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JUSTIÇA PELA FÉ

JUSTIFIÇA IMPUTADA
E JUSTIÇA COMUNICADA.
A BÍBLIA E O ESPÍRITO DE
PROFECIA TÊM O MESMO AUTOR

• O Espírito Santo é o autor das Escrituras


e do Espírito de Profecia. Estes não
devem ser torcidos e levados a indicar o
que o homem quer que indiquem, para
cumprir as ideias e os sentimentos do
homem, para levar avante os seus
desígnios sob todos os riscos. Carta 92,
1900. Men. Esc. Vol. 3, Pág.30
O ANJO DE APOCALIPSE 18
JUSTIÇA PELA FÉ
• É A MENSAGEM QUE FOI REJEITADA
POR PARTE DA LIDERANÇA DA
IGREJA ADVENTISTA EM 1888.
• SE TIVESSE SIDO ACEITA O POVO
DO ADVENTO TERIA IDO PARA O
CÉU EM 1890, DOIS ANOS DEPOIS
QUE ELA FOI TRAZIDA PELO ANJO
DE APOCALIPSE 18.
“JUSTIÇA PELA FÉ”
PREPARA O POVO PARA O CÉU
• SE 125 ANOS APÓS NÃO
FOMOS AINDA PARA O CÉU,
NÃO SERIA, POR NÃO TER
SIDO COMPREENDIDA E
ACEITA E VIVIDA AINDA A
MENSAGEM PELO POVO DE
DEUS? SIM OU NÃO?
• A IGREJA PREGOU
JUSTIÇA PELA FÉ ATÉ
HOJE?
• OU PREGOU SOMENTE
JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ?
• DEIXANDO DE LADO
SANTIFICAÇÃO PELA FÉ?
PRACISAMOS CONHECER
ALGUNS DOS DOGMAS DE ROMA
QUE EMBRIAGOU O MUNDO
TODO E ATÉ O ADVENTISMO
MODERNO.
• DOUTRINA DO PECADO ORIGINAL.
• O PRE – LAPSO.
• A IMACULADA CONCEPÇÃO.
• A INTERCESSÃO DOS SANTOS.
• PECADO ATÉ A VOLTA DE JESUS.
O PECADO ORIGINAL
• O pecado original é uma doutrina cristã que
pretende explicar a origem da imperfeição
humana, do sofrimento e da existência do mal
através da queda do homem.
• A doutrina não existe no Judaísmo nem
no Islamismo. Foi desenvolvida por
bispo Irineu de Lyon em sua controvérsia
com o dualismo do Gnosticismo.
• Segundo esta doutrina, que se fundamenta
em dois trechos do novo
testamento, Romanos 5:12-21 e Coríntios I
15:22.
A Visão agostiniana do
Pecado original foi herdada
por todo o cristianismo
ocidental estando presente
em todas as denominações
cristãs históricas sejam
elas Católicas ou
Protestantes.
O PRE - LAPSO
• Teodoro de Mopsuéstia foi em outra direção,
argumentando que em Jesus Cristo havia duas
naturezas (humana e divina) e duas substâncias
(hipóstase), no sentido de "essência" ou "pessoa",
que co-existiam ao mesmo tempo.
• O Concílio de Calcedónia, em 451, concordou com
Teodoro a respeito da encarnação, entretanto o
Concílio insistiu que a definição não seria da
natureza e que deveria ser na pessoa, o que
concordava com o conceito trinitariano de Deus.
Entre as principais escolas que buscaram
determinar a natureza de Cristo temos:
• Arianismo, que crê que Jesus, apesar de um ser superior, seja
inferior ao Pai sendo uma criatura sua
• Docetismo, defende que Jesus era um mensageiro dos céus e
que seu corpo era "carnal" apenas na aparência e sua
crucificação teria sido uma ilusão
• Ebionismo, que crê em Jesus como um profeta, nascido de
Maria e José, que teria se tornado Cristo no ato do batismo
• Monofisismo, segundo a qual Cristo teria uma única natureza
composta da união de elementos divinos e elementos
humanos
• Nestorianismo, segundo a qual Jesus Cristo é, na verdade,
duas entidades vivendo no mesmo corpo: uma humana
(Jesus) e uma divina (Cristo)
• Miafisismo, que defende que em Jesus Cristo há a natureza
humana e a natureza divina, mas que estas duas naturezas se
unem natural e completamente para formar uma única e
unificada Natureza de Cristo
• Sabelianismo, o qual defendia que Jesus e Deus não eram
pessoas distintas, mas sim "aspectos" ou "modos" diferentes
do trato da Divindade com a humanidade
• Trinitarianismo, que crê em Jesus como a segunda pessoa
da Trindade divina
A IMACULADA CONCEIÇÃO

