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SEXOLOGIA FORENSE

CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL

Nestor Nurdan Soares


Um terço dos brasileiros culpa mulheres por

estupros sofridos.
"A mulher que usa roupas provocativas não pode reclamar se for
estuprada." A frase, capaz de provocar calafrios, é alvo de
concordância de um a cada três brasileiros, segundo pesquisa inédita
Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública
(FBSP).
Mesmo entre as mulheres, 30% concorda com este raciocínio,
que culpa a vítima pela violência sexual sofrida.
No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, segundo
registros oficiais, totalizando quase 50 mil crimes do tipo ao ano.
Estimativas apontam, no entanto, que apenas 10% dessas agressões
sexuais sejam registradas, o que sugere uma cifra oculta de até 500
mil estupros anuais.
1) ESTUPRO

2) ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR

3) POSSE SEXUAL MEDIANTE FRAUDE

4) ASSEDIO SEXUAL

5) MULHER

6) TRANSTORNOS DA SEXUALIDADE (PARAFILIAS)

7) CRIMES REVOGADOS:
1) ESTUPRO

 INTRODUÇÃO

 Stuprum (Lat.) = desonra

 Art. 213, CP + 223 + 224 + Lei 8.072 de 25/07/90

(Crime Hediondo).
LEGISLAÇÃO:

Código Penal:

Art. 213 CP. Constranger alguém,mediante violência ou grave ameaça,a ter conjunção carnal ou a
praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso.
Pena: reclusão, de 6 a 10 anos.
• O estupro,consumado ou tentado,em qualquer de suas figuras(simples ou qualificadas) é crime
hediondo.

Art. 223. Se a violência resulta lesão corporal de natureza grave:


Pena: reclusão de 8 a 12 anos.
Parágrafo único. Se o fato resulta a morte:
Pena: reclusão, de 12 a 30 anos.

Art. 224. Presume-se a violência se a vítima:


a) não é maior de quatorze anos;
b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância;
c) não pode, por qualquer causa, oferecer resistência.
 BEM TUTELADO

• Liberdade sexual da mulher

• Liberdade de disposição do próprio corpo

• Liberdade de escolha ou consentimento nas

relações sexuais.
 SUJEITO ATIVO: homem ou mulher

 SUJEITO PASSIVO: homem ou mulher

 O MARIDO PODE COMETER ESTUPRO


CONTRA A ESPOSA?
• Nelson Hungria: NÃO
• Celso Delmanto: SIM
• Lei Maria da Penha
Novo Código Civil (2002):

Art. 1.566. São deveres de ambos os cônjuges:

I - fidelidade recíproca

II - vida em comum, no domicílio conjugal;

III - mútua assistência;

IV - sustento, guarda e educação dos filhos;

V - respeito e consideração mútuos.


 ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO CRIME:

• Constranger: impor, forçar, obrigar, compelir, etc.


• Conjunção carnal: cópula vaginal
• Violência:
- Real: física ou psíquica
- Presumida: Art. 224, CP
 Vítima < 14 anos
 Vítima alienada ou débil mental
 Vítima não pode oferecer resistência.

• Grave ameaça: violência moral


• Dolo: Não existe forma culposa no estupro.
 RISCOS PARA A VÍTIMA:

• DST
- Gonorréia
- Sífiles
- Cancro mole
- Hepatite B e C
- Clamídea
- Aids
- etc.

• Gravidez
 AÇÃO PENAL PRIVADA, EXCETO:
• Abuso do poder pátrio
• Qualidade de padrasto, tutor ou curador
• Presunção de violência
• Morte ou lesão corporal grave

 QUESITOS OFICIAIS

 HISTÓRICO: Deve ser completo


QUESITOS OFICIAIS:
1º Houve conjunção carnal?
2º Qual a data provável dessa conjunção?

3º Era virgem a examinada?

4º Houve violência para essa prática?

5º Qual o meio dessa violência?

