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PREVENÇÃO DE QUEDAS

BÁSICO

DEPARTAMENTO DE
MEIO AMBIENTE E SEGURANÇA
Prevenção de Quedas Básico
OBJETIVO
LEVAR OS PARTICIPANTES A CONHECER:

• O que é força de gravidade


• Como podemos controlar os riscos de quedas
• Definições de cintos, talabarte, anel “D”
• Quem autoriza trabalhos em alturas
• O que devem fazer os empregados envolvidos em
um trabalho em alturas
• Etiqueta de Permissão para Trabalhos em Alturas
• Tipos de andaimes
• Sistemas de prevenção/proteção contra quedas
• Práticas de trabalhos
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O QUE É FORÇA DE GRAVIDADE?

O QUE MAIS CAI?


PESSOAS OU OBJETOS?

O QUE ACONTECE NUMA QUEDA?

COMO PODEMOS CONTROLAR


OS RISCOS DE QUEDAS?
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RISCOS POTENCIAIS DE QUEDAS


QUEDA DO MESMO NÍVEL:
• PISO ESCORREGADIO;
• TROPEÇOS EM SALIÊNCIAS (OBJETOS, EQUIPAMENTOS);
• DESNÍVEL DE PISO;
• LOCAL MAU ARRUMADO, SUJO

PISO ESCORREGADIO
QUEDA DE NÍVEL DIFERENTE:
• QUEDA DE ESCADA;
• QUEDAS DE TELHADOS;
• QUEDA DE ESTRUTURAS ELEVADAS (ANDAIMES, PLATAFORMAS)
• QUEDA DE EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS, PARTES DE
ESTRUTURAS.

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DEFINIÇÕES

CINTO DE Dotado de correias que são instaladas


SEGURANÇA TIPO no tronco, cintura e nas coxas,
PARAQUEDISTA permitindo distribuir as forças de
retenção no impacto da queda.

CINTO DE Deve ser usado somente em serviços


de eletricidade para acesso vertical e
SEGURANÇA TIPO
trabalhos em poste.
ELETRICISTA

É uma cinta ou corda de poliester


flexível fixada ao anel D/triangular
TALABARTE
do cinto de segurança que é
empregada para ser fixada em uma
estrutura.
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DEFINIÇÕES
Ponto de fixação no cinto para
ANEL “D” DO CINTO o talabarte ou espia (corda).

É um cabo metálico ou barra metálica,


CABO GUIA DE ancorado no mínimo em dois pontos,
SEGURANÇA para fixação de talabarte, trava quedas
retrátil.

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DEFINIÇÕES
Fixação em um ponto seguro, propiciando
segurança e estabilidade.
Ancoragem

Altura de Queda:
É a distância vertical entre o ponto de apoio dos pés ou plataforma
de trabalho, até o piso.

Plataforma de trabalho:
É todo local onde as pessoas se apóiam ou transitam para a
realização de uma tarefa.

Mosquetão:
Gancho de trava rosqueável ou automática.

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DEFINIÇÕES
Gancho de trava dupla:
Gancho cuja trava de segurança depende de duas forças para abrir,
uma força para desativar a trava e uma segunda força para abrir a
trava, que deve fechar automaticamente quando liberada.

Trava queda retrátil:


Dispositivo de segurança cujo cabo de aço ou fita se estende
completamente quando o trabalhador desce do posto de trabalho e
se enrola novamente quando sobe, que trava imediatamente quando
há movimento brusco.

Trava queda de pressão:


Dispositivo de segurança destinado a locomoção vertical do
trabalhador preso a um cabo de aço ou corda de poliéster. No caso
de queda, é acionado um mecanismo que trava através de pressão.
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TIPOS DE ANDAIMES

ANDAIME APOIADO
ANDAIME EM BALANÇO

ANDAIME SUSPENSO

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TIPOS DE ANDAIMES

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SISTEMAS PROTEÇÃO DE QUEDAS

Andaime em balanço com


Sistema com cabo guia de aço
trava quedas-retrátil

Trava-quedas fixo
Trava-quedas retrátil
Sistema com trava-quedas retrátil Cadeira balancim
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TRAVA-QUEDA RETRÁTIL

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PLATAFORMA ELEVATÓRIA

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PLATAFORMA ELEVATÓRIA

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QUEM AUTORIZA TRABALHOS EM ALTURAS?

