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MTE POLÍTICA

PREVENCIONISTA

ESTUDO
FUNDACENTRO Outras Legislações
PESQUISA

- CONSTRUIR NORMAS SOBRE A Normas Nacionais e


D.S.S.T. APLICAÇÃO DOS PRECEI-
TOS DO CAPÍTULO V; CLT. Internacionais
- COORDENAR, ORIENTAR,
CONTROLAR E SUPERVI -
SIONAR A FISCALIZAÇÃO
DAS NR. Impositivos
- ÚLTIMA INSTÂNCIA PARA
A ARTICULAÇÃO DE RE - Organizacionais
CURSOS.
D.R.T. - COORDENAR A CANPAT.
Legislação
Federal, Estadual, Municipal PROMOVER A Acordos e Convenções
Convenções Coletivas FISCALIZAÇÃO
MESAS DE Coletivas
ENTENDIMENTO
SECRETARIA
DE ESTADO

- DAR CUMPRIMENTO
DAS NR ATENDO-SE
ÀS PRESCRIÇÕES
DA NR - 28.
Legislação Trabalhista

Atualmente existem 36 NRs aprovadas. Estas NRs


compõem a portaria do MTE n.º 3.214 vigente desde
06.07.78, relativas a Segurança e Medicina do Trabalho.
Estas normas estão previstas no Cap V da CLT.
NR 1 – Disposições Gerais

INSTITUCIONALIZA SST
NR 1 – Disposições Gerais

1. ESTABELECE O CAMPO DE APLICAÇÃO: TODOS OS LOCAIS DE TRABALHO


SUBMETIDOS À C.L.T. – COMÉRCIO, INDÚSTRIA, TRANSPORTE E OUTROS;

2. DEIXA CLARO QUE AS EMPRESAS NÃO SÓ DEVEM CUMPRIR AS NR, MAS


TAMBÉM, AS DISPOSIÇÕES LEGAIS ESTADUAIS E MUNICIPAIS, MAS
RESSALTANDO QUE AS REGRAS DA CLT SEMPRE SE SOBREPORÃO;

3. PREVÊ O ESTABELECIMENTO DE NORMAS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA


E MEDICINA DO TRABALHO POR MEIO DE CONDIÇÕES COLETIVAS DE
TRABALHO, DESDE QUE OBSERVADA A HIERARQUIA DAS LEIS;
NR 1 – Disposições Gerais

4 . CONCEITUA EMPREGADOR, EMPREGADO, EMPRESA, ESTABELECIMENTO,


SETOR, CANTEIRO DE OBRA, POSTO DE TRABALHO E LOCAL DE TRABALHO;

5. ESTABELECE OS DEVERES DA EMPRESA;

6. CRIA AS OBRIGAÇÕES DO TRABALHADOR;

7. CARACTERIZA A DISCIPLINA NO TRABALHO.


NR 1 – Disposições Gerais
NR 2 - Inspeção Prévia (Aprova as Condições Iniciais)

CONDIÇÕES
INICIAIS
NR 2 - Inspeção Prévia

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NR 2 - Inspeção Prévia
NR 3 - Embargo ou Interdição

RISCO
NR 3 - Embargo ou Interdição

-RiscoGraveeIminente
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-Interdição:P aralisaçãoto talo up arcial


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NR 3 - Embargo ou Interdição
NR 4 - Serviço Especializado em Eng.Seg. e em Med. do Trabalho

ESTRUTURA
NR 4 - Serviço Especializado em Eng.Seg. e em Med. do Trabalho

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NR 4 - Serviço Especializado em Eng.Seg. e em Med. do Trabalho
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA

CONTROLE DOS
TRABALHADORES
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA

• Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA: Estabelece a


obrigatoriedade das empresas públicas e privadas organizarem e
manterem em funcionamento, por estabelecimento, uma comissão
constituída exclusivamente por empregados com o objetivo de
prevenir infortúnios laborais, através da apresentação de sugestões
e recomendações ao empregador para que melhore as condições
de trabalho, eliminando as possíveis causas de acidentes do
trabalho e doenças ocupacionais. A fundamentação legal,
ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência
desta NR, são os artigos 163 a 165 da CLT.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual (EPI)
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual (EPI)

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NR 6 - Equipamento de Proteção Individual (EPI)

• Equipamentos de Proteção Individual - EPI: Estabelece e


define os tipos de EPI's a que as empresas estão obrigadas a
fornecer a seus empregados, sempre que as condições de
trabalho o exigirem, a fim de resguardar a saúde e a
integridade física dos trabalhadores. A fundamentação
legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à
existência desta NR, são os artigos 166 e 167 da CLT.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual (EPI)
NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

-ObjetivodoPrograma
-ResponsabilidadedoEmpregador

-CompetênciadoMédicoCoordenador

- Exam esm édicos:


- Adm issional
- Periódico
-R etornoaotrabalho(após30dias)
-M udançadeFunção
-D em issional

- EmissãodoASO- AtestadodeSaúdeOcupacional
-DefiniçãodeExam esatravésdosQuadroI eII
(AgentesQ uímicoseFísicos)
- Elaboraçãododocumento PCMSO
NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
NR 8 - Edificações
NR 8 - Edificações

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NR 8 - Edificações
NR 8 – Edificações (Complementos)

MANUAL DE OPERAÇÃO, USO E MANUTENÇÃO DAS


NBR 14037 EDIFICAÇÕES – CONTEÚDO E RECOMENDAÇÕES
PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO

NBR 5674 MANUTENÇÃO DE EDIFICAÇÕES – PROCEDIMENTO

NORMA DE INSPEÇÃO PREDIAL NACIONAL - IBAPE

Laudo Técnico de Inspeção Predial – LTIP


NR 9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA
NR 9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA

-T
odososempregadoressãoobrigadosaelaborar
- Prever osriscosexistentesepropor medidassaneadoras

- EstabelecediretrizeseparâmetrosmínimosparaoPPRA
- Estabeleceumaestruturamínima
- Planejam entoanual dem etas, prioridadesecronograma
- Estratégiaem etodologiadeação
- Form aderegistro, m anutençãoedivulgaçãodosdados
- periodicidadeeform adeavaliaçãodoPPR A
-Medidasdecontrole
-NíveisdeAção
-Monitoramento
-Registrodedados PPRA MAPA DE
RISCOS
- Informação
-R esponsabilidades
NR 9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA
NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade
NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade

-Co n diçõesmínimasdeS
egurançaparacomInstalações
Elétricas

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NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade

REVISÃO e ATUALIZAÇÃO da NORMA


NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade
NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de
Materiais
NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de
Materiais

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NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de
Materiais
NR 12 - Máquinas e Equipamentos
NR 12 - Máquinas e Equipamentos

Estabelece as medidas prevencionistas de segurança e higiene do


trabalho a serem adotadas pelas empresas em relação à instalação,
operação e manutenção de máquinas e equipamentos, visando à
prevenção de acidentes do trabalho. A fundamentação legal, ordinária
e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são
os artigos 184 e 186 da CLT.
NR 12 - Máquinas e Equipamentos

Estabelece os seguintes critérios:

• Os pisos devem ser limpos, livres de óleos ou outras substâncias

• A faixa livre entre partes móveis de máquinas deve ser de 0,70m a 1,30m

• A distância mínima entre máquinas deve ser de 0,60m a 0,80m

• As vias principais de circulação devem ter largura mínima de 1,20m

• As máquinas e equipamentos devem ter dispositivos de acionamento tais que:


- Seja acionado ou desligado na posição do operador
- Não esteja em zona de perigo
- Possa ser acionado ou desligado por outro operador (em emergência)
- Não possa ser acionado ou desligado acidentalmente
- As máquinas e equipamentos devem ter suas transmissões enclausuradas
NR 12 - Máquinas e Equipamentos
NR 12 - Máquinas e Equipamentos
NR 12 - Máquinas e Equipamentos
NR 12 - Máquinas e Equipamentos
NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO
NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Estabelece as medidas prevencionistas de segurança e higiene do


trabalho a serem adotadas pelas empresas em relação à instalação,
operação e manutenção de máquinas e equipamentos, visando à
prevenção de acidentes do trabalho. A fundamentação legal, ordinária
e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são
os artigos 184 e 186 da CLT.
NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Principais Aspectos:
Toda caldeira e vaso sob pressão deve possuir uma placa de identificação com os seguintes dados:
- fabricante
- Número de ordem dado pelo fabricante
- ano de fabricação
- pressão máxima de trabalho
- pressão de teste hidrostático
- capacidade de produção de vapor
- área de superfície aquecida
- código de projeto e ano de edição
• Toda caldeira e vaso sob pressão deve possuir:
- prontuário
- registro de segurança
- projeto de instalação
- projeto de alteração ou reparo
- relatórios de inspeção
NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Quanto ao relatório de inspeção é importante observar:


• Se os registros estão atualizados
• Se foram feitas observações para mudanças, reparos, etc.
• Se estas recomendações foram cumpridas

Os operadores de caldeiras e vasos sob pressão devem possuir treinamento


específico, ministrado por profissional habilitado, de acordo com o categoria do
equipamento que deverá operar. Este treinamento deverá ter currículo mínimo
conforme estabelecido pela norma.
NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Foto - Caldeira
NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Restos da casa de caldeira


NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Parte da fornalha arremessada por 100 metros


NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Detalhe do exaustor e da chaminé.


NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Detalhe do que sobrou do gerador


NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Cilindro de 8 toneladas arremessado por 40 metros.


NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

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NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

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NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

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NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO
NR 14 - Fornos
NR 14 - Fornos

-Revestimentocomm aterial refratário;


-Deveevitaracúm ulodegasesnocivos;
-Escadassegurasparaacessoaosfornos;
-Comusodecom bustíveisgasososoulíquidos
a)Sistemaanti-explosão;
b)Sistemaqueeviteretrocessodecham a

-Devempossuirchaminédevidamentedimensionada
NR 14 - Fornos
NR15 – Atividades e Operações Insalubres
NR15 – Atividades e Operações Insalubres

O que são:
• Atividades e operações insalubres são aqueles que se desenvolvem acima dos limites de tolerânci
estabelecidos por esta NR

O que é Limite de Tolerância:


• “É a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de
exposição ao agente, que causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral”
NR15 – Atividades e Operações Insalubres

Anexos da Norma:
• Anexo 1: Limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente
• Anexo 2: Limites de tolerância para ruído de impacto
• Anexo 3: Limites de tolerância para exposição ao calor
• Anexo 5: Limites de tolerância para radiações ionizantes
• Anexo 6: Trabalho sob condições hiperbáricas
• Anexo 7: Radiações não ionizantes (microondas, ultravioleta, laser)
• Anexo 8: Vibrações
• Anexo 9: Frio
• Anexo 10: Umidade
• Anexo 11: Agentes químicos cuja insalubridade é caracterizada por limite de tolerância e
inspeção no local de trabalho
• Anexo 12: Limites de tolerância para poeiras minerais (asbestos, manganês, sílica)
• Anexo 13: Agentes químicos
• Anexo 14: Agentes biológicos
NR15 – Atividades e Operações Insalubres

GRAUS DE INSALUBRIDADE

1 Níveis de ruído contínuo ou intermitente superiores aos limites de tolerância fixados no


Quadro constante do Anexo 1 e no item 6 do mesmo Anexo. 20%
2 Níveis de ruído de impacto superiores aos limites de tolerância fixados nos itens 2 e 3 do
Anexo 2. 20%
3 Exposição ao calor com valores de IBUTG, superiores aos limites de tolerância fixados nos
Quadros 1 e 2. 20%
4 Níveis de iluminamento inferiores aos mínimos fixados no Quadro 1. 20%
5 Níveis de radiações ionizantes com radioati,vidade superior aos limites de tolerância
fixados neste Anexo. 40%
6 Ar comprimido. 40%
7 Radiações não-ionizantes consideradas insalubres em decorrência de inspeção realizada
no local de trabalho. 20%
8 Vibrações consideradas insalubres em decorrência de inspeção realizada no local de
trabalho. 20%
NR15 – Atividades e Operações Insalubres

GRAUS DE INSALUBRIDADE

9 Frio considerado insalubre em decorrência de inspeção realizada no local


de trabalho. 20%
10 Umidade considerada insalubre em decorrência de inspeção realizada no
local de trabalho. 20%
11 Agentes químicos cujas concentrações sejam superiores aos limites de
tolerância fixados no Quadro 1. 10%, 20% e 40%
12 Poeiras minerais cujas concentrações sejam superiores aos limites de
tolerância fixados neste Anexo. 40%
13 Atividades ou operações, envolvendo agentes químicos, consideradas
insalubres em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho. 10%,
20% e 40%
14 Agentes biológicos. 20% e 40%
NR15 – Atividades e Operações Insalubres
NR16 – Atividades e Operações Perigosas
NR16 – Atividades e Operações Perigosas

Regulamenta as atividades e as operações legalmente consideradas


perigosas, estipulando as recomendações prevencionistas
correspondentes. Especificamente no que diz respeito ao Anexo n°
01: Atividades e Operações Perigosas com Explosivos, e ao anexo n°
02: Atividades e Operações Perigosas com Inflamáveis, tem a sua
existência jurídica assegurada através dos artigos 193 a 197 da CLT.
NR16 – Atividades e Operações Perigosas

Principais atividades e operações perigosas (anexo 1 e 2):

• Trabalhadores envolvidos em operações com explosivos ou que permaneçam na área de


risco (armazenamento de explosivos, transporte de explosivos, escorva de cartuchos,
carregamento, detonação, verificação de detonações falhadas, queima e destruição,
manuseio)

• Trabalhadores envolvidos em atividades e operações perigosas com inflamáveis

• Atividade e operações perigosas com radiações ionizantes ou substâncias radioativas

• Exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador adicional


de 30% incidente sobre o salário

• A empresa pode pedir caracterização e classificação de atividade perigosa ao MTb ou


DRTs através de perícias.
NR16 – Atividades e Operações Perigosas
NR17 - Ergonomia
NR17 - Ergonomia

ERGONOMIA: “Conjunto de ciências


que procura a adaptação confortável e
produtiva entre o ser humano e seu
trabalho , basicamente procurando
adaptar as condições de trabalho às
características do ser humano.”
Couto, Hudson de Araújo.
NR17 - Ergonomia

Algumas características psicofisiológicas do Ser Humano


Prefere escolher livremente sua postura, dependendo das exigências
da tarefa e do estado.

Prefere utilizar alternadamente toda a musculatura corporal e não


apenas determinados segmentos corporais.

Tolera mal tarefas fragmentadas com tempo escasso para execução,


pior ainda quando esse tempo é imposto por máquinas, gerência,
pelo colegas, etc
NR17 - Ergonomia

Algumas características psicofisiológicas do Ser Humano

É forçado a acelerar quando estimulado por dinheiro ou por outros


meios, não levando em conta os limites de resistência de seu corpo.

Sente-se bem quando solicitado a resolver problemas ligados à


execução das tarefas, logo, não pode ser encarado como uma mera
máquina, mas sim como um ser que pensa e age.

Tem capacidade sensitivas e motoras que funcionam dentro de certos


limites, que variam de um indivíduo a outro e ao longo do tempo
para um mesmo indivíduo
NR17 - Ergonomia

Algumas características psicofisiológicas do Ser Humano


Suas capacidades sensorimotoras modificam-se com o processo de
envelhecimento, mas perdas eventuais são amplamente compensadas
por melhores estratégias de percepção e resolução de problemas
desde que possa acumular e trocar experiência;

Organiza-se coletivamente para gerenciar a carga de trabalho, a


cooperação tem um papel importante, muito mais que a
competitividade. A extrema divisão do trabalho e a imposição de
uma carga de trabalho individual pode levar ao adoecimento.
NR17 - Ergonomia

O Ser Humano Reage Melhor quando Interage Coletivamente


No entanto, os trabalhadores quase nunca são
consultados sobre a qualidade das ferramentas, do
mobiliário, sobre a tempo alocado a realização da
tarefa, etc...”