6º Da violência resultou para a examinada: incapacidade para as ocupações


habituais, por mais de 30 dias, ou perigo de vida, ou debilidade permanente de
membro, sentido ou função, ou aceleração de parto, ou incapacidade permanente
para o trabalho, ou enfermidade incurável, ou perda ou inutilização de membro,
sentido ou função, ou deformidade permanente, ou aborto (resposta especificada)?

7º É a examinada débil ou alienada mental?

8º Houve qualquer outra causa, diversa da menoridade, alienação ou debilidade


mental, que tivesse impossibilitado a examinada de resistir?
 ESTUDO DO HÍMEN:
Determinação
dos pontos de
roturas himenais.
EXAME DE CONJUNÇÃO CARNAL
EXAME DE CONJUNÇÃO CARNAL
EXAME DE CONJUNÇÃO CARNAL
HÍMEN ÍNTEGRO
HÍMEN ROTO
HÍMEN ROTO
HÍMEN ROTO
HÍMEN COMPLACENTE
RUPTURA HIMENAL RECENTE
 DEMONSTRAÇÃO PERICIAL DA CONJUNÇÃO
CARNAL

• SINAIS EXTRA-GENITAIS: exame geral


• SINAIS PERIGENITAIS: exame perigenital
• SINAIS GENITAIS: exame do hímen
• PRESENÇA DE SÊMEN NA VAGINA
- Espermatozóides
- Fosfatase ácida
- PSA
- DNA

• DST
• Gravidez
JURISPRUDÊNCIA:
“Variando as condições físicas de cada jovem, pode-se perfeitamente, verificar a
cicatrização da ruptura do hímen em cinco dias” - Revista Forense 155/409.

“A doença ou deficiência mental da vítima deve ser, quando não espetacular, pelo
menos aparente, reconhecível por qualquer leigo em psiquiatria. Se não é obtida a
certeza a tal respeito, deve ser o agente absolvido, por erro sobre o elemento de
fato”. - Revista Forense 154/ 423.

“A violência no crime de estupro se presume se a vítima é débil mental e o ofensor


conhecia tal circunstância”. - Revista Forense, 144/ 456.

“Para a caracterizacao do estupro, exige-se violência ou grave ameaça aptas a


produzir o desejado resultado, a tolher, pelo pavor e terror angustiante, a faculdade
psíquica de volição ou a inibir a capacidade de resistência na defesa da honra e do
direito de dispor o corpo”. - Revista Forense 198/ 278.

“Se o réu não chegou a possuir completamente a vítima, limitando-se a práticas


sexuais vestibulares, o delito configurado é o de atentado violento ao pudor, e não o
de estupro”. - Revista Forense 185/ 351.

“Devem ser acolhidas com reservas as declarações da vítima quando afirma ter sido
possuída durante o sono, somente acordando após concluído o ato sexual.
Desnecessário esclarecer a dificuldade de tal empresa”. - Revista Forense 164/ 359.
“O marido não pode ser considerado réu de estupro quando, mediante
violência, constrange a esposa à prestação sexual, porque o estupro
pressupõe cópula ilícita e a cópula intra matrimonium é dever recípoco dos
cônjuges”. - Revista Forense 180/ 327.

“O rompimento da membrana himenal não é indispensável à configuração


do delito de estupro, tendo-se em vista a possibilidade de sua complacência
ou da cópula incompleta”. - Revista Forense 169/ 289.

“Sendo a vítima do defloramento pelo pai de portadora de hemiplegia,


paralítica de um braço, incapacitada de oferecer resistência, ocorre a
presunção de violência estabelecida no art. 224, letra c, do Código Penal”. -
Revista Forense 197/ 332.

“O defloramento, mediante sedução, de mulher maior de dezoito anos não


pode constituir, por si só, o crime de posse sexual mediante fraude, porque
para isso, é mister que a vítima seja levada a consentir, iludida por
embustre ou artifício de ordem material”. - Revista Forense 181/ 368.