• SOMENTE EMPREGADOS DA ALUMAR TREINADOS PELO DEPTº DE EHS E


AUTORIZADOS POR SUPERINTENDENTE DA ÁREA PODEM AUTORIZAR
TRABALHOS EM ALTURAS ACIMA DE 1,80M.

•A relação dos empregados autorizados a liberar trabalhos em


altura deve estar disponível nas áreas.

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O QUE DEVEM FAZER OS EMPREGADOS QUE


AUTORIZAM TRABALHOS EM ALTUAS?

•Checar se existe APR (Análise Prevencionista de Risco) aprovada


ou procedimento de segurança para a tarefa, que contemple os
riscos de processo, aprovado pelo supervisor ou engenheiro de
processo da área.

•Avaliar a necessidade de equipamentos e sistemas de proteção


individual contra quedas durante o planejamento preliminar da
tarefa.

• Assegurar que os empregados envolvidos nos trabalhos


dispõem dos equipamentos necessários para execução da tarefa
e que estejam em perfeitas condições de uso.

• Assegurar que os empregados envolvidos nos trabalhos sejam


treinados no uso e inspeção visual de equipamentos/sistemas de
proteção contra quedas.
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O QUE DEVEM FAZER OS EMPREGADOS QUE


AUTORIZAM TRABALHOS EM ALTUAS?

• Assegurar que todos os envolvidos nos trabalhos em alturas


estejam em perfeitas condições físicas.

• Informar aos executantes da tarefa sobre a proibição de


operação/manuseio de equipamentos de processo não
relacionados à tarefa.

• Avaliar a necessidade de bloqueio de equipamentos de


processo, cuja operação indevida possa causar riscos de
incidente ou problemas operacionais.

• Preencher e assinar a etiqueta de permissão para trabalhos em


alturas. Definir a duração do trabalho e registrar a previsão de
fim da permissão de trabalhos em alturas.
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O QUE DEVEM FAZER OS EMPREGADOS QUE


AUTORIZAM TRABALHOS EM ALTUAS?
APLICAR UMA DAS OPÇÕES APÓS AVALIAÇÃO DOS RISCOS:

A) ELIMINAÇÃO DE RISCO DE QUEDA:


• Eliminação dos riscos de quedas durante todas as fases da
tarefa, incluíndo-se movimentação para posto elevado.

B) PREVENÇÃO DE QUEDAS:
• Instalação de andaimes e plataformas com guarda-corpo ou
corrimão para a proteção dos locais onde haja risco.
• Uso de tapumes para aberturas que apresentem riscos.
• Uso de isolamento e sinalização para impedir acesso de
pessoas.

C) PROTEÇÃO DE QUEDAS:
• Determinar o uso de cinto de segurança e quando aplicável,
selecionar e instalar sistema de trava quedas e de movimentação
de acesso. 17
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O QUE DEVEM FAZER OS EMPREGADOS ENVOLVIDOS


EM TRABALHOS EM ALTURAS?

• Conhecer a APR ou procedimento de segurança da tarefa.

• Inspecionar visualmente e manter adequado os equipamentos


de proteção contra quedas antes do uso.

• Não usar qualquer equipamento com deficiência ou defeito, ou


que estejam sem a identificação da cor de inspeção ou com a cor
proibida do mês vencida.

• Avaliar a necessidade de prevenção/proteção contra quedas


antes de iniciar qualquer tarefa.

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O QUE DEVEM FAZER OS EMPREGADOS ENVOLVIDOS


EM TRABALHOS EM ALTURAS?

• Não ignorar os riscos durante movimentação de acesso e


execução da tarefa.

• Interromper imediatamente a tarefa e comunicar ao responsável


pela liberação se algum risco de queda ou do processo da área
for verificado.

• Diante de qualquer dúvida, parar o trabalho e comunicar ao


responsável pela liberação do trabalho.

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O QUE DEVEM FAZER OS EMPREGADOS ENVOLVIDOS


EM TRABALHOS EM ALTURAS?

• Não operar/manusear qualquer equipamento de processo, por


exemplo: válvulas, botoeiras, chaves elétricas e outros sem
autorização formal do responsável pela liberação, exceto os
específicos na APR ou procedimento da tarefa.

• Nos trabalhos em alturas por vários dias, o executante é


responsável por avaliar se as condições de trabalho estão de
acordo com as recomendações e procedimentos registrados na
permissão.

