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Gestão da Qualidade

Desconstruindo o mito (I)

Qualidade: conceito amplamente


utilizado em vários contextos, mas
sem um significado específico geral

Uso comum e domínio público

Erros de definição do que é qualidade

2
Desconstruindo o mito (II)
Conceitos errados:
 Estado ideal e
inatingível Perfeição
 Algo abstrato
 Imutável
 Aspecto subjetivo das pessoas
 Capacidade do bem ou serviço ser
executado de acordo com o projeto
inicial
3
Desconstruindo o mito (III)

Conceitos errados:

Requisito mínimo de funcionamento


Classes, estilos ou categorias de produtos
ou serviços

É uma área dentro da organização

4
Visão Empresarial
 Processos
 Clientes
 Marketing
 Vendas
 Suporte Técnico

5
Visão do Usuário

Produto que atenda as suas


necessidades
Produto fácil de usar
Produto que funcione no seu ambiente
organizacional
Saber o que está comprando
Suporte Técnico confiável

6
Qualidade
“Qualidade é a condição necessária de aptidão
para o fim a que se destina” (EOQC –
Organização Européia de Controle de
Qualidade, 1972)
“Qualidade é adequação ao uso” (Juran e
Gryna, 1991)
“Qualidade é o grau de ajuste de um produto à
demanda que pretende satisfazer” (Jenkins,
1971)

7
Qualidade Total
Qualidade Total nada mais é do
que produtos ou serviços
exatamente como o cliente quer
 Expectativas do cliente
 Especificações técnicas

Conforme prometido e demonstrado

Encantar os clientes
8
Conceitos (I)

Cliente: Pessoa que recebe os


produtos resultante de um
processo no intuito de satisfazer
suas necessidades e cuja aceitação
depende da sobrevivência de quem
os fornece

9
Conceitos (II)

Qualidade: Condição de perfeição


ou, se preferir, do extrato
atendimento das expecativas do
cliente.
Poder ser atribuída qualquer coisa
ou ação integrante ou resultante
de um processo

10
Conceitos (III)

Processo: Conjunto de elementos


(exemplo: coisas, atividades) que,
se organizados no tempo ou no
espaço conduzem a realização de
um produto ou serviço

11
Conceitos (IV)

Fornecedor: Entidade que alimenta


um processo de agregação de
valor, portanto, deve integrar-se
obrigatoriamente ao esforço de
aperfeiçoamento

12
Conceitos (V)

Concorrente: Entidade que disputa


clientes de maneira competitiva

Erro: Qualquer desvio com relação


ao nível de atendimento
(necessidades) praticado entre o
fornecedor e o cliente considerado
absolutamente inadmissível.
Sempre tem significado econômico
13
Conceitos (VI)
 Custos:
 Custo da qualidade: é o que se gasta

tentando prevenir erros


 Custo da não Qualidade: é o que se

perde errando
 Meta: Atender as atuais necessidades
do cliente e as desafiadoras, aproximar
o atendimento atual do ideal

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Conceitos (VII)
 Padrão de Desempenho: O padrão de
aperfeiçoamento é permanente e,
portanto evolutivo
 Reconhecimento: Ato ou conjunto
de atos sociais ou econômicos pelos
quais a direção da empresa mostra
aos trabalhadores, seus “parceiros”,
satisfação com o esforço realizado ou
com as metas atingidas ao longo do
tempo.

15
Conceitos (VIII)
 Problema: Oportunidade para
aperfeiçoar um processo de
agregação de valor
 Controle: Baseados em fatos
apontados preferencialmente por
registros estatísticos de medições
críticas. É praticado pelo próprio
operador

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Evolução da Qualidade

Era da Inspeção Era do Controle Era da Qualidade


Estatístico Total

Verificação por Controle do


Verificação um a
amostragem Processo
um
Departamento Qualidade como
Encontra e separa
especializado cultura
defeitos, mas não
Localização de Prevenção de
produz qualidade
defeitos defeitos

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Abordagens
 Transcedental: Qualidade é excelência
absoluta e universal
 Foco no Produto: Variável precisa e
mensurável
 Foco no Usuário: Visão pessoal e subjetiva.
Satisfação do cliente
 Foco na Produção: Processos. Especificações.
Redução de custos
 Foco no Valor: Visão mais moderna.
Qualidade em termos de Custo x Benefício
Garvin, 1992
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Qualidade Estratégica
 Lucratividade vinculada à visão do cliente
 Arma de concorrência (Vantagem
Competitiva)
 Quatro pontos
 Cliente tem a última palavra (atendimento e
expectativas)
 Satisfação relacionada à oferta da concorrência
 Qualidade na vida útil do produto, não apenas na
compra
 Conjunto de atributos: máximo de satisfação