“A simples troca de nome do agente não caracteriza fraude idônea para a


configuração do delito previsto no art. 215 do Código Penal”. - Revista
Forense 150/ 416.
2) ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR

 INTRODUÇÃO

 Art. 214, CP. Constranger alguém, mediante violência ou


grave ameaça, a praticar ou permitir que com ele se
pratique ato libidinoso diverso da conjunção carnal:

Pena: reclusão, de 6 a 10 anos.


 BEM TUTELADO: liberdade sexual da pessoa

 SUJEITO ATIVO: qualquer sexo

 SUJEITO PASSIVO: qualquer sexo


 ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO CRIME:
• Constranger: coagir o ofendido a praticar ou então a permitir
que com ele seja praticado.

• Ato libidinoso: diverso da conjunção carnal

• Violência ou grave ameaça

• Dolo: Não há modalidade culposa neste crime.

 HAVENDO GRAVIDEZ, PODE O MÉDICO


REALIZAR ABORTO NA VÍTIMA?
CÓDIGO PENAL:

Art. 124. Provocar o aborto em si mesma ou consentir que outro lho provoque:
Pena: detenção de 1 a 3 anos.

Art. 125. Provocar aborto sem o consentimento da gestante:


Pena: reclusão de 3 a 10 anos

Art. 126. Provocar aborto com o consentimento da gestante:


Pena: reclusão de 1 a 4 anos
Parágrafo único: aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14
anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante
fraude, grave ameaça ou violência.

Art. 127. As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um
terço se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a
gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas se, por qualquer
dessas causas, lhe sobrevém a morte.

Art. 128. Não se pune o aborto praticado por médico:


I – se não há outro meio de salvar a vida da gestante
II – se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido do consentimento da
gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
 DEMONSTRAÇÃO PERICIAL

 Presença de Sêmen

• Vestes
• Cabelos
• Cavidade oral
• Ânus , etc.

 Lesões extragenitais

 Nem sempre fácil


ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR
JURISPRUDÊNCIA:

“Basta ser negativo o auto de corpo de delito realizado na vítima para


concluir pela absolvição do réu de atentado violento ao pudor, pois o ato
libidinoso que lhe é atribuído (cópula anal) teria fatalmente que deixar
vestígios da violência, o que, entretanto, não foi constatado pelos peritos”. -
Refista Forense 167/ 382.

“Para a consumação do crime de atentado violento ao pudor, é indiferente


que o agente haja conseguido a satisfação erótica. Basta que tenha havido
o contato corpóreo direto entre o agente e o sujeito passivo”. - Revista
Forense 134/ 550.

“Sem a prova do constrangimento e da existência do ato libidinoso, não se


configura o crime de atentado violento ao pudor. Não existe ato libidinoso
sem libidinosidade, e essa não pode fundar-se na obscenidade natural do
fato”. - Revista Forense 173/ 365.

“Para caracterização do crime definido no art. 216, do Código penal é


necessário que a ofendida seja levada a consentir na prática do ato
libidinoso diverso da conjunção carnal, em razão de fraude pelo agente”. -
Revista Forense 165/ 314..
“Não pratica ato obsceno o casal surpreendido em conjunção carnal dentro
de carro fechado, à noite e em rua deserta, visto que, assim procedendo,
não incorre, evidentemente, em ultraje público ao pudor”. - Revista Forense
179/ 457.

“Estará sujeita à responsabildiade criminal a autoridade que prender ou


submeter a processo, por suposta infração ao art. 233 do Código Penal, o
casal realizando conjunção carnal, em lugar oculto ou deserto, porquanto a
inevitável divulgação do fato terá, evidentemente, repercussões mais
nocivas à sociedade do que aquilo que a ação policial procurou
abusivamente reprimir”. - Revista Forense 175/ 457.

