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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO

Departamento de Ciências Ambientais e Tecnológicas


fabriciocavalcante@ufersa.edu.br

Disciplina
Elementos de Máquinas I
Elementos de Máquinas I

TEORIA DE FALHAS POR FADIGA

Professor
M.Sc. Fabrício José Nóbrega Cavalcante

Mossoró - RN
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1- Introdução
A maioria das falhas em máquinas acontecem devido a
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cargas que variam no tempo, ocorrendo em níveis de tensões


inferiores aos valores da resistência do material, ocasionando
a fratura no material, geralmente por fadiga.

• O que é fadiga?
– E um processo de fratura decorrente da aplicação repetida
de cargas ou deformações ao longo do tempo, não
apresentando fratura, quando a aplicação é realizada de
uma única vez.
– O termo falha por fadiga permaneceu, e ainda hoje, é
usado para descrever qualquer falha devido a cargas
variantes no tempo.
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1- Introdução
Como a Fadiga é um processo que leva a fratura, temos que:
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• Fratura é a separação ou fragmentação de um corpo sólido em


duas ou mais partes sob a ação de uma tensão, sendo
formado por, início e propagação de trinca.

Fratura Frágil Fratura Ductil


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• Navio quebrado em águas calmas


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• Avião 737 que perdeu o teto durante o vôo, devido à uma falha por
fadiga (após mais de 32 mil decolagens)
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• Avião DC-9 fraturado durante um pouso normal (notar que os


pneus não estão furados nem os trens de pouso estão quebrados,
logo a falha não pode ser debitada ao piloto)
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• Gasodutos fraturados por vários km


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1.1 – Histórico
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1.2 – Conceitos de Fadiga


• É a forma de falha ou ruptura que ocorre nas estruturas
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sujeitas à forças dinâmicas e cíclicas variando com o tempo;

• Nessas situações o material rompe com tensões muito


inferiores à correspondente à resistência à tração
(determinada para cargas estáticas);

• É comum ocorrer em estruturas como pontes, aviões,


componentes de máquinas (custo elevado);

• A falha por fadiga é geralmente de natureza frágil mesmo em


materiais dúcteis.
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1.3 – Custos
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• Custo devido a falhas por fadiga


– As falhas por fadiga constituem um custo significativo para
a economia, podendo envolver o risco com a vida
humana.

• Quando ocorre? (3 fatores básicos)


– presença de tensões cíclicas
– tensões de tração
– deformações plásticas localizadas
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1.4 – Mecanismos
•Início da Trinca: ocorre devido a imperfeições, partículas,
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inclusões, etc. (em escala microscópica os metais não são


homogêneos e isotrópicos) existindo pontos de concentração
de tensão.

•Trinca: após o surgimento da trinca microscópica, ela se


propaga, de acordo com os mecanismos da Mecânica da
Fratura. Envolve o maior tempo de vida da peça e se houver a
presença de corrosão sua velocidade irá aumentar.

•Ruptura Repentina: crescimento instável da trinca, ocorre uma


falha repentina e catastrófica, sem nenhum aviso.
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1.4 – Mecanismos
• Mecanismo de falha por fadiga (3 estágios)
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– início de uma pequena trinca


– propagação da trinca
– ruptura repentina devido ao crescimento instável da trinca

Início Propagação Ruptura


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1.4 – Mecanismos
• Mecanismo de falha por fadiga (3 estágios)
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– início de uma pequena trinca


– propagação da trinca
– ruptura repentina devido ao crescimento instável da trinca

Início Ruptura

Propagação
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1.5 – Considerações ao projeto de máquinas

• Fadiga em elementos de máquinas - EIXOS


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Eixo c/ carregamento Eixos c/ tensões flutuantes


estático
Ocorre fadiga
Não ocorre fadiga

Flexo-torção

Flexão
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Diferentes tipos de carregamento de fadiga


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Pulsante

Repetida

Alternada
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Diferentes tipos de carregamento de fadiga


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(liga-desliga)

Implemento agrícola
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Definições:
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 m ax   m in
 a 
2
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Observações:

 Em componentes lisos, sem entalhes, como


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no caso de corpos de prova, mais de 70% da


vida é usada para a Nucleação e Estágio I

 reduzir imperfeições superfícies e


concentradores de tensão aumentam
consideravelmente a vida do componente
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Aspecto macroscópico de uma superfície de ruptura


por fadiga
Similar à uma fratura frágil
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Esquema das superfícies de fratura por fadiga


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Superfície de fratura por fadiga


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• Pela forma das marcas de praia pode-se concluir que o eixo


trabalhou em flexão alternada, com baixa tensão nominal
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Superfície de fratura por fadiga


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marcas de rio
(radiais, apontam para o início da trinca)

1mm

marcas de praia
(concêntricas, partindo do início da trinca)
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Superfície de fratura por fadiga


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Origem Região de
Região da
ruptura final cisalhamento
final

• Falha por fadiga em uma barra conectora forjada de aço AISI 8640
(200mm de diâmetro) de uma martelo utilizado para forjamento
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Superfície de fratura por fadiga


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Origem

(a) (b)
• (a): eixo de aço 1040 chavetado com falha em flexão rotativa
• (b): virabrequim de motor a diesel com solicitação combinada de
flexão e torção
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Ensaios de Fadiga

Historicamente a análise
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de fenômenos de fadiga
começou no século XIX
(1858-1870), com a
avaliação das falhas
repetidas nos eixos dos
vagões de estradas de
ferro:

• cargas cíclicas
• entalhes (regiões de
concentração de
tensões)
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Ensaios de Fadiga
•Atualmente, os ensaios de fadiga são realizados com auxílio de
máquinas servohidráulicas modernas, sendo mais comuns os ensaios
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de tração-compressão
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Ensaios de Fadiga
•Atualmente, os ensaios de fadiga são realizados com auxílio de
máquinas servohidráulicas modernas, sendo mais comuns os ensaios
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de tração-compressão
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Ciclo de vida em Fadiga


• Em máquinas, a maioria das falhas ocorrem devido a esforços
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dinâmicos (Fadiga = 50 a 80% + corrosão + desgaste)


• Modelos de falha por fadiga
– Tensão x número de ciclos - SN (mais usado) (fadiga a alto ciclo)
– Deformação x número de ciclos – eN (fadiga a baixo ciclo)
– Propagação de trincas de fadiga (da/dn-DK) (trinca inicial já existe)

• Curva SN (Tensão-Vida)
Tensão

Limite de fadiga

Número de ciclos da carregamento


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•Ciclo de vida em Fadiga


• Vida em fadiga
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– Se (Limite de fadiga) x Sf (Resistência à fadiga)


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• Critérios de falha por fadiga

– ensaios de protótipos
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– ensaios de fadiga em corpos-de-prova retirados de peças


– dados da literatura, fabricantes / fornecedores, etc..
– estimativa utilizando dados de ensaio de tração (Sy e Sut)

– Aço carbono comum


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• Exemplos de dados de publicações técnicas


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– Aço Carbono  Se’ = 0,5 Sut p/ Sut ≤ 1400 MPa


 Se’ = 700 MPa p/ Sut ≥ 1400 MPa

– Ferro Fundido  Se’ = 0,4 Sut p/ Sut ≤ 400 MPa


 Se’ = 160 MPa p/ Sut ≥ 400 MPa

– Alumínio  Sf’ = 0,4 Sut p/ Sut ≤ 330 MPa (5 x 108 ciclos)


 Sf’ = 130 MPa p/ Sut ≥ 330 MPa (5 x 108 ciclos)

– Ligas de Cu  Sf’ = 0,4 Sut p/ Sut ≤ 100 MPa (5 x 108 ciclos)


 Sf’ = 100 MPa p/ Sut ≥ 330 MPa (5 x 108 ciclos)

Se’ = Limite de fadiga estimado Sf’ = Resistência à fadiga teórica


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Curva Tensão-Vida (S-N) Típica de um Aço


Limite de Fadiga (fatigue limit, endurance limit)
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•Nível de amplitude de tensão abaixo do qual não ocorre falha por


fadiga (vida infinita)
•Válido para corpos de prova ensaiados a amplitude constante
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Curva Tensão-Vida Típica de uma Liga de Alumínio


Curva S-N típica para ensaio de flexão rotativa em corpos de provas
de liga de alumínio
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A representação do número de ciclos em escala logarítmica é mais


conveniente para uma melhor análise dos dados
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Fatores que influenciam as curvas SN

– Carregamento - CCAR
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– Tamanho - CTAM
– Acabamento superficial - CSUP
– Temperatura - CTEMP
– Confiabilidade - CCONF

S e  CCAR .CTAM .CSUP .CTEMP .CCONF . S e'



ensaio

S f  CCAR .CTAM .CSUP .CTEMP .CCONF . S 'f
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Fatores que influenciam as curvas SN


• Efeito do carregamento
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– Flexão: CCAR = 1
– Força normal: CCAR = 0,70 a 0,90 (depende de Sut do material)
– Torção pura: CCAR = 0,577

• Efeito do tamanho (para peças cilíndricas - d) - CTAM


– Juvinall
 1 para d ≤ 10 mm
 0,9 para 10 < d ≤ 50 mm
 0,8 para 50 < d ≤ 100 mm
 0,7 para 100 < d ≤ 500 mm

– Shigley & Mitchell  1 para d ≤ 8 mm


 1,189 .d-0,097 para 8 < d ≤ 250 mm

– ASME  1 CTAM = 1,85 d-0,19 para 50 < d ≤ 250 mm


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Fatores que influenciam as curvas SN


• Efeito da Temperatura - CTEMP
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– a temperatura influencia na tenacidade à fratura – (Kc)

– Para temperaturas até 50% da temperatura de fusão, deve-se usar exN


– Shigley & Mitchell
• Propõe para aços carbono

– para T ≤ 450 ºC CTEMP = 1


– para 450 ≤ T ≤ 550 ºC CTEMP = 1 – 0,0058 (T - 450)

– Shigley & Mischke

0,975  0,432(10 3 ).T  0,115(10 5 ).T 2  


CTEM  8 12  70 ≤ T ≤ 1000 °F
 0,104(10 ).T  0,595(10 ).T 
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Fatores que influenciam as curvas SN


• Efeito do acabamento superficial
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– Parâmetro que depende do material e do processo de acabamento


– Shigley & Mischke
• Csup = A. rup b com rup ou Sut em [MPa] (Aços Carbono)

Acabamento A b
Csup = 1 ( Ferro Fundido)
Retificado 1,58 -0,085
Usinado ou estirado a frio 4,51 -0,265
Laminado a quente 57,7 -0,718
forjado 272 -0,995

– Johnson
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Fatores que influenciam as curvas SN


• Efeito da confiabilidade
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– Os desvios-padrões raramente excedem a 8%

Confiabilidade 50 90 95 99 99,9 99,99


Cconf 1 0,897 0,868 0,814 0,753 0,702

• Natureza estatística dos processos de fadiga


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