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CIPA

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO


DE ACIDENTES

CURSO DE FORMAÇÃO
GESTÃO 2016/2017

Instrutor Amarildo F. de Melo


APRESENTAÇÃO...

Instrutor e turma
PROGRAMAÇÃO DO CURSO
PROGRAMAÇÃO DO CURSO
REGRAS GERAIS
1 º - Respeite os horários;
2º - Seja participativo, mas respeite e aguarde a sua vez de
falar;
3º - Lembre-se: Você está aqui para fazer o Curso da CIPA, o
seu trabalho será feito por outra pessoa, não se preocupe;
4º - Uso de celular – é legal, mas aqui no curso, vamos
combinar que é melhor deixá-lo desligado; Conto com vcs!!
5º - Conversas paralelas - com certeza atrapalha, obrigado
pelo apoio;
6º - Banheiro – procure ir somente nos intervalos: 10h:00 ou às
15h:00, mas se tiver muito necessitado, está liberado...
7º - Sono – um pedido especial, não durmam, água no rosto
ajuda.
PERFIL DO CIPEIRO

* Observador e ouvinte atento.


* Motivado e com muita energia.
* Comprometido com os resultados e
em ajudar os colegas.
* Disposto a desenvolver-se em
Segurança do Trabalho.
Pirâmide de Segurança

Acidente Grave ou morte


01

10 Acidente Leve

Acidente com perdas


30 materiais sem lesão

600 Incidente (quase Acidente)

A solução de pequenos incidentes é a prevenção para sérios acidentes.