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Competitividade
 A competitividade é o grau de
competência de uma organização
em relação aos seus concorrentes

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Importância da Qualidade

Um cliente satisfeito é uma excelente


fonte de propaganda para a empresa,
ao contrário, um cliente insatisfeito dará
suas recomendações, colocando em
risco a empresa e o trabalho

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Custos da Qualidade (I)

FONTE: FROTA, Álvaro. O Barato Sai Caro! Como reduzir custos através da qualidade. São Paulo,
Qualitymark, 1999.

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Custos da Qualidade (II)
 Custos da Qualidade
 Controle
 Prevenção
 Avaliação
 Falhas dos Controles
 Falhas Internas
 Falhas Externas

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Custos da Qualidade (III)
 Custos da Não-Qualidade
 Desperdícios
 Superprodução
 Tempo de espera
 Custos de deslocamentos desnecessários
 Processos que não agregam valor
 Produtos defeituosos
 Estoque
 Retrabalhos
 Acidentes

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Qualidade e Competitividade
(I)
Atendimento de necessidades
 Aumentar satisfação
 Aumentar volume de vendas
 Responder à competição
 Aumentar participação (marketshare)
 Vantagens de preços

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Qualidade e Competitividade
(II)
 Eliminação de deficiências
 Reduzir frequência de erros
 Reduzir retrabalhos
 Reduzir falhas de campo (despesas com garantia)
 Reduzir insatisfação do cliente
 Reduzir custos de inspeção
 Reduzir prazos de desenvolvimento de novos
produtos
 Aumentar volume de produção

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Processos de Negócio

Conjunto de atividades que tem por


objetivo transformar insumos
(entradas), adicionando-lhes valor
através de procedimentos, em bens ou
serviços (saída) que serão entregues e
devem atender aos clientes.
Tadeu Cruz, “Sistemas, Métodos e Processos”, Ed. Atlas

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Processo de Negócio

Entradas Processamento Saídas

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Abordagem de Melhoria
de Processos
Contexto Projeto Melhoria
(Uma vez) Contínua
Resultado
 Valor da atividade TQM
 Valor dos custos Melhoria de
Incremental processos
 Valor dos processos

ABC

Reengenharia de
Processos
Radical

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Principais nomes
 W. Edwards Deming (1900 – 1993)
 Joseph M. Juran (1904 - )
 Kaoru Ishikawa (1916 – 1989)
 Philip Crosby ( 1926 – 2001)

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Qualidade em Serviços (I)
 Produção de Serviços
 Em muitos países, serviços de baixa
qualidade
 Consumidores conformados
 Falta de cultura de exigir
 Difícil padronização
 Produção e consumo simultâneos
 Intangível
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Qualidade em Serviços (II)
 Momentos da Verdade: contato com o
cliente
 “Impressões”
 Interação
 Qualidade: adaptável ao cliente
 Ações corretivas são difíceis de aplicar
 Ações preventivas

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Qualidade em Serviços
(III) Quadro
Comparativo
Produção Serviços
Foco no produto Foco na interação
Interação via produto Interação direta
Suporte ao produto Suporte ao cliente

Cliente no fim do processo Cliente durante o processo


Produção, depois consumo Produção e consumo
simultâneos
Feedback demorado Feedback imediato
Expectativas estáticas Expectativas dinâmicas

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Qualidade em Serviços
(IV) Quadro
Comparativo
Produção Serviços
Pouca influência do cliente Cliente participativo
Máquinas e pessoas Pessoas
Padronização Difícil padronizar

Modelo de produção Personalização de


atendimento
Bens tangíveis patenteados Serviços, sem patente

Paladini, 2000

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Ferramentas

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FMEA (I)
 Failure Mode and Effect Analysis
 Análise do Modo e Efeito da Falha
 Método sistemático para identificar e
prevenir problemas potenciais de
qualidade

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FMEA (II)