Qual o principal papel da Ergonomia:


colocar o trabalhador novamente como agente de
melhorias nas condições de trabalho
NR17 - Ergonomia

• Adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos


trabalhadores

• Levantamento, transporte e descarga individual de materiais

• Mobilização dos postos de trabalho

• Equipamentos dos postos de trabalho

• Condições ambientais de trabalho

• Organização do trabalho (normas de produção, modo operatório, exigência


do tempo, determinação do conteúdo de tempo, ritmo de trabalho, conteúdo
das tarefas)
NR17 - Ergonomia

17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a


estabelecer parâmetros que permitam a adaptação
das condições de trabalho às características
psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a
proporcionar um máximo de conforto, segurança
e desempenho eficiente.
NR17 - Ergonomia

17.1.1. As condições de trabalho incluem aspectos


relacionados ao levantamento, transporte e
descarga de materiais, ao mobiliário, aos
equipamentos e às condições ambientais do posto
de trabalho, e à própria organização do trabalho.
NR17 - Ergonomia

17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de


trabalho às características psicofisiológicas dos
trabalhadores, cabe ao empregador realizar a
Análise Ergonômica do Trabalho, devendo a
mesma abordar, no mínimo, as condições de
trabalho, conforme estabelecido nesta Norma
Regulamentadora.
NR17 - Ergonomia

ANÁLISE ERGONÔMICA DOS POSTOS DE TRABALHO

Análise da demanda

Análise da tarefa

Análise das atividades


NR17 - Ergonomia
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

O PCMAT (Programa de
Condições e Meio Ambiente de
Trabalho na Indústria da
Construção) é um plano que
estabelece condições e diretrizes
de Segurança do Trabalho para
obras e atividades relativas à
construção civil.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

Objetivos

Garantir, por ações preventivas, a integridade física e a


saúde do trabalhador da construção, funcionários
terceirizados, fornecedores, contratantes, visitantes, etc.
Enfim, as pessoas que atuam direta ou indiretamente na
realização de uma obra ou serviço;

Estabelecer um sistema de gestão em Segurança do


Trabalho nos serviços relacionados à construção, através
da definição de atribuições e responsabilidades à equipe
que irá administrar a obra.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

PCMAT

A legislação aplicável ao assunto é a Portaria 3214/78 do Ministério


do Trabalho e Emprego, que contempla a Norma Regulamentadora
nº 18 (NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na
Indústria da Construção).

Esta, em seu item 18.3.1, especifica a obrigação da elaboração e


implantação do PCMAT em estabelecimentos (incluindo frente de
obra) com 20 trabalhadores (empregados e terceirizados) ou
mais.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

COMO É ELABORADO O PCMAT?


A elaboração do programa se dá pela antecipação dos riscos
inerentes à atividade da construção civil. São aplicados métodos e
técnicas que têm por objetivo o reconhecimento, avaliação e
controle dos riscos encontrados nesta atividade laboral.

A partir deste levantamento, são tomadas providências para eliminar


ou minimizar e controlar estes riscos, através de medidas de
proteção coletivas ou individuais.

É importante que o PCMAT tenha sólida ligação com o PCMSO


(Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional), uma vez
que este depende do PCMAT para sua melhor aplicação.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUEM PODE ELABORAR UM PCMAT?


De acordo com a NR-18, em seu item 18.3.2, somente
poderá elaborar um PCMAT profissional legalmente
habilitado em Segurança do Trabalho.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAL O ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO


DO PCMAT?

A elaboração do PCMAT é realizada em 5 etapas:


NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

1. Análise de projetos:

É a verificação dos projetos que serão


utilizados para a construção, com o
intuito de conhecer quais serão os
métodos construtivos, instalações e
equipamentos que farão parte da
execução da obra.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

2. Vistoria do local
A vistoria no local da futura construção serve
para complementar a análise de projetos. Esta
visita fornecerá informações sobre as
condições de trabalho que efetivamente serão
encontradas na execução da obra.

Por exemplo:
verificar o quanto e em que local haverá
escavação, se há demolições a serem feitas, quais
as condições de acesso do empreendimento,
quais as características do terreno, etc.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

3. Reconhecimento e avaliação dos riscos

Nesta etapa é feito o diagnóstico das


condições de trabalho
encontradas no local da obra.
Surge, então, a avaliação
qualitativa e quantitativa dos
riscos, para melhor adoção das
medidas de controle.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

4. Elaboração do documento base

É a elaboração do PCMAT
propriamente dito. É o momento
onde todo o levantamento anterior é
descrito e são especificadas as fases
do processo de produção. Na etapa
do desenvolvimento do programa
têm de ser demonstradas quais serão
as técnicas e instalações para a
eliminação e controle dos riscos.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

5. Implantação do programa
É a transformação de todo o material escrito e detalhado no programa
para as situações de campo. Vale salientar que, de nada adianta
possuir um PCMAT se este servir apenas para ficar “na gaveta”.

O processo de implantação do programa deve contemplar:


Desenvolvimento/aprimoramento de projetos e implementação de
medidas de controle;
Adoção de programas de treinamento de pessoal envolvido na obra,
para manter a “chama” da segurança sempre acesa;
Especificação de equipamentos de proteção individual;
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

5. Implantação do programa

Avaliação constante dos riscos, com o objetivo de atualizar e


aprimorar sistematicamente o PCMAT;

Estabelecimento de métodos de indicação de desempenho;


Aplicação de auditorias em escritório e em campo, de modo a
verificar a eficiência do gerenciamento do sistema de Segurança do
Trabalho.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

1. Comunicação prévia à DRT (Delegacia Regional do Trabalho)


Informar:
Endereço correto da obra;
Endereço correto e qualificação do contratante, empregador ou
condomínio;
Tipo de obra;
Datas previstas de início e conclusão da obra;
Número máximo previsto de trabalhadores na obra.
Obs.: Em duas vias, protocolizar na DRT ou encaminhar via correio
com AR (Aviso de Recebimento).
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?


2. O local
Entorno da obra
Moradias adjacentes;
Trânsito de veículos e pedestres;
Se há escolas, feiras, hospitais, etc.
A obra
Memorial descritivo da obra, contendo
basicamente: Número de pavimentos; área
total construída; área do terreno sistema de
escavação; fundações; estrutura; alvenaria
e acabamentos; cobertura
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

3. Áreas de vivência
Instalações sanitárias;
Vestiário;
Local de refeições;
Cozinha;
Lavanderia;
Alojamento;
Área de Lazer;
Ambulatório.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

4. Máquinas e equipamentos

 Relacionar as máquinas e
equipamentos utilizados na obra,
definindo seus sistemas de
operação e controles de
segurança.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

5. Sinalização
 Vertical e horizontal (definindo os locais de colocação e
demarcação)
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

6. Riscos por fase da obra


Atividade x Risco x Controle
Fases da obra
Limpeza do terreno;
Escavações;
Fundações;
Estrutura;
Alvenaria e acabamentos;
Cobertura.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

7. Procedimentos de emergência
Para acidentes:
Registrar todos os acidentes e incidentes ocorridos na
obra, criando indicadores de desempenho compatíveis.
Anexar mapa para hospital mais próximo;
Disponibilizar telefones de emergência.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

Listar os assuntos que serão abordados 8. Treinamentos


considerando os riscos da obra
(preferencialmente a cada mudança de
fase de obra);
Emitir Ordens de Serviço por função;
CIPA: Constituir se houver
enquadramento. Caso contrário indicar
pessoa responsável.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

9. Procedimentos de saúde
Referenciar a responsabilidade da execução
do PCMSO;
Encaminhar ao médico coordenador os riscos
na execução da obra.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

10. Cronograma
Cronograma físico/executivo;
Estimativa de quantidade de trabalhadores por fase ou etapa
da obra;
Cronograma de execução de proteções coletivas;
Cronograma de uso de EPI's;
Cronograma das principais máquinas e equipamentos.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção - PCMAT

QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?

