, quanto do teu sal são
lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães
choraram!
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar para
que tu fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena se a
alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
mas nele é que espelhou o céu!

(Fernando Pessoa, in Mensagem)

QUESTÃO 18- Além da metáfora, os dois primeiros versos contêm:

a) prosopopeia, epíteto de natureza, eufemismo


b) antítese, pleonasmo, eufemismo
c) apóstrofe, epíteto de natureza, metonímia
d) prosopopeia, pleonasmo, antítese
e) apóstrofe, hipérbole, sinestesia
Vários planetas são visíveis a olho nu: Marte, Júpiter, Vênus, Saturno e Mercúrio. Esses astros já eram
conhecidos não apenas dos gregos, mas também de povos ainda mais antigos, como os babilônios.
Apesar de sua semelhança com as estrelas, os planetas eram identificados pelos povos da Antiguidade
graças a duas características que os diferenciavam.
Primeiro: as estrelas, em curtos períodos, não variam de posição umas em relação às outras. Já os planetas
mudam de posição no céu com o passar das horas. À noite, esse movimento pode ser percebido com
facilidade. Segundo: as estrelas têm uma luz que, por ser própria, pisca levemente. Já os planetas, que
apenas refletem a luz do Sol, têm um brilho fixo.
Os planetas mais distantes da Terra só puderam ser descobertos bem mais tarde, com a ajuda de
aparelhos ópticos como o telescópio. “O primeiro deles a ser identificado foi Urano, descoberto em 1781
pelo astrônomo inglês William Herschel”, afirma a astrônoma Daniela Lázzaro, do Observatório Nacional do
Rio de Janeiro. (Superinteressante, agosto/01)

QUESTÃO 19- A locução prepositiva “graças a” tem o mesmo valor semântico de:

a) mas também
b) apesar de
c) com
d) por
e) em
QUESTÃO 20- Assinale a alternativa em que o(s) termo(s) em negrito do fragmento citado NÃO contém
(êm) traço(s) da função emotiva da linguagem.

a) Os poemas (infelizmente!) não estão nos rótulos de embalagens nem junto aos frascos de remédio.
b) A leitura ganha contornos de “cobaia de laboratório” quando sai de sua significação e cai no ambiente
artificial e na situação inventada.
c) Outras leituras significativas são o rótulo de um produto que se vai comprar, os preços do bem de
consumo, o tíquete do cinema, as placas do ponto de ônibus (...)
d) Ler e escrever são condutas da vida em sociedade. Não são ratinhos mortos (...) prontinhos para ser
desmontados e montados, picadinhos (...)