• A Igreja Católica Romana, no século XIX,


mais precisamente no ano de 1854 através do
Papa Pio IX acrescentou a seus dogmas mais
uma exceção, a Virgem Maria, mãe de Jesus,
que teria sido concebida sem o Pecado
Original: é o dogma da Imaculada Conceição.
Segundo este dogma, a Virgem Maria teria
sido preservada desde sua concepção de
toda contaminação do Pecado Original devido
a providência divina, pois ela haveria de ser a
Mãe de Jesus Cristo.
A INTERCESSÃO DOS
SANTOS
• a Igreja triunfante, composta pelos habitantes
do Céu (desconhecidos/anónimos ou
oficialmente reconhecidos pela Igreja), que
alcançaram a eterna e definitiva santidade e que,
portanto, são os intercessores dos homens junto de
Deus.
• Vulgarmente, e em sentido mais restrito, um santo é
considerado somente como uma
pessoa canonizada ou beatificada (ou seja,
reconhecida) pela Igreja por se distinguir pela sua
santidade. Por isso, a Igreja reconhece-a como um
habitante do Céu e um modelo exemplar de
imitação. Além disso, um santo é ainda digno de
culto, mas, apenas de veneração (a dulia), que é
diferente do culto de adoração a Deus.
PECADO ATÉ A VOLTA DE
JESUS.
• QUE NINGUEM PODE GUARDAR A LEI DE
DEUS, SOMENTE CRISTO GUARDOU, E
POR ISSO NÃO PRECISAMOS MAIS
GUARDAR, POIS CRISTO JÁ FEZ ISSO
POR NÓS.
• VIVEMOS AGORA PELA GRAÇA,
PECANDO E SENDO PERDOADO, ATÉ
CRISTO VOLTAR.
JUSTIÇA PELA FÉ
• A mensagem da “Justiça pela fé” é
muitas vezes confundida com a
mensagem de “Justificação pela fé”.
Mesmo quando nos referimos a
mensagem de 1888.
• “Justificação pela fé” e “Santificação
pela fé” estão dentro da mensagem de
“justiça pela Fé”.
COMPREENDENDO O TERMO
“JUSTIÇA”
• O termo inglês original usado por Ellen
White, Jones e Waggoner. É
“righteousness by faith”. a
“justiça(righteousness) imputada” é a
Justificação pela fé e a “justiça
(righteousness) comunicada” é a
mensagem de santificação pela fé. Assim a
mensagem de Justiça pela Fé envolve não
somente a justificação mais também a
santificação.
COMPREENDENDO O TERMO
“JUSTIÇA”

Righteousness by Faith

Justification Sanctification

Quando falamos que a mensagem de 1888 foi de


Justificação pela fé, estamos utilizando um termo
errado. A mensagem não foi apenas sobre
justificação pela fé mas também sobre santificação
pela fé. A mensagem da justiça de cristo em nós é
completa.
“JUSTIÇA PELA FÉ”
• JEREMIAS 23:6
• Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará
seguro; será este o seu nome, com que será
chamado: Senhor, Justiça Nossa. R A
• In his days Judah shall be saved, and Israel shall
dwell safely: and this is his name whereby he shall be
called, THE LORD OUR RIGHTEOUSNESS. KJV
• Quando isso acontecer, o povo de Judá ficará
seguro, e o povo de Israel viverá em paz. Esse rei
será chamado de “ Senhor, nossa Salvação”.
NTLH
“JUSTIÇA PELA FÉ”
• 1 CORÍNTIOS 1:30
• Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos
tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e
santificação, e redenção,
• But of him are ye in Christ Jesus, who of God is
made unto us wisdom, and righteousness, and
sanctification, and redemption: KJV
• Porém Deus uniu vocês com Cristo Jesus e fez
com que Cristo seja a nossa sabedoria. E é por
meio de Cristo que somos aceitos por Deus, nos
tornamos o povo de Deus e somos salvos. NTLH
“JUSTIÇA PELA FÉ”
O que significa?
• MATEUS 5:20
• Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em
muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino
dos céus. RA
• For I say unto you, That except your righteousness shall
exceed the righteousness of the scribes and Pharisees, ye
shall in no case enter into the kingdom of heaven. KJV
• Pois eu afirmo a vocês que só entrarão no Reino do Céu
se forem mais fiéis em fazer a vontade de Deus do que os
mestres da Lei e os fariseus. NTLH