 Falha:é qualquer não-

conformidade observada
no produto
 Modo (ou Tipo) da

Falha: é a não-
conformidade que o

cliente percebe
 Causa da Falha:
7 de Maio de 2009
é a causaProf. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom. 37
FMEA (III) - Índices

 Ocorrência: Éa
probabilidade estimada de

ocorrer a "Causa da falha"
 Severidade: Levando-se
em conta o "Modo da
Falha" que ocorre, a
severidade é a avaliação
subjetiva das
7 de Maio de 2009
conseqüências
Prof. Sergio.Jrao cliente e
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FMEA (IV) - Índices

 Detecção: probabilidade
de acontecer a falha, e
esta ser detectada antes do

produto sair da empresa
 Risco: produto dos índices
de ocorrência, severidade
e detecção. Seu objetivo é
indicar prioridade as ações
7 de Maio de 2009
preventivas sugeridas
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FMEA (V) – Índices
Ocorrência
Probabilidade de Falha Valor Ocorrência
Remota: falha improvável 1 1 em 100.000

Baixa: poucas falhas 2 1 em 20.000


3 1 em 10.000

Moderada: falhas ocasionais 4 1 em 1.000


5 1 em 400
6 1 em 80

Alta: repetidas falhas


7 1 em 40
8 1 em 20
Muito Alta: falhas quase
9 1 em 8
inevitáveis
10 1 em 2
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FMEA (VI) – Índices
Severidade
Severidade da Falha Valor
Menor 1

Baixa 2 ou 3

Moderada 4, 5 ou 6

Alta 7 ou 8

Muito Alta 9 ou 10

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FMEA (VII) – Índices
Detecção
Probabilidade de Valor
Detecção
Muito Alta 1 ou 2

Alta 3 ou 4

Moderada 5 ou 6

Baixa 7 ou 8

Muito Baixa 9

Certeza Absoluta de 10
Não Detecção

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FMEA (VIII) – Tabela
Entrada S O D R
Etapa do
do Modo de Falha Efeito da Falha E Causa da Falha C Controles Atuais E P
Processo
Processo V O T N
Qual é a etapa Qual é a entrada De que modo a entrada Qual é o impacto nas saídas O que causa uma entrada (X) a Quais são os controles atuais e

Quão frequente a
Quão severo é o efeito

Quão bem pode-se


para o cliente?

causa o o modo da

detectar a causa ou o
do processo? do processo pode estar errada ? (Y's ou CTQ's) ou nos estar errada? procedimentos para prevenir a
(X's) ? requisitos internos? causa ou o modo da falha?

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FMEA (IX) – Tabela (Exemplo)
Entrada S O D R
Etapa do
do Modo de Falha Efeito da Falha E Causa da Falha C Controles Atuais E P
Processo
Processo V O T N
Qual é a etapa Qual é a entrada De que modo a entrada Qual é o impacto nas saídas O que causa uma entrada (X) a Quais são os controles atuais e

para o cliente?

Quão frequente a
causa o o modo da

Quão bem pode-se


detectar a causa ou o
Quão severo é o efeito
do processo? do processo pode estar errada ? (Y's ou CTQ's) ou nos estar errada? procedimentos para prevenir a
(X's) ? requisitos internos? causa ou o modo da falha?

Cortar limão Limão Amargo Sabor ruim Máseleção Nenhum


10 8 10 800

Estragado Sabor ruim Máseleção Inspeção visual aofazer


10 4 caipirinha 2 80

Faca Semcorte Limãodestroçado Falta de manutenção Uso pelo funcionário


6 periódica 4 4 96

Método Não retira miolo Sabor ruim Esquecimento Verificação do aspecto


10 4 pelo garçon 4 160

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FMEA (X)
 Sempre que o resultado indicar um
índice superior a 50 ou algum dos
índices individuais for superior a 7,
deve-se adotar ações preventivas
 A eficácia da ação preventiva é medida
pela diminuição do índice de resultado
para níveis inferiores a 50

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FMEA (XI)
 Uma única causa pode ser a origem de
diferentes tipos de falha
 Um único problema pode ser gerado por
diferentes causas
 A conseqüência é sempre o impacto da falha
no cliente
 Princípio de Pareto
 As relações de causa e efeito podem ser
complexas

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Teorema de Pareto (I)
 A maior parte do efeito é gerado por
uma pequena parte das causas
 80 x 20
 Curva ABC
 Utilizado para focalizar em problemas
que gerem grandes melhorias
 Concentração de esforços