11. Croquis/ilustrações
Layout do canteiro de obras;
Equipamentos de proteção coletiva – EPC's;
EPI's;
Proteções especiais;
Detalhes construtivos;
Materiais;
Etc.
NR.18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na
Indústria da Construção - PCMAT
NR 19 - Explosivos
NR 19 - Explosivos

Trata de prevenção em Depósitos, Manuseio e Armazenagem de Explosivos

Define: Explosivos
Explosivos Iniciadores
Explosivos Reforçadores
Explosivos de Rupturas
Pólvora
Requisitos para construção de depósitos;
Tabelas: Distanciamento para Armazenagem de Explosivos (Tabela A)
Armazenamento de Explosivos Inciadores (Tabela B)
Armazenamento de Pólvora Mecânica (Tabela C)
Outras recomendações afetas a manuseio, inspeção, transporte, condicionamento,
manobras e outras prescrições.
NR 19 - Explosivos
NR 20 - Líquidos Combustíveis e Inflamáveis
NR 20 - Líquidos Combustíveis e Inflamáveis

Líquidos Combustíveis:
• 70 C  Ponto de fulgor  93,3 C – líquido combustível classe III
• Tanques de Armazenamento:
- Distância entre dois tanques de armazenamento de líquidos combustíveis deve ser maior que 1 metro
- Distância entre dois tanques de armazenamento de líquidos combustíveis diferentes, ou de
armazenamento de qualquer outro combustível, deverá ser de 6 metros
- Todos os tanques deverão ter dispositivos que liberem pressões internas excessivas
- Distanciamento de tanques deve atender a tabela A

Líquidos Inflamáveis:
• Ponto de fulgor < 70 C, e pressão de vapor < 2,8 Kg/cm2 a 37,7 C
- 37,7 C < Ponto de fulgor < 70 C – líquido combustível classe II
- Ponto de fulgor < 37,7 C – líquido combustível classe I
• Tanques de Armazenamento:
- Idem a tanques de armazenamento de líquidos inflamáveis, mais tabela B
- Distância entre dois tanques de armazenamento de líquidos combustíveis deve ser maior que 1 metro
- Distância entre dois tanques de armazenamento de líquidos combustíveis diferentes, ou de
armazenamento de qualquer outro combustível, deverá ser de 6 metros
NR 20 - Líquidos Combustíveis e Inflamáveis

Gases liquefeitos de petróleo (GLP):


• Cada recipiente de armazenamento de GLP deverá ter uma placa
metálica, que deverá ficar visível de pois de instalado, dados escritos de
modo indelével sobre construção, marcas, fabricante, capacidade...
• Afastamento de 6m entre recipientes de armazenamento de GLP e
qualquer outro recipiente que contenha líquidos inflamáveis
• Não é permitida a instalação de recipientes de armazenamento de GLP
sobre laje de forro ou terraço de edificações, inclusive de edificações
subterrâneas
• Os recipientes de armazenamento de GLP serão devidamente ligados à
terra (NR10)
• Os recipientes de armazenamento de GLP enterrados não poderão ser
instalados sob edificações
NR 20 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS
NR21 – Trabalho a Céu Aberto
NR21 – Trabalho a Céu Aberto

Tipifica as medidas prevencionistas relacionadas


com a prevenção de acidentes nas atividades
desenvolvidas a céu aberto, tais como, em minas ao
ar livre e em pedreiras. A fundamentação legal,
ordinária e específica, que dá embasamento jurídico
à existência desta NR, é o artigo 200 inciso IV da
Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT.
NR21 – Trabalho a Céu Aberto

São detalhados todos os aspectos inerentes a função:


1. Proteção do trabalhados na atividade, os efeitos no
organismo e os condicionamentos para continuar à
atividade dentro das exigências que se façam
necessárias.
2. A higiene nos locais de trabalhos.
3. A moradia do empregado e ou a da sua família ,se caso
for, com as condições mínimas.
NR21 – Trabalho a Céu Aberto

Aborda as seguintes questões:

• Abrigos
• Proteção a insolação, calor excessivos, frio, umidade, ventos
inconvenientes
• Alojamento e condições sanitárias
• Medidas de profilaxia
• Moradia
• Fossas
• Serviços de exploração a pedreiras
NR21 – Trabalho a Céu Aberto
NR.22 - Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
NR.22 - Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração

Estabelece métodos de segurança a serem observados pelas empresas


que desenvolvam trabalhos subterrâneos de modo a proporcionar a
seus empregados satisfatórias condições de Segurança e Medicina do
Trabalho. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá
embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 293 a 301
e o artigo 200 inciso III, todos da CLT.
NR.22 - Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
NR 23 - Proteção contra Incêndio
NR 23 - Proteção contra Incêndio

• Todas as empresas deverão possuir:


- proteção contra incêndio
- saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio
- equipamento suficiente para combater o fogo em seu início
- pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos

• Saídas:
- entre as saídas e qualquer local de trabalho não se tenha de percorrer distância
maior que 15m nos De risco grande e, 30m de risco médio ou pequeno
- essas distâncias poderão ser modificadas, para mais ou menos, a critério da
autoridade competente em segurança do trabalho. Se houver instalações de chuveiros
“sprinklers”, automáticos, e segundo a Natureza do risco.
NR 23 - Proteção contra Incêndio

• Portas:
- Abrir no sentido da saída

• Escadas
• Ascensores
• Porta corta fogo
• Combate ao fogo
• Exercício de alerta
• Classes de fogo (A, B, C e D)
• Extintores (tipos, quantidade, inspeção, localização)
• Sistemas de alarme:
- nos estabelecimentos de riscos elevados ou médio deverá haver um sistema de
alarme capaz de dar sinais perceptíveis em todos os locais da construção.
NR 23 - Proteção contra Incêndio

• Todo Estabelecimento / Obra


• Saídas Desobstruídas
Faixas Livres Largura mínima 1.20 m
Riscos Grandes Distância a percorrer mín. 15m
Médio / Peq. Distância a percorrer mín. 30m
• Classes de Fogo
A Fácil combustão Água / Espuma
B Inflamáveis
C Equip. Elét. Energ. CO2 / Pó Químico Seco
D Elementos Pirofóricos Pó Químico Seco Específico

• Instalação das Unidades Extintoras :


- Fácil acesso e utilização
- Sinalização e sem obstáculos
NR 23 - Proteção contra Incêndio

PLANO DE PREVENÇÃO E PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

CORPO DE BOMBEIROS DA BRIGADA MILITAR RS

Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio,


Aprovado Pelo Corpo De Bombeiros Da Brigada Militar
Do Estado Do Rio Grande Do Sul - LEI Nº 10.987, DE 11 DE AGOSTO DE 1997.
Plano Simplificado de Prevenção e proteção Contra Incêndios - PORTARIA Nº 138
/BM/EMBM/02, de 21/11/02
Roteiro da legislação de prevenção e proteção contra incêndio do RS
NR 23 - Proteção contra Incêndio

Subcomitê de Proteção passiva contra incêndio, terminologia, simbologia


e classificação

CE-24:201.01 – Vedações corta-fogo


CE-24:201.03 – Potencial de risco em edificações
CE-24:204.01 – Sistema de iluminação de emergência
CE-24:204.02 – Sinalização preventiva de incêndio
CE-24:204.03 – Proteção contra incêndio através de sistemas de
pressurização de rotas de fuga e ambientes contíguos
CE-24:301.06 – Proteção contra incêndio de estruturas de aço
CE-24:401-01 – Terminologia de segurança contra incêndio
CE-24:401-02 – Simbologia de segurança contra incêndio
NR 23 - Proteção contra Incêndio

