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O impacto da asma

O impacto da asma no Brasil


O que se sabe sobre asma?
Definição de asma
Diagnóstico de asma
Diagnóstico de asma – sintomas
Diagnóstico de asma – limitação variável do
fluxo de ar
Diagnóstico de asma – exame físico
Avaliação de asma
GINA – avaliação do controle dos sintomas
GINA – avaliação do controle dos sintomas
Objetivos do tratamento da asma
Ciclo de tratamento de asma baseado no controle
Opções de tratamento de controle -
decisões no âmbito da sociedade
Tratamento inicial de controle para adultos,
adolescentes e crianças de 6 a 11 anos de idade
Abordagem por etapas para controlar os
sintomas de asma e reduzir os riscos
Diagnóstico
Controle de sintomas e fatores de risco
(inclusive função pulmonar)
Técnica de uso do inalador e adesão ao
tratamento

TA
OS
Preferência do paciente

SP

AV
RE

AL
Sintomas

A
ATAMENTO

IAR
AJUSTAR O TR

R
Exacerbações Medicamentos antiasmáticos

VE
RE
Efeitos colaterais Estratégias não farmacológicas
Satisfação do paciente Tratamento de fatores de risco
modificáveis
Função pulmonar

ETAPA 5

ETAPA 4
ETAPA 3 Encami-
ESCOLHA DO ETAPA 1 ETAPA 2
nhar
TRATAMENTO tratamento
DE CONTROLE Dose adjuvante
PREFERIDO média/alta p.ex.,
Dose baixa de anti-IgE
de CI/LABA
Dose baixa de CI CI+LTRA*

Outras Dose média/alta de CI Adic Tiotrópio


Considerar Antileucotrienos (LTRA) Acrescentar
opções de tratamento
dose baixa Dose baixa de teofilina*
Dose baixa de Dose alta CI dose
CI+LTRA
de controle CI (ou + teofilina*)
+LTRA/teofilina baixa CO

TRATAMENTO Beta2 agonista de curta duração se necessário (SABA) SABA ou dose baixa
DE ALÍVIO de CI/formoterol** se necessário

• Fornecer instruções sobre autotratamento orientado (automonitoramento + plano de ação por escrito para
LEMBRE-SE asma + avaliações periódicas)
DE... • Tratar os fatores de risco modificáveis e comorbidades, p. ex., tabagismo, obesidade, ansiedade
• Orientar sobre terapias e estratégias não farmacológicas, p.ex., atividade física, perda de peso, evitar
NOVO! •
exposição a agentes sensibilizantes, quando for o caso
Considerar passar para a etapa seguinte em caso de sintomas não controlados, exacerbações ou riscos,
mas primeiro verificar o diagnóstico, a técnica de uso do inalador e a adesão ao tratamento
• Considerar voltar para a etapa anterior em caso de sintomas controlados durante 3 meses + risco baixo de
exacerbações. Não é aconselhável interromper o tratamento com CI.

GINA 2014, Quadro 3-5 © Iniciativa Global para Asma


Tratamento por etapas - farmacoterapia
Diagnóstico
Controle de sintomas e fatores de
risco (inclusive função pulmonar)
Técnica de uso do inalador e
adesão ao tratamento

TA
OS
Preferência do paciente

SP

AV
RE
Sintomas

AL
A
ATAMENTO

IA
Exacerbações AJUSTAR O TR

ER

R
Medicamentos antiasmáticos

V
RE
Efeitos colaterais
Estratégias não farmacológicas
Satisfação do
paciente Tratamento de fatores de risco
modificáveis
Função pulmonar

ETAPA 5

ETAPA 4

ETAPA 3 Encami-
ESCOLHA DO ETAPA 1 ETAPA 2 nhar
TRATAMENTO tratamento
DE CONTROLE Dose adjuvante *Não se recomenda
PREFERIDO
média/alta p.ex., teofilina para crianças entre
Dose baixa anti-IgE 6 e 11 anos de idade; o
Dose baixa de CI de CI/LABA
CI+LTRA* tratamento preferido na
Etapa 3 é dose média de CI
Outras Considerar Antileucotrienos (LTRA) Adicionar Acrescentar
Dose média/alta CI Tiotrópio
opções tratamento dose baixa Dose baixa de teofilina* Dose baixa CI+LTRA dose **Para pacientes que estão
CI Dose alta CI baixa CO
controle (ou + teofilina*) usando BDP/formoterol ou
+LTRA/teofilina
BUD/formoterol como
TRATAMENTO Beta 2 agonista de curta duração (SABA) se necessário SABA ou dose baixa terapia de manutenção e
DE ALÍVIO CI/formoterol**se necessário
de alívio