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Teorema de Pareto (II)
Tipos de reclamações dos clientes

2000

1800

1600

1400

1200

1000

800

600

400

200

0
Entregas Pedido Pizza fria s abor Outros
atras adas inc orreto

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Diagrama de Ishikawa (I)

 “Causa

e

Efeito”

“Espinh

a de
Peixe”
 Identificar as
7 de Maio de 2009
possíveis Prof.
causas
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Diagrama de Ishikawa (II)
Meio Material Método
Ambiente

Problema

Medição Máquina Mão de Obra


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Ciclo PDCA

Act
Plan
(Ação/
(Planejar)
Finalizar)

Check
Do
(Verificar
(Executar)
resultados)

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Programas de Qualidade


 Pré-lançamento: criar

expectativa

Treinamento

 Conscientização dos funcionários e
da direção Manuais
 Lançamento: entrada nos

programas de qualidade

 Descrição e divulgação

dos processos Melhoria e
avaliação contínuas
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Manutenção dos
Programas de
Qualidade
 Um sistema de qualidade é como
um ser vivo
 Manutenção permanente
 Adaptação
 RESPONSABILIDADE

“Todo sistema complexo tende ao caos”


Teoria do Caos
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O Que é um Sistema de
Qualidade? (I)

 “Éa estrutura, as
responsabilidades, os
procedimentos, os
processos e os recursos da
organização necessários
para implementar a gestão
da qualidade para atingir
os objetivos estabelecidos
7 de Maio de 2009 na Política
Prof. da
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O Que é um Sistema de
Qualidade? (II)

 “Éum mecanismo o qual
coordena e controla as
atividades necessárias para
atingir a qualidade
requerida de um produto
ou serviço. Envolve todo
elemento de uma
organização que direta ou
7 de Maio de 2009 indiretamente
Prof. Sergio.Jrafeta o
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Um bom sistema...
 Utiliza um modelo
 Tem objetivos claros
 Descreve autoridades e responsabilidades
 Investe em pessoas
 Investe em tecnologia
 Tem uma gerência com credibilidade para
conduzir o processo
 Demonstra que é possível atingir excelência
 Educa e envolve o pessoal
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Sistemas de Gestão da
Qualidade (I)

 Sistemas são conjuntos de
elementos dinamicamente
inter-relacionados,
formando um processo que
envolve entradas,
processamento e saídas

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Sistemas de Gestão da
Qualidade (II)
 Política de Qualidade
 Definição do sistema adotado
 Objetivos
 Nível de comprometimento
 Manual da Qualidade

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Sistemas de Gestão da
Qualidade (III)
 Documentação
 Procedimentos administrativos, técnicos e
de controle da qualidade
 Registro
 Histórico

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Sistemas de Gestão da
Qualidade (IV)
 Auditorias
 Avaliação da implementação do sistema
 Apontamento de falhas no processo
 Autorizadas pela administração
 Métodos e objetivos específicos
 Independência

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Sistemas de Gestão da
Qualidade (V)
 Recursos Humanos
 Principal fator para alcance da qualidade
 Proporcionar boas condições de trabalho
 Motivação
 Treinamento
 Processos de ruptura
 Choques culturais

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Sistemas de Gestão da
Qualidade (VI)
 Sistemas de Informação
 Disponibilidade de informações
 Informações relevantes e em tempo hábil
 Disseminação da informação
 Retroalimentação: acompanhamento

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Sistemas de Gestão da
Qualidade (VII)
 Processo produtivo
 Controle do processo
 Controle de entradas e saídas (SCM)
 Ferramentas de controle
 Controle Estatítico do Processo (CEP)
 Diagrama de Ishikawa
 FMEA
 Outros

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Construindo um SGQ (I)
 Objetivos do negócio em primeiro lugar, e a
conformidade com as normas ou metodologias
em segundo.
 Elabore procedimentos que atendam as
necessidades do seu negócio e que permitam
você demonstrar conformidade com os requisitos
da norma ou metodologia. Tome como base a
guia que melhor atenda os objetivos do seu
negócio e da qualidade.