Subcomitê de Proteção contra incêndio em edifícios e


instalações com riscos especiais

CE-24:301.01 – Proteção contra incêndio em instalações aeroportuárias


CE-24:301.03 – Proteção contra incêndio em hospitais
CE-24:301.05 – Proteção contra incêndio em depósitos
CE-24:301.07 – Proteção contra incêndio em instalações de processamento de dados
CE-24:301.08 – Proteção contra incêndio da indústria química
CE-24:301.09 – Proteção e combate a incêndio na armazenagem e operação de
combustíveis líquidos em base de distribuição de postos de serviço
CE-24:301.13 – Proteção contra incêndio em Túneis
CE-24:301.14 - Salas-cofre, Cofre, Armários e Recipientes de Proteção Contra
Incêndio
NR 23 - Proteção contra Incêndio

Subcomitê de segurança contra incêndio em áreas florestais


Subcomitê de Proteção Ativa contra Incêndio
CE-24:202.01 – Centrais de controle
CE-24:202.02 – Detectores
CE-24.202.03 – Sistemas de detecção e alarme de incêndio
CE-24.301.02 – Torres de resfriamento de água
CE-24:301.04 – Proteção contra incêndio em instalações de geração e transmissão de
energia elétrica
CE-24:301.12 – Líquido Gerador de Espuma (LGE) p/Extinção de Incêndio
CE-24:302.01 – Agentes extintores
CE-24:302.02 – Proteção contra incêndio por chuveiros automáticos
CE-24:302.03 – Extintores de Incêndio
CE-24:302.04 – Hidrantes, mangotinhos e acessórios
CE-24:302.05 – Mangueiras de combate a incêndio e acessórios
CE-24:302.06 – Sistemas fixos de combate
NR 23 - Proteção contra Incêndio

Subcomitê de Emergência de Incêndios

CE-24.201.02 – Fogos de artifícios e estampidos


CE-24:203.01 – Ação humana
CE-24:203.02 – Brigada de incêndio
CE-24:203.03 – Aparelhos para serviços de bombeiros
CE-24:203.04 – Controle estatístico das atividades de bombeiros
CE-24:302.07 – Viaturas de combate a incêndio e acessórios
NR 23 - Proteção contra Incêndio
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Instalações sanitárias (Banheiros)


 Vestiários
 Refeitórios
 Cozinhas
 Alojamentos
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Instalações sanitárias
 As instalações sanitárias deverão ser separadas por sexo;

 As áreas destinadas aos sanitários deverão atender às


dimensões mínimas essenciais sendo essas dimensões de
1,00m2 por cabine sanitária, para cada 20 operários em
atividade;

 Deverão sempre ser mantidas em estado de asseio e higiene;


NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Instalações sanitárias
 O mictório deverá ser de porcelana, ou outro material equivalente,
SEMPRE PROVIDO DE DESCARGA PROVOCADA OU
AUTOMÁTICA;

 Os mictórios de uso individual devem obedecer uma distância de


0,62 cm entre eles;

 Os lavatórios deverão, em locais insalubres obedecer uma escala


de 1 torneira para cada 10 funcionários, e em locais normais a
escala é de 1 torneira para cada 20 funcionários.
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Instalações sanitárias
 O lavatório deverá ser provido de material para a limpeza e
secagem das mãos, PROIBINDO-SE O USO DE TOALHAS
COLETIVAS;

 As cabines sanitárias deverão ser individuais, com ventilação;

 Os banheiros dotados de chuveiros, deverão:

 Dispor de água quente e fria;


 Obedecer a escala de 1 chuveiro para cada 10 funcionários.
Identificações Masculinas
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Identificações Femininas
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Vestiários

Em todos os estabelecimentos industriais e naqueles em que a


atividade exija troca de roupas ou seja imposto o uso de uniforme,
deverá haver local apropriado para vestiário dotado de armários
individuais, OBSERVADA A SEPARAÇÃO DE SEXO;

 Deverão ser colocadas telhas translúcidas para melhorar a iluminação


natural;
 Dispor de cabines individuais;
 Dispor de armários.
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Refeitórios
O refeitório é exigido em empresas que tenham acima de
300 trabalhadores.

 O refeitório deverá ser instalado em local apropriado, não se comunicando


diretamente com as instalações sanitárias e locais insalubres ou perigosos
 Bem iluminado;
 Ventilação e iluminação de acordo com as normas fixadas na legislação
federal, estadual ou municipal;
 Água potável, em condições higiênicas, fornecida por meio de copos
individuais, ou bebedouros de jato inclinado;
 Mesas e assentos em número compatível ao de funcionários;
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Cozinhas

 Deverão ficar adjacentes aos refeitórios e com ligação para os mesmos,


através de aberturas por onde serão servidas as refeições;
 Deverão ter pé-direito de 3,00m no mínimo;
 As portas deverão ser metálicas ou de madeira, medindo no mínimo 1,00m
x 2,10m;
 Todo utensílio utilizado, deve ser de material de fácil higienização;
 É indispensável que os funcionários da cozinha encarregados de manipular
gêneros, refeições e utensílios disponham de sanitário e vestiário próprios,
e que não se comunique com a cozinha.
NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

Alojamentos

 A capacidade máxima de cada dormitório é de 100 operários;

 Não é permitida a locação de mais de duas camas na mesma


vertical;

 As janelas dos alojamentos deverão obedecer a metragem de


0,60m x 0,60m no mínimo;

 Nos alojamentos deverão ser instalados bebedouros;


NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos Locais de Trabalho

• Bebedouros : 1/50 Trabalhadores

• Água Potável e Fresca : 250 ml / Hora / Trabalhador(a)


NR 24 - Condições Sanitárias e de Confortos nos
Locais de Trabalho
NR.25 - Resíduos Industriais
NR.25 - Resíduos Industriais

Estabelece as medidas preventivas a serem observadas, pelas


empresas, no destino final a ser dado aos resíduos industriais
resultantes dos ambientes de trabalho de modo a proteger a saúde e a
integridade física dos trabalhadores. A fundamentação legal, ordinária
e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, é o
artigo 200 inciso VII da CLT.
NR.25 - Resíduos Industriais
NR.25 - Resíduos Industriais

NBR 14040 - Gestão Ambiental Ciclo De Vida


NR26 - Sinalização de Segurança:
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Funções das cores na segurança

Prevenção de Acidentes;
Identificar os equipamentos de segurança;
Delimitando áreas;
Identificação de Tubulações de líquidos e gases
advertindo contra riscos;
Identificar e advertir acerca dos riscos existentes.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Observações Importantes

A utilização das cores não dispensa o emprego de


outras formas de prevenção de acidentes.
O uso de cores deverá ser o mais reduzido possível, a
fim de não ocasionar distração, confusão e fadiga ao
trabalhador.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Vermelho; Lilás;
Amarelo; Cinza;
Branco; Alumínio;
Preto; Marrom.
Azul;
Verde;
Cores Adotadas para Sinalização
Laranja;
Púrpura;
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Vermelho
Equipamentos de proteção e combate a incêndios;
NÃO deverá ser utilizada na empresa para:
Assinalar perigo, por ser de pouca visibilidade
comparada com o:
AMARELO (alta visibilidade) ;
ALARANJADO (alerta).
NR.26 - Sinalização de Segurança:

É empregado para identificar:


Caixa de alarme de incêndio; Baldes de areia ou água;
Hidrantes; Tubulações, válvulas e hastes do
Bombas de incêndio; sistema de aspersão de água;
Sirene de alarme; Transporte com equipamentos de
combate a incêndios;
Caixas com cobertores
Rede dos “Sprinklers”;
Extintores, localizações e
indicações; Mangueira de acetileno.
Localização de man-gueiras;
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Vermelho em casos excepcionais:

Nas luzes a serem colocadas em barricadas, tapumes


de construção e quaisquer outras obstruções
temporárias.
Em botões interruptores de circuitos elétricos para
paradas de emergência.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Amarelo
Canalizações para indicar gases não liquefeitos.
Deve ser indicado para:
“CUIDADO!” Assinalando:
Partes baixas de escadas móveis.
Corrimões, parapeitos, pisos e partes inferiores
de escadas que apresentem riscos.
Espelhos de degraus de escadas.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Amarelo
Bordos desguarnecidos de Vigas colocadas à baixa altura.
aberturas no solo e de pla-
taformas que não possam ter Cabines, caçambas e gatos-de-
corrimões. pontes-rolantes, guindastes,
Bordas horizontais de por-tas de escavadeiras...
elevadores que se fecham Empilhadeiras, Tratores,
verticalmente.
Vagonetes, reboques, Tc...
Faixas no piso de entrada de
elevadores e plataformas de Fundos de letreiros e avisos de
carregamento. advertência.
Meios fios. Bandeiras como sinal de
Corredores sem saída. advertência (combinado ao preto).
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Amarelo
Pilastras, vigas, postes, colunas e partes salientes da
estrutura e equipamentos em que se possa esbarrar.
Cavaletes, porteiras e lanças de cancela.
Comandos e equipamentos suspensos que ofereçam
riscos.
Pára-choques para veículos de transporte pesados,
com listras pretas.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Branco
Passarelas e corredores de circulação por meio de faixas (localização
e largura).
Direção e circulação por meio de sinais.
Localização e coletores de resíduos.
Localização de bebedouros.
Áreas em torno dos equipamentos de socorro de urgência, de
combate a incêndio ou outros equipamentos de emergência.
Área destinadas à armazenagem.
Zonas de segurança.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Preto
Empregado para indicar as canalizações de
inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade
(ex....: óleo lubrificante, asfalto, óleo combustível,
alcatrão, piche, Tc...
Poderá ser utilizado em substituição ao branco, ou
combinado a este quando condições especiais o
exigirem.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Azul
Utilizado em “Cuidado!”, ficando o seu emprego
limitado a avisos contra o uso e movimentação de
equipamentos, que deverão permanecer fora de
serviço.
Empregados em barreiras e bandeirolas de advertência
a serem localizadas nos pontos de comandos de
partida, ou fontes de energia dos equipamentos.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Atenção
Equipamento fora de
Serviço.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Azul
Canalizações de ar comprimido.
Prevenção contra movimento acidental de qualquer
equipamento em manutenção.
Avisos colocados no ponto de arranque ou fontes de
potência.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

SEGURANÇA Verde
Canalização de água.
Caixas de equipamentos de Porta de entrada de salas de
socorro de urgência. curativo de urgência.
Caixas contendo máscaras contra Localização de EPI, caixa
gases. contendo EPI.
Chuveiros de segurança. Emblemas de segurança.
Macas. Dispositivos de segurança.
Fontes lava-olhos Mangueiras de oxigênio (solda
oxiacetilênica).
Quadros de Segurança.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Laranja
Tubulações contendo ácidos. Faces externas de polias e
Partes móveis de máqui-nas e engrenagens.
equipamentos. Botões de arranque de
Partes internas das guar-das das segurança.
máquinas que pos-sam ser Dispositivos de cortes, bordas de
removidas ou abertas. serras, prensas.
Faces internas de caixas
protetoras de dispositivos
elétricos.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Púrpura
Perigos das radiações eletromagnéticas penetrantes provenientes
de partículas nucleares.
Portas ou aberturas de acesso a áreas com radiatividade.
Locais onde tenham sido enterrados materiais radiativos.
Recipientes de materiais radiativos ou de refugos de materiais e
equipamentos contaminados.
Sinais luminosos para indicar equipamentos produtores de
radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas nucleares.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Lilás

O lilás deverá ser usado para indicar canalizações que


contenham álcalis (bases), p. ex...: NaOH. As
refinarias de petróleo poderão utilizar o lilás para a
identificação de lubrificantes.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Cinza
Claro Escuro
Usado para identificar Usado para identificar
canalizações em eletrodutos.
vácuo.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Alumínio

Será utilizado em canalizações contendo gases


liqüefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa
viscosidade (ex....: óleo diesel, gasolina, querosene,
óleo lubrificante, Tc..).
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Marrom

Pode ser adotado a critério da empresa, para


identificar qualquer fluído não identificável pelas
demais cores.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Tubulações
Devem receber a aplicações de cores em toda a sua
extensão e também nos acessórios a fim de
identificar o produto e evitar acidentes.
Necessidade de identificação mais detalhada
(concentração, temperatura, pressões, pureza, etc..)
identificar-se-á por faixas em cores contrastantes.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Tubulações

Se necessário pode-se identificar o sentido do fluxo,


com setas em cores contrastantes.
OBRIGATORIAMENTE, a canalização de água
potável deverá ser diferenciada das demais.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Substâncias Perigosas

Todo o material que seja, isoladamente ou não,


corrosivo, tóxico, radiativo, oxidante, e que durante
o seu manejo, armazenamento, processamento,
embalagem, transporte, possa conduzir efeitos
prejudiciais sobre trabalhadores, equipamentos e
ambientes de trabalho.
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Sinalização para armazenamento de


substâncias perigosas
Identificação dos recipientes.
Rotulagem
NOME TÉCNICO DO PRODUTO;
PALAVRA DE ADVERTÊNCIA, designando o grau de risco;
INDICAÇÕES DE RISCO;
MEDIDAS PREVENTIVAS, abrangendo aquelas a serem
tomadas;
NR.26 - Sinalização de Segurança:

Rotulagem continuação.

PRIMEIROS SOCORROS;
INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS, em casos de
acidentes;
INSTRUÇÕES ESPECIAIS EM CASO DE FOGO,
DERRAME OU VAZAMENTO, quando for o
caso.
NR.26 - Sinalização de Segurança
NR.27 - Registro Profissional do Técnico de Segurança do
Trabalho no Ministério do Trabalho - Revogada
NR.28 - Fiscalização e Penalidades
NR.28 - Fiscalização e Penalidades

Estabelece os procedimentos a serem adotados pela


fiscalização trabalhista de Segurança e Medicina do
Trabalho, tanto no que diz respeito à concessão de prazos
às empresas para no que diz respeito à concessão de
prazos às empresas para a correção das irregularidades
técnicas, como também, no que concerne ao
procedimento de autuação por infração às Normas
Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho.
NR.28 - Fiscalização e Penalidades

A fundamentação legal, ordinária e específica, tem a sua


existência jurídica assegurada, a nível de legislação
ordinária, através do artigo 201 da CLT, com alterações
que lhe foram dadas pelo artigo 2° da Lei n° 7.855 de 24
de outubro de 1989, que institui o Bônus do Tesouro
Nacional - BTN, como valor monetário a ser utilizado na
cobrança de multas, e posteriormente, pelo artigo 1° da
Lei n° 8.383 de 30 de dezembro de 1991, especificamente
no tocante à instituição da Unidade Fiscal de Referência –
UFIR.
NR.28 - Fiscalização e Penalidades

Embargo ou Interdição
NR.29 - Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no
Trabalho Portuário
NR.29 - Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no
Trabalho Portuário

O objetivo é regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças


profissionais, facilitar os primeiros socorros a acidentados e alcançar
as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos
trabalhadores portuários. As disposições contidas nesta NR aplicam-se
aos trabalhadores portuários em operações tanto a bordo como em
terra, assim como aos demais trabalhadores que exerçam atividades
nos portos organizados e instalações portuárias de uso privativo e
retroportuárias, situadas dentro ou fora da área do porto organizado.
NR.29 - Norma Regulamentadora de Segurança e
Saúde no Trabalho Portuário
NR.30 - Norma Regulamentadora de Segurança e
Saúde no Trabalho Aquaviário
NR.30 - Norma Regulamentadora de Segurança e
Saúde no Trabalho Aquaviário

Aplica-se aos trabalhadores de toda embarcação comercial utilizada no


transporte de mercadorias ou de passageiros, na navegação marítima
de longo curso, na cabotagem, na navegação interior, no serviço de
reboque em alto-mar, bem como em plataformas marítimas e fluviais,
quando em deslocamento, e embarcações de apoio marítimo e
portuário. A observância desta Norma Regulamentadora não desobriga
as empresas do cumprimento de outras disposições legais com relação
à matéria e outras oriundas de convenções, acordos e contratos
coletivos de trabalho.
NR.30 - Norma Regulamentadora de Segurança
e Saúde no Trabalho Aquaviário
NR.31 - Segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária
silvicultura, Exploração florestal e aquicultura
NR.31 - Segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária
silvicultura, Exploração florestal e aquicultura

Tem por objetivo estabelecer os preceitos a serem observados na


organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o
planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura,
pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a
segurança e saúde e meio ambiente do trabalho. Esta Norma
Regulamentadora se aplica a quaisquer atividades da agricultura,
pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura, verificadas as
formas de relações de trabalho e emprego e o local das atividades.
NR.31 - Segurança e saúde no trabalho na
agricultura, pecuária silvicultura, Exploração
florestal e aquicultura
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde

Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a


implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos
trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem
atividades de promoção e assistência à saúde em geral. Para fins de
aplicação desta NR entende-se por serviços de saúde qualquer
edificação destinada à prestação de assistência à saúde da população, e
todas as ações de promoção, recuperação, assistência, pesquisa e
ensino em saúde em qualquer nível de complexidade.
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde

A norma regulamentadora 32, aponta as


responsabilidades do empregador e os direitos do
trabalhador com relação à segurança e saúde.