Fluxograma de Funcionamento da CIPA
95% dos Acidentes

Atos
Inseguros
CIPA Observação Condições
Inseguras

COORDENADOR Responsabilidade criminal

RELATO T.S.T Responsabilidade criminal

GERÊNCIA Responsabilidade criminal e cível

Formal •Carta; TST


COORDENADOR
Comunicação Através •Oficio; GERÊNCIA
Informal •E-mail
HISTÓRIA DA
SEGURANÇA DO
TRABALHO
CONTEXTO HISTÓRICO DA SEGURANÇA DO TRABALHO:
1900
Surgem os primeiros trabalhos voltados diretamente a Segurança no Trabalho;
1911
Começa-se a implementar com maior amplitude o tratamento médico industrial;
1921
Cria-se na Europa a primeira CIPA do mundo;
1943
Criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT
1944
Oficialmente instituída a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, no
Brasil
1949
Criada a primeira CIPA, na área portuária, na Companhia Docas de Santos
1966
Criada a FUNDACENTRO - Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e
Medicina no Trabalho;
1971
Fundada a SOBES - Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança;
1974
Fundação da Associação Paranaense dos Engenheiros de Segurança - APES;
1978
Criação das Normas Regulamentadoras - NR´s.
NR - NORMAS REGULAMENTADORAS
A Portaria nº 3.214, do MTE, datada de 08 de junho de 1978 -
Aprova as Normas Regulamentadoras - NR - Capítulo V do título
II, da Consolidação das Leis do Trabalho, relativas à Segurança e
Medicina do Trabalho:
NR - 01 / Disposições Gerais;
NR - 02 / Inspeção Prévia;
NR - 03 / Embargo ou interdição;
NR - 04 / SESMT;
NR - 05 / CIPA;
NR - 06 / EPI;
NR - 07 / PCMSO;
NR - 08 / Edificações
NR - 09 / PPRA
NR - 10 / Instalações e Serviços com eletricidade;
NR - 11 / Transporte, movimentação de materiais;
NR - 12 / Máquinas e equipamentos;
NR - 13 / Caldeiras e vasos de pressão;
NR - 14 / Fornos;
NR - 15 / Atividades e operações insalubres;
NR - 16 / Atividades e operações perigosas;
NR - 17 / Ergonomia;
NR - 18 / Condições e meio ambiente de trabalho da construção;
NR - 19 / Explosivos;
NR - 20 / Líquidos e combustíveis inflamáveis;
NR - 21 / Trabalho a céu aberto;
NR - 22 / Segurança e Saúde ocupacional na mineração;
NR - 23 / Proteção contra incêndios;
NR - 24 / Condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho;
NR - 25 / Resíduos industriais;
NR - 26 / Sinalização de Segurança;
NR - 27 / Registro Profissional do Tec. de Segurança do Trabalho;
NR - 28 / Fiscalização e Penalidades;
NR - 29 / Segurança e saúde no trabalho portuário;
NR - 30 / Segurança e saúde no trabalho aquaviário;
NR - 31 / Segurança e saúde no trabalho na agricultura;
NR - 32 / Segurança e saúde no trabalho em estab. de saúde.
NR- 33 / Segurança e Saúde nos trabalhos em Espaços Confinados
NR- 34 / Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da
Construção e Reparação Naval
NR - 35 / Trabalho em Altura
NR - 36 / Segurança e Saúde em empresas de abate e processamento
de carnes e derivados
NR - 05
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
DO OBJETIVO
5.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como
objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de
modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação
da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
DA CONSTITUIÇÃO
5.2 Devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular
funcionamento as empresas privadas, públicas, sociedades de economia
mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes,
associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que
admitam trabalhadores como empregados.
DA ORGANIZAÇÃO
5.6 A CIPA será composta de representantes do empregador e dos
empregados, de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I desta
NR, ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para
setores econômicos específicos.
5.6.1 Os representantes dos empregadores, titulares e suplentes serão por
eles designados.
NR - 05
5.6.3 O número de membros titulares e suplentes da CIPA, considerando a
ordem decrescente de votos recebidos, observará o dimensionamento
previsto no Quadro I desta NR, ressalvadas as alterações disciplinadas em
atos normativos de setores econômicos específicos;
5.6.4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa
designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR,
podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, através
de negociação coletiva.
5.7 O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano,
permitida uma reeleição.
5.8 É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito
para cargo de direção de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes
desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.
5.9 Serão garantidas aos membros da CIPA condições que não
descaracterizem suas atividades normais na empresa, sendo vedada a
transferência para outro estabelecimento sem a sua anuência, ressalvado o
disposto nos parágrafos primeiro e segundo do artigo 469, da CLT.
5.10 O empregador deverá garantir que seus indicados tenham a
representação necessária para a discussão e encaminhamento das soluções
de questões de segurança e saúde no trabalho analisadas na CIPA.
NR - 05
5.11 O empregador designará entre seus representantes o Presidente da
CIPA, e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o
vice-presidente.
5.12 Os membros da CIPA, eleitos e designados serão empossados no
primeiro dia útil após o término do mandato anterior.
5.13 Será indicado, de comum acordo com os membros da CIPA, um
secretário e seu substituto, entre os componentes ou não da comissão, sendo
neste caso necessária a concordância do empregador.
5.14 A documentação referente ao processo eleitoral da CIPA, incluindo as
atas de eleição e de posse e o calendário anual das reuniões ordinárias, deve
ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do
Trabalho e Emprego
5.14.1 A documentação indicada no item 5.14 deve ser encaminhada ao
Sindicato dos Trabalhadores da categoria, quando solicitada.
5.14.2 O empregador deve fornecer cópias das atas de eleição e posse aos
membros titulares e suplentes da CIPA, mediante recibo.
5.15 A CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido, bem
como não poderá ser desativada pelo empregador, antes do término do
mandato de seus membros, ainda que haja redução do número de
empregados da empresa, exceto no caso de encerramento das atividades do
estabelecimento.
NR - 05
DAS ATRIBUIÇÕES
5.16 A CIPA terá por atribuição:
a) identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos,
com a participação do maior número de trabalhadores, com assessoria do
SESMT, onde houver;
b) elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de
problemas de segurança e saúde no trabalho;
c) participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de
prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos
locais de trabalho;
d) realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de
trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para
a segurança e saúde dos trabalhadores;
e) realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas fixadas em
seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas;
f) divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no
trabalho;
NR - 05
g) participar, com o SESMT, onde houver, das discussões promovidas pelo
empregador, para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de
trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores;
h) requerer ao SESMT, quando houver, ou ao empregador, a paralisação de
máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e
saúde dos trabalhadores;
i) colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros
programas relacionados à segurança e saúde no trabalho;
j) divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como
cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho, relativas à segurança e
saúde no trabalho;
l) participar, em conjunto com o SESMT, onde houver, ou com o empregador da
análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de
solução dos problemas identificados;
m) requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham
interferido na segurança e saúde dos trabalhadores;
NR - 05
n) requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas;
o) promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a
Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;
p) participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de
Prevenção da AIDS.
q) participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de
Prevenção da AIDS.
5.17 Cabe ao empregador proporcionar aos membros da CIPA os meios
necessários ao desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente
para a realização das tarefas constantes do plano de trabalho.
5.18 Cabe aos empregados:
a) participar da eleição de seus representantes;
b) colaborar com a gestão da CIPA;
c) indicar à CIPA, ao SESMT e ao empregador situações de riscos e apresentar
sugestões para melhoria das condições de trabalho;
d) observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto a
prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.
NR - 05
5.19 Cabe ao Presidente da CIPA:
a) convocar os membros para as reuniões da CIPA;
b) coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao empregador e ao
SESMT, quando houver, as decisões da comissão;
c) manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA;
d) coordenar e supervisionar as atividades de secretaria;
e) delegar atribuições ao Vice-Presidente;
5.20 Cabe ao Vice-Presidente:
executar atribuições que lhe forem delegadas;
substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos seus
afastamentos temporários;
5.21 O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA, em conjunto, terão as
seguintes atribuições:
cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o
desenvolvimento de seus trabalhos;
a) coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os
objetivos propostos sejam alcançados;
b) delegar atribuições aos membros da CIPA;
NR - 05
c) cuidar para que a CIPA disponha de condições
d) necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos;
e) coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os
objetivos propostos sejam alcançados;
f) delegar atribuições aos membros da CIPA;
5.22 O Secretário da CIPA terá por atribuição:
a) acompanhar as reuniões da CIPA, e redigir as atas apresentando-as para
b) aprovação e assinatura dos membros presentes;
c) preparar as correspondências;
d) outras que lhe forem conferidas.
DO FUNCIONAMENTO
5.23 A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário
preestabelecido.
5.24 As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o expediente
normal da empresa e em local apropriado.
5.25 As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes com
encaminhamento de cópias para todos os membros.
NR - 05
5.26 As atas devem ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do
Ministério do Trabalho e Emprego.
5.27 Reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando:
• houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine
aplicação de medidas corretivas de emergência;
• ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal;
• houver solicitação expressa de uma das representações.
5.28 As decisões da CIPA serão preferencialmente por consenso.
5.28.1 Não havendo consenso, e frustradas as tentativas de negociação direta
ou com mediação, será instalado processo de votação, registrando-se a
ocorrência na ata da reunião.
5.29 Das decisões da CIPA caberá pedido de reconsideração, mediante
requerimento justificado.
5.29.1 O pedido de reconsideração será apresentado à CIPA até a próxima
reunião ordinária, quando será analisado, devendo o Presidente e o Vice-
Presidente efetivar os encaminhamentos necessários.
5.30 O membro titular perderá o mandato, sendo substituído por suplente,
quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa.
NR - 05
5.31 A vacância definitiva de cargo, ocorrida durante o mandato, será suprida
por suplente, obedecida a ordem de colocação decrescente que consta na ata
de eleição, devendo os motivos ser registrados em ata de reunião
5.31.1 No caso de afastamento definitivo do presidente, o empregador
indicará o substituto, em dois dias úteis, preferencialmente entre os membros
da CIPA.
5.31.2 No caso de afastamento definitivo do vice-presidente, os membros
titulares da representação dos empregados, escolherão o substituto, entre
seus titulares, em dois dias úteis.
5.31.3 Caso não existam suplentes para ocupar o cargo vago, o empregador
deve realizar eleição extraordinária, cumprindo todas as exigências
estabelecidas para o processo eleitoral, exceto quanto aos prazos, que devem
ser reduzidos pela metade
NR - 05
5.31.3.1 O mandato do membro eleito em processo eleitoral extraordinário
deve ser compatibilizado com o mandato dos demais membros da Comissão.
5.31.3.2 O treinamento de membro eleito em processo extraordinário deve ser
realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse
DO TREINAMENTO
5.32 A empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA,
titulares e suplentes, antes da posse.
5.32.1 O treinamento de CIPA em primeiro mandato será realizado no prazo
máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse.
5.32.2 As empresas que não se enquadrem no Quadro I, promoverão
anualmente treinamento para o designado responsável pelo cumprimento do
objetivo desta NR.
NR - 05
5.33 O treinamento para a CIPA deverá contemplar, no mínimo, os seguintes
itens:
• estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos
originados do processo produtivo;
• metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho;
• noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição
aos riscos existentes na empresa;
• noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - AIDS, e medidas
de prevenção;
• noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à
segurança e saúde no trabalho;
• princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos;
• organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das
atribuições da Comissão.
5.34 O treinamento terá carga horária de vinte horas, distribuídas em no
máximo oito horas diárias e será realizado durante o expediente normal da
empresa.
5.35 O treinamento poderá ser ministrado pelo SESMT da empresa, entidade
patronal, entidade de trabalhadores ou por profissional que possua
conhecimentos sobre aos temas ministrados.
NR - 05
5.36 A CIPA será ouvida sobre o treinamento a ser realizado, inclusive quanto à
entidade ou profissional que o ministrará, constando sua manifestação em ata,
cabendo à empresa escolher a entidade ou profissional que ministrará o
treinamento.
5.37 Quando comprovada a não observância ao disposto nos itens relacionados
ao treinamento, a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego,
determinará a complementação ou a realização de outro, que será efetuado no
prazo máximo de trinta dias, contados da data de ciência da empresa sobre a
decisão.
DO PROCESSO ELEITORAL
5.38 Compete ao empregador convocar eleições para escolha dos
representantes dos empregados na CIPA, no prazo mínimo de 60 (sessenta) dias
antes do término do mandato em curso.
5.38.1 A empresa estabelecerá mecanismos para comunicar o início do processo
eleitoral ao sindicato da categoria profissional.
5.39 O Presidente e o Vice Presidente da CIPA constituirão dentre seus
membros, no prazo mínimo de 55 (cinquenta e cinco) dias antes do término do
mandato em curso, a Comissão Eleitoral - CE, que será a responsável pela
organização e acompanhamento do processo eleitoral.
NR - 05
5.40 O processo eleitoral observará as seguintes condições:
a) publicação e divulgação de edital, em locais de fácil acesso e visualização, no
prazo mínimo de 45 (quarenta e cinco) dias antes do término do mandato em
curso;
b) inscrição e eleição individual, sendo que o período mínimo para inscrição será
de quinze dias;
c) liberdade de inscrição para todos os empregados do estabelecimento,
independentemente de setores ou locais de trabalho, com fornecimento de
comprovante;
d) garantia de emprego para todos os inscritos até a eleição;
realização da eleição no prazo mínimo de 30 (trinta) dias antes do término do
mandato da CIPA, quando houver;
e) realização de eleição em dia normal de trabalho, respeitando os horários de
turnos e em horário que possibilite a participação da maioria dos empregados.
f) voto secreto;
g) apuração dos votos, em horário normal de trabalho, com acompanhamento de
representante do empregador e dos empregados, em número a ser definido pela
comissão eleitoral;
h) faculdade de eleição por meios eletrônicos;
i) guarda, pelo empregador, de todos os documentos relativos à eleição, por um
período mínimo de cinco anos.
NR - 05
5.41 Havendo participação inferior a cinqüenta por cento dos empregados na
votação, não haverá a apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá
organizar outra votação que ocorrerá no prazo máximo de dez dias.
5.42 As denúncias sobre o processo eleitoral deverão ser protocolizadas na
unidade descentralizada do MTE, até trinta dias após a data da posse dos novos
membros da CIPA.
5.42.1 Compete a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego,
confirmadas irregularidades no processo eleitoral, determinar a sua correção ou
proceder a anulação quando for o caso.
5.42.2 Em caso de anulação a empresa convocará nova eleição no prazo de
cinco dias, a contar da data de ciência , garantidas as inscrições anteriores.
5.42.3 Quando a anulação se der antes da posse dos membros da CIPA, ficará
assegurada a prorrogação do mandato anterior, quando houver, até a
complementação do processo eleitoral.
5.43 Assumirão a condição de membros titulares e suplentes, os candidatos mais
votados.
5.44 Em caso de empate, assumirá aquele que tiver maior tempo de serviço no
estabelecimento.
5.45 Os candidatos votados e não eleitos serão relacionados na ata de eleição e
apuração, em ordem decrescente de votos, possibilitando nomeação posterior,
em caso de vacância de suplentes.
ACIDENTES DE
TRABALHO
CARACTERIZAÇÃO
CONCEITO LEGAL
LEI 8213 / 99 - PREVIDÊNCIA SOCIAL
Art. 19. Acidente do trabalho é o que ocorre pelo
exercício do trabalho a serviço da empresa provocando
lesão corporal ou perturbação funcional que cause a
morte ou a perda ou redução, permanente ou
temporária, da capacidade para o trabalho.