“Para que exista o ultraje público ao pudor, basta a possibilidade do


escândalo, não sendo necessária a publicidade efetiva do ato. Nem se
requer um lugar público por natureza, abrangendo a lei os lugares públicos
por destinação e por acidente. Tampouco depende a ofensa ao pudor da
percepção visual, podendo ocorrer pela percepção auditiva”. - Revista
Forense 95/ 190.
3) POSSE SEXUAL MEDIANTE
FRAUDE

INTRODUÇÃO

 Art. 215. Ter conjunção carnal com mulher mediante fraude:

Pena: reclusão, de 1 a 3 anos.

Parágrafo único. Se o crime é praticado contra mulher


virgem, menor de dezoito e maior de quatorze anos.

Pena: reclusão, de 2 a 6 anos.


 ELEMENTOS DO CRIME:

• Conjunção carnal

• Fraude: astúcia, maquinação ou qualquer artifício


culpável empregados para induzir alguém ao erro e
através dele executar o delito, exemplos:
- casamento falso
- passar por marido da vítima
- convencer a vítima que sua doença só cura com a cópula.

• Mulher honesta

 PERÍCIA: comprovar a conjunção carnal.


 ELEMENTOS DO CRIME:

• Conjunção carnal

• Fraude: astúcia, maquinação ou qualquer artifício


culpável empregados para induzir alguém ao erro e
através dele executar o delito, exemplos:
- casamento falso
- passar por marido da vítima
- convencer a vítima que sua doença só cura com a cópula.

• Mulher honesta

 PERÍCIA: comprovar a conjunção carnal.


Homem é agredido e preso por ejacular em mulher
em ônibus na Zona Leste de SP.
Mulher, de 34 anos, diz que não conhecia o suspeito; ele foi agredido por
passageiros e permanece preso em delegacia do Tatuapé.
Um homem foi preso suspeito de ejacular em uma mulher em um ônibus na Zona Leste
de São Paulo na manhã desta quarta-feira (27). A mulher, de 34 anos, disse que não conhecia
o homem.
Passageiros, revoltados, agrediram o homem. Na delegacia, o preso disse que não sabe
como isso aconteceu.
"Eu senti um movimento, depois senti um negócio caindo na minha perna, pingou no
meu pé¨, afirmou a vítima, muito abalada, quando foi prestar queixa na delegacia.
O caso ocorreu dentro de um ônibus no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. O
homem foi levado para o 30º Distrito Policial (Tatuapé) com escoriações no rosto, após ter sido
agredido por passageiros.
Quatro passageiros prestaram depoimento, como testemunhas, contando como o crime
ocorreu.
A calça da vítima foi apreendida para perícia. O suspeito foi preso pelo crime de
violência sexual mediante fraude, sem arbitramento de fiança. Ele passará por uma audiência
de custódia, com um juiz, que decidirá se o acusado ficará preso ou não.
A mulher diz que seguia para o trabalho quando o fato ocorreu e que não conhecia o
suspeito.
O motorista do ônibus disse que fatos como este devem parar de ocorrer. Em setembro,
houve outros casos de um homem que foi preso por ejacular em uma mulher em ônibus, no
Centro de São Paulo.
4) ASSEDIO SEXUAL

• DEFINIÇÃO

Assédio sexual é toda tentativa, por parte do superior hierárquico

(chefe), ou de quem detenha poder hierárquico sobre o subordinado, de

obter dele favores sexuais por meio de condutas reprováveis,

indesejáveis e rejeitáveis, com o uso do poder que detém, como forma de

ameaça e condição de continuidade no emprego


Código Penal (1940)

• No âmbito criminal a Lei nº 10.224, de 15 de maio de 2001,


introduziu no Código Penal o artigo 216-A, criminalizando o assédio
sexual nas relações de trabalho e de ascendência. Define-se, assim, o
assédio como “Constranger alguém com o intuito de obter vantagem
ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de
superior hierárquico ou ascendência inerente ao exercício de emprego,
cargo ou função”. (BRASIL, 2001).

• Pena – detenção de um a dois anos.