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Construindo um SGQ (II)
 Elabore instruções de trabalho que atenda as
necessidades do seu negócio e que tenham
conformidade com os procedimentos
 Mapeie a norma ou metodologia para o seu
QMS, mas não construa o QMS ao redor da
norma
 Faça uma referência cruzada do seu QMS com a
norma para ajudar os auditores
 Simplicidade - Faça e mantenha o seu QMS tão
simples quanto possível

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Pontos Sensíveis (I)
 Choques com a organização com um
programa que exija trabalho extra e intenso
 QMS não é uma mudança cultural na
empresa
 Envolvimento da alta administração
 Informação a todos os níveis sobre o que é e
andamento do processo
 Envolver e utilizar todas as pessoas que irão
usar os procedimentos e instruções de
trabalho na elaboração e revisão das mesmas
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Pontos Sensíveis (II)
 Disponibilidade de documentação para todas
as áreas que necessitem
 Treinamento
 Documentação dos processos antes e depois
da implantação
 Implementar o que foi definido no QMS
 Métricas de desempenho do processo

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Responsabilidades da
Administração
 Apoiar a iniciativa e demonstrar
 Definir e documentar a política da qualidade
 Assegurar o correto entendimento da política
por toda a empresa
 Definir responsabilidades e autoridades
 Designar um representante da administração
 Disponibilizar os recursos necessários
 Executar revisões da qualidade

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10 Pontos da Qualidade
 Fazer certo da primeira vez;
 Manter a organização e a limpeza;
 Prevenir as falhas;
 Em caso de dúvida, pergunte;
 Trabalhar com a atenção;
 Identificar as falhas;
 Separar o bom do ruim;
 Comunicar os fatos;
 Eliminar as perdas;
 Trabalhar em equipe
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Metodologias e Certificações

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5S
 Programa de educação e treinamento
desenvolvido por W.E.Deming nos
Estados Unidos, na década de 50, que
procura alcançar a Qualidade Total de
uma maneira simples, mas muito eficaz
 Teve sucesso no Japão, após a segunda
guerra mundial, com Kaoru Ishikawa

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Os 5 S’s
 Seiri – Senso de Arrumação
 Seiton – Senso de Ordenação
 Seiso – Senso de Limpeza
 Seiketsu – Senso de Higiene
 Shitsuke – Senso de Disciplina

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Seiri – Senso de Arrumação

É através do senso de utilização

que nós aprendemos a separar
aquilo que é necessário,
daquilo que não tem mais
utilidade para nós. Assim, é
possível aproveitar e utilizar

melhor os materiais da
empresa
 O ponto fraco da arrumação é
7 de Maio de 2009
considerarProf.utilizável “algum
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Seiton – Senso de Ordenação
 O senso de ordenação consiste em
ordenar tudo aquilo que foi selecionado,
guardando cada coisa em seu devido
lugar. Ele é importante para diminuir
acidentes de trabalho
 Regras de ordenação

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Seiso – Senso de Limpeza (I)
 Prática indispensável
 Deixa o ambiente de trabalho muito mais
agradável e contribui para conservação da
empresa
 De acordo com o dicionário da língua
japonesa, limpeza significa “fazer uma
perfeita operação de remoção de sujeira”
 Detectar as anormalidades minúsculas por
meio da limpeza com inspeção

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Seiso – Senso de Limpeza (II)

 Cinco sentidos:
 Visão: descobrem-se as fissuras, as trincas e os
vazamentos de óleo que ocorrem no equipamento
 Audição: desvendam-se ruídos estranhos
 Paladar: particularmente nas indústrias
alimentícias
 Olfato: descobre-se pelo cheiro, a fusão ou o
superaquecimento das partes que giram
 Tato: percebe-se pelas mãos ou pés as vibrações,
afrouxamentos, folgas ou temperaturas anormais

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Seiketsu – Senso de Higiene

Começa com a verificação das

salas, mesas, armários,
banheiros, etc.
 O esforço é fator fundamental

para melhoria da convivência
social da empresa
 Limpo, isento de sujeira;
 De acordo com o
Ambiente com excelentes condições sanitárias;
dicionário da língua
 Pessoa com retidão de caráter e conduta
japonesa, higiene
significa:
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Shitsuke – Senso de Disciplina

“Um movimento de educação

pessoal, visando a evolução
contínua de cada indivíduo do
ponto de vista da moral e do

caráter, colocando-se sempre
na posição do outro”
 Autodisciplina é ter
consciência de nossas
responsabilidades, sem que
ninguém nos precise lembrar
7 de Maio de 2009
disso. É fazer dos 5 S uma
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5 S pessoal
 Qualidade de vida das pessoas
 Respeito
 Trabalho em equipe
 Responsabilidade
 Organização
 Empenho
 Satisfação
 Alegria
 Incorporado à cultura