• MATEUS 5:20
• Aqui CRISTO fala claramente que a
Justiça é a Obediência.
“JUSTIÇA PELA FÉ” É OBEDIÊNCIA

O QUE SIGNIFICA?
Justiça é obediência à lei. A lei requer
justiça, e esta o pecador deve à lei; mas
é ele incapaz de a apresentar. A única
maneira em que pode alcançar a justiça
é pela fé. Pela fé pode ele apresentar a
Deus os méritos de Cristo, e o Senhor
lança a obediência de Seu Filho a crédito
do pecador.
Men. Esc. Vol. 1. pág. 367.
“JUSTIÇA PELA FÉ”
É A OBEDIÊNCIA.
“A justiça de Cristo é aceita em lugar do
fracasso do homem, e Deus recebe,
perdoa, justifica a pessoa arrependida e
crente, trata-a como se fosse justa, e
ama-a tal qual ama Seu Filho. Assim é
que a fé é imputada como justiça; e a
pessoa perdoada avança de graça em
graça, de uma luz para luz maior.”
Fé e Obras, 101.
“Justiça” por que é pela FÉ?
Quando pecadores penitentes, contritos diante de
Deus, discernem a expiação de Cristo em seu favor,
e Lhe aceitam a expiação como sua única esperança
para esta vida e a futura, seus pecados são
perdoados. Isto é justificação pela fé... ... Perdão e
justificação são uma só e a mesma coisa. ...
Cristo Triunfante, Pág. 149.
A justificação se dá através dos méritos de
Jesus Cristo. Ele pagou o preço da redenção
do pecador. Entretanto, unicamente pela fé
em Seu sangue é que Jesus pode justificar o
crente.
Signs of the Times, 19 de maio de 1898.
“Justiça” por que é pela FÉ?
Justiça de Cristo

Imputada Comunicada
ao homem ao homem

Cristo faz Cristo faz


por você. com você.
“JUSTIÇA” PELA FÉ
E A NATUREZA DO HOMEM.
Justiça de Cristo

Justificação e perdão

Natureza do homem

Pecado Natureza? Natureza pecaminosa


Pecado sem escolha Pecado por Escolha?
CRISTO: DEUS
• Qual é, pois a consideração com
respeito a CRISTO, no primeiro
capitulo de Hebreus? Primeiramente se
apresenta a “DEUS” O PAI, como quem
fala ao homem. Como aquele que falou
“em outros tempos aos pais, pelos
profetas”, e que “nestes últimos dias
nos tem falado pelo filho”.
• Desta maneira se nos apresenta a
CRISTO, o filho de DEUS. Logo se diz de
CRISTO e do PAI: “O qual (O PAI) o
constituiu herdeiro de tudo, pelo qual (O
PAI por meio de CRISTO) fez o universo”.
Assim, previamente a sua apresentação,
e à nossa consideração como sumo
sacerdote, CRISTO, O filho de DEUS se
nos apresenta sendo com DEUS o
criador, e como o Verbo ou a Palavra ativa
e vivificante “pelo qual fez o universo”.
• Caminho Consag. a perf. Cristã pág. 09.
• A seguir, do próprio filho de Deus,
lemos: “ o qual, sendo o resplendor
de sua glória ( de Deus), e a mesma
imagem de sua substancia
(substancia de Deus), sustentando
todas as coisas com a palavra de seu
poder, havendo feito a purificação de
nossos pecados por si mesmo,
sentou-se à destra da Majestade nas
alturas”.
Caminho Consag. a perf. Cristã pág. 9,10.
• A conclusão é que no céu, a natureza
de Cristo era a natureza de Deus.
Que ele, em sua pessoa, em sua
substância, é a mesma imagem, o
mesmo caráter da substância de Deus.
Equivale dizer que no céu, da forma em
que existia antes de vir a este mundo, a
natureza de Cristo era a natureza de
Deus, exatamente na mesma
substância.
Caminho Consag. a perf. Cristã pág. 10.
• Portanto, se diz dEle posteriormente, que
“feito tanto mais excelente que os anjos,
quanto alcançou por herança mais excelente
nome “DEUS”, que no versículo oitavo o Pai
dá ao filho “ mas ao filho: teu trono ó Deus,
pelos séculos dos séculos”.