CONCEITO PREVENCIONISTA DE ACIDENTE


Qualquer ocorrência não programada, que interfere
no andamento normal de uma atividade podendo
ocasionar:
Perda de tempo;
Danos materiais;
Lesões nos trabalhadores.
CAUSAS DOS ACIDENTES

Motivos que podem gerar a


ocorrência de um acidente.

• ATO INSEGURO

• CONDIÇÃO INSEGURA
EXEMPLOS
EXEMPLOS
CONDIÇÃO INSEGURA
CONDIÇÃO INSEGURA
CONDIÇÃO INSEGURA
CONDIÇÃO INSEGURA
E ESTE?
ACIDENTE TÍPICO
É o acidente que ocorre no local e horário de trabalho

ACIDENTE DE TRAJETO
É aquele que pode ocorrer no percurso do trabalho para
casa ou da casa para o trabalho, qualquer que seja o
meio de locomoção e sem alteração no trajeto habitual.

OBS.: Não será caracterizado como acidente de trajeto, quando o


funcionário por motivos próprios vier a sair de seu caminho habitual.
ACIDENTE DE TRABALHO
SEM AFASTAMENTO

Desde que não haja lesão permanente, é aquele em que o


acidentado, recebendo tratamento de pronto socorro,
não fica impossibilitado, de reassumir suas atividades
habituais no mesmo dia ou no dia seguinte a ocorrência,
no horário regulamentar de trabalho.
ACIDENTE DE TRABALHO COM AFASTAMENTO

É aquele que provoca a incapacidade temporária,


permanente ou morte do acidentado.
Incapacidade Temporária

Consiste na perda total da capacidade para o trabalho


por um período de tempo limitado, e que segundo
parecer médico, o acidentado poderá voltar após alta, a
sua atividade normal.

