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Ciências da Natureza e suas

Tecnologias – Física
O CONGELAMENTO DOS LAGOS
O CONGELAMENTO DOS LAGOS

A água, quanto à dilatação, tem um comportamento um pouco diferente do que


consideramos normal. Quem já não viu, ou ouviu falar, que uma garrafa de água
fechada, completamente cheia, se for colocada na geladeira , pode estourar se água
congelar.
Quando resfriamos a água até 4º C, seu volume diminui normalmente, como acontece
com os outros líquidos. Mas, continuando o resfriamento, de 4º C a 0º C, seu volume
aumenta em vez de diminuir.
O comportamento estranho que se nota pode ser explicado pela modificação que a
água sofre em sua estrutura molecular, a partir de 4º C. Somente no estado de vapor
são encontradas moléculas de água isoladas; no estado líquido elas estão unidas de
duas em duas, mas quando a temperatura desce abaixo de 4º C, elas se unem de três
em três, forma com que constituem o gelo.
Em todo líquido, dentro do vaso que o contém, a parte mais quente, sendo menos
densa, fica por cima. Com a água isso se verifica somente a temperaturas acima de 4º
C. Para temperaturas abaixo, a densidade volta a diminuir (pois o volume aumenta) e a
parte mais fria sobe. Assim, a água da superfície (que se congela a 0º C) se congela
antes do fundo.
Em um lago, nas regiões frias, ocorre o seguinte:
Inicialmente, a camada superior da água se encontra a uma temperatura maior que 4º
C. Em contato com o ar frio, ela começa a resfriar-se e, com isso, seu volume diminui.
Como sua densidade aumenta, essa camada desce para o fundo. Ela é então
substituída, na superfície do lago, por outras camadas que antes se encontravam mais
abaixo. Estabelecem-se dentro do lago correntes ascendentes e descendentes, e esse
deslocamento prossegue até que toda a massa de água atinja 4º C.
A seguir, ainda devido ao contato com o ar frio, a temperatura da nova camada
superior continua a diminuir. Entretanto, diferentemente do que ocorreu até esse
ponto, seu volume agora aumenta. A camada superficial se torna, assim, mais leve que
a água que está abaixo, pois sua densidade diminui. Não podendo descer, ela flutua
sobre a massa de água e continua a se resfriar até que, ao atingir 0º C, transforma-se
em gelo. Esse comportamento da água preserva a vida dos peixes durante os meses de
inverno rigoroso.
O aspirador de Dyson

Um nova máquina sem bolsa transformou os aspiradores de pó domésticos no início


da década de 1990. O inventor britânico James Dyson produziu um sistema extrator
que faz o ar circular para extrair-lhe o pó.
O sistema de extração de pó duplo de Dyson faz o ar girar a grande velocidade dentro
de extratores de pó, forçando deste modo as partículas para fora, para que fiquem
retidas no recipiente coletor. O extrator externo separa as partículas grandes de pó,
enquanto o interno, que gira três vezes mais rápido e que reduz de tamanho à medida
que se aproxima de sua parte inferior, separa as partículas menores.

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