• Alguns exemplos de atos caracterizadores
• Pedidos de favores sexuais pelo superior hierárquico com promessa de
tratamento diferenciado em caso de aceitação;

• Ameaças ou atitudes concretas de represália no caso de recusa, como


a perda do emprego ou de benefícios;

• Abuso verbal ou comentário sexista sobre a aparência física;

• Frases ofensivas ou de duplo sentido;

• Alusões grosseiras, humilhantes ou embaraçosas;

• Perguntas indiscretas sobre a vida privada do trabalhador;

• Elogios atrevidos;

• Convites insistentes para almoços ou jantares;


• Insinuações sexuais inconvenientes e ofensivas;
• Solicitação de relações íntimas ou outro tipo de
conduta de natureza sexual, mediante promessas de
benefícios e recompensas;
• Exibição de material pornográfico, como o envio de
e-mail aos subordinados;
• Pedidos para que os subordinados se vistam de
maneira mais provocante ou sensual;
• Apalpadelas, fricções ou beliscões deliberados e
ofensivos
• O que não é assédio sexual
• A mera “paquera”, ou seja, a tentativa de aproximação para
relacionamento amoroso, ou mesmo sexual, não constitui
assédio sexual;

• A simples intenção sexual, o instituto de sedução do


companheiro de trabalho, superior ou inferior hierárquico,
não constitui assédio sexual. Necessária será sempre a
intenção de traficar, de valer-se do posto funcional como
um atrativo, ou como instrumento de extorsão de
privilégios, ou de vantagens indevidas;
• A proposta sexual feita sem insistência e sem ameaça ou
pressão, também não;

• A proposta recebida com “hoje não”, “quem sabe mais tarde”,


tampouco;

• A conduta inconveniente numa festa de trabalho, onde um


colega ou chefe, após algumas doses a mais, faz comentários de
duplo sentido e lança olhares sedutores, também não constitui
assédio, salvo se houver alguma ameaça concreta, e ela for posta
em prática mais tarde;
• Meros galanteios com comentários normais do tipo “gostei
do seu vestido”;

• Em caso de proposta sexual em que haja “acordo amigável”


e que ambas as pessoas obtenham vantagem (uma obtém
prazer e a outra obtém privilégios com o chefe) não
configuram assédio sexual;

• A conduta de quem alega ter sido obrigada a consentir em


fazer sexo com superior para não perder o emprego tendo
praticado o ato repetidas vezes.
Nascer com determinado sexo e não se identificar
com ele é o drama de muita gente. Inclusive de
famosos e pessoas que estão frequentemente na
frente dos holofotes. Separamos algumas histórias
de transexuais que enfrentaram e ainda enfrentam
o preconceito e superam barreiras na mídia.

Ex- Luiz Roberto Gambine Moreira Ex- Thammy Cristina Brito de Miranda Silva

Hoje - Roberta Close Hoje – o mesmo


5) MULHER

Cromossoma XX

Gônadas Ovários

Fenótipo Feminino

Legal – Cert. Nasc. Feminino

Psíquico Feminino

Hormônos Estro/ Progesterona


6) TRANSTORNOS DA SEXUALIDADE
(PARAFILIAS)

 Anafrodisia  Cronoinversão: pedofilia e gerontofilia


 Frigidez  Cromoinversão
 Auto-erotismo  Etnoinversão
 Erotomania  Transexualismo
 Satiríase  Homossexualismo
 Ninfomania  Lesbianismo ou safismo
 Priapismo  Travestismo
 Exibicionismo  Onanismo
 Narcisismo  Pluralismo: Swapping, swinging, triolismo
 Lubricidade senil  Riparofilia
 Masoquismo  Voyerismo ou Mixoscopia
 Sadismo  Fetichismo
 Sodomia  Pigmalionismo
 Coito interfemora  Bestianismo ou zoofilia
 Felação  Vampirismo
 Cunilíngua  Necrofilia
7) CRIMES REVOGADOS:

Art. 217 – Sedução

Art. 240 – Adultério

Art. 219 – Rapto violento ou mediante fraude

Art. 220 – Rapto consensual


Juiz Federal do DF libera

tratamento para ¨cura gay¨ e diz

que homossexualidade

é doença.