Incapacidade Permanente

Consiste na redução em caráter permanente da


capacidade para o trabalho habitua, e que segundo
parecer médico, o acidentado não poderá voltar após
alta, a sua atividade normal.
ACIDENTE DO TRABALHO

CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES


ACIDENTE DO TRABALHO
CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES :
• Afastamento do Trabalho;
• Desamparo a Família;
• Invalidez Temporária ou permanente;
• Incapacidade para o Trabalho;
• Aumento na carga tributaria;
• Aumento de Nº de dependentes do INSS;
• Desequilíbrio Social.
ACIDENTE DO TRABALHO
RESPONSABILIDADE DOS INTEGRANTES DA CIPA NOS
ACIDENTES DO TRABALHO

A CIPA tem por objetivo observar e relatar condições de risco nos


ambientes de trabalho e solicitar medidas para reduzir até
eliminar os riscos existentes e/ou neutralizar os mesmos, discutir
os acidentes ocorridos, encaminhando aos Serviços
Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do
Trabalho e ao empregador o resultado da discussão, solicitando
medidas que previnam acidentes semelhantes e, ainda, orientar
os demais trabalhadores quanto à prevenção de acidentes.
RISCOS
AMBIENTAIS
Riscos
São condições adversas no ambiente de trabalho que
aumentam a probabilidade de ocorrer acidentes.

Consideram-se riscos ambientais, os agentes:

Físicos, Químicos, Biológicos, Ergonômicos e de


Acidentes, que são capazes de causar acidentes ou
doenças em função de sua natureza, concentração,
intensidade e tempo de exposição.
Mapa de Riscos
Objetivos
 Reunir as informações necessárias para
estabelecer o diagnóstico da situação;
 Indicar os pontos de risco que a CIPA encontrar;
 Facilitar a visualização dos riscos em cada
setor;
 Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e
divulgação de informações entre os
funcionários.
RISCOS AMBIENTAIS
DIVIDEM-SE EM:
FÍSICOS
QUÍMICOS
BIOLÓGICOS
ERGÔNOMICOS
ACIDENTES
RISCOS QUÍMICOS RISCOS BIOLÓGICOS RISCOS ERGONÔMICOS RISCOS DE ACIDENTES
RISCOS FÍSICOS

Ruídos Poeira Vírus Esforço físico intenso Arranjo físico inadequado

Levantamento e transporte Máquinas e equipamentos


Vibrações Fumos metálicos Bactéria
manual de peso sem proteção

Exigência de postura Ferramentas inadequadas


Radiação ionizantes Névoas Protozoários
inadequada ou defeituosas

Radiações não Controle rígido de


Neblinas Fungos Iluminação inadequada
ionizantes produtividade

Temperaturas extremas Imposição de ritmos


Gases Bacilos Eletricidade
(frio, calor) excessivos

Probabilidade de incêndio
Umidade Vapores Parasitas Trabalho em turno e noturno
ou explosão

Jornadas de trabalho
Substâncias compostas prolongadas Armazenamento
Pressões anormais ou produtos químicos -
inadequado
em geral

- - - Monotonia e repetitividade Animais peçonhentos

Outras situações de risco


Outras situações causadoras que poderão contribuir
- - -
de stress físico e/ou psíquico para a ocorrência de
acidentes
RISCOS AMBIENTAIS
RUÍDO
É uma vibração que se propaga pelo ar, entra pelo
canal auditivo e faz vibrar nosso tímpano. Essa
vibração é transmitida pelos ossículos (bigorna,
martelo e estribo) e dentro da cóclea (caracol), ativa as
células ciliadas que oscilam e transferem para o
cérebro, pelo sistema nervoso, um impulso que nós
reconhecemos como SOM.
Acima de 85 dB Acima do L.T.

Limite de
85 dB
Tolerância.

Entre 80 e 85 dB Nível de ação.

Abaixo do nível
Abaixo de 80 dB
de ação.
RISCOS AMBIENTAIS
VIBRAÇÕES
São oscilações, balanços, tremores, movimentos vibratórios e
trepidações produzidas por máquinas e equipamentos
motorizados quando em funcionamento.
Caso a exposição do operador seja por tempo prolongado as
vibrações podem produzir danos físicos no organismo, tais como:
• alterações musculares e ósseas;
• patologias ortopédicas;
• problemas nervosos;
• problemas em articulações;
• distúrbios na coordenação motora;
• problemas circulatórios.
RISCOS AMBIENTAIS
CALOR
Os trabalhadores expostos a calor são aqueles que exercem
atividades em indústrias siderúrgicas, indústria de vidros,
industria cerâmica, etc.
Problemas relacionados a exposição prolongada ao calor:
• insolação;
• cãimbras;
• cataratas;
• conjuntivite;
• desidratação;
• anemia.
RISCOS AMBIENTAIS
FRIO
Os trabalhadores expostos ao frio geralmente predominam em
empresas de industrialização do pescado, frigoríficos, indústrias
de alimentos congelados fábricas de gelo etc.
Problemas relacionados a exposição prolongada a temperaturas
baixas:
• queimaduras;
• gripes;
• inflamações;
• alergias específicas;
• problemas circulatórios;
• problemas cardíacos.
RISCOS AMBIENTAIS
PRESSÕES ANORMAIS
São considerados trabalhos sobre pressões anormais, qualquer
atividade em que a pressão atmosférica exceda 1kg/cm2.
Encontramos estes trabalhos em atividades de mergulho,
construção civil, trabalhadores de minas e subterrâneos.
Dentre os principais malefícios de uma descompressão incorreta
destacam-se :
• Barotrauma - Incapacidade do mergulhador equilibrar a pressão
interna do corpo;
• Embolia gasosa - Conseqüência da rápida subida do
mergulhador a superfície;
• Intoxicação por dióxido de carbono, ocasionando espasmos
musculares de forma grave.
RISCOS AMBIENTAIS
RADIAÇÕES
Radiação não ionizante:
Esta radiação é do tipo eletromagnética e apresenta-se na forma
de raios infravermelhos, ultravioletas, microondas e laser.
São encontradas principalmente em siderurgia, fusão de metais,
processos de solda, caldeiras, fornalhas, fornos, etc.
Principais danos a saúde:
• queimaduras diversas;
• conjuntivite;
• cataratas;
• lesões de retina.
RISCOS AMBIENTAIS
RADIAÇÕES
Radiação ionizante:
São do tipo alfa, beta, gama, raio x e não podem ser detectadas
pelo ser humano, mesmo que estejam em contato direto com o seu
corpo. São largamente encontradas em clínicas de radiologias,
hospitais, consultórios odontológicos, na indústria e laboratório
de pesquisas.
Principais danos a saúde:
• quedas de cabelo;
• lesões graves de córnea e cristalino;
• perda de imunidade biológica;
• câncer;
• mutações genéticas.
RISCOS AMBIENTAIS