GINA 2014, Quadro 3-5 (parte superior)


Tratamento por etapas – componentes adicionais
Etapa 1 – beta2-agonista de curta duração
(SABA) conforme a necessidade

ETAPA 5

ETAPA 4

ETAPA 3
ESCOLHA DO ETAPA 1 ETAPA 2 Encami-
TRATAMENTO nhar
DE CONTROLE tratamento
PREFERIDO Dose adjuvante
média/alta p.ex.,
Dose baixa anti-IgE
de CI/LABA
Dose baixa de CI CI+LTRA*

Outras Considerar Antileucotrienos (LTRA) Dose média/alta CI Adicionar Acrescentar


opções de dose baixa Dose baixa de teofilina* Dose baixa de Tiotrópio dose
tratamento CI CI+LTRA Dose alta de baixa de CO
controle (ou + teofilina*) CI+LTRA/teofilina
*)
TRATAMENTO SABA ou dose baixa
Beta2 agonista de curta duração(SABA) se necessário
DE ALÍVIO CI/formoterol** se necessário

*Não se recomenda teofilina para crianças entre 6 e 11 anos de idade; o tratamento preferido na Etapa 3
é dose média de CI
**Para pacientes que estão usando BDP/formoterol ou BUD/formoterol como terapia de manutenção e
de alívio
GINA 2014, Quadro 3-5,
Etapa 1 – medicação inalada de alívio
conforme a necessidade
Etapa 2 – dose baixa de medicação de controle +
SABA inalatório conforme a necessidade

ETAPA 5

ETAPA 4

ETAPA 3
ESCOLHA DO ETAPA 1 ETAPA 2 Encami-
TRATAMENTO nhar
DE CONTROLE tratamento
PREFERIDO Dose adjuvante
média/alta p.ex.,
Dose baixa anti-IgE
CI/LABA
Dose baixa de CI CI+LTRA*

Outras Considerar Dose média/alta de CI Adicionar Acrescentar


Antileucotrienos (LTRA)
opções de dose baixa Dose baixa Tiotrópio dose
Dose baixa de teofilina*
tratamento CI CI+LTRA Dose alta de baixa de CO
controle (ou + teofilina*) CI+LTRA/teofilina
*)
TRATAMENTO Beta2 agonista de curta duração(SABA) se necessário SABA ou dose baixa
DE ALÍVIO CI/formoterol** se necessário

*Não se recomenda teofilina para crianças entre 6 e 11 anos de idade; o tratamento preferido na Etapa 3
é dose média de CI
**Para pacientes que estão usando BDP/formoterol ou BUD/formoterol como terapia de manutenção e
de alívio
GINA 2014, Quadro 3-5, Etapa
Etapa 2 – Baixa dose de medicação de controle
+ SABA de alívio conforme a necessidade
Etapa 3 - um ou dois medicamentos de controle +
medicamento inalado de alívio conforme a
necessidade

ETAPA 5

ETAPA 4

ETAPA 3
ESCOLHA DO ETAPA 1 ETAPA 2 Encami-
TRATAMENTO nhar
DE CONTROLE tratamento
PREFERIDO Dose adjuvante
média/alta p.ex.,
Dose baixa anti-IgE
CI/LABA
Dose baixa de CI CI+LTRA*

Outras Considerar Antileucotrienos (LTRA) Dose média/alta CI Adicionar Acrescentar


opções de dose baixa Dose baixa de teofilina* Dose baixa Tiotrópio dose
tratamento CI CI+LTRA Dose alta de baixa CO
controle (ou + teofilina*) CI+LTRA/teofilina
*)
TRATAMENTO SABA ou dose baixa
Beta2 agonista de curta duração(SABA) se necessário
DE ALÍVIO CI/formoterol** se necessário

*Não se recomenda teofilina para crianças entre 6 e 11 anos de idade; o tratamento preferido na Etapa 3
é dose média de CI
**Para pacientes que estão usando BDP/formoterol ou BUD/formoterol como terapia de manutenção e
de alívio
GINA 2014, Quadro 3-5, © Iniciativa Global para Asma
Etapa 3 - um ou dois medicamentos de controle + medicamento
inalado de alívio conforme a necessidade
Etapa 4 - dois ou mais medicamentos de controle +
medicamento inalado de alívio conforme a
necessidade