Apresenta também as medidas de proteção que o


estabelecimento de saúde e seus trabalhadores devem
adotar para exercerem suas atividades de maneira segura.
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde

 Estabelece as diretrizes básicas para a


implementação de medidas de proteção à segurança
e à saúde dos trabalhadores em Serviços de Saúde.

 Abrange todos os trabalhadores de saúde, inclusive


os que estão no ensino e pesquisa.
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
Abrange Situações de exposições à riscos para a
saúde do profissional:

¤ Riscos Biológicos
¤ Riscos Químicos
¤ Radiação Ionizante

Abrange ainda a questão da obrigatoriedade da


vacinação do profissional (tétano e hepatite B).
RISCOS BIOLÓGICOS
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
EM RELAÇÃO AOS RISCOS BIOLÓGICOS...
 Profissionais de Enfermagem: são os trabalhadores
mais expostos aos acidentes com pérfuro-cortantes.

 Gravidade: é a porta de entrada de doenças


infecciosas graves e letais como a hepatite B e C e o
HIV.
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde

A norma determina que:

32.2.4.5 O empregador deve vedar:


 a utilização de pias de trabalho para fins diversos dos previstos
 o ato de fumar, o uso de adornos e o manuseio de lentes de contato
nos postos de trabalho
 o consumo de alimentos em locais não destinados para este fim
 o uso de calçados abertos.
32.2.4.6.2 Os trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com
os equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas
em suas atividades
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
32.2.4.7 Os equipamentos de proteção individual
(EPI), descartáveis ou não, deverão estar à disposição em número
suficiente nos postos de trabalho

32.2.4.14 Os trabalhadores que utilizarem objetos pérfuro cortantes


devem ser responsáveis pelo seu descarte

32.2.4.15 São vedados o reencape e a desconexão de agulhas

32.2.4.17.4 A vacinação deve obedecer às recomendações do Ministério


da Saúde
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde

RISCOS QUÍMICOS
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho
em serviços de saúde

EM RELAÇÃO AOS RISCOS QUÍMICOS...

Compreende: exposição aos agentes químicos presentes


no local de trabalho nas diversas formas de
apresentação (líquida, sólida, plasma, vapor, poeira,
névoa, neblina e gasosa).
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde

A NR - 32 aborda:

32.3.1 Deve ser mantida a rotulagem do fabricante na


embalagem original dos produtos químicos utilizados

32.3.2 Todo recipiente contendo produto químico


manipulado ou fracionado deve ser identificado, de
forma legível, por etiqueta com nome do produto,
composição química, concentração, data do envase e de
validade, e nome do responsável pela manipulação ou
fracionamento.
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
Modelo de identificação:

ÁLCOOL 70%
envase:01/10/07
validade:08/10/07
por Michel Ribeiro
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
O destaque está na proteção ao trabalhador que
manuseia quimioterápicos e antineoplásicos...
32.3.9.4.9.1 Com relação aos quimioterápicos, entende-se por
acidente:

 ambiental: saída do medicamento do envase seja por derramamento


ou por aerodispersóides sólidos ou líquidos.

 pessoal: gerado por contato ou inalação dos medicamentos em


qualquer das etapas do processo (preparo, armazenamento e
administração)
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
EM CASO DE ACIDENTES...

 Todo acidente deverá ser registrado em impresso próprio;

 Em caso de acidente pessoal:


-remover as roupas imediatamente,
-lavar com água e sabão a pele atingida,
-em caso de contato com os olhos, lavar com água ou soro fisiológico
e procurar serviço médico.

 Em caso de acidente ambiental: identificar a área e restringir com


compressas absorventes. A área deverá ser limpa com água e
sabão.
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
RADIAÇÕES IONIZANTES
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde
EM RELAÇÃO AS RADIAÇÕES IONIZANTES...

A radiação ionizante é um risco físico.

Considera-se risco físico a probabilidade de


exposição a diversas formas de energia (ruídos,
vibração, pressão anormal, iluminação, temperaturas
extremas, radiações ionizantes e não-ionizantes).
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho em
serviços de saúde

32.4.3 O trabalhador que realiza atividades em áreas onde


existam fontes de radiações ionizantes deve:

 Permanecer nestas áreas o menor tempo possível para a realização


do procedimento;
 Ter conhecimento do risco radiológico associado ao seu trabalho;
 Usar EPIs adequados para minimizar os riscos;
 Estar sob monitorização individual de dose de radiação
(dosímetro)

32.4.5.3 Toda gravidez confirmada deve ser


afastada das atividades
NR.32 - Segurança e saúde no trabalho
em serviços de saúde
NR.33 - Segurança e Saúde nos Trabalhos
em Espaços Confinados
NR.33 - Segurança e Saúde nos Trabalhos
em Espaços Confinados

Tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para


identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação,
monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir
permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que
interagem direta ou indiretamente nestes espaços.
NR.33 - Segurança e Saúde nos
Trabalhos em Espaços Confinados
NR.34 - Condições e meio ambiente de trabalho
na indústria da construção e Reparação naval
NR.34 - Condições e meio ambiente de trabalho
na indústria da construção e Reparação naval

Estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à


segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da
indústria de construção e reparação naval. Consideram-se atividades
da indústria da construção e reparação naval todas aquelas
desenvolvidas no âmbito das instalações empregadas para este fim ou
nas próprias embarcações e estruturas, tais como navios, barcos,
lanchas, plataformas fixas ou flutuantes, dentre outras.
NR.34 - Condições e meio
ambiente de trabalho na indústria
da construção e Reparação naval
NR 35 - Trabalho em Altura
NR 35 - Trabalho em Altura

Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as


medidas de proteção para o trabalho em altura,
envolvendo o planejamento, a organização e a
execução, de forma a garantir a segurança e a saúde
dos trabalhadores envolvidos direta ou
indiretamente com esta atividade.
NR 35 - Trabalho em Altura

TRABALHO EM ALTURA – PRINCÍPIOS GERAIS

Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00


m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda.

Complementa-se com outras Normas Técnicas oficiais estabelecidas por


Órgãos competetentes e, na ausência ou na sua omissão dessas, com as
normas internacionais aplicáveis.
NR 35 - Trabalho em Altura

Preconiza a gestão para trabalhos em altura, tendo como base os seguintes


princípios:

- Planejamento e organização dos trabalhos em altura;


- Estabelecimento de medidas suficientes para prevenir a queda ou seus
efeitos;
- Planejamento, organização e execução por trabalhador capacitado e
autorizado.
NR 35 - Trabalho em Altura

O treinamento deverá também ser realizado quando quaisquer das seguintes


situações abaixo previstas na NR 35 item 35.3.3 ocorrer:

- Mudança nos procedimentos , condições ou operações de trabalho;


- Evento que indique a necessidade de novo treinamento;
- Retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
- Mudança de empresa;
NR 35 - Trabalho em Altura

Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele


capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto
para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa.
Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que
exercem atividades em altura e garantir o que determina o item 35.4.1.2 e
suas alíneas;
Os exames e a sistemática de avaliação do estado de saúde dos
trabalhadores são partes integrantes do PCMSO da empresa, devendo estar
nele consignados.
NR 35 - Trabalho em Altura

As Medidas para Prevenir a Queda tem por base a seguinte hierarquia:

I. Evitar o trabalho em altura sempre que existir meio alternativo de


execução;
II. Medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na
impossibilidade de execução do trabalho de outra forma;
III. Medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de
queda não puder ser eliminado.
NR 35 - Trabalho em Altura

- Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.