QUÍMICOS
Podem ser encontrados sob os estados físicos:
sólido, líquido e gasoso.
São encontrados em todos os ambientes laborais,
sendo quase sempre com grande potencial para o
desenvolvimento de doenças profissionais.
São classificados em Poeiras, Névoas, Neblina,
fumos, gases, fumaça, vapores e em produtos
químicos diversos.
RISCOS AMBIENTAIS
AGENTES QUÍMICOS
POEIRAS
Principais danos a saúde:
• SILICOSE: Atinge trabalhadores de cerâmicas, minerações,
pedreiras, etc;
• ASBESTOS: Causado pelo amianto;
• DOENÇA DO PULMÃO PRETO: Causado por partículas de carvão
mineral;
•DOENÇA RESPIRATÓRIA CRÔNICA / PNEUMONITE: Causado por
exposição a poeira de grãos vegetais.
RISCOS AMBIENTAIS
AGENTES QUÍMICOS
PRODUTOS QUÍMICOS DIVERSOS
Podem englobar qualquer uma das formas de agentes químicos
apresentadas anteriormente, bem como os produtos usados
diariamente nas empresas. Exemplos :
• soda cáustica;
• ácido clorídrico;
• ácido súlfurico;
• carbonatos de sódio;
• diversos produtos beneficiados por diversas marcas.
RISCOS AMBIENTAIS

BIOLÓGICOS
São caracterizados pela presença de microorganismos
invisíveis a olho nu, presentes no ambiente de trabalho
capazes de causar doenças, deterioração de produtos
alimentícios, de madeiras, de couros, etc. Por
apresentarem muita facilidade de reprodução, além de
contar com diversos mecanismos para transmissão ou
contaminação de pessoas e ambientes diversos.
RISCOS AMBIENTAIS
RISCOS BIOLÓGICOS
Classificação dos agentes patogênicos:

PROTOZOÁRIOS : Causam disenteria amebiana e giardíase;

FUNGOS : Causam mofos e bolores, alguns podem produzir


toxinas reagentes ao homem;

BACTÉRIAS : Causam pneumonia, cólera, leptospirose e


toxiplasmose;

BACILOS : Causam a tuberculose;

VÍRUS : Causam no homem a gripe, hepatite, herpes, AIDS e


outras.
RISCOS AMBIENTAIS

ERGÔNOMICOS
O estudo dos agentes ergonômicos visa estabelecer
parâmetros que permitam a adaptação das condições de
trabalho às características psicofisiológicas dos
trabalhadores, de modo a proporcionar o máximo de
conforto e segurança.
As condições de trabalho relacionadas com a ergonomia,
incluem aspectos ligados ao levantamento, transporte e
descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e
às condições dos postos de trabalho.
RISCOS AMBIENTAIS

AGENTES ERGONÔMICOS
PRINCIPAIS EXEMPLOS DE RISCOS ERGONÔMICOS:
• esforço físico intensivo;
• levantamento e transporte manual de peso;
• exigência de postura inadequada;
• controles rígidos de produtividade;
• repetitividade;
• levantamento excessivo dos membros superiores;
• arranjo físico inadequado;
• iluminação deficiente.
Riscos Ergonômicos
Métodos de Levantamento de Peso

Maneira Correta Maneira Incorreta


RISCOS AMBIENTAIS

ACIDENTES
Caracterizam-se pela presença em máquinas ou no
ambiente de trabalho de condições inseguras, tais
como objetos cortantes, abrasivos, perfurantes,
explosivos, inflamáveis, choques elétricos e outros
capazes de causar danos a saúde do trabalhador.
RISCOS AMBIENTAIS

RISCO DE ACIDENTES
PRINCIPAIS EXEMPLOS DE RISCOS DE ACIDENTES:
• máquinas e equipamentos sem proteção;
• sinalização de segurança deficiente ou inexistente;
• ferramentas inadequadas ou improvisadas;
• probabilidade de risco de incêndio e explosão;
• escadas sem corrimões;
• pisos escorregadios;
• buracos ou depressões;
• mangueiras sobre pressão com emendas;
• etc.
MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS
É uma representação gráfica dos pontos encontrados em cada setor.
É uma maneira fácil e rápida de representar os riscos de acidentes do
trabalho.
Para elaboração do Mapa de Riscos, convencionou-se atribuir uma
cor para cada tipo de risco e representá-lo em círculos:

VERDE VERMELHO MARROM AMARELO AZUL


Risco Físico Risco Químico Risco Biológico Risco Ergonômico Risco de Acidente

Para evidenciar o grau de risco, utilizam-se três tamanhos:

GRANDE MÉDIO
PEQUENO
Identifique na figura os riscos existentes no ambiente de trabalho

Ruído

Serra sem
proteção

SESI - Campo Largo - Paraná


EPI
Equipamento de Proteção Individual
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

EPI´s
Os emprego do EPI é uma determinação legal, contida
na NR - 06, da Portaria MTE 3214/78, que visa
disciplinar as condições em que o mesmo deve ser
utilizado para a proteção do trabalhador.
O empregador assume a obrigatoriedade de fornecer
gratuitamente, sem nenhum ônus para o trabalhador o
EPI adequado para a tarefa a ser executada, como meio
de neutralizar agentes físicos, químicos e biológicos,
nocivos a saúde do trabalhador.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Item 6.5 da NR-06


Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de
Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT, ou à
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, nas
empresas desobrigadas de manter SESMT, recomendar
ao empregador o EPI adequado a proteção do
trabalhador.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR:
• Adquirir o tipo de EPI adequado para cada atividade;

• Fornecer ao empregado o EPI gratuitamente;


• Fornecer ao empregado apenas EPI aprovados pelo
MTE;
• Treinar o trabalhador quanto ao seu uso adequado;
• Tornar obrigatório seu uso;
• Comunicar imediatamente ao MTE qualquer
irregularidade observada no EPI.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

OBRIGAÇÕES DOS EMPREGADOS:


• Usar o EPI apenas para a finalidade a que se destina;

• Responsabilizar-se pela guarda e conservação do EPI;

• Comunicar ao empregador qualquer alteração que o

torne impróprio para o uso;

• Cumprir as determinações do empregador quanto ao

uso dos EPI´s.