• A tarefa somente poderá ser iniciada quando o responsável pela


liberação e todos os empregados concordarem que a mesma
possa ser feita sem perigo de queda.
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PRÁTICAS DE TRABALHO

• Todas as superfícies de trabalho em altura, devem ser mantidas


limpas, em ordem e sem abertura ou obstrução que possa gerar
algum risco de queda.

• Usar sistema de proteção contra queda, onde a prevenção de


queda não seja aplicável.

• Avaliar previamente a utilização de escadas, andaimes,


plataformas, contra riscos oferecidos pela movimentação
de equipamentos industriais móveis, redes elétricas,
tubulações de produtos perigosos e superfícies quentes.

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PRÁTICAS DE TRABALHO

• Empregados trabalhando sobre andaimes, estruturas


suspensas, elevadores/plataformas aéreas, devem usar
sistema de proteção contra quedas ancorado em uma estrutura
independente, sempre que possível.

• Ancorar o sistema/equipamento de proteção de queda de


forma a restringir a probabilidade de queda livre a menos de
0,90m onde aplicável, e não mais do que 1,50m em qualquer
caso.

• Em todos os trabalhos em alturas os empregados devem usar


capacete com jugular e cinto de segurança com dois talabartes.

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PRÁTICAS DE TRABALHO

• Usar o cinto de segurança firmemente ajustado ao corpo e


suficiente seguro para evitar o deslizamento.
O anel “D” / triangular deve ser posicionado no centro das costas.

• É proibido fazer furos adicionais no cinto de segurança de


couro tipo eletricista para aumentar ou reduzir o ajuste.

• Durante o uso de cinto de segurança é proibido fumar.

• Qualquer equipamento de proteção contra quedas que tenha


sido submetido a esforço, devido teste ou incidente, deve ser
sucateado.

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PRÁTICAS DE TRABALHO

• Durante chuva e/ou vento forte, não é permitido trabalho


sobre escadas, andaimes e telhados em áreas externas.

• Toda a movimentação vertical de equipamentos, acessórios,


ferramentas, etc. devem ser realizados através de cordas
devidamente inspecionadas, sem nós, emendas ou
desgastadas ou por sistemas próprios de içamento.

• Não é permitido lançar peças em queda livre.

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PRÁTICAS DE TRABALHO

• Todas as ferramentas, acessórios e objetos utilizados nos


trabalhos em altura, devem estar amarrados, acondicionados
em caixas de ferramentas ou presos por dispositivos de forma a
garantir que não venham a cair.

• Quando possível, todo trabalho em altura deverá ser isolado de


forma a garantir que qualquer objeto, que acidentalmente venha
a cair, caia na área isolada.

• Todo trabalho em altura superior a 1,80m, deve ser avaliado a


necessidade de ser realizado por no mínimo duas pessoas.
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PRÁTICAS DE TRABALHO

• Nos trabalhos em altura realizados em locais afastados,


com pouca movimentação de pessoas ou em locais onde
haja dificuldade na comunicação, deve ser providenciado
um meio para comunicação de emergência (rádio
comunicador, telefone celular, etc).

• Nos trabalhos onde plataformas são sustentadas por talhas, estas


devem ser previamente inspecionadas, mesmo que não estejam
com a cor proibida do mês.

• Quando for usado talhas elétricas ou similares para sustentação


de gaiolas, deve ser instalado um sistema alternativo para
içamento da gaiola/plataforma. Exemplo: tifor manual para uso
caso falte corrente elétrica.

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PRÁTICAS DE TRABALHO

• Os empregados devem ancorar o equipamento de proteção


contra quedas em uma estrutura independente da plataforma
de trabalho/gaiola.

• As plataformas, gaiolas, etc., devem ter projeto memorial de


cálculo e engenheiro responsável. Na plataforma/gaiola deve
existir uma placa indicando a capacidade de carga de trabalho.

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PRÁTICAS DE TRABALHO

Em trabalhos especiais, tais como: telhado, manutenção


de chaminés, uso de gaiola, andaime suspenso,
lança do descarregador de navio, etc. É
MANDATÓRIO uma reunião de avaliação e
análise de riscos, envolvendo um profissional
de segurança do trabalho, executantes e
responsáveis pelo serviço. Esta reunião deve
ser documentada em ata.