• Assim, é tanto mais excelente que os


anjos, quanto o é Deus em comparação
com eles, e assim porque Ele tem mais
excelente nome. Nome que não expressa
outra coisa além do que de fato é, em sua
mesma natureza.
Caminho Consag. a perf. Cristã pág. 11.
• E este nome, o tem por herança. Não é um nome
que lhe seja outorgado, e sim, que herdou. Está
na natureza das coisas, como verdade eterna,
que o único nome que uma pessoa pode herdar
é o nome de seu pai. Este nome de Cristo, este
nome que é mais excelente que os anjos, não é
outro que o de seu Pai, e o nome de seu pai é
Deus. O nome do filho, portanto, o que o
pertence por herança, é Deus. E este nome, que
é mais excelente que dos anjos, lhe é apropriado,
já que é. “tanto mais excelente que os anjos”.
Este nome é Deus, e tanto mais excelente que os
anjos, como é Deus, com respeito a eles.
• Caminho Consag. a perf. Cristã pág. 11.
• Seguindo a epístola, o apóstolo passa a
considerar a posição e natureza de Cristo,
tanto mais excelente que dos anjos, “porque
qual dos anjos disse Deus jamais: meu filho
és tu, hoje te tenho gerado? E outra vez: Eu
lhe serei Pai, e Ele me será filho!”. Isto reforça
o conceito referido no versículo anterior, de
seu nome mais excelente, já que Ele, sendo o
filho de Deus – sendo Deus seu Pai mesmo,
leva por herança o nome de seu Pai, que é
Deus: e enquanto seja tanto mais excelente
que o nome dos anjos, o é na medida em que
Deus, o é mais que eles.
• Caminho Consag. a perf. Cristã pág. 11,12.
• Insiste-se no entanto ainda mais,
nestes termos: “e outra vez,
quando introduz o primogênito na
terra, diz: E Lhe adorem todos os
anjos de Deus.” assim, é tanto
mais excelente que os anjos
quanto é adorado por eles, e esta
última, por expressa vontade
divina, devido a que em sua
natureza, Ele é Deus.
• Ibdem pág. 12
• Novamente se apresenta de forma abundante
o enorme contraste entre Cristo e os anjos: “ e
certamente dos diz: o que faz a seus anjos
ventos, e a seus ministros chamas de fogo.
Mas ao filho: teu trono, ó Deus, subsiste
eternamente.”
• E continua: “ vara de equidade a vara de teu
reino; tens amado a justiça e aborrecido a
maldade; pelo qual te ungiu Deus, o teu Deus,
com óleo de alegria, mais que a teus
companheiros”.
• Ibdem pág. 12
• Diz o Pai, falado do filho: “ tu o Senhor, no
principio fundaste a terra, os céus são obras
de tuas mãos. Eles perecerão, mas tu serás
eternamente; e todos eles envelhecerão, mas
seus anos não acabarão. Os céus serão
mudados, mas Ele é o mesmo. Isto demonstra
que Ele é Deus: da mesma natureza de Deus.
• Há ainda mais contraste entre Cristo e os
anjos: “ a qual dos anjos jamais disse: senta-
te a minha destra, até que ponha os teus
inimigos por escabelos de teus pés? Não são
todos espíritos administradores, enviados a
serviço em favor daqueles que herdarão o
reino dos céus?”. Ibdem pág. 12
• Assim, no primeiro capítulo de hebreus, se
revela a Cristo como mais exaltado que os
anjos, como sendo Deus. E como tanto mais
exaltado que os anjos como o é Deus, pela
razão de que Ele é Deus. É Apresentado
como Deus, do nome de Deus, porque é da
natureza de Deus. E sua natureza é tão
inteiramente a de Deus, que é a mesma
imagem, da substância de Deus. Tal é Cristo
Salvador, espírito de espírito, e substância de
substância de Deus.
• Ibdem pág. 12, 13.
FILIPENSES 2: 5,6;
• 5 De sorte que haja em vós o
mesmo sentimento que houve
também em Cristo Jesus,
• 6 Que, sendo em forma de
Deus, não teve por usurpação
ser igual a Deus.
ROMANOS 8 : 17;
• "E, se nós somos filhos,
somos logo herdeiros
também, herdeiros de Deus, e
coerdeiros de Cristo: se é
certo que com ele padecemos,
para que também com ele
sejamos glorificados."
JOÃO 17: 21; GÊNESIS 1:26