INSPEÇÃO
DE
SEGURANÇA
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

OBJETIVOS DA INSPEÇÃO DE SEGURANÇA


Como o processo tipicamente preventivo, a inspeção de
segurança é de fundamental importância para o bom
desempenho do trabalho da CIPA. Portanto seus
objetivos são :
• localizar as condições inseguras;
• diminuir a ocorrência de atos inseguros;
• estreitar o relacionamento entre cipeiros e colaboradores;
• demonstrar aos empregados os interesses da CIPA;
• fiscalizar o cumprimento das medidas de segurança.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

TIPOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA


INSPEÇÕES GERAIS
São aquelas que atingem toda a área da empresa, de
modo a observar todos os aspectos de Higiene e
Medicina do Trabalho. São de responsabilidade de
gerentes, médicos, engenheiros e supervisores de
segurança.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

TIPOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA


INSPEÇÕES PARCIAIS
São as que se destinam a esta ou aquela área da
empresa, a fim de se verificarem determinadas
atividades ou certos equipamentos existentes. Tem a
mesma estrutura das inspeções gerais.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

TIPOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA


INSPEÇÕES DE ROTINA
Devem ser realizadas pelos supervisores de segurança
ou pelos membros da CIPA. Visam descobrir riscos que
comumente acontecem: como máquinas sem proteção,
desordem, utilização inadequada de equipamentos,
utilização de EPI´s, etc.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

TIPOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA


INSPEÇÕES EVENTUAIS
Feitas sem previsão, ou seja, sem dia ou período
estabelecido. São realizadas por médicos, engenheiros,
manutenção, Técnicos de segurança e cipeiros.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

TIPOS DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA


INSPEÇÕES OFICIAIS
Realizadas pelos órgãos governamentais e empresas de
seguro.
• DRT - Delegacia Regional do Trabalho;
• MP - Ministério Público;
• Previdência Social;
• Sindicatos;
• Agências de Segurança pública.
CAMPANHAS DE SEGURANÇA
SIPAT

A sigla SIPAT significa Semana Interna de


Prevenção de Acidentes do Trabalho. Esse é
o nome dado a uma semana de atividades
voltadas para prevenção de acidentes de
trabalho de trabalho e doenças ocupacionais.

A CIPA é responsável pela elaboração da


SIPAT em parceria com o SESMT.
OBJETIVOS GERAIS DA SIPAT
A SIPAT busca através de Palestras, gincanas, sorteios de
brindes, teatro e atividades motivacionais, desenvolver a
consciência e orientar o trabalhador sobre a importância
da prevenção de acidentes de trabalho e doenças
ocupacionais. Criando uma atitude vigilante no
funcionário, que lhe permita conhecer e solicitar as
correções necessárias a fim de tornar o ambiente mais
seguro, trazendo a tona um processo de melhoria
contínua no ambiente de trabalho.
É uma aliada muito interessante em favor da
conscientização do trabalhador, e quando bem
organizada, serve até como fator de integração entre
CIPA, funcionários da empresa e SESMT.
PREVENÇÃO E
COMBATE A
INCÊNDIO
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

O QUE É O FOGO?

O fogo é um fenômeno químico denominado combustão.


Para a realização desse fenômeno, é imprescindível a
presença do oxigênio, tratando-se, portanto, de um
fenômeno de oxidação. O fogo nada mais é do que uma
reação química que desprende calor e luz, produzindo
alterações profundas na substancias que se queima .
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

COMO SE FORMA O FOGO?


São três os elementos essenciais para que o fogo tenha
origem:
• Combustível;
• Calor;
• Comburente.

TRIÂNGULO DO FOGO
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

TETRAEDRO DO FOGO
Modernamente, foi acrescentado ao triângulo do fogo mais
um elemento: A REAÇÃO EM CADEIA.
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

COMBUSTÍVEL
É toda substância capaz de queimar e alimentar a
combustão.
Os combustíveis dividem-se em três grupos, de acordo
com o estado físico em que se apresentam:
1 - Combustíveis sólidos: a maioria dos combustíveis
sólidos transforma-se em vapores e, então, reagem com
o oxigênio, exemplos: madeira, papel, plástico, ferro, etc.
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
COMBUSTÍVEL
2 - Combustíveis líquidos: Tem algumas propriedades
físicas que dificultam a extinção do calor, aumentando o
perigo. Outra propriedade a ser considerada é a sua
volatilidade, que é a facilidade com que os líquidos
liberam vapores, também é de grande importância.
3 - Combustíveis gasosos: Os gases não tem volume
definido, tendendo, rapidamente, a ocupar todo o
recipientes que estão envolvidos.
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
CALOR
Calor é uma forma de energia que eleva a temperatura,
gerada da transformação de outra energia, através de
processo físico ou químico.
Pode ser descrito como uma condição da matéria em
movimento, isto é, movimentação ou vibração das
moléculas que compõem a matéria. o calor é uma
espécie de energia e, por isso , se transmite passando de
um corpo para o outro. Essa passagem pode ocorrer de
três maneiras :
1- Condução / 2 - Convecção / 3 - Radiação
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

CALOR
Condução : é o processo pelo qual o calor se transmite
de um corpo a outro por contato direto. A quantidade de
calor transmitida por condução depende se o material é
ou não bom condutor de calor.

Radiação : é a transmissão do calor por meio de ondas.


Todo corpo quente emite radiação em todos as direções,
que vão atingir os corpos frios. O calor do sol é
transmitido por esse processo.
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

CALOR
Convecção : é a transmissão do calor por meio de
correntes circulatórios originadas da fonte. É a forma
característica de transmissão de calor nos líquidos e
gases que, pelo aquecimento, nas partes quentes
tendem a subir (correntes ascendentes) e as partes frias
tendem a descer (correntes descendentes).
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
CALOR / LÍQUIDOS COMBÚSTIVEIS
PONTO DE FULGOR
É a mínima temperatura em que os vapores do
combustível aquecido com a aproximação de uma fonte
externa de calor, entram em combustão, e retirada a
fonte externa de calor a combustão cessa.
PONTO DE COMBUSTÃO
É a mínima temperatura em que os vapores de
combustível aquecido com aproximação de uma fonte
externa de calor, entram em combustão, e retirada a
fonte de calor externa de calor a combustão continua (se
auto alimenta)
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
CALOR / LÍQUIDOS COMBÚSTIVEIS
PONTO DE IGNIÇÃO
É a temperatura da chama ou da fonte de calor; é a
temperatura necessária para inflamar a mistura ou os
vapores de combustível. Se elevar-mos o combustível
acima do ponto de ignição, ele explode (auto-ignição).