• Os empregados envolvidos nessas atividades devem realizar


antes do início dos trabalhos medição de pressão arterial no
ambulatório médico da Alumar.

• As áreas devem ter e manter atualizado o inventário com riscos


de quedas e procedimentos específicos.
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PRÁTICAS DE TRABALHO

ONDE NÃO É PRECISO A PERMISSÃO?

• Em todos os trabalhos em altura, com risco de queda


maior que 1,80 metros deverá ser emitido a Permissão
para Trabalhos em Altura, exceto nos trabalhos sobre
escadas, onde deve existir um procedimento
específico, que contemple os riscos e medidas de
prevenção contra quedas.

• Nas atividades onde o acesso ao topo de equipamentos for


necessário por meio de escada tipo marinheiro, não é necessário
permissão para trabalhos em altura. Existindo risco de queda
maior que 1,80m, deve ser usado proteção contra queda.

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PRÁTICAS DE TRABALHO

• Nos novos projetos não é permitido instalação de escadas tipo


marinheiro, exceto onde não for possível instalar escada
industrial.

• Todas as escadas tipo marinheiro com altura maior que 1,80


metros, devem possuir cabos de aço para uso de trava quedas,
exceto nas salas de cubas, nas escadas de acesso as pontes,
onde os cabos devem ser de corda de poliéster.

Ao se subir ou descer escada do tipo predial ou


industrial, é obrigatório o uso do corrimão.

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PRÁTICAS DE TRABALHOS

Uso de trava-
quedas fixo em
escada tipo
marinheiro

Uso de escada
de abrir e
fechar com
cinto

Uso de
talabartes em
escada tipo
marinheiro

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PERMISSÃO PARA TRABALHO EM ALTURA


S NA
CHECKLIST PERMISSÃO PARA
EQUIP.DE PROTEÇÃO FORAM INSPECIONADOS E
ESTÃO EM PERFEITO ESTADO DE CONSERVAÇÃO
ALUMAR TRABALHOS
EM ALTURA
FOI REALIZADA REUNIÃO PARA ANÁLISE DOS RIS-
COS, ANTES DO INÍCIO DO TRABALHO. RESPONSÁVEL PELA LIBERAÇÃO: CHAPA:________
FOI REALIZADO DDS ANTES DA TAREFA. ______________________________
FONE:_________
OS ENVOLVIDOS CONHECEM E FORAM
TREINADOS NA NORMA DE PREV. DE QUEDAS ÁREA: PRÉDIO: _______________________
OS EPI’S NECESSÁRIOS ESTÃO DISPONÍVEIS LOCAL EXATO DO SERVIÇO:______
_______________
TODOS FORAM TREINADOS NO USO E PROCEDI- TIPO DE TRABALHO:
MENTOS DE INSPEÇÃO VISUAL DE EQUIPAMENTOS
E SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS. ANDAIME SUSPENSO LANÇA DESC.NAVIO
TODOS OS ENVOLVIDOS ESTÃO EM PERFEITAS ANDAIME APOIADO CHAMINÉS
CONDIÇÕES FÍSICAS PARA TRABALHOS EM ALTURA.
TELHADOS GAIOLAS
FOI PROVIDENCIADO MEIOS DE COMUNICAÇÃO OUTROS (Conforme avaliação da Área / Segurança)
DE EMERGÊNCIA (RÁDIO, CELULAR, ETC.)
DESCRIÇÃO DO TRABALHO
AS PLATAFORMAS DE TRABALHO SÃO MANTIDAS
LIMPAS, SECAS E SEM OBSTRUÇÃO

ANDAIMES, PLATAFORMAS ESTÃO AFASTADAS DATA : INÍCIO-HORA : FINAL-PREVISTO:


DE REDE ELÉTRICA ___/___/___ ____________ DATA: ________
A ÁREA DE TRABALHO ESTÁ ISOLOLADA. HORA: ________
ANDAIMES, PLATAFORMAS ESTÃO DEVIDAMENTE LÍDER DA EQUIPE, NOME E CHAPA
ANCORADOS.
OUTROS: _________________________________
__________________________________________ PESSOAL EXECUTANTE, NOME E CHAPA
__________________________________________
__________________________________________

SERVIÇO SUPERVISIONADO:
NOME: ________________________ CHAPA: _______ HORA:_____
NOME: ________________________ CHAPA: _______ HORA:_____
NOME: ________________________ CHAPA: _______ HORA:_____
LEGENDA: S : SIM NA : NÃO APLICÁVEL

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TRABALHOS EM TELHADOS

• Devem ser usados dispositivos que permitam a


movimentação segura dos trabalhadores, sendo mandatório
a instalação de cabo guia de aço, para fixação do cinto de
segurança, trava queda retrátil ou corda spia.