- Para as Atividades Rotineiras a Análise de Risco pode estar contemplada


no respectivo procedimento operacional.

- As atividades não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante


Permissão de Trabalho
- As medidas de controle para as atividades não rotineiras devem ser
evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho.
NR 35 - Trabalho em Altura

TRABALHO EM ALTURA – EPI, ACESSÓRIOS


E SISTEMAS DE ANCORAGEM
Seleção considerando a sua eficiência, conforto, carga aplicada aos
mesmos e o respectivo fator de segurança, em caso de eventual queda.
Sistemática de Inspeção de, contemplando a inspeção:
- na aquisição;
- periódica;
- antes do uso.
Sistemática de seleção, avaliação e inspeção dos pontos de ancoragem.
Especificação das situações de utilização do absorvedor de energia.
NR 35 - Trabalho em Altura

TRABALHO EM ALTURA – EMERGÊNCIA E SALVAMENTO

Disponibilizar equipes próprias, externas ou compostas pelos próprios


trabalhadores que executam o trabalho em altura para respostas em caso
de emergências
Assegurar que a equipe possua os recursos necessários para as respostas a
emergências
Previsão das ações de respostas no Plano de Emergências da empresa
Capacitação da equipe responsável pela execução das medidas de resgate e
primeiros socorros, que deve possuir aptidão física e mental compatível
com as atividades a desempenhar.
NR 35 - Trabalho em Altura
NR 36 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM
EMPRESAS DE ABATE E PROCESSAMENTO DE CARNES
E DERIVADOS
NR 36 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM
EMPRESAS DE ABATE E PROCESSAMENTO DE CARNES
E DERIVADOS

O objetivo desta Norma é estabelecer os requisitos mínimos


para a avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes
nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e
processamento de carnes e derivados destinados ao consumo
humano, de forma a garantir permanentemente a segurança, a
saúde e a qualidade de vida no trabalho, sem prejuízo da
observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras
- NR do Ministério do Trabalho e Emprego.
NR 36 - SEGURANÇA E SAÚDE NO
TRABALHO EM EMPRESAS DE ABATE E
PROCESSAMENTO DE CARNES E DERIVADOS
A SIMPLICIDADE DO MAPA DE RISCOS

Mapeamento de
Riscos Ambientais

252
Histórico

 O MAPEAMENTO DE RISCO no Brasil, surgiu


através da portaria nº 05 de 20/08/92, modificada pelas
portarias nº 25 de 29/12/94 e portaria 08 de 23/02/99,
tornando obrigatória a elaboração de MAPAS DE
RISCO pelas CIPA.

NR 05 – Item 5.16 Atribuições: a) Identificar os riscos do processo de


trabalho e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior
número de trabalhadores…

253
Definições
Mapa de riscos:

Representação gráfica
do mapeamento de
riscos ambientais

254
Definições
Mapeamento de Riscos ambientais:

 O MAPEAMENTO DE RISCO é um
levantamento dos locais de trabalho apontando os
riscos que são sentidos e observados pelos próprios
trabalhadores de acordo com a sua sensibilidade.

255
Dificuldade ?
A maior dificuldade das empresas no mapeamento
dos riscos ambientais, está na falta de capacidade,
informação e subsídios técnicos para identificar,
avaliar e controlar os riscos existentes dentro de seus
processo produtivos.
Os MAPAS DE RISCO devem ser refeitos a cada
gestão da CIPA.

256
Benefícios Para os trabalhadores
Propicia o conhecimento dos riscos que
podem estar sujeitos os colaboradores;
Fornece dados importantes relativos a sua
saúde;
Conscientiza quanto à adoção de
procedimentos conformes e ao uso dos
EPI´s.
257
Benefícios Para a empresa:

Facilita a administração da
prevenção de acidentes e de
doenças do trabalho;

258
Informações ?

 Os MAPAS DE RISCO contém, ainda


informações como o número de
trabalhadores expostos ao risco e
especificação do agente.
 (Ex.Local laboratório: químico - ácido clorídrico - 5
trabalhadores).

259
Representação gráfica do MAPA DE
RISCOS
O mapa de riscos é representado
graficamente, através de círculos de
cores (conforme tabela anexa) e
tamanhos proporcionalmente diferentes
(riscos pequeno médio e grande), sobre
o Lay-Out da empresa e deve ficar
afixado em local visível a todos os
trabalhadores.

260
CORES USADAS NO MAPA DE RISCOS

Nome e logotipo da empresa


MAPA DE RISCOS – COSAT Gestão XXXX
Nome do Setor

LEGENDA:
CORES TAMANHO DOS CIRCULOS
INDICA RISCO PEQUENO
INDICA RISCOS FÍSICOS

INDICA RISCOS QUÍMICOS

INDICA RISCO MÉDIO


INDICA RISCOS BIOLÓGICOS

INDICA RISCOS ERGONÔMICOS


INDICA RISCO GRANDE
INDICA RISCOS DE ACIDENTES

Os números dentro dos círculos indicam quantos funcionários estão expostos ao risco.

261
LOCAL 1
Mapa N º - 01 Mapa de Riscos Ambientais
Elaboração – cosat data

RISCO CORES
CORRESPONDENT ES
FÍSICO VERDE Prensa
QUÍMICO VERMELHO
Recebimento
BIOLÓ GICO MARROM
ERGONÔMI CO AMARELO 1
ACI DENT ES AZUL
5
Arquivo
Morto
3 Limpeza
5
Devolução

Manutenção

Etiquetagem 01

Subestação
Riscos

Posto de Peq
Secretária Gerência Supervisão Etiquetagem

Médio
Local Nº .Trab Risco Agente
Guarda Volumes 5 Ergonômico Monotonia e repetitividade; Manuseio manual de materiais.
Manutenção 1 Físico Ruído proveniente do manuseio de equipamentos como: furadeira, esmerilhadeira,
Acidentes martelo, serras etc..
Riscos inerentes à atividade aplicada. (serviços de manutenção e equipamentos.
Armazenagem / 3 Ergonômico Manuseio manual de materiais. Grande
Recebimento / Etiquetagem
Supervisão 3 Ergonômico Stress - Atenção constante, controle de documentação.
Dep. De Mat. De Limpeza 5 Químico Risco de contato com produtos químicos nos serviços de desinfeção (terceiros).
Prensa 1 Acidentes Riscos inerentes à atividade aplicada.
Apoio Administrativo 1 Ergonômico Atenção constante (controle de documentação); mobiliário de informática inadequado.
LOCAL 2
Mapa de Riscos Ambientais
Mapa N º - 02 Elaboração – cosat data

Salão de Vendas

Facilita
03

Salão de Vendas 20 Salão de Vendas

Área dos
Caixas
12
Salão de Vendas

Riscos
RISCO CORES
CORRESPONDENT ES Peq
FÍSICO VERDE
QUÍMICO VERMELHO
BIOLÓ GICO MARROM
ERGONÔMI CO AMARELO
ACI DENT ES AZUL Médio

Local Nº .Trab Risco Agente


Área dos Caixas (PDV) 12 Ergonômico Exigência de posturas inadequadas / Stress.
Salão de Vendas 20 Ergonômico Manuseio manual de materiais.
Grande
Facilita 03 Ergonômico Stress – Atenção constante, controle de documentação e
consecução de metas / Mobiliário inadequado.