GASOLINA
Até 42º (ponto de fulgor)
de 43 até 257º (ponto de combustão)
>257º (ponto de ignição)
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

CLASSES DE INCÊNDIO
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

CLASSES DE INCÊNDIO
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

CLASSES DE INCÊNDIO
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

CLASSES DE INCÊNDIO
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

TIPOS DE AGENTES EXTINTORES


Como vimos, para diferentes tipos de incêndio, utilizam-
se diferentes agentes extintores.
Dentre eles, os principais são:

• Sistema hidráulico;
• Extintores.
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

TIPOS DE AGENTES EXTINTORES


Sistema de Hidrantes
São dispositivos existentes em redes hidráulicas, que
facilitam o combate ao fogo. São facilmente identificáveis
pela porta vermelha com visor, localizados normalmente
perto da escadas e elevadores e áreas da fabrica.
Basicamente, compreendem:
• Reservatório que pode ser elevado ou subterrâneo;
• Moto Bombas (a combustão e elétricas);
• Canalização;
• Mangueiras;
• Esguichos;
• Abrigos.
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

TIPOS DE AGENTES EXTINTORES


Sistema de Hidrantes

CASA DE BOMBAS ABRIGO PARA MANGUEIRAS


PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

TIPOS DE AGENTES EXTINTORES


Sistema “Sprinkler” (Chuveiros Automáticos)
Consiste em uma série de encanamentos e ramificações
que diminuem de diâmetro à medida em que se afastam
do encanamento central, onde estão instaladas as
válvulas de controle de fechamento, alarme, dreno e
outras que cobrem uma determinada área . É acionado
quando um aquecimento suficiente romper a ampola do
bico, evitando assim a propagação do fogo.
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

TIPOS DE AGENTES EXTINTORES


Agentes extintores móveis
Os agentes extintores mais utilizados são:
Pós químicos
Bicarbonato de sódio; Bicarbonato de potássio; Grafite em pó
Gases
Nitrogênio; Gás carbônico; Argônio;Heptafluorpropano;
Líquido
Água
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

TIPOS DE AGENTES EXTINTORES


Agentes extintores móveis

ÁGUA PÓ QUÍMICO CO2


PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

TIPOS DE AGENTES EXTINTORES


NOÇÕES BÁSICAS
EM PRIMEIROS
SOCORROS
PRIMEIROS SOCORROS

PRIMEIROS SOCORROS
São medidas que devem ser tomadas imediatamente
após um acidente de trabalho ou emergência, por
pessoas com um conhecimento mínimo para tal tarefa.
Portanto é um atendimento imediato e provisório,
prestado ao indivíduo acidentado ou acometido de mal
súbito.
PRIMEIROS SOCORROS

PRIMEIROS SOCORROS
Segurança do local - Antes de iniciar o atendimento da
vítima você deve verificar a segurança do local onde
ocorreu o evento. Observando:
• Fumaça;
• Fios elétricos;
• Líquidos escorrendo;
• Vapores de produtos químicos;
• Objetos com risco de queda;
• Sinalização do local.
PRIMEIROS SOCORROS

PRIMEIROS SOCORROS

Airway Nível de consciência - via aérea


PRIMEIROS SOCORROS

PRIMEIROS SOCORROS

Breathing - Ventilação
PRIMEIROS SOCORROS

PRIMEIROS SOCORROS

Circulation - Circulação
Atendimento inicial a vítima
SEQÜÊNCIA

1) Controle da cena

2) Controle cervical

3) Apresentação

4) Abordagem primária
a) Vias aéreas com controle cervical
b) Respiração
c) Circulação com controle de hemorragia
d) Estado neurológico

5) Colocação do colar cervical

6) Imobilização

7) Transporte
DOENÇAS
SEXUALMENTE
TRANSMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

O que são DST´s ?


As Doenças sexualmente transmissíveis são
transmitidas de pessoa a pessoa através do contato
sexual, portanto é possível evitá-la, não mantendo
relações sexuais sem as devidas proteções com
pessoas portadoras de tais doenças.
Algumas pessoas não sabem que são portadoras
dessas moléstias, pois não apresentam manifestações
evidentes no corpo e por vezes desconhecem estas
manifestações.
Portanto a proteção é fundamental!
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

Como diagnosticar e tratar as DST´s ?


Em muitos casos, o médico diagnostica a doença no
momento da consulta; são solicitados exames
laboratoriais para confirmação diagnostica. Sempre
que possível, os parceiros sexuais devém comparecer
à consulta para investigação clínica. Na maioria dos
casos, o tratamento é fácil e normalmente as
manifestações clínicas desaparecem em curto espaço
de tempo.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Quais são as DST´s mas conhecidas ?
SÍFILIS
A Sífilis tem como agente causador uma bactéria espiroqueta, Treponema
pallidum. Também conhecida com Lues, começa com uma discreta lesão
(pequena ferida) nos órgãos genitais (pênis, vulva, vagina, colo uterino) que
não causa dor, é geralmente única e aparece 20 a 30 dias após a relação
sexual infectante. Esta pequena lesão é chamada de Cancro Duro e
desaparece espontaneamente em menos de 1 mês. Depois de
aproximadamente 10 dias do aparecimento do Cancro Duro, surgem caroços
nas virilhas (as ínguas) que somem, apesar de não tratadas. Fica-se algum
tempo (30 dias) sem manifestações para então aparecerem manchas
avermelhadas na pele, que parecem uma alergia, porém com uma diferença:
geralmente não coçam. Daí, então, a doença evolui com aparecimento
eventual de alterações na pele e mucosa, principalmente ao redor dos órgãos
genitais. Depois de 1 a 2 anos de evolução, a doença entra na fase de latência.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

SÍFILIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

GONORRÉIA
É causada por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae. No homem inicia-
se após um período que varia de 2 a 10 dias do contato sexual, com uma
secreção amarelada e viscosa na uretra (canal do pênis), seguida de ardência e
dor ao urinar. Já na mulher pode não haver manifestações (forma
assintomática), contudo, quando presentes, os problemas são traduzidos por
corrimento vaginal amarelado, bem viscoso e quase sempre com odor
desagradável. Não sendo prontamente tratada, pode haver complicações. No
homem leva à infecção na próstata e nos testículos. Na mulher, freqüentemente
é causa de salpingite (infeção nas trompas), que causa fortes dores na barriga.
A salpingite pela Gonorréia complica-se com obstrução das trompas, sendo
causa de esterilidade. Embora seja raro a Gonorréia pode evoluir para causar
lesões em articulações, fígado e até no cérebro.