• Não devem ser amontoado objetos/equipamentos sobre o


telhado, de forma a evitar concentração de carga num mesmo
ponto.

• Na execução dos trabalhos sobre telhados em geral, devem


ser instaladas pranchas móveis, devidamente ancoradas,
para evitar deslizamento.

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INSPEÇÃO E TESTE

• Todos os equipamentos e sistemas de proteção contra quedas


devem ter identificação do fabricante e data de fabricação.

• Devem ser inspecionados trimestralmente e identificados de


acordo com a norma de cores, por empregado da Alumar ou de
contratada, autorizado e treinado pelo departamento de Meio
Ambiente e Segurança do Trabalho. Cada equipamento deve ter
ficha individual de cadastro e controle de inspeção.

• Os cabos de aço de estruturas para trava quedas devem ser


inspecionados semestralmente pela manutenção preventiva das
áreas.

• É proibido teste de equipamento de proteção contra quedas em


uso. Todos equipamentos inspecionados considerados
reprovados devem ser destruídos e descartados.
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CINTO DE SEGURANÇA

Onde devem ser usados:

• Em todas as atividades com risco de quedas maior que 1,80


metros de altura.

• Em tarefas com risco de queda de nível diferente devido piso


irregular ou deficiência de plataforma.

• Onde possa haver necessidade de operação de resgate (espaço


confinado)

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PRÁTICAS DE TRABALHO - CINTO DE SEGURANÇA

Uso do cinto – Amarração do talabarte

• Deve ser fixado ao anel “D”/triangular, posicionado nas costas


do usuário e a outra extremidade nunca deve ser fixado sobre
superfícies abrasivas, cantos vivos, bordas cortantes ou
estrutura quente. Caso necessário, usar proteção contra esses
riscos.

Trabalhos sobre escadas

• Trabalhos sobre escadas com altura de queda maior que 1,80m,


deve ser usado cinto de segurança, cujo talabarte deve ser fixado
em estrutura resistente, independente da escada. Na
impossibilidade de fixá-lo em estrutura independente, o talabarte
deve ser fixado na lateral da escada, quando esta estiver
amarrada/ancorada.
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PRÁTICAS DE TRABALHO - CINTO DE SEGURANÇA

Trabalhos sobre plataformas de pontes rolantes

• O talabarte deve ser fixado na estrutura da plataforma da ponte


ou em cabo guia instalado.

Trabalhos em topo ou sobre equipamentos ou


máquinas

• Não existindo guarda-corpo ou corrimão, deve ser usado o cinto


de segurança com talabarte fixado em um cabo guia ou em olhais
instalados.

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PRÁTICAS DE TRABALHO - CINTO DE SEGURANÇA

Tipos de cintos de segurança aprovados na Alumar

• Tipo pára-quedista, com dois talabartes de gancho com trava


dupla.

• Tipo abdominal com dois talabartes de couro para uso da área


de serviços elétricos para trabalhos específicos de subida em
postes.

Inspeção dos cintos de segurança

• Cintos ou talabartes com 10% da largura e costura comprometidas


devem ser destruídos.
• Após aquisição, todo cinto deve ter seu número de controle
registrado no próprio cinto e na ficha individual de controle,
obedecendo critérios da norma de inspeção de cores.
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ANDAIMES

O que deve fazer o responsável da Alumar pela


liberação de trabalhos em alturas:

•Orientar a equipe de montagem quanto aos riscos da área e


processo, como tubulações quentes, produtos químicos, etc.

•Autorizar e fiscalizar o uso correto de andaime em sua área.

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ANDAIMES

O que deve fazer o encarregado de montagem de


empresa fornecedora de andaime:

• Providenciar APR/procedimento da tarefa e riscos operacionais da


área.

• solicitar a liberação de trabalho em altura

• Realizar inspeção das peças e acessórios dos andaimes, bem


como a correta montagem

• Garantir que andaimes especiais (em balanço, suspenso, etc.)


sejam montados conforme desenho e que a memória de cálculo
esteja disponível no local.