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5 S nas empresas
 Melhoria da produtividade
 Melhoria da imagem empresarial
 Elevação e auto-estima do pessoal
 Melhor integração
 Melhorar as condições de trabalho
 Mudança de cultura na empresa
 Empregados se sentirem orgulhosos
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Empresas Brasileiras
Que Utilizam O 5
S
 Belgo Mineira
 Construtora Andrade Gutierrez
 Mineração Rio do norte
 Mineração Brasileira Unidas
 Toshiba do Brasil
 Companhia Paraibuna de Metais

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Principal dificuldade
na implantação do
5S
 Por se tratar de um modelo que visa a
mudança de comportamento das
pessoas, não somente a adequação a
uma norma, seu controle está muito
mais ligado à conduta e cultura, do que
a definição de regras
 É um modelo conscientização, muito
mais do que uma normalização
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Programa SOL
 Uma espécie de simplificação do 5 S
 Por ser mais enxuto, pode ser mais
facilmente assimilado

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Programa SOL (I)
 Segurança:
 Práticas seguras
 Uso e conservação de ferramentas
 Uso e conservação de veículos e acessórios
de movimentação dos materiais

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Programa SOL (II)
 Ordem:
 Identificação dos materiais
 Arrumação e estocagem dos materiais
 Acesso aos equipamentos
 Uniformes de trabalho

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Programa SOL (III)
 Limpeza:
 Limpeza do local de trabalho
 Limpeza do piso
 Limpeza de sanitários e vestiários

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Gestão da Qualidade
Total - TQM
 “Uma abordagem de gerenciamento
para uma organização centrada na
qualidade, que se baseia na
participação de todos os seus membros,
visando ao sucesso a longo prazo por
meio da satisfação do cliente e dos
benefícios para os membros da
organização e da sociedade.” (ISO
8402)
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TQM
 “Planejamento estratégico da
qualidade” (Juran e Gryna, 1991:210)

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Atribuições da TQM
(Juran e Gryna, 1991:210)

 Estabelecer objetivos;
 Determinar ações para atingir os
objetivos;
 Atribuir responsabilidades;
 Viabilizar o treinamento necessário;

Estabelecer métricas e meios de avaliar
o desempenho

Análise periódica dos objetivos;
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Desvantagens Naturais - TQM
(Juran e Gryna, 1991)

 Aumento de trabalho para a alta


administração;
 Possíveis conflitos entre os níveis
organizacionais;
 Não garante resultados imediatos;
 Otimiza setores da empresa, mas não a
empresa;

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ISO

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ISO
 Normalização: Atividade que estabelece prescrições
destinadas à utilização comum e repetitiva com
vistas à obtenção do grau ótimo de ordem
 International Organization for Standardization
 Organização Internacional para
Padronização/Normalização
 1947, Genebra, Suiça
 ONG
 132 países membros em 2001
 Prover padronização internacional para facilitar a
comercialização de bens e serviços no mundo
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Outros órgãos

 Brasil: ABNT- Associação
Brasileira de Normas

Técnicas
 E.U.A.:
ANSI -

American National
Standards Institute
 Inglaterra: BSI - British
Standards Institution
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Normas ISO 9000
  1959 - MIL-STD Q- Exército USA
 9858A OTAN
  1963 - AQAP American Society of Mechanical
 1971 - ASME Boiler
 Code Engineers
Reino Unido
  1973 - DEFSTAN 05
American Petroleum Institute
  1973 - API 14A
Norma Canadense
  1975 - CSA Z299
Norma Australiana
  1975 - AS 1821/22/23
Norma Britânica
  1979 - BS 5750
American Petroleum Institute
  1985 - API Q1
Europa e outros paises
  1987 - ISO Série 9000
Nacionalização da ISO 9000
  1990 - ABNT NB 9000
Ampla divulgação mundial
 1994 - ISO 9000 (1a.
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Rev.)
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Principais Objetivos
 Economia
 Redução de variedade de procedimentos
 Comunicação
 Meios eficientes de troca de informações
 Confiabilidade
 Segurança
 Proteger a vida humana e saúde
 Proteção do consumidor