A Gonorréia é uma das Doenças Sexualmente Transmissíveis mais freqüentes.


DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

GONORRÉIA
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

CONDILOMA ACUMINADO “Crista de Galo”


É uma doença causada por um vírus, o Papillomavírus humano,
também conhecido como HPV. As lesões do Condiloma, também
nos órgãos genitais, são verrugas, lembrando couve-flor. Em
outras ocasiões, um dos parceiros pode apresentar lesões
típicas (couve-flor), enquanto o outro parceiro pode não ter
lesão evidente, mas ser portador do vírus.
O tratamento é feito destruindo-se as verrugas com uma
substância química. Também pode ser feita a cauterização da
ferida com criocautério ou eletrocautério. Outra técnica é a
vaporização a laser. Existe um creme à base de 5- fluoraciol e do
Interferon que são drogas que matam os vírus.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

CONDILOMA ACUMINADO
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

LINFOGRANULOMA VENÉREO “Cancro Mole”


Também chamado “Mula” ou “cavalo”, é causado pela
bactéria Chlamydia trachomatis. Inicia-se com discreta lesão
nos órgãos genitais, que na maioria dos casos nem é
percebida. Causa grande íngua na virilha (bubão), que tende
a se romper em múltiplos orifícios. Sua evolução é muita
lenta e pode causar elefantíase.
Na mulher, na fase bem avançada da doença, pode também
causar estreitamento do ânus.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

LINFOGRANULOMA VENÉREO
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

HERPES GENITAL
É causado pelo Herpesvirus simples humano (HSV) e sua
manifestação maior é a formação de vesículas (pequenas
bolhas) que se rompem causando dor, tipo queimação e
ardência nos órgãos genitais. A doença aparece e desaparece
espontaneamente, estando ligada a fatores desencadeantes
como o stress. Apesar de não se ter, até hoje, uma medicação
para o tratamento do Herpes, é errado pensar que a doença
não tem cura.
É relatado que, afastando os fatores irritantes e traumáticos,
a doença pode ficar sob controle, até que o próprio
organismo desenvolva um mecanismo interno de defesa.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

HERPES GENITAL
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

TRICOMONÍASE
A tricomoníase é uma infecção causada pelo protozoário
Trichomonas vaginalis no trato gênito-urinário da mulher e do
homem. A via de transmissão principal é o contato sexual.
Em condições especiais é possível outras formas de transmissão,
contudo são estatisticamente desprezíveis.

No homem – Na quase totalidade dos casos é assintomático, mas


alguns apresentam quadro clínico típico de uma uretrite não
gonocócica acrescido de prurido no meato uretral ou sensação de
fisgadas na uretra.

Na mulher – A ausência de sintomas ocorre com freqüência.


Entretanto como estas são capazes de transmitir a doença e a
maioria apresentará manifestações clínicas, devem ser sempre
tratadas.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

TRICOMONÍASE
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

AIDS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

AIDS
É uma doença que destrói as defesas do organismo
infectado.
Ela é provocada pelo vírus HIV.

Os vírus são organismos vivos que precisam entrar em


corpos de outros animais para sobreviver.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

COMO É A EVOLUÇÃO DA AIDS NO ORGANISMO


A pessoa que é infectada pelo vírus HIV é chamada de
portador de HIV ou soropositiva.
Quando adquire o vírus, ele vai se multiplicando e pode
chegar a milhões.

Enquanto aumentam de quantidade, os vírus vão atacando e


destruindo o sistema de defesas do corpo da pessoa (células
T4). Isso normalmente demora alguns anos.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

TRATAMENTOS PARA A AIDS


COMO FUNCIONAM OS MEDICAMENTOS DE CONTROLE DA
DOENÇA:

1) impedem que o HIV entre na célula do corpo:


DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

TRATAMENTOS PARA A AIDS

2) impedem que o HIV se reproduza dentro da célula:


DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

TRATAMENTOS PARA A AIDS

3) impedem que o HIV saia para infectar demais células:


DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
ASSIM “PEGA” AIDS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

COMO É TRANSMITIDA A AIDS


DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

ASSIM NÃO SE “PEGA” AIDS !


ASSIM NÃO SE “PEGA” AIDS !
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

ASSIM NÃO SE “PEGA” AIDS !


DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

EXAMES PARA DETECÇÃO DE AIDS


ELISA - Fácil execução e menor preço, mas apresenta uma
taxa de especificidade de 99%.

WESTERN-BLOT - Execução mais complexa, normalmente


utilizado para comprovação de soropositividade.
Apresenta especificidade de praticamente 100%.
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

AIDS ! VERDADES E MENTIRAS !


Mulheres são mais vulneráveis ao vírus do que homens?

Verdade - A mulher tem um risco maior de contrair HIV do


parceiro do que o contrário. A mulher recebe o sêmen do
homem e tem uma mucosa vaginal (tecido que reveste a
região) maior. A mucosa feminina também é mais absorvente
do que a do homem. O risco de uma mulher contrair o vírus é
quatro vezes maior que no homem durante uma relação
heterossexual
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

AIDS ! VERDADES E MENTIRAS !


Algumas pessoas são resistentes ao vírus!

Verdade - Há pessoas que não se infectam, mesmo quando


são expostas ao HIV. Descobriu-se que isso acontece por
não possuírem um receptor (proteína) chamado CCR5.
CHEGAMOS AO FINAL DO CURSO DE FORMAÇÃO
DE CIPEIROS....
ESPERO QUE VOCÊS DESEMPENHEM O PAPEL DE
CIPEIRO DA MELHOR FORMA POSSÍVEL, PARA
AJUDAR-NOS A ELIMINAR AS CONDIÇÕES
INSEGURAS E ATOS INSEGUROS E
CONSEQUENTEMENTE OS ACIDENTES DE
TRABALHO EM NOSSA EMPRESA, PARA ASSIM
CHEGARMOS AO NOSSO OBJETIVO QUE É O
ACIDENTE ZERO.

GRATO

SEGURANÇA DO TRABALHO