• "Para que todos sejam um, como


tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti;
que também eles sejam um em
nós, ..."
• "E disse Deus: Façamos o homem
à nossa imagem, conforme a nossa
semelhança; ..."
CRISTO: HOMEM
A identidade de Cristo com Deus, da
mesma maneira como se nos apresenta no
primeiro capítulo de Hebreus, não é mais
que uma introdução que tem por objetivo,
estabelecer sua identidade com o homem,
da mesma maneira como é apresentado no
segundo.
Caminho Consag. a perf. Cristã pág. 13.
• E aquela semelhança com Deus,
apresentada no primeiro capítulo de
hebreus, é semelhança, não na de
uma imagem simples ou
representação, mas de ser realmente
como ele na mesma natureza, a
mesma imagem da substância deles,
espírito de espírito, substância de
substância de DEUS.
• Cam. Cons. a perf. cristã, pág.13.
• Se nos apresenta o anterior como condição
prévia para entender a semelhança Dele com
o homem. Quer dizer: a partir do comparativo
anterior devemos entender que sua
semelhança com o homem não é
simplesmente na forma, imagem e
representação, mas na natureza, e na mesma
substância. ...
• O que é, pois, esta verdade de Cristo feito em
semelhança de homem, segundo o capítulo 2
de hebreus.
• Cam. Cons. a perf. cristã, pág.13.
• Assim lemos: “5 Porque não foi aos anjos
que sujeitou o mundo futuro, de que falamos.
• 6 Mas em certo lugar testificou alguém,
dizendo: Que é o homem, para que dele te
lembres? Ou o filho do homem, para que o
visites? 7 Tu o fizeste um pouco menor do
que os anjos, De glória e de honra o coroaste,
E o constituíste sobre as obras de tuas mãos;
• 8 Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos
pés. Ora, visto que lhe sujeitou todas as
coisas, nada deixou que lhe não esteja
sujeito. Mas agora ainda não vemos que
todas as coisas lhe estejam sujeitas. Porém
vemos a Jesus. Ibdem, pág.14.
Equivale dizer que Deus não colocou o
mundo vindouro em sujeição aos anjos,
senão que colocou em sujeição ao
homem. Mas não o homem ao que
originalmente se pôs em sujeição, já que
ainda que anteriormente tenha sido assim,
hoje não vemos tal coisa. O homem
perdeu seu domínio e em lugar de ter
todas as coisas sujeitas debaixo de seus
pés, ele mesmo agora está sujeito á
morte.
• “Portanto, como por um homem
entrou o pecado no mundo, e pelo
pecado a morte, assim também a
morte passou a todos os homens
por isso que todos pecaram.”
(romanos 5:12). Está em sujeição à
morte porque está sujeito ao pecado,
já que a morte não é outra coisa que
o salário do pecado.
TODOS DE UM
• E ao último adão, vemos no mesmo
lugar, na mesma condição: vemos
pelo padecimento de morte, e aquele
jesus que é feito um pouco menor
que os anjos. e “o que santifica e os
santificado, são todos de um”.
• Ibdem pág.15
• O que santifica é JESUS. Os que são
santificados são gentes de todas nações,
reino, línguas e povo. E um homem
santificado, em uma nação, reino, língua
ou povo, constitui a demonstração divina
de que toda alma desta nação, reino,
língua ou povo, poderia ser santificada. E
JESUS, havendo, sido feito um deles,
para que os pudesse levar à glória,
demonstra que é juntamente um entre a
humanidade. Ibdem pág. 15
• Ele, como homem, e os homens mesmo,
“de um são todos: pelo qual não se
envergonha de chama-los irmãos;”
portanto, de igual forma que no céu era
mais exaltado que os anjos, como DEUS,
assim na terra, foi menor que os anjos,
como homem. De igual maneira que,
quando foi o mais exaltado que os anjos,
como DEUS Ele e DEUS eram um, assim
também quando esteve na terra, sendo
menor que os anjos, como homem, Ele e
o homem são de um”.
JESUS E DEUS, E
CRISTO E O HOMEM.

• Ou, dizendo de outra forma, precisamente


de igual modo que, pelo que respeita a
DEUS, JESUS e DEUS são de um – de
um espírito, de uma natureza, de uma
substância -, pelo que respeita ao
homem, CRISTO e o HOMEM são de um
– de uma carne, de uma natureza, de
uma substância. Ibdem pág. 15, END.