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Benefícios (I)
 Qualitativos
 Utilização adequada dos recursos
 Uniformização
 Facilidade de treinamento
 Registro do conhecimento
 Facilitar tráfego de informações e
conhecimentos
 Melhoria de imagem externa
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Benefícios (II)
 Quantitativos
 Redução de consumo de materiais
 Redução de desperdício
 Padronização de componentes
 Padronização de equipamentos
 Redução de variabilidade
 Procedimentos para cálculos e projetos
 Aumento de produtividade
 Controle de processos

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Razões
 Conscientização da alta administração
 Razões contratuais de fornecimento
 Competição
 Modismo

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Implantação (I)

1. Definição da política de qualidade e


modelo mais adequado
2. Análise do modelo vigente e possíveis
mudanças para adaptar à norma ISSO
3. Treinamentos e conscientização*
4. Desenvolvimento e implantação dos
novos procedimentos

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Implantação (II)

1. Pré-auditoria, para avaliar se o sistema está


de acordo com a norma
2. Eliminação de não conformidades
detectadas
3. Seleção do órgão registrador (OCC –
Organismo Certificador Credenciado). Este
órgão é uma empresa independente que
avaliará a empresa
4. Auditoria final e certificação

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Documentação (I)
 Nível 1
 Abordagem geral
 Manual de qualidade
 Política de qualidade
 Sistema de qualidade
 Estrutura organizacional

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Documentação (II)
 Nível 2
 Manuais de procedimento
 Definição de responsabilidades

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Documentação (III)
 Nível 3
 Instruções operacionais
 Métodos de inspeção
 Cronogramas
 Especificações

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Documentação (IV)
 Nível 4
 Registros da qualidade
 Resultados de inspeções
 Evidências de que o registrado no nível 3
foi seguido

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ISO 9000 (I)
 Série de padrões ISO 9000:
 conjunto de documentos que trabalham com

sistemas de qualidade que podem ser usados para


propostas de garantia de qualidade externa.
 normas genéricas para construção, operação e

documentação de sistemas de gestão da qualidade.


 descreve os elementos de sistemas de garantia de

qualidade (estrutura organizacional, procedimentos,


processos e recursos) em termos gerais.
 A série 9000 foi elaborada em 1977 pelo ISO-TC-176,
porém a primeira versão foi publicada em 1987

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ISO 9000 (II) – versão 1994
 ISO 9000: Diretrizes para seleção e uso das
normas ISO Série 9000
 ISO 9001: Modelo para garantia da qualidade em
projeto/desenvolvimento, produção, instalação e
assistência técnica
 ISO 9002: Modelo para garantia da qualidade em
produção e instalação
 ISO 9003: Modelo para garantia da qualidade em
inspeção e ensaios finais
 ISO 9004: Diretrizes para a gestão da qualidade

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Normas da série 9000:1994
ISO 8402 Vocabulário

ISO 9000-1 ISO 9001 ISO 9004-1


ISO 9000-2 ISO 9002 ISO 9004-2
ISO 9000-3 ISO 9003 ISO 9004-3
ISO 9000-4 ISO 9004-4
Garantia da Qualidade ISO 9004-5
Guias ISO 9004-6
ISO 10011-1
ISO 10011-2 ISO 10012 Gestão
ISO 10011-3 ISO 10013

Normas Complementares

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Melhoria contínua do SGQ

Melhoria contínua do SGQ

Responsabilidade
da Direção Clientes
Cliente
Gestão de
Medição, Análise
Recursos
e Melhoria Satisfação
Requisitos
Entrada Realização do Saída
Produto
Produto

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ISSO 9001:200
Estrutura
 Introdução
 Objetivo
 Referência Normativa
 Termos e Definições
 Sistema de Gestão da Qualidade
 Responsabilidade da Administração
 Gestão de Recursos
 Realização do Produto
 Medição, análise e melhoria
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ISO 9000:2000 (I)
 Prazo para adequação: Dez/2003
 8 princípios:
 Foco no Cliente
 Liderança
 Envolvimento de Pessoas
 Abordagem por Processos
 Abordagem Sistêmica para a Gestão
 Melhoria Contínua
 Abordagem Factual para Tomada de Decisão
 Benefícios Mútuos na Relação com Fornecedores
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ISO 9000
Quadro Comparativo (I)
1994 2000
Foco Padrões internos da Cliente, medindo
organização satisfação
Liderança Indicação de um Ênfase no papel da
representante da alta administração na
Administração definição de políticas
Processos Não trata especificamente Atividade que utiliza
e gerencia recursos,
transformando
entradas em saídas