ETAPA 5

ETAPA 4

ETAPA 3
ESCOLHA DO ETAPA 1 ETAPA 2 Encami-
TRATAMENTO nhar
DE CONTROLE tratamento
PREFERIDO Dose adjuvante
média/alta p.ex.,
Dose baixa anti-IgE
CI/LABA
Dose baixa de CI CI+LTRA*

Outras Considerar Antileucotrienos (LTRA) Dose média/alta de CI Adicionar Acrescentar


opções de dose baixa Dose baixa de teofilina* Dose baixa de Tiotrópio dose
tratamento CI CI+LTRA Dose alta de baixa de CO
controle (ou + teofilina*) CI+LTRA/teofilina
*)
TRATAMENTO SABA ou dose baixa
Beta2 agonista de curta duração(SABA) se necessário
DE ALÍVIO CI/formoterol** se necessário

*Não se recomenda teofilina para crianças entre 6 e 11 anos de idade; o tratamento preferido na Etapa 3
é dose média de CI
**Para pacientes que estão usando BDP/formoterol ou BUD/formoterol como terapia de manutenção e
de alívio
GINA 2014, Quadro 3-5, Etapa © Iniciativa Global para Asma
Etapa 4 - dois ou mais medicamentos de controle + medicamento
inalado de alívio conforme a necessidade
• Antes de considerar passar para a etapa seguinte
– Verificar a técnica de uso do inalador e a adesão ao tratamento
• Adultos ou adolescentes: a opção preferida é a combinação de dose baixa de
CI/formoterol de manutenção e alívio* OU a combinação de dose média de
CI/LABA com SABA conforme a necessidade
• Crianças de 6 a 11 anos de idade: a opção preferida é encaminhar o paciente
para avaliação de um especialista
• Outras opções (adultos ou adolescentes)
– Tiotrópio Respimat® pode ser usado como terapia adicional em adultos com ≥ 18
anos com história de exacerbações frequentes
– Tentar a combinação de dose alta de CI/LABA, porém poucos benefícios adicionais
e riscos aumentados de efeitos colaterais
– Aumentar a frequência da administração (para inaladores contendo budesonida)
– Acrescentar LTRA ou dose baixa de teofilina

*Aprovado apenas para doses baixas de beclometasona/formoterol e doses baixas de


budesonida/formoterol
GINA 2014
Etapa 5 – referir para um centro especializado
asma grave e/ou tratamento adjuvante
• A opção preferida é o encaminhamento para a avaliação de um especialista e
consideração de um tratamento adjuvante
– Caso sintomas não controlados ou exacerbações persistam apesar do tratamento
da Etapa 4, verificar a técnica de uso do inalador e a adesão ao tratamento antes
de encaminhar o paciente a um especialista
– Sugere-se tratamento adjuvante com omalizumabe (anti-IgE) para pacientes com
asma alérgica moderada ou grave que não seja possível controlar com o
tratamento da Etapa 4
• Outras opções de tratamento complementar na Etapa 5 são:
– Tiotrópio: adultos ≥ 18 anos com história de exacerbações apesar tratamento
Etapa 4; reduz exacerbações
– Acrescentar dose baixa de corticosteroide oral (equivalente a ≤7,5mg/dia de
prednisona): pode ser benéfico para alguns pacientes, embora cause efeitos
colaterais sistêmicos significativos. Avaliação e controle de osteoporose
– Para mais detalhes, consultar Diretrizes para Asma Grave (Chung et al, ERJ 2014)

GINA 2014
Dose baixa, média e alta de corticosteroides inalados
Adultos e adolescentes (≥12 anos)
Doses baixas, médias e altas de corticosteroides inalados
Crianças de 6 a 11 anos
Princípios gerais para a redução do tratamento de controle
Tratamento de fatores de risco modificáveis
Intervenções não farmacológicas
Definição e terminologia
Identificar os pacientes com risco de morte
relacionada à asma
Planos de ação por escrito para a asma
Tratamento de exacerbações nos serviços de atenção primária
Tratamento de exacerbações em unidades de emergência
Acompanhamento após uma exacerbação