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INSPEÇÃO EM ANDAIMES
O que deve ser inspecionado nos andaimes:

• Deformações – amassamentos, dobramentos, empenos.

• Oxidação – focos de ferrugem.

• Encaixes – existência de rebarbas de solda, amassamentos que


dificultem o encaixe.

• Sapatas – verificar roscas e porcas de posicionamento, oxidação


e trincas.

• Contra-pinos – verificar desgaste, roscas e oxidação.

• Pranchões de andaime – verificar se tem as seguintes


características: ser de boa qualidade, seca, sem nós ou
rachaduras. Ter de 4,0 a 7,0 cm de espessura e largura de 25,0 a
30,0 cm. Ter travas nas extremidades.
• Os pranchões não devem ser pintados.
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MONTAGEM DE ANDAIME
• Usar sapatas. Utilizar pranchas de madeira para evitar recalque
do andaime. Mesmo com piso pavimentado, deve ser usado
sapatas em todos os andaimes.

Nos andaimes tipo quadro, verificar:


• Contraventamento em forma de “x” entre o 1º e o 2º módulo.

• Trava diagonal alternada, a cada dois lances de quadro, a partir do


primeiro contraventamento.

• Contra-pinos como elos de fixação entre os módulos.

• Estaiamento a cada três metros de altura nas quatro direções.

• Guarda corpo com altura de 1,20m para o travessão superior e


0,70m para o travessão intermediário.

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MONTAGEM DE ANDAIME
• Rodapé com altura de 0,20m.

• Isolamento do local.

• Pranchões travados nas extremidades por tubos e abraçadeiras.

• Quando instalar dispositivo para içar materiais, escolher o ponto


de aplicação.

• Nenhum andaime móvel pode ter sua altura maior que quatro
vezes a menor dimensão da base.

• Existência de check-list com placa de identificação no andaime,


conforme norma de cores de segurança.

• Existência de escada e sistema de trava quedas.

• Distância mínima de 3,00m de redes elétricas.


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ESCADAS PORTÁTEIS

As escadas devem ser de madeira ou de fibra.

Exceção nos fornos de cozimento de anodos e brigada


de incêndio que podem ser de alumínio.

Dimensões de escadas de mão

• Escadas simples e de extensão – comprimento máximo de 7,00m.

• Escadas de abrir e fechar – comprimento máximo de 6,00m.

• O espaçamento entre degraus deve ser de 25 a 30cm.

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INSPEÇÃO EM ESCADAS

O que deve ser inspecionado em escadas:

• As escadas de mão devem ser inspecionadas pelo usuário antes


de ser usadas

• Longarinas ou banzos – trincas, bordas cortantes, cor proibida


do mês.

• Degraus – rachaduras, folgas.

• Sapatas – trincas, fixação.

• Cordas – esgarçadas ou puídas.

• Ganchos – trincas ou fissura.

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PROCEDIMENTOS PARA USO DE ESCADAS DE MÃO

Deve ser de uso restrito para acesso provisório e


serviços de curta duração.

• Deve ser posicionada firmemente nas duas extremidades. Deve


ser apoiada em base firma e nivelada.

• Ter sapatas antiderrapantes.

• Deve estar amarrada em sua parte superior ou segura por alguém

• Trabalhar sempre abaixo de um metro da parte superior da


escada.

• Não posicionar escada perto de linha elétrica ligada ou


desprotegida.

• Subir ou descer escada sempre com as mãos livres.


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PROCEDIMENTOS PARA USO DE ESCADAS DE MÃO

• Usar corda para levantar e baixar ferramentas e materiais.

• Não use escada para improvisar passadiço, ancoragem, ou


qualquer serviço para o qual não foi feita.

• Nunca coloque uma escada em frente a uma porta, a menos que a


porta tenha sido fechada, trancada e etiquetada.

• Posicione a escada de tal forma que os pés fiquem afastados do


apoio vertical de 1/3 da altura da escada.

• Nunca separe as partes de uma escada de extensão e não use as


partes como escada simples.

• Nunca substitua o uso de escada pelo uso improvisado de


caixas, cadeiras, mesas.
• Remova imediatamente do serviço toda escada rachada,
quebrada, com degraus soltos ou danificados.
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USO DE CORRIMÃO

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