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ISO 9000
Quadro Comparativo (II)
1994 2000
Envolvimento Consciência e treinamento Funções como
do pessoal extensões das
atividades produtivas
Abordagem Implantação de “partes” Organização como
Sistêmica do sistema um todo
Tomada de Não trata especificamente Baseada em fatos,
Decisões através da análise de
dados e medições
dos processos

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ISO 9000
Quadro Comparativo (III)
1994 2000
Melhoria Processos de trabalho e Retroalimentação de
Contínua funções definidas informações do SGQ
Não exigia ações de para a melhoria
melhoria contínua contínua
Parcerias com Não trata especificamente Compartilhamento
fornecedores de informações com
fornecedores,
visando a melhoria
de ambos
Parcerias

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ISO 9000:2000 (II)

Deixam de existir as normas


9002 e 9003 ISO 9000:2000 -

Fundamentos e Vocabulário ISO

9001:2000 - Requisitos
  ISO 9004:2000 - Diretrizes para
Melhorias de Desempenho
  ISO 1006 - Diretrizes para
qualidade no
gerenciamento de
projetos
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Certificação (I)
 A empresa estabelece o seu sistema de
qualidade
 A empresa faz uma solicitação formal a um
órgão certificador, incluindo detalhes do
negócio da empresa, escopo da certificação
solicitada e cópia do manual de qualidade
 O órgão certificador faz uma visita à empresa,
colhe mais dados e explica o processo de
certificação
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Certificação (II)
 O órgão certificador verifica se a
documentação do sistema de qualidade está
de acordo com a norma ISO
 O órgão certificador envia uma equipe à
empresa com fins de auditoria. Nesta visita,
será verificado se todos na empresa cumprem
o que está documentado no manual de
qualidade
 O órgão certificador emite o certificado de
qualidade (validade de 3 anos)
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Certificação (III)

O órgão certificador realiza
visitas periódicas (a cada 6
meses) à empresa para
assegurar que o sistema
continua sendo efetivo

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Certificadores
 INMENTRO
 Fundação Vanzolini
 UCIEE - União Certificadora da Indústria
Eletro-Eletrônica
 ABS Quality Evaluations, Inc
 BVQI - Bureau Veritas Quality
International
 DNV - Det Norske Veritas
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ISO 9001
 “Sistemas de Qualidade - Modelo para
Garantia de Qualidade em Projeto,
Desenvolvimento, Produção, Instalação
e Serviço”
 Aplicado para todas as engenharias

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ISO 9001 – Requisitos (I)

 Define requisitos que
devem estar presentes em
um sistema de garantia de
 Gerência de responsabilidades
qualidade efetivo:
 Documentação do sistema de qualidade

 Revisões de contrato
 Controle de projeto
 Controle do processo

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ISO 9001 – Requisitos (II)
 Define requisitos que devem estar presentes
em um sistema de garantia de qualidade
efetivo:
 Inspeções e testes
 Inspeções, medidas e testes de equipamentos
 Treinamento
 Servicing
 Técnicas estatísticas para verificar a aceitação do
produto

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Críticas ISO 9000 (I)
 Limitados requisitos para a melhoria contínua
 Apesar da ISO 9004-4 prover diretrizes para a
implementação da melhoria contínua, estas não
são requeridas como critério de auditoria
 ISO 9001 é projetada para assegurar a
adequação de um dado sistema de qualidade e
para uso nas auditorias de modo a assegurar sua
aderência aos padrões
 Certificação não é uniforme ou é menos uniforme
do que aparenta. Diferença entre países, dos
certificadores e dos próprios auditores
7 de Maio de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom. 122
Críticas ISO 9000 (II)

 Se você define um processo pobre, mas executa

como definido, recebe crédito para certificação
 Padrões genéricos para todos os tipos de

organizações, deixando muito para
interpretação
 Aparenta promover uma resposta baseada
no papel (burocracia) para as organizações

que procuram a certificação
 Auditores para o software parecem não ter

experiência em todos os domínios de
aplicação
7 de Maio de 2009  Preço alto da certificação
Prof. Sergio.Jrpara pequenas e médias
www.sergio.jr.nom. 123