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Fracturas e atrofias em idosos

Trabalho realizado por: Agostinho


Martins; Nelson Santos; Paulo
Pereira; Ricardo Brandão; Rui
Coelho; Tiago Pereira;
Pensamento
Felizes os que respeitaram as minhas mãos enrugadas
e os meus pés deformados;
Felizes os que falaram comigo apesar dos meus ouvidos
já não entenderem bem as suas palavras;
Felizes os que compreenderam que os meus olhos
começaram a não ver e as minhas ideias a ficarem baralhadas;
Felizes os que, com um sorriso, perderam tempo em
conversar comigo;
Felizes os que me ajudaram a lembrar coisas de
antigamente;
Felizes os que disseram que gostavam de mim e que eu
ainda prestava para alguma coisa;
Felizes aqueles que me ajudaram a viver os últimos dias
de minha vida.
(Autor Desconhecido)
INTRODUÇÃO
Processo • Físico
de • Psicológico
Mudança
• Social

• Visão
Alterações • Audição
limitantes
a nível • Controle motor
• Nível cognitivo

Definição
• a partir da sexta
década (OMS)
INTRODUÇÃO
Grave Provocado Quedas;
Fracturas em São problema de por: Faltas de atenção;
idosos saúde Osteoporose;
publica ETC;

Substituída
por:
Massa Colagénio e
muscular gordura;
Alterações fisiológicas do envelhecimento
no sistema musculo
-esquelético
TECIDO ALTERAÇÃO PRINCIPAIS PROBLEMAS

Diminuição da massa total óssea

Atividade Osteoblástica Enfraquecida


Osteoporose Fratura Patológica Atraso na
ÓSSEO
A reabsorção excede o crescimento Recuperação

O osso compacto torna-se esponjoso

Osso compacto poroso

Diminuição da força depois dos 70 anos

MUSCULAR Diminuição do número de fibras


musculares Alterações de
Atrofia Quedas
Marcha
Diminuição da massa muscular

Atrofia das células musculares

Diminuição da elasticidade da
cartilagem Diminuição da
ARTICULAR Artrite Amplitude dos Contracturas
Movimentos
Aumento da susceptibilidade de rupturas
Fracturas em idosos

• Trauma indirectos
• quedas
• Desequilíbrios

Causas: • Demências
• Patológico
• Osteoporose
• Traumas directos
• Agressões
Fracturas em idosos

• Fracturas das falanges


Fracturas e dos metacárpios
do • Fracturas do Punho
membro • Fracturas do Antebraço
superior • Fracturas do Braço
• Ombro
Fractura distal do rádio ou fractura de
colles
Mecanismo • queda sobre a mão com o punho em hiperextensão

População • Pessoas com mais de 50 anos


afectada
• edema ao acima do punho
Sintomas • deformação do braço no seu 1/3 distal
• incapacidade em segurar e manusear objectos

• Má união entre os ossos

Complicações • Algodistrofia
• Síndrome do túnel cárpico
• Maior predisponência para o aparecimento de artrite;
Fractura distal do rádio ou fractura de
colles
Tratamento •Redução da fractura com imobilização rígida durante 3 semanas

cirúrgico
•TENS;
•Crioterapia;

Tratamento de
•Ultra-Som;
•MTM;
•Mobilização Passiva;

fisioterapia •Mobilização Ativa;


•Sensibilização da Mão;
•Fortalecimento Muscular;
•Atividades Proprioceptivas.

Tratamento •Analgésicos

farmacológico
Fracturas em idosos

• Fracturas do Pé
Fracturas • Fracturas do
do Tornozelo
membro • Fracturas das Diáfises
inferior da Tíbia e do Perónio
• Fracturas do Joelho
Fractura da Anca

Incidência • Aumenta com a idade duplicando a cada 5 anos após a quinta


década

• Osteoporose
• Idade avançada

Factores • Mulher de raça branca


• Diminuição do nível de estrogénio
• Fracturas anteriores da anca

de risco • Doença de Alzheimer


• Quedas
• Má nutrição/maus hábitos alimentares
• Tabagismo
Fractura da Anca
• Fractura Intracapsular ou do Colo do Fémur;
Classificação • Fractura Extracapsular ou Intertrocanterianas;
• Fracturas Subtrocanterianas

• Má consolidação
Complicações • Encurtamento do membro afectado

• Dor intensa no local da fratura;


Sintomas • Incapacidade em movimentar voluntariamente o
membro;
• Encurtamento e rotação externa da perna.
Fractura da Anca

Tratamento • iniciado o mais precocemente possível

cirúrgico

Tratamento
• Alívio da dor;
• Redução de edema;
• Manter ou restaurar a amplitude de movimento das articulações;

de •


Restaurar e manter completa a amplitude de movimento do joelho e anca;
Melhorar a estabilidade;
Fortalecimento do quadricípite e isquiotibiais;
fisioterapia •

Restaurar o padrão de marcha normal;
Retorno do paciente as suas funções o mais rapidamente possível.
Fracturas em idosos

•Coluna vertebral
Fracturas •Clavícula
do tronco
e crânio •Tempero-
mandibular
IMPORTÂNCIA DO TECIDO MUSCULAR
ESQUELÉTICO
• A musculatura esquelética constitui o maior
tecido do corpo humano e contem a maior massa
celular e componente proteico do organismo;
• A autonomia funcional é mantida através do
exercício preservando assim o musculo com o
seu volume normal;
Atrofia muscular
Numero e Fraqueza e
Massa
tamanho das perda de
muscular
fibras movimentos
finos
Atrofias musculares em idosos
• Também definida como sarcopenia;
• Associada a ligeiras limitações funcionais
• Associadas ao envelhecimento são aspectos
determinantes na morbilidade e mortalidade
(Carter, 2011);
• Membros inferiores mais afectados devido as
contracções excêntricas;
Atrofias musculares em idosos
Tipo de
força

Estado da Redução da
patologia força
relacionada com
Localização
(caso o do musculo
exista) envelhecimento

Nível de
actividade
Atrofias musculares em idosos
Imobilização
rígida

Uso de
cadeira de
Envelhecimento
Principais Alectuamento
rodas causas

Desuso
Atrofias musculares em idosos

Redução da Diminuição
função da actividade
muscular física
Atrofia musculares em idosos
• Prevenção/tratamento:
▫ Exercício físico regular de forma orientada;
▫ Actividade física desorientada, irregular e
desorganizada torna-se prejudicial nomeadamente
a nível cardio-vascular
Atrofia musculares em idosos
ALTERAÇÕES POSTURAIS
• Ombros mais estreitos e
anteriorizados;
• Anca e joelhos ligeiramente
flectidos devido à
degenerescência articular;
• Postura mais anteriorizada,
tentando compensar a
alteração do centro de
gravidade;
• Projecção anterior de cabeça;
• A estatura diminui cerca de 6 a
10 cm;
• A marcha altera-se devido à
perda de força muscular e de
coordenação.
Conclusão
• População geriátrica:
▫ Muito propensa a fracturas sendo as principais a
fractura de Colles e a fractura proximal do fémur;
▫ Aparecimento de atrofias que podem ser
retardadas através do exercício físico e uma boa
